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Breaking news

por Francisco Almeida Leite, em 26.04.07
MIT dean resigns over misrepresented credentials

"Marilee Jones, a prominent crusader against the pressure on students to build their resumes for elite colleges, resigned Thursday as dean of admissions at the Massachusetts Institute of Technology after acknowledging she had misrepresented her own academic credentials.
Jones has been a popular speaker on the college admissions circuit, where she urged parents not to press their kids too hard, and told students there are more important things than getting into the most prestigious colleges. She rewrote MIT's application, trying to get students to reveal more about their personalities and passions, and de-emphasizing lists of their accomplishments.
But Jones, dean since 1997, issued a statement saying she had misrepresented her credentials when she first came to work at MIT 28 years ago and "did not have the courage to correct my resume when I applied for my current job or at any time since.
"I am deeply sorry for this and for disappointing so many in the MIT community and beyond who supported me, believed in me, and who have given me extraordinary opportunities," she said, adding she would have no further comment."
Para quem gostou de ler este pequeno naco de prosa, da autoria da AP, e que revela o que se passa no prestigiado instituto que o Governo trouxe para fazer protocolos com o nosso País, eis o resto da notícia na CNN. Como dizia a outra, não há coincidências... Nenhuma, aliás.

Parece que lhes caiu o céu em cima

por Pedro Correia, em 26.04.07

Já repararam bem nas expressões faciais dos treinadores do FC Porto, do Sporting e do Benfica? Jesualdo Ferreira, Paulo Bento e Fernando Santos são homens incapazes de sorrir. Mesmo quando ganham surgem nas conferências de imprensa com expressão triste, macambúzia, crispada. Como se ganhar não lhes desse afinal qualquer prazer. A alegria do desporto nada tem a ver com este futebol de alta competição bem espelhado nos rostos dos principais técnicos. Olho para eles, um por um: parece que lhes caiu o céu em cima.

País que exporta dirigentes

por Francisco Almeida Leite, em 26.04.07
Jorge Sampaio foi nomeado Alto Representante para o Diálogo das Civilizações da ONU. O que está a dar é ser ex-primeiro-ministro ou, no caso, ex-Presidente da República. Depois de António Guterres e de Durão Barroso, Sampaio sobe na hierarquia da ONU, provando que, na prática, nós quando queremos um cargo internacional, ele é nosso. A grande excepção foi Mário Soares, que há uns anitos não conseguiu, sequer, ser eleito presidente do Parlamento Europeu. Ele que tinha aceite ser candidato a eurodeputado só por causa disso e com imensas garantias. Mas isso é uma longa história...

Súbita nostalgia

por Pedro Correia, em 26.04.07

Das memórias remotas do Verão de 1974, esta é que mais retenho: Seasons in the Sun.

«Dá pa´descer à má fila»...

por Corta-fitas, em 26.04.07
...«Pumba, pumba, pumba, todos lá pa'dentro»

Gostei de ler

por Pedro Correia, em 26.04.07
1. 25 de Abril sempre. De Pedro Marques Lopes, na Atlântico.
2. 25 de Abril de 2007. Do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.
3. Abril. De Francisco Valente, n' O Acossado.
4. Querido blogue. Da Rita Barata Silvério, na Rititi.
5. Que estranho país o meu. Do José Carlos Gomes, na Política e Sociedade.
6. Memórias. Do Helder Robalo, no Pensamentos.
7. Xica Bia. Do Eduardo Pitta, no Da Literatura.
8. De Espanha nem boa imprensa... Do Vítor Matos, no Elevador da Bica.
9. Punição para o negacionismo? De João Tunes, na Água Lisa.
10. CDR. Do Francisco José Viegas, n' A Origem das Espécies.
11. Foste mesmo puta? Do André Moura e Cunha, no In Absentia.

Uma luz que vem do túnel

por João Távora, em 26.04.07
Do alto da torre 3 das Amoreiras, nesta tarde soalheira e cristalina, observo contente o trânsito que flui suave, como se hoje fosse um calmo Domingo de Agosto. Uma experiência única a que nos vamos habituar facilmente, como acontece sempre com as coisas boas.
O resto, é o ruído de uma democracia doente e de um país deprimido, com medo de ser feliz.

Televisão, loucura e morte

por Pedro Correia, em 26.04.07


As imagens post mortem do tresloucado assassino que na semana passada semeou a morte numa universidade da Virgínia foram difundidas pela cadeia norte-americana NBC e a partir daqui irradiaram por várias televisões em todo o mundo, incluindo Portugal. São imagens de um indivíduo claramente desequilibrado, com apelos ao ódio e à morte. Têm nulo valor informativo e apenas se destinam a emocionar os espectadores. É este o jornalismo dominante, que cada vez mais troca o raciocínio e a racionalidade pela emoção gratuita, pela exploração do medo e pela amplificação da bizarria e do grotesto. A imagem do assassino, com as suas frases desconexas, é um insulto à memória das suas 32 vítimas. E mais um degrau que se desce no caminho da indignidade neste mundo onde qualquer idiota consegue a sua ração de fama – nem que seja preciso matar para isso.

Estreia esta sexta-feira num Parlamento perto de si

por Francisco Almeida Leite, em 26.04.07

Espera-se que o debate mensal de amanhã seja um pouco mais animado do que o costume. Pode ser que até venhamos a ter mais exercício do contraditório e menos vexame do primeiro-ministro em relação a um dos líderes da oposição. Marques Mendes, que falou como falou no caso Independente, que se prepare. José Sócrates deve avançar com as baterias todas e ainda por cima com aquela falta de chá que se lhe reconhece.
Mas amanhã a maior curiosidade irá residir na estreia de Paulo Portas no debate mensal, nesta sua nova versão. Portas terá muito para provar. Normalmente os regressos não resultam bem. À excepção de Francisco Sá Carneiro, ninguém na política portuguesa soube voltar com sucesso ao lugar que já antes tinha ocupado. No CDS pior ainda. O partido é exíguo, não tem grande base de apoio popular e perdeu o seu trunfo durante anos: a representação autárquica. Hoje em dia nem os senhores da terra votam CDS. Diogo Freitas do Amaral, para dar o exemplo mais flagrante, não foi feliz quando voltou ao partido, depois de em 1986 ter perdido por um triz a Presidência da República com a magnífica campanha do Prá Frente Portugal. Chegou ao Caldas e espalhou-se com a tese da equidistância, demonstrando que os 49% que tinha obtido contra Soares mais não eram do que os votos de Cavaco Silva - que este, de resto, iria arrebatar nas legislativas seguintes, de 1991.
A partir de amanhã, Portas terá de começar a provar por que razão resolveu remover José Ribeiro e Castro da liderança do partido. E deverá demonstrar que veio mesmo para fazer oposição ao "engenheiro" Sócrates. Porque em 1995, na altura ao lado de Monteiro, também fez campanha a dizer que o PP seria oposição a tudo e a todos e acabou essa legislatura (e a seguinte) a negociar orçamentos com Guterres por debaixo da mesa.
Já agora, atente-se a este cartaz e às pessoas que Portas foi eliminando ao longo dos anos (e não foram tantos assim) ou que, por sua iniciativa, se foram afastando... Do lado direito e do lado esquerdo, estão Maria José Nogueira Pinto (que saiu do partido), António Bagão Félix (que colaborou com Ribeiro e Castro, portanto deve pagar por isso), António Lobo Xavier (que foi dizendo umas verdades e que não terá gostado da forma como foram organizadas as directas), Miguel Anacoreta Correia (que substituiu Nogueira Pinto na CML e que foi vice do ex-líder) e José Ribeiro e Castro (ele mesmo, vejam bem). São muitos, não são? Quantos dos outros irá agora Portas usar e consumir do melhor que têm para dar à política, para depois os deitar fora pelo caminho?

E ainda falam da morte do papel

por Corta-fitas, em 26.04.07
Jen Stark

Se calhar recuperou-o de alguma gaveta

por Corta-fitas, em 26.04.07
«Se não soubesse que foi proferido por Cavaco Silva, admitiria sem dificuldade que este discurso pudesse ter sido de Jorge Sampaio». Paulo Gorjão, no Bloguítica.

O país do Amor

por Corta-fitas, em 26.04.07

É Primavera, embora hoje não pareça, e acho Portugal um óptimo país para namorar. Uns bons anos depois do 25 de Abril fui expulso da piscina do Estoril-Sol por estar deitado em cima da minha namorada (bem confortável e fofinha por sinal) numa posição considerada indecorosa. De quando em quando, ao longo da minha vida, lá fui ouvindo impropérios seguidos das frases «por que é que não arranjam um quarto?!» ou «antigamente iam ver o que era bom, se fizessem essas figuras na rua!». Tudo isso me faz crer que, no tempo do Outro Senhor, as demonstrações de afecto e de desejo não eram lá muito bem vistas. Hoje não é assim pois não? Nem nunca mais vai ser, não acham? Por isso, toca a esquecer os ódios e desatar a beijocar as pessoas de quem gostamos. Faz muito melhor à saúde.

Ajudava a perceber muita coisa

por Corta-fitas, em 26.04.07
De acordo com o nosso Pedro Correia no DN, José Sócrates aplaudiu ontem Pina Moura e declarou aos jornalistas, parafraseando Jesus Cristo: «Deixemos ao Estado o que é do Estado e aos privados o que é dos privados». Uma afirmação louvável. Se não soubesse o contrário, até julgaria que o nosso Primeiro tem aparecido nos Encontros dos Jerónimos sobre o papel do Estado-Garantia. Mas, já agora, poderia esclarecer-nos sobre que é, exactamente e na sua quase divina clarividência, «do Estado»?

O país do ódio

por Duarte Calvão, em 25.04.07
O 25 de Abril trouxe a democracia a Portugal, depois de uma luta dos verdadeiros democratas que só foi vencida a 25 de Novembro de 1975, mas também muito ódio, que perdura até hoje, 33 anos passados. Ódios de classe, ódio a quem triunfa, a quem consegue viver melhor, a quem se destaca de um nivelamento por baixo. Ódio que está por todos os lados, nas empresas, nas universidades, nos meios culturais, entre os jornalistas, nos comentários, principalmente anónimos, da blogosfera. O ódio dessa esquerda revanchista foi hoje exemplificado pela abertura do túnel do Marquês. Nunca houve obra tão odiada em Portugal. Nem mesmo o Centro Cultural de Belém. A esquerda, que nunca aceitou ter sido derrotada numa Lisboa que achava que lhe pertencia, tudo fez para que a obra, que era apenas uma simples obra, não fosse avante e hoje parece que quer que haja um acidente lá, com muitos mortos, ou que se verifiquem engarrafamento quilométricos para mostrar que a odiada direita não tem o direito de ser escolhida pelos eleitores. O que fazer perante isto? Nada. Com o ódio não se discute. Ainda terão que passar muitos anos (outros 33?) para que este ódio desapareça.

A importância das boas maneiras

por Pedro Correia, em 25.04.07

É importante saber ganhar. E é importante saber perder. Ribeiro e Castro não soube. Na hora da derrota, ao ser rejeitado em eleição directa por três quartos dos militantes do CDS, foi incapaz de sair de cena com elegância, ignorando por completo o seu adversário. Paulo Portas, goste-se ou não dele, merecia uma palavra de saudação: é essa a praxe em democracia. Se nem o velho CDS - institucional, cavalheiresco e conservador - respeita as boas maneiras, o que havemos de esperar do novo?

Fiquei curioso

por Pedro Correia, em 25.04.07
O Daniel Oliveira, insuspeitíssimo de alimentar qualquer sombra de simpatia pelo PSD, diz aqui que o melhor discurso da sessão parlamentar comemorativa do 25 de Abril ("demolidor para Sócrates") coube ao social-democrata Paulo Rangel. José Medeiros Ferreira, também insuspeito, anota aqui algo semelhante. Fiquei curioso. O discurso (que não ouvi) deve ter sido mesmo bom.

A ler

por Francisco Almeida Leite, em 25.04.07
1. "Sinais de fraqueza", do Rui Costa Pinto.
2. "25 de Abril, Sempre!", do Rodrigo Moita de Deus.
3. "Fusão dos hospitais militares", de João Miranda.
4. "Vigilância democrática", de José.
5. "Pedimos desculpa por esta interrupção, o 25 de Abril segue dentro de momentos", do José Adelino Maltez.

Só para saber

por Corta-fitas, em 25.04.07

Mas vamos ter que gramar com este filme da treta todos os santos (perdão, laicos) 25 de Abril de cada ano, até ao fim dos nossos dias? Ninguém faz outro? Só para termos uma versão assim um bocadinho menos explicada às crianças do que esta, a dar-nos a versão limpinha da História como quem nos enfia a colherzinha de papinha na boca?

Democracia sempre

por Duarte Calvão, em 25.04.07
No dia 25 de Abril eu não festejo aqueles que nos queriam transformar numa Checoslováquia, numa Jugoslávia ou numa Albânia. Festejo (interiormente, claro está) aqueles que nos queriam transformar num país de democracia burguesa e ocidental, como o Mário Soares de então e Sá Carneiro e a sua Ala Liberal. Os anti-democráticos, à direita e à esquerda, já entraram para o caixote de lixo da história e não vale a pena perder tempo com eles. Aos que nos deram a verdadeira democracia, a esses todos os nossos agradecimentos e homenagens não são demais.

Música do meu tempo (10)

por Francisco Almeida Leite, em 25.04.07

The Pogues - "If I Should Fall from Grace with God"




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