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Pretéritas Sextas (VI)

por João Távora, em 28.09.07
Greta Garbo

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O mundo está perdido, é o que é

por Corta-fitas, em 28.09.07

Esta versão «bloco descentrada» do arco ideológico é muito divertida. Mas o que gostava mesmo de saber era: Daniel Oliveira também vai logo à noite ao Snob, comemorar na palheta com a direita Darth Vader? Ou, pelo contrário e numa rara manifestação de bom senso, vão todos para o Agito, onde se come e bebe melhor e mais barato? É só para saber. Quanto mais descompreendo o mundo, mais estrebucho por entendê-lo.
Legenda da fotografia: «Daniel, traidor, voltas a pedir uma bejeca ao Artur Beja ou à Madalena e estás feito ao bife do Snob».

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No fim

por Pedro Correia, em 28.09.07
"Adorei esta campanha", disse Marques Mendes. José Sócrates também.

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They are the world

por Corta-fitas, em 28.09.07

Vamos lá elevar o nível desta coisa a que chamamos blogue. Há temas sérios e que os portugueses querem ver discutidos, antes de perderem tempo com mordidelas na bunda de brasileiras despudoradas. E não me refiro às directas no PSD. Em Sintra, decorre o segundo Conselho para a Globalização: A nata dos nossos empresários encontra-se com outros de países como o Paquistão, o Quénia ou Angola. Todos juntos debaterão três temas, entre eles este: «Private Equity, amigo ou inimigo?». A mim, preocupa-me que a excelência do nosso mundo empresarial e dos outros não saiba ainda responder a uma pergunta como esta, à qual qualquer corretor tem a obrigação de responder. Adicionalmente, também me deixa um bocadinho perplexo que outro dos temas a discutir sejam as «Estratégias de Entrada para o Séc. XXI», quando já entrámos no dito século há sete anos. No entanto, a globalização é um tema premente do debate civilizacional hodierno e criadora de novos paradigmas no relacionamento entre países ricos e os ricos dos países pobres. Um acontecimento destes é para levar a sério (Embora a ausência dos manifestantes do costume à porta seja um sinal de indiferença contraditório).

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Sexta

por Pedro Correia, em 28.09.07

MARIA SHARAPOVA, again
(Qual râguebi, qual quê...)

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Mais vinte cidades que jamais esquecerei (XIX)

por Pedro Correia, em 28.09.07

CRACÓVIA.
"Cracóvia desempenha um papel excepcional na cultura polaca."
(Boguslaw Krasnowolski)

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Porque hoje é sexta-feira

por Corta-fitas, em 28.09.07

- Você alguma vez amou na sua vida? - F.A. perguntou.
- Ha, ha - respondi.
- Você é... uma pedra. Vai morrer sem amar. Como o Super-Homem.
- Eu amo seis mulheres. Sete, incluindo a crioula. Sete, conta de mentiroso. Amo sete mulheres. Uma delas é preta e outra é japonesa.
- Não acredito.
- Amo mesmo. Amo qualquer mulher que vá para a cama comigo. Enquanto dura o amor, amo como um doido.
- Você muda de mulher toda semana - disse F.A.
- Toda a semana porra nenhuma. Mariazinha eu conheci no baile do Municipal, ela estava sambando em cima de uma mesa e eu dei uma dentada na bunda dela, vai fazer um ano que isso aconteceu.
- Porque você fez isso? - perguntou F.A.
- O quê?
- Deu a dentada na, na moça.
- Sei lá. Tinha quinhentas mulheres trepadas na mesa, toda mesa tinha uma mulher em cima se exibindo, acho que aquilo me irritou. E a Mariazinha estava com a bunda quase de fora.
- E ela? O que foi que ela fez?
- Ela deu um grito. Então os caras da turma dela engrossaram e partiram pra cima de mim, e você sabe como é que é, tem sempre alguém levando as sobras e entrando na briga também, foi um sururu espectacular, durou só uns cinco minutos, mas acho que até o governador gostou de ver. Quando saí da enfermaria ela estava na porta e disse “bem feito”. Respondi “eu te amo”, e amava mesmo, e amo até hoje.


Rubem Fonseca in O Caso de F.A.

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Fora de série (8)

por João Távora, em 28.09.07
Justificar o meu deslumbramento por uma música, por uma tela ou por qualquer performance artística afigura-se quase sempre pena maior do que arrancar um dente. Daquilo que eu gosto muito, gosto como um autêntico basbaque, com arrepios no corpo e pele de galinha na alma. E a relação que desenvolvo com o objecto da minha percepção é sempre muito condicionada pelas circunstâncias emocionais. Os estímulos e impressões daí resultantes são assunto terrivelmente solitário e de difícil expressão. Antes assim não fosse.
Vem isto a propósito de Os Vingadores (Grã Bretanha 1961-69), a minha saudosa série de TV que eu devorava fascinado cada episódio, através da velha televisão a válvulas da casa dos meus pais. No início, quando ainda mal sabia ler as legendas, assistia aos episódios numa semi-clandestinidade. É que numa família pouco liberal como a minha, a criançada tinha impreteríveis horas para se deitar. Mas havia truques e manhas para me fazer passar despercebido: no chão, de pernas cruzadas a respirar baixinho, num discreto recanto. Até que o meu pai dava conta que eu ali estava, tenso, mas flagrantemente feliz. Às vezes ele, adorável como sabia ser, suspirava e lá condescendia; outras, corria-me dali para a cama, cortante e autoritário, mesmo na altura do emocionante desenlace. Construí a relação com o meu pai com cumplicidades e desavenças. Ele era enorme, irascível e... meigo. Quantas vezes ficávamos os dois noite fora a ver Os Vingadores ou o Comissário Maigret... Os anos que passaram, progressivamente, acentuaram a nossa crónica incomunicabilidade. Mas como eu o admirava, mesmo quando na adolescência lhe ganhei os primeiros jogos de xadrez...
Num rebanho de cinco irmãos, cada um tinha que sobreviver e afirmar-se como podia, e nós lá arranjávamos os nossos "fetiches" ou "causas". Eu, além do Sporting – um factor não diferenciador -, era simplesmente pela Inglaterra, nas marcas de carros, no futebol, no rugby ou na Fórmula I. Até me dava um secreto prazer saber que a criadora do Noddy era britânica.
Os Vingadores possuía arrebatadores atributos para me seduzir: mistério, um herói com estilo, carros, perseguições de automóveis e mulheres deslumbrantes. Sabiam que Catherine Gale, a miúda (Honor Blackman) da terceira série veio a ser a Bond Girl de 007 contra "Goldfinger"?
John Steed (Patrick McNee) era um gentleman, imperturbável herói, com o seu charmoso meio sorriso, um inseparável chapéu de coco anti-balas e o conveniente guarda-chuva, não só por causa do britânico clima, mas por ser uma arma secreta, ao bom estilo de 007.
O resto eram lustrosos e potentes automóveis sport, em perseguições pelas ruas de Londres, nas estradas e nos campos da minha mistificada Inglaterra dos Beatles. John Steed conduzia um espectacular Rolls Royce Silver Ghost de 1927. Gostava do jeito afidalgado do herói e daquela pronúncia ao estilo BBC. Gostava dos cenários rocambolescos, dos palácios, bibliotecas e frondosos jardins. Também me deixei seduzir por Emma Peel, (Diana Rigg) mulher resoluta e ágil no seu macacão de couro, quase tão feminina como a idílica fada do Pinóquio. Mais tarde foi substituída por Tara King (Linda Thorson), na quinta série, também sexy mas mais irreverente, a acompanhar o decurso das modas da revolucionaria década de sessenta. Por fim lembro-me da “Mãe”, o fleumático e misterioso chefe da organização ao serviço de Sua Majestade. Só no início da penúltima série nos é revelado o seu aspecto físico: um homem imensamente obeso sempre sentado na sua cadeira de rodas e rodeado de telefones.
Mas nem sempre devemos voltar aos locais onde um dia fomos felizes. Há uns anos revi um episódio da série e confesso que sofri uma certa desilusão: os efeitos especiais não eram nada do outro mundo, e o guião menos sofisticado do que me parecia então. Essa simpática ilusão fora criada à conta da minha ingenuidade, e dos afectos vividos nesse tempo. É talvez por isso que a série Os Vingadores me trará para sempre boas memórias.

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Muito barulho para nada

por Cristina Ferreira de Almeida, em 27.09.07
O ódio dos intelectuais à televisão é antigo e não se vai resolver nesta geração. Só assim se explica que Pedro Santana Lopes reúna, de repente, à sua volta um coro de loas por se ter recusado a continuar uma entrevista em directo.
Visto de fora, como fazem as agências de notícias estrangeiras, o episódio só vale por se tratar de um ex primeiro-ministro. Mas em que é que este incidente difere dos que acontecem diariamente com a imprensa escrita? Quantos entrevistados já se recusaram a continuar por não gostarem da pergunta, quantos jornalistas pararam os gravadores porque o entrevistado está a ser mal educado, ou não está a responder às perguntas? Quantas cartas de desmentidos, telefonemas de desagrado e ameaças de "nunca mais" se seguem à publicação de notícias e de entrevistas? Nunca em directo, claro, porque imprensa não pisa nessa corda bamba.
PSL enfrentou um jornal televisivo sem a atitude reverencial e sacralizada do costume. O resultado final é bom para a informação televisiva, porque permite que se discutam critérios editoriais (que, obviamente, são sempre discutíveis). Acontece a toda a hora, em todo o mundo, com todos os orgãos de comunicação social. Não justifica, a meu ver, a nomeação de PSL para o cargo "até que enfim há alguém que põe esses bandalhos no lugar".
Guardem as bazucas. É só televisão, feita por pessoas.

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A direita em convulsão

por Pedro Correia, em 27.09.07
A ver se nos entendemos, Paulo. Quando digo que este PSD acabou refiro-me ao partido híbrido existente desde 1974 - um partido que (con)funde populistas, liberais, conservadores e sociais-democratas. A partir de agora é impossível manter em funcionamento esta espécie de albergue espanhol. Se Luís Filipe Menezes ganhar, a reduzida ala social-democrata do partido e boa parte da falange liberal não tardarão a debandar: era isto que Paula Teixeira da Cruz queria dizer ao alertar contra o provável êxodo das "elites". Se Marques Mendes for confirmado líder, a facção saudosa do velho PPD sentirá mais que nunca a tentação de fundar um novo partido, que sirva de efectivo eco à "voz do povo". Desaparecerá o ténue traço de união entre o PPD e o PSD, que o cimento do poder manteve inalterado mais tempo do que mandava a lógica. Lisboa, onde o tradicional eleitorado laranja ficou recentemente dividido entre Fernando Negrão e Carmona Rodrigues, constitui um sério teste à recomposição da direita política. Foi também um teste à recomposição da esquerda, como a seu tempo se perceberá melhor. Mas para já é sobre o PSD que se abate a tempestade. Depois de sexta-feira nada ficará na mesma.

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E lá fora... (2)

por Francisco Almeida Leite, em 27.09.07
"Retorno de Mourinho pára Portugal e irrita ex-premiê na TV". É o título da Reuters Brasil, que de sensacionalista não tem nada. Desculpem, mas "ex-premiê" é do melhor...

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Portela + 1

por Corta-fitas, em 27.09.07
Marques Mendes em directo na SIC Notícias, às 17.30H. Entretanto, na sala VIP do aeroporto, um jogador retardatário da equipa dos Lobos prepara-se para enfrentar as câmaras.

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E lá fora...

por Corta-fitas, em 27.09.07
A notícia já está no El Pais. O qual, diga-se de passagem, também não escapou ao título tablóide. «Santana Lopes se ofende con José Mourinho»? Joder!!!

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É notícia

por Pedro Correia, em 27.09.07
Por uma vez, Pacheco elogia Santana. É notícia.

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É obra

por M. Isabel Goulão, em 27.09.07
No youtube hoje às 15:55, o video : Santana Lopes versus José Mourinho versus SIC Notícias era referido no indicador "Honors for This Video como:

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e
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Maringá

por Francisco Almeida Leite, em 27.09.07
O Corta-Fitas sofreu hoje uma explosão de visitas made in Brasil. Será que os militantes do PSD de Maringá nos estão a honrar com a sua entrada neste humilde blogue?
Já agora, estas militantes de outras causas (mais nobres) são dedicadas ao Pedro Dória - uma prova que a fama das nossas sextas-feiras já chegou ao Brasil...
Fotografia: Fernanda Motta e Ana Beatriz Barros, numa produção para a Sports Illustrated.

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Nota falsa

por Corta-fitas, em 27.09.07
A Direcção da SIC Notícias considera que «a chegada de José Mourinho não era um elemento perturbador de uma entrevista para a qual tínhamos previsto cerca de 30 minutos». Acontece que o tempo verbal aqui empregue está completamente errado. A estação estaria no direito de afirmar que «não foi um elemento perturbador» (eu acharia o contrário, mas enfim). O que não pode é dar a entender que já sabia que o directo não «perturbaria», porque não teria nem duração nem conteúdo. Assim, ainda se enterra mais.

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Mais vinte cidades que jamais esquecerei (XVIII)

por Pedro Correia, em 27.09.07

CATMANDU.
" Catmandu, vou ver-te em breve." (Cat Stevens)

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A entrevista

por Francisco Almeida Leite, em 27.09.07

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Secção do PSD/Amazónia ou PSD/Paraná...

por Francisco Almeida Leite, em 27.09.07
Na imagem, um grupo de militantes do PSD, já com as quotas devidamente pagas. São, portanto, militantes social-democratas com capacidade eleitoral activa para amanhã. Mas atenção: o Jorge explica que Maringá fica no Paraná, não na Amazónia.
Aqui, aqui e acolá.

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