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O 25 de Abril trouxe a democracia a Portugal, depois de uma luta dos verdadeiros democratas que só foi vencida a 25 de Novembro de 1975, mas também muito ódio, que perdura até hoje, 33 anos passados. Ódios de classe, ódio a quem triunfa, a quem consegue viver melhor, a quem se destaca de um nivelamento por baixo. Ódio que está por todos os lados, nas empresas, nas universidades, nos meios culturais, entre os jornalistas, nos comentários, principalmente anónimos, da blogosfera. O ódio dessa esquerda revanchista foi hoje exemplificado pela abertura do túnel do Marquês. Nunca houve obra tão odiada em Portugal. Nem mesmo o Centro Cultural de Belém. A esquerda, que nunca aceitou ter sido derrotada numa Lisboa que achava que lhe pertencia, tudo fez para que a obra, que era apenas uma simples obra, não fosse avante e hoje parece que quer que haja um acidente lá, com muitos mortos, ou que se verifiquem engarrafamento quilométricos para mostrar que a odiada direita não tem o direito de ser escolhida pelos eleitores. O que fazer perante isto? Nada. Com o ódio não se discute. Ainda terão que passar muitos anos (outros 33?) para que este ódio desapareça.

No dia 25 de Abril eu não festejo aqueles que nos queriam transformar numa Checoslováquia, numa Jugoslávia ou numa Albânia. Festejo (interiormente, claro está) aqueles que nos queriam transformar num país de democracia burguesa e ocidental, como o Mário Soares de então e Sá Carneiro e a sua Ala Liberal. Os anti-democráticos, à direita e à esquerda, já entraram para o caixote de lixo da história e não vale a pena perder tempo com eles. Aos que nos deram a verdadeira democracia, a esses todos os nossos agradecimentos e homenagens não são demais.A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
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desisti de me interessar pela política a nível nac...
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