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O primeiro acto

por Francisco Almeida Leite, em 03.07.07
Não sei se é impressão minha, mas parece-me claramente que José Manuel Durão Barroso se prepara para ter um papel muito mais activo durante a presidência portuguesa da União Europeia do que teve em ocasiões anteriores. No fecho das contas, daqui a seis meses, se verá quem assumiu o papel de actor principal e quem ficou com o supporting role. José Sócrates que se cuide. E Marques Mendes também.

Adivinha

por Maria Inês de Almeida, em 03.07.07
A quem e em que situação se faz constantemente a pergunta:

- Estás nervosa?

Antes tarde que nunca

por Francisco Almeida Leite, em 03.07.07
Alerta ao País

"O grupo de jornalistas abaixo assinados constatando que se encontra em marcha o mais violento ataque à liberdade de Imprensa em 33 anos de democracia, decidiu juntar a sua voz à de todos os cidadãos e entidades que se têm pronunciado sobre a matéria e manifestam publicamente o seu repúdio por todo o edifício jurídico aprovado pela Assembleia da República, ou à espera de aprovação, referente à sua actividade profissional, que consideram limitativo do direito Constitucional de informar e ser informado.
Em causa estão, designadamente, os poderes e a prática da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, as novas leis da Rádio e Televisão, o recentemente aprovado Estatuto do Jornalista e o anteprojecto de lei contra a concentração da titularidade, ainda em fase de discussão pública e ironicamente apresentado pelo legislador como de promoção do pluralismo e da transparência e “independência perante o poder político e económico”. Acresce ainda o futuro Código Penal - negociado entre PS e PSD no Pacto da Justiça – na parte que se refere à Violação do Segredo de Justiça.
Do conjunto destaca-se, no imediato, o novo Estatuto do Jornalista, recentemente aprovado no Parlamento e prestes a ser sujeito ao escrutínio do Presidente da República.
Tal diploma, ao arrepio da tradição democrática portuguesa, do espírito e letra da Constituição e das regras internacionalmente adoptadas em sociedades livres e democráticas, obrigará os jornalistas a violar o segredo profissional em nome de conceitos passíveis de todas as arbitrariedades; concederá a um órgão administrativo (na prática não independente) o papel de árbitro em litígios entre os jornalistas e as suas entidades empregadoras em matérias de foro ético e deontológico; insistirá em manter na alçada desse órgão administrativo o controlo deontológico da actividade jornalística, reforçando-lhe, além do mais, e, de forma abusiva, os poderes sancionatórios.
Assim, por considerarem que, neste momento, em Portugal, está verdadeiramente em causa a Liberdade de Imprensa, um direito fundamental constitucionalmente garantido; por considerarem que o exercício da sua profissão passará (no caso de promulgação do diploma do Estatuto do Jornalista), a ser desenvolvido com limitações intoleráveis; por considerarem que uma informação livre, sem qualquer temor pelos poderes, quaisquer que eles sejam, é um garante decisivo da Democracia; por considerarem que, tal como sucede em Portugal em outras áreas de actividade, deverão ser os jornalistas a autoregular-se em matérias de Ética e Deontologia e no controlo do acesso e do exercício da profissão; os jornalistas profissionais abaixo assinados manifestam publicamente a sua total disponibilidade para assumir essa autoregulação e esse controlo, desenvolvendo para tal, desde já, todos os esforços necessários nesse sentido, em articulação com todos os profissionais e com as instâncias também empenhadas em garantir o direito fundamental de informar com liberdade."


Lisboa, 27 de Junho de 2007
Link e quem já assinou

Se fosse o Sarkozy caiam-lhe em cima

por Corta-fitas, em 03.07.07
Acabo de ver Durão Barroso, de cabelo crescido e revolto, a discursar com uma mão no bolso e o corpo a gingar de um lado para o outro como se estivesse num navio fustigado pelas ondas. «Lisbon is coming home», disse ele. Pareceu-me sóbrio.

Isto é que Al Gore não explica

por Cristina Ferreira de Almeida, em 03.07.07
Tanto efeito de estufa, tanto CO2, tanto aquecimento global e, quando vamos a ver, estamos em Julho e nem podemos sair à noite sem levar um casaquinho pelas costas.

Cavaleiro sem dama

por M. Isabel Goulão, em 03.07.07

"Salman Rushdie has agreed to divorce his wife, Padma Lakshmi, because of her desire to end their marriage". De facto, não se pode ter tudo, como escrevem no 31 da Armada: duas semanas após ter sido feito Cavaleiro pela Rainha, eis que agora a Bela Padma o manda ás urtigas. Frase mazinha (digo eu), "because of her desire", diz o porta-voz do casal.
Pois é caro Pedro, é a vida. Suponho que o homem esteja inconsolável, mas certamente alguma dama corajosa se há-de fazer ao piso, que ele também não é homem para se ficar com quatro(?). De acordo com a sua teoria, a bem dos seus leitores e da literatura.

E vão mais sete

por Pedro Correia, em 02.07.07
Soube pelo Pedro Soares Lourenço que anda agora por aí uma votação - iniciada neste blogue - destinada a eleger as 7 Maravilhas da Blogosfera. E cá o Corta-Fitas conta já com um votinho, precisamente do Arcádia. Voto que agradeço, em nome do resto da malta, aproveitando - no cumprimento das regras - para anunciar as minhas escolhas.
Pois aqui vão mais sete:
- Blasfémias
- Geração Rasca
- Kontratempos
- O Amigo do Povo
- O Cachimbo de Magritte
- 31 da Armada
- Tugir

Vinte motivos para gostar de Portugal (VI)

por Pedro Correia, em 02.07.07

ÓBIDOS.

A propósito de siglas

por Francisco Almeida Leite, em 02.07.07
Li este fim de semana numa daquelas laterais do Expresso que a candidatura do PSD em Lisboa se prepara para fazer algum humor, a propósito da gaffe de Fernando Negrão - que trocou os nomes e as missões de empresas e organismos tão díspares como a EPUL, a EPAL e o antigo IPPAR. A nova fase da brilhante campanha de Negrão em Lisboa vai incluir um cartaz com um slogan do género: "Vote nesta sigla (PSD) para pôr as outras todas em ordem". Talvez fosse bom que alguém explicasse aos estrategas do dr. Negrão que o PSD é mais que uma sigla a lutar pelo segundo lugar nas eleições intercalares de Lisboa. Julgava eu que o Partido Social Democrata, pelo seu lugar central na história da democracia portuguesa, nunca se limitaria a perseguir objectivos políticos tão baixos. Afinal, enganei-me. Este PSD é capaz de se contentar com isto. Lutar para não ficar em quarto ou em terceiro na luta pela autarquia que ainda há meses liderava. Como tenho dito, hoje em dia na política portuguesa tudo se discute como se fosse Sporting ou Benfica. Ota ou Lisboa? Ponha-se a cruzinha em Lisboa. É assim. Por isso digo que este PSD não está interessado em vencer o campeonato. Basta-lhe lutar pelo segundo lugar, que julga dar acesso à champions... Que algumas mentes brilhantes julgam ser a manutenção de Marques Mendes na São Caetano à Lapa.

Uma grande carreira

por João Távora, em 02.07.07
Quando me falam em “grandes carreiras”, lembro-me logo daquela que foi a principal da minha vida. Refiro-me à do autocarro nº 9, de Campo d’ Ourique ao Bairro Madre de Deus e vice versa. Quando os meus pais se instalaram em Campo d’ Ourique, tinha eu 3 anos, foi inicialmente num prédio de gaveto a dar para a Manuel da Maia, por onde aqueles monstros verdes de dois andares iniciavam o seu percurso para a Avenida da Liberdade, Baixa, e enfim, para mais longe onde a minha imaginação não chegava ainda. Nas minhas memórias mais remotas, lembro-me de, com o meu irmão, nos sentarmos divertidos à janela daquele 1º andar a esperar a passagem dos autocarros mesmo ali em frente onde faziam a primeira paragem do percurso. O seu ronco era inconfundível. Na verdade, o fascínio estava na publicidade disposta entre as duas fileiras de janelas, e o anúncio do chocolate em pó Toddy era para nós o mais atractivo. Enquanto nos entretínhamos assim, não fazíamos grandes estragos.
Um dos meus grandes e secretos prazeres era que o exemplar do autocarro que me saísse em sorte tivesse porta atrás, para poder contemplar emocionado a lancinante velocidade do asfalto, logo ali a fugir para longe, tão depressa, tão depressa. Ou então, menos perigoso, era a felicidade de encontrar no piso de cima o banco da frente à esquerda livre, de modo que pudesse imaginar – discretamente para não parecer maluco – que eu era o omnipotente condutor do veículo, ali bem sentado aos comandos.
O facto de ter tido os meus avós maternos a viver na Avenida da Liberdade, estudado na Escola nº 6 da Bela Vista, no Liceu Pedro Nunes e namorado alguns anos lá para os lados de Sta. Apolónia, definitivamente deu à carreira nº 9 da Carris um grande protagonismo na minha vida. Com a passagem dos anos e com o uso, conheci as nuances dos potentes veículos AEC destinados àquele percurso. Às tantas eram nada menos que uma extensão do meu território, do qual conhecia todos os cheiros, ruídos e... perspectivas.
De resto, desse mito a que hoje em dia se chama “carreira”, a que eu chamo “Vida”, e que é a minha verdadeira aposta, tudo vai bem e recomenda-se, muito obrigado.
 
Fotos daqui

A frase

por Francisco Almeida Leite, em 02.07.07
"Portugal está a transformar-se numa espécie de versão de 'O Fantasma da Ópera'. Parece um sítio politicamente correcto policiado por fantasmas que, em vez de usarem cacetes, utilizam a coacção psicológica como forma de tutela".
Fernando Sobral, Jornal de Negócios

E agora, dr. Costa?

por Francisco Almeida Leite, em 02.07.07
Parece que um terço dos portugueses defende a opção "Portela + 1" para resolver o problema do aeroporto internacional de Lisboa. A grande questão, claro, é o que será o "mais um", que para muitos é um aeródromo qualquer dos arredores, mas que numa solução sustentada deverá ser a escolha entre Alcochete e a Ota. Ora, o candidato do PS à Câmara de Lisboa ainda não se pronunciou sobre este e outros estudos de opinião. Logo ele que defendeu a Ota enquanto estava no Governo e agora preconiza o fecho do aeroporto da Portela, para ali construir um "segundo pulmão de Lisboa". António Costa tem sido cauteloso, não fosse a matéria uma das que mais preocupa os lisboetas. Faltam menos de 15 dias para as eleições intercalares e os eleitores de Lisboa querem saber o que pensa o socialista sobre a opção "Portela + 1". O tempo urge.

PT é Portugal

por Corta-fitas, em 02.07.07
Estou de férias e hoje não escrevo mais uma linha. Sim, isto é para vós, cambada de madraços! Deixo aqui, em jeito de «até amanhã», um videozinho de auxílio a todos os que não têm a sorte de incluir-se entre os 9000 funcionários da PT que recebem ordenados sem sair de casa.

A tricky question

por Corta-fitas, em 02.07.07

A propósito da notícia de hoje sobre a senhora coordenadora de saúde de Castelo Branco que abre correspondência alheia, recordei as palavras de Winston Churchill citadas no último número da revista Nova Cidadania que encerra, este sábado, o seu ciclo de Encontros nos Jerónimos. Churchill citava sete regras maneiras práticas e simples de reconhecer a liberdade no mundo, sendo a primeira delas a seguinte: «Existe liberdade de expressão de opiniões e de oposição e crítica ao governo que se encontra no poder?».

Bóbi e Tareco vão ao Gambrinus

por Corta-fitas, em 02.07.07
A redactora do livro «Eu, Carolina» prontificou-se a dar 350 euros à Sociedade Protectora de Animais para ver arquivados os autos contra si. Fonte: Público, pág. 6

Banhadas em Lisboa

por João Távora, em 01.07.07
Está uma pequena nota na capa do DN de hoje, deve ser vulgaríssimo, mas eu acho absolutamente extraordinário: com o beneplácito da lei, os dois principais candidatos à presidência da Câmara Municipal de Lisboa não vivem na cidade e são eleitores de outros municípios. Sim, eu sei que o pormenor se resolve marrando uma pilha de “dossiers”. Ou melhor, manda-se marrar, que é para isso que se têm assessores. E acho tão estranho o povo aceitar passivamente este nonsense. Se calhar é porque os dois forasteiros comungam a anódina pronúncia lisboeta, e assim até passam bem. Ou então é porque o pessoal já se está definitivamente nas tintas para a coisa cívica e para outros sonantes lugares-comuns do regime. O circo já não colhe, e no próximo dia 15 vai tudo mas é para a praia ver as vistas.

Do dicionário (3)

por Corta-fitas, em 01.07.07
Democracia simplex - modelo inovador, responsável pela criação de um novo conceito de liberdade de expressão, também conhecido por liberdade de delação e que tem por principal objectivo agilizar o complexo sistema de avaliação e promoção de carreiras na administração pública e não só, criando assim as bases para uma sociedade mais dinamex.

Mais filmes da minha vida

por Pedro Correia, em 01.07.07

Claro que concordo com o Miguel Morgado: O Vale Era Verde e O Homem que Matou Liberty Valance, de John Ford, mereciam figurar nesta e em qualquer outra lista dos melhores filmes americanos de todos os tempos. Também de acordo com ele noutras escolhas, acrescento mais estas: Laura (1944), assombroso film noir, com a inconfundível técnica expressionista de Otto Preminger; Viva Zapata! (1952), inesquecível estudo sobre contingências políticas assinado por Elia Kazan; A Roda da Fortuna (1953), um dos mais deslumbrantes musicais de que há memória, dirigido por Vicente Minnelli; A Sombra do Caçador (1955), singular trabalho de Charles Laughton que projectou Robert Mitchum para a eternidade; Mary Poppins (1964), de Robert Stevenson - o melhor dos filmes saídos dos estúdios Disney; El Dorado (1967), genial western de Howard Hawks; Um Amor Inevitável (1989), de Rob Reiner - talvez a melhor comédia romântica de sempre; Fargo (1996), fabulosa sátira ao filme negro realizada por Joel Coen; e Uma História Simples (1999), inesperado mergulho de David Lynch no imaginário da América profunda.
Todos filmes de cinco estrelas. Todos filmes da minha vida.
......................
Imagem: Fred Astaire e Cyd Charisse num fotograma d'A Roda da Fortuna (The Band Wagon)

Domingo

por João Távora, em 01.07.07
Evangelho segundo São Lucas 9, 51-62

Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho e entraram numa povoação de samaritanos, a fim de Lhe prepararem hospedagem. Mas aquela gente não O quis receber, porque ia a caminho de Jerusalém. Vendo isto, os discípulos Tiago e João disseram a Jesus: «Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu que os destrua?». Mas Jesus voltou-Se e repreendeu-os. E seguiram para outra povoação. Pelo caminho, alguém disse a Jesus: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». Depois disse a outro: «Segue-Me». Ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». Disse-lhe Jesus: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu, vai anunciar o reino de Deus». Disse-Lhe ainda outro: «Seguir-Te-ei, Senhor; mas deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». Jesus respondeu-lhe: «Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus».

Da Bíblia Sagrada

Uma bofetada aos medrosos

por Pedro Correia, em 01.07.07
Naturalmente, um aplauso a Mário Soares. Por ter vindo afirmar algo que muitos socialistas diriam noutros tempos, embora em termos mais comedidos do que nos foi habituando. Apesar de tudo, melhor isto que nada: o fundador do PS deu uma bofetada com luva aos medrosos do partido, que se vergam e se calam perante as prepotências na própria casa. A reverência e o respeitinho é que estão a dar neste "socialismo" tão pós-moderno...
ADENDA
Leia-se o que Paulo Carvalho escreveu no Poviléu, anotando as diferenças de atitude dos governantes portugueses e de políticos estrangeiros quando são confrontados com críticas. Nada mais esclarecedor.




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