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Prioridades

por João Távora, em 01.06.07
Aterrei há pouco em Lisboa e ouvi na telefonia do táxi que o benemérito Estado português pretende subsidiar a oferta de umas centenas de milhares de computadores e ligações em banda larga ao povo mais desfavorecido. Parece-me que para os felizes contemplados seria bom que lhes fosse proporcionada adequada formação em folha de cálculo, língua portuguesa, gestão de bases de dados ou tratamento de imagens, para uma possível rentabilização do material oferecido.
Ou então não: depois de termos atingido uma inusitada taxa de telemóveis por habitante, assuma-se desde já o objectivo de fazer dos portugueses os maiores consumidores mundiais de entretenimento na Internet. Por certo nos distinguiremos rápida e naturalmente nas comunidades de chat do MSN, no You Tube, ou no Second life. Quem sabe até alcançaremos a glória e reconhecimento internacional como os mais viris engatatões virtuais da Internet... sempre na crista da onda, sempre em alta resolução e talvez em 3D.

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It was fourty years ago today

por Corta-fitas, em 01.06.07

Votado várias vezes como o melhor álbum de sempre. Para perceber o porquê, é ler o José, aqui. A animação, claro, é de «Yellow Submarine» e as legendas são em espanhol porque me gusta la charla.

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Os tugas (16)

por Pedro Correia, em 01.06.07

Num guichê do metro de Lisboa:
- Bom dia, queria dez bilhetes.
- Quer de quais?
- Dez bilhetes, dos simples.
- Mas preciso de saber de quais...
- Um daqueles bilhetinhos de obliterar. Mas com a diferença de em vez de ser um são dez.
- Ah, mas desses não temos. Temos o Sete Colinas...
- Não tem? Ainda a semana passada comprei.
- Só se foi numa loja.
- Não, foi aqui. Olhe, ainda tenho um já usado. É destes.
- Ah, desses. Não estava a perceber. Quantos quer?
- Dez. Já lhe tinha dito.
- Não me lembrava. Também não podemos fixar tudo.

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Aviso às senhoras

por Corta-fitas, em 01.06.07

Se reunirem dez comentários/pedidos coloco aqui uma foto do Orlando Bloom. Actualização: Pronto, já está. Depois do bis da miúda lá em cima, achei que era merecido. Mas não repetirei esta coisa mais vezes. A cada um/a o seu quintal.

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Retratos do trabalho* na Cruz de Pau

por Corta-fitas, em 01.06.07

*com a devida vénia ao JPP

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Um homem com qualidades

por Corta-fitas, em 01.06.07

A propósito da edição em português do seu último livro, «Andanças com Heródoto» o ípsilon dá capa a Ryszard Kapuscinski. A leitura do artigo de Paulo Moura é obrigatória. Kapuscinski era repórter. Um desses que atravessou a História, sem nunca esquecer que ela era feita por homens e mulheres iguais a ele. Viveu o fim do regime do Xá em Teerão, passeou pelo destroços de Luanda em 1975 depois da batalha da qual quase todos os outros fugiram, descreveu o fim da URSS e da Etiópia de Selassie e muito mais: dezenas e dezenas de revoluções, guerras, cenários de mudança de um mundo em convulsivo movimento e assente sobre uma miríade de vulcões.
De nacionalidade polaca, dizem agora que assinou um acordo com a polícia política e negociou a sua liberdade em troca de informações sobre os países que visitava. Que seja. E que importa? Como se lê no artigo de Paulo Moura, parece que não fornecia «informações úteis». Para nós, em compensação, tudo o que escrevia era útil. Mais do que isso, indispensável e único. «O maior repórter do mundo»? «Mestre do jornalismo moderno»? Talvez possamos prescindir destas hiperbólicas classificações. O que não podemos é prescindir de o ler.

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Sexta-feira

por Francisco Almeida Leite, em 01.06.07

Almudena Fernandez.

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Sábias palavras

por Duarte Calvão, em 01.06.07
Eu sei que foi para defender a construção do aeroporto da Ota, mas não deixou de ser emocionante ouvir Jorge Coelho falar na última Quadratura do Círculo sobre grandes obras públicas que, apesar de controversas no início, acabam por demonstrar a sua utilidade. Começou por lembrar essa "obra de regime" cavaquista, o Centro Cultural de Belém, continuou por um símbolo da "política de betão" da mesma era, a ponte Vasco da Gama, citou a Expo'98 de passagem, para terminar, vejam só, com o túnel do Marquês. Por acaso, não me lembro, salvo talvez no caso da Expo, de ouvir este ex-dirigente do PS apoiar nenhuma dessas obras quando eram atacadas pelos seus camaradas de partido, mas se calhar é a minha memória que é fraca. Desconfio que o PS Lisboa, que atacou sistematicamente a obra, não tenha gostado muito desta posição de Coelho sobre o bom funcionamento do túnel do Marquês. Mas ainda bem que Jorge Coelho o fez, demonstrando coragem e independência. Só faltam agora os jornalistas e o Sá Fernandes para o túnel ser uma unanimidade.

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Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

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