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Sexta-feira

por Francisco Almeida Leite, em 27.07.07
Caroline Trentini.

Festas e romarias

por João Távora, em 26.07.07
Como o João Gonçalves, até compreendo que se podia recuperar o dia 24 de Julho para o calendário de festas do regime, como sugere Medeiros Ferreira no Bicho Carpinteiro. A malta gosta de festas e feriados, e para estímulo nacional há que alimentar alguns mitos. Mas aqui entre nós, que ninguém nos oiça, o que festejamos no 5 de Outubro? Além da ditadura “democrática” que pôs o país num caos e da “bandeira de pretos”, como dizia o republicano Guerra Junqueiro, que razão temos para fazer festa? O voto das mulheres? Eleições livres? Liberalismo económico? Liberdade de imprensa? Liberdade de culto? Mais ensino? Paz social? Tolerância nos costumes?
Sobre o assunto, desafio Medeiros Ferreira, por quem nutro uma simpatia "empírica", a dar-nos uma resposta intelectualmente honesta e historicamente fundamentada.

Queixa geral de aposentações

por Cristina Ferreira de Almeida, em 26.07.07
Ao longo deste mês, a expressão caixa geral de aposentações toma-me de assalto sempre que faço uma tentativas de actualização noticiosa. Percebo que os funcionários públicos estão a liderar um movimento que defende que, se a pessoa vai morrer, tem direito a não estar a trabalhar. Parece-me bem, com tanta coisa mais interessante que há para fazer. Noto, no entanto, que o título que vi recentemente - "Morreu a trabalhar" - não é notícia. Muita gente em Portugal morre a trabalhar. A mim o que me indigna é morrer em consequência do trabalho e isto acontece a toda a hora. Quantas notícias vemos por semana, em letra pequena, sobre operários que morreram a abrir uma vala, e quantas teremos que ver até se começar a escorar as valas? Por exemplo.

O PSD no seu melhor

por Francisco Almeida Leite, em 26.07.07
Fiquei a saber pela indispensável secção "Indiscretos" da revista Sábado que Pedro Santana Lopes tem um blogue. Isso mesmo. Depois de José Pacheco Pereira, Luís Filipe Menezes e de Marcelo Rebelo de Sousa, agora Santana Lopes aparece a mandar as suas farpas na blogosfera. Apesar de ainda só ter "postado" duas vezes, veja-se o tom num dos escritos sobre o dia das eleições intercalares para a Câmara de Lisboa: "A Câmara foi posta ao serviço de uma seita que ocupou um partido. Por isso mesmo, a Câmara funcionou, não para lisboa mas para o poder instalado na São Caetano. A Câmara de Lisboa foi transformada numa Universidade Atlântica 2, o que foi facilitado pelo facto de Carmona Rodrigues estar muito, muito tempo em viagens". Como ainda não foi desmentido que o blogue não seja mesmo elaborado e mantido por Santana, deduzo que o antigo primeiro-ministro estivesse a referir-se a... Luís Marques Mendes (que bem podia responder criando o seu próprio blogue). Isto promete.

Falta só um bocadinho assim

por Corta-fitas, em 26.07.07

É quase fim de semana mas parece ainda longe, muito longe. A receita?
Laughing yoga aqui. E resulta? Não faço a mínima.
Nem eu sou assim tão seriamente avariado da pinha ao ponto de experimentar.

Depois do almoço de hoje

por Corta-fitas, em 26.07.07
Decidi que a minha arma de eleição contra o inimigo será a Glock: Maneirinha e com provas dadas. Ainda pensei ir à estante repescar «A Arte da Guerra» mas decidi deixar isso para as meninas. Agora, aguardo apenas a lista dos nomes.

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A ler

por Francisco Almeida Leite, em 26.07.07
1. "Estatuto do Jornalista: o que está em causa", por Francisco A. van Zeller.
2. "Zelo semântico inconstante", do Paulo Gorjão.
3. "Para inglês ver", por José.
4. "A fusão PSD/CDS", por Pedro Norton.
5. "Remota diferença", do Carlos Abreu Amorim.

Ontem, no Coliseu

por Corta-fitas, em 26.07.07
«Apesar de escrever as suas canções, ela é essencialmente uma intérprete, ou seja, não se entrega emocionalmente, não está ali para grandes catarses», escreve o Pedro Mexia sobre Aimee Mann, a propósito do concerto onde nos encontrámos ontem. Eu, que tinha comigo um par de binóculos, confirmei: Os olhos de Aimee são de um azul gelado e opaco mas o público portou-se como o Pedro tão bem descreve, começando a festa mesmo antes dos primeiros acordes. Nós somos assim, gostamos de gritar a quem amamos os nossos sentimentos, correspondidos ou não. A certa altura, divaguei e dei um salto quântico mental, inexplicável porque não racionalizável na sua causa. Recordei o concerto de há sei lá quanto anos de Joan Baez, no Pavilhão de Cascais, uma das poucas vezes em que senti vestígios de agorafobia, tal era a multidão. Dei por mim a pensar se Aimee seria a Joan Baez de hoje, ultrapassada que foi a mensagem política e o «sentimento do colectivo» da segunda pela partilha emocional e individual da primeira. Mas não me parece. Faltou, para isso, a emoção. Aimee está aos 46 anos com a voz numa condição excepcional. Só assim pôde prescindir da parafernália cénica e apoiar-se apenas nas suas guitarras, num baixo, teclas e bateria (cujo som, estranhamente, me surgia vindo do lado oposto ao palco). A voz, dizia eu, foi quase magnífica. E digo quase porque Aimee parecia estar, se não feliz, pelo menos satisfeita consigo e com a vida. No passeio do S. Jorge, tinha encontrado antes «um dos casais mais badalados do momento » prestes a entrar na ante-estreia dos Simpsons e o PRD classificara-me a música de Aimee Mann como «depressiva». Não foi. Talvez devesse ter sido. Pessoas como eu e o Pedro Mexia necessitamos de angst como de pão para a boca. É ao ouvir canções «depressivas» que nos lembramos de como não estamos sózinhos.

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Um dia não são dias...

por João Távora, em 26.07.07
Hoje ninguém escreve nada? Devem estar todos a trabalhar muito para compensar as ondas de choque do grande almoço de Verão do Corta-fitas, logo à tarde. Da animada cavaqueira, e da saborosa cataplana bem regada, obteremos por certo as mais perspicazes teorias em prol da harmonia universal. Trabalhar à tarde é que vai ser mais difícil.

As Emoções Básicas (crónica) X

por Luís Naves, em 25.07.07

O sonho
Vivemos num tempo estranho, quando a única época em que as nossas mentes descansam se chama silly season, a época tola. Podemos preguiçar, esticar os braços, contemplar o que é belo, sem nos preocuparmos com as coisas "importantes" que habitualmente nos ocupam: a medíocre política, o trabalho insano, a competição inútil e as riquezas materiais.
(Numa história taoísta, um homem muito pobre que procurava ouro ia a caminhar no meio de uma rua cheia de gente; ao ver passar alguém que transportava um saco de ouro, correu para roubar o saco, mas foi apanhado pela multidão; o juiz perguntou-lhe 'como pudeste ser tão inábil, roubar à vista de tanta gente’; e o homem respondeu que não vira a multidão, só conseguira ver o ouro).
...Parecemos às vezes este homem que só conseguia ver o ouro. Corremos atrás de algo que nos foge sempre e que não nos satisfaz, por ser sempre tão escasso, algo que apenas brilha, um brilho frio e distante...
Não pensem que esta é uma crónica moralista, não venho dar lições que não posso dar. Queria escrever sobre a tristeza, sobre a nostalgia, mas está um dia solar e vivemos na silly season. Esta é uma crónica sobre a ausência de tema, sobre a futilidade, sobre o tempo que passa, sobre o sonho.
Na minha preguiça, estava a ler uma história da antiga sabedoria chinesa, um pequeno texto chamado "sonhos", de um mestre taoísta Lieh-Tzu que terá vivido no quarto século antes de Cristo, ou talvez não, (talvez tudo isto seja um devaneio), tal como era um sonho o que sentia o rei Mu, governante da terra de Chou, que mandou construir um grande palácio em honra de um mágico que podia atravessar fogo e água, metal e pedra, que podia voar e acalmar as inquietações humanas.
E nesse palácio o rei reuniu as melhores concubinas e mandou fazer os melhores repastos, mas o mágico nunca se contentava. E, um dia, o mágico levou o rei a voar muito acima das nuvens e os dois chegaram a um palácio esplendoroso, que era o palácio do mestre mágico, e o palácio terreno deixou de fazer sentido, pois não passava de uma miserável cabana, em comparação. E, depois, o mágico levou o rei de Mu a viajar até um local muito escuro, o sítio do grande abismo, e deixou-o cair... Foi então que o rei acordou. Perguntou às pessoas à sua volta o que acontecera e disseram-lhe que estivera sempre no mesmo sítio e que passara pouco tempo. E o mágico explicou-lhe que ambos os palácios eram irreais. E este magnífico texto, que aqui tento resumir sem habilidade, termina assim: "Sem sairmos de portas, podemos conhecer o mundo inteiro; sem olharmos pela janela, podemos ver o caminho do céu; quanto mais longe viajarmos, menos poderemos saber".
Acho que esta história chinesa se aplica à ânsia ocidental: na busca incessante da felicidade, acabamos por não encontrar coisa alguma; e perdemos a noção dos pequenos sonhos, dos ínfimos prazeres, que estão ali, ao pé de nós, à mão de semear.
É por isso que a época do descanso e da preguiça (quando temos tempo para pensar dentro de nós) nos parece tola, mas isso é erro nosso, ilusão e devaneio.


Ensaios

por Francisco Almeida Leite, em 25.07.07
"Não posso estar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se".

"Há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE".

As frases são da autoria de Manuel Alegre, foram hoje dadas à estampa num artigo de opinião para o "Público", que aliás faz manchete com isto, e dão que pensar. Muito. Por este caminho, não me admira nada que o cenário político-partidário venha a alterar-se radicalmente até às eleições de 2009, ou logo depois delas. Ao centro-direita, com as lideranças de Marques Mendes e de Paulo Portas há claramente espaço para que surja um novo partido que possa aspirar a ter entre 10% e 15% dos votos e uma bancada parlamentar com mais de dez deputados. Santana Lopes, que há uns anos ameaçou lançar um PSL, está deserto para criar uma espécie de Aliança Democrática renascida. O resultado do seu ex-amigo Carmona Rodrigues demonstrou que há espaço para uma aventura destas. À esquerda, Manuel Alegre, nas presidenciais, e Helena Roseta, nas intercalares de Lisboa, provaram que pode aparecer por aí um MIC institucionalizado, que arrasaria metade da bancada do Bloco de Esquerda. As presidenciais e as intercalares de Lisboa podem muito bem ter sido uma espécie de balão de ensaio para o sistema mudar. O sistema está caduco e doente, mas também não sei se Santana e Alegre estarão dispostos a deixar os seus partidos de sempre. Os mesmos que lhes deram nome, projecção e impacto.

Tertúlia literária (208)

por Pedro Correia, em 25.07.07
- E O Processo?
- Deu em nada, como já calculávamos. A ministra da Educação não teve coragem em levar com aquilo por diante.

Outro bom motivo para gostar de Portugal

por Francisco Almeida Leite, em 25.07.07
Prainha.

Às páginas tantas...

por João Távora, em 25.07.07
Ao contrário do que se possa pensar não sou um puritano, muito menos um moralista. Mulheres bonitas, maminhas, rabos e pernocas, quando justificadas pelo seu contexto, são graças com as quais convivo prazenteiramente, na medida possível a um comprometido marido e chefe de família.
Vem isto a (des)propósito das secções de classificados, “de RELAX” publicadas nalguns jornais chamados “de referência”. De há uns tempos para cá, estas páginas têm-se progressivamente transformado numa obscena montra da miséria humana, um profusamente ilustrado catálogo de prostituição. A diversidade de órgãos e membros femininos expostos é inúmera e a cores. A carne exposta como no talho.
Se bem me lembro, este tipo de publicidade surge ciclicamente como uma praga (lembram-se da publicidade às chamadas de valor acrescentado?) em resposta a um anónimo e vasto mercado de frustrados sexuais.
Por ora, aguarda-se que o legislador acorde um dia destes e decrete a regulação desta emergente(?) oferta publicitária. Até ver. Entretanto, é melhor preparar uma explicação de “bom gosto” para dar às minhas criancinhas, quando um dia destes, às páginas tantas, encontrarem os deprimentes anúncios ilustrados num qualquer diário generalista... de referência.

Mais dez motivos para gostar de Portugal (VI)

por Pedro Correia, em 25.07.07

LINDOSO.

Tertúlia literária (207)

por Pedro Correia, em 25.07.07
- Que tal o Quixote?
- Não tenho a certeza se ele fez bem em avançar contra o Marques Mendes.

E por cá?

por Corta-fitas, em 25.07.07
Se estiverem para aí virados, leiam esta entrevista a Octavio Rojas e Jorge López sobre os blogues criados para fins políticos. E de como uma ferramenta de comunicação maltratada e mal utilizada pode acabar por afectar negativamente a imagem de um político, em lugar de melhorá-la.

É logo à noite

por Corta-fitas, em 25.07.07

A pedido do António Manuel Venda, aqui fica o convite para que apareçam hoje na Casa Fernando Pessoa, onde José Eduardo Agualusa apresentará «O que Entra nos Livros». Espero sair do concerto no Coliseu a tempo de ainda dar um merecido abraço ao autor.

Não me apetece

por M. Isabel Goulão, em 25.07.07
Recordam-se do filme "A Guerra das Rosas"? A história reduzia-se a ataques e contra-ataques pela posse da casa entre um casal em processo de divórcio, até ao lustre final.
Foi do que me lembrei quando li este artigo sobre desavenças entre vizinhos. As histórias relatadas são, como direi, surreais : "há quem perca a cabeça por causa do fumo das sardinhas e acabe a atirar «mangueiradas» de água para o andar de baixo, há uma vizinha que, faça sol ou faça chuva, deixa os dois cães na varanda, ficando os cães a ladrar o tempo todo além do mau cheiro que causam, um morador no rés-do-chão que desespera com a quantidade e diversidade de objectos que aparecem no seu jardim: pontas de cigarro, papéis, uma torneira e até um fervedor. Isto sem falar de uma mulher idosa que costumava dançar sevilhanas de madrugada. Como os vizinhos se queixavam começou a deitar botijas de gás pelas escadas. O administrador do condomínio alertou a filha da vizinha, mas esta não gostou e deu três facadas na porta do vizinho de baixo."
Segundo li, estes casos são resolvidos nos Julgados de Paz, especializados em mediar conflitos deste género, o que não deve ser nada fácil. Devem estar cheios de processos com gente quezilenta e queixosos deseperados.
Na senda da paz, da ordem e da tolerância comunitária, até existe o Dia Europeu dos Vizinhos. Isto é um suponhamos mas creio que isso significa que nessa cordata efeméride deveríamos sorrir ao estudante de piano, dar uma gracinha ao aprendiz de flauta, cumprimentar os fanáticos das remodelações, saudar os donos dos cães que emporcalham os acessos, segurar a porta aos que bloqueiam os passeios, elogiar as cozinheiras dos fritos, lisonjear o odor dos guisados, louvar a felicidade do casal do 11º e aplaudir os Iron Maiden ao jovem do 12º.
E você, caro leitor, é um bom vizinho? Eu estou do lado do Paulo Tunhas no Atlântico: "Bom dia e andam com sorte".

Salazar em 75 Minutos

por Maria Inês de Almeida, em 24.07.07
Numa altura em que Salazar ganhou o concurso promovido pela RTP “Os Grandes Portugueses” e em que não faltam livros nas prateleiras das livrarias sobre o “ditador”, as expectativas em torno de Salazar The Musical são grandes e a estreia da peça encenada por John Mowat – um inglês que começou a sua ligação a Portugal em 1992, quando actuou e deu aulas no Chapitô – pareceu mesmo oportuna.
Ainda que seja urgente rirmo-nos do nosso passado, a ligeireza com que o tema e vida deste político e estadista é tratado, apesar de parecer propositada, deixa muito a desejar. Talvez se o título fosse “Oliveira Salazar em 75 Minutos”, uma comédia, sem pretensões musicais, não saíssemos tão defraudados. É, sem dúvida – e muito ao estilo do seu encenador –, um espectáculo mais visual que musical.
Em palco há à volta de 20 cadeiras, diferentes objectos e instrumentos que vão sendo utilizados à medida que a peça se vai desenrolando. Seis actores/músicos em palco, com principal destaque para José Pedro Vasconcelos, que começa por dar vida a Salazar, trocando, mais tarde, este papel com Miguel Melo. Uma passagem um tanto ou quanto estranha. “Então, e eu?”, pergunta JPV, “Tu, baza!”, responde MM. Margarida Gonçalves, que demonstra uma boa fisicalidade, lembrando uma Rueff “versão 2”, dá vida à mãe de Salazar e a Maria. Os três conseguem, a espaços, arrancar alguns risos do público, mas nada mais do que isso.
Quem pouco ou nada sabe sobre Salazar também não é ali que vai aprender. Nasceu no Vimieiro, passou pelo seminário, sempre teve dificuldade em se sentar na cadeira, enterrou a mãe, conheceu e deixou-se seduzir por uma Maria (a empregada de toda a vida) dominadora e ciumenta. É ela quem decide a colocação do Cristo-Rei, a construção da ponte 25 de Abril e está na origem do incidente que leva Salazar a cair da cadeira, o que o torna mentalmente diminuído. Na peça, é Maria quem o empurra e exclama posteriormente: “Encontrei-o assim...”. Isto representado de forma exagerada num tipo de humor negro que nem todos apreciam. Talvez por isso, a sala cheia a que o teatro Villaret nos habituou estivesse às moscas. E a desculpa não são as férias, são diálogos do tipo:
- Lisboa precisa de si!
-Dá-me então só 2 minutos para enterrar esta desgraçada? (Salazar referindo-se à mãe). Se a ideia inicial da peça era desmistificar e ridicularizar Salazar, conseguiram. Contudo, de forma fraca. Indicado para quem nunca viu trabalhos encenados por John Mowat. Porque, para quem já viu, este soube a pouco.




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