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Friday

por Francisco Almeida Leite, em 30.03.07

Lindsay Lohan.

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Musica do meu tempo (4)

por Francisco Almeida Leite, em 30.03.07

Simple Minds - "Don't You Forget About Me"

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Nos 50 anos da RTP (14)

por Pedro Correia, em 29.03.07

A minha mais remota memória da televisão, ainda a preto e branco, é povoada por séries do velho Oeste. Séries de cobóis, como lhes chamávamos na época – ainda o termo western estava pouco vulgarizado entre os espectadores comuns. Já aqui falei de Bonanza, a minha preferida. Mas houve várias outras. Guardo delas recordações difusas, mas retenho relances do encantamento com que as via, tarde fora, nessa suave aprendizagem do mundo através do ecrã mágico da televisão. Séries como O MAIORAL (NBC, 1962-71), SHENANDOAH (ABC, 1965-66), OS MONROE (ABC, 1966-67) e HIGH CHAPARRAL (NBC, 1967-71). Que me apresentaram o herói solitário, montado num cavalo em direcção ao infinito. O herói imperfeito, muitas vezes zangado com a vida, mas sempre capaz de um gesto solidário, de um acto de abnegação. Havia então uma fronteira nítida entre maus e bons. Nada pode estar mais fora de moda em tempos de vale-tudo. Talvez por isso sinta ainda mais nostalgia destes séries simples – retratos de uma época sem lei mas em que havia uma justiça imanente e a ética não dependia das cotações da bolsa ou das manchetes matutinas. Quando me lembro delas logo recordo os versos de Shenandoah, uma das mais belas canções de sempre: “Oh, Shenandoah, I love your daughter, / Away, you rolling river! / For her I've crossed the stormy water, / Away, I'm bound away, / 'Cross the wide Missouri.”
E sinto-me eu também a cruzar o Missouri. A sulcar oceanos, a galgar montanhas, a galopar nas pradarias. Novamente como uma criança capaz de todos os sonhos.

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Uma é loura, outra é morena

por Francisco Almeida Leite, em 29.03.07

Fiquei a saber pelo PPM que a Atlântico faz dois anos e, ao mesmo tempo, que a insuspeita FHM também celebra os mesmos dois anitos. Pelo generoso link que o PPM fez tive acesso a um importante concurso entre as meninas que se revezam para ser capa e destaque da FHM e não pude deixar de reparar que a maioria das meninas diz que não tem namorado (será verdade?), mas há lá uma que afirma qualquer coisa como "agora não respondo, noutra altura pode ser que vocês tenham acesso a essa informação". Muito bom...
Os nossos parabéns às duas revistas, de que somos fãs por razões diferentes.

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Um café por 25 cêntimos

por Pedro Correia, em 29.03.07
Zapatero tramou-se. O presidente do Governo espanhol respondeu a cem perguntas que “cidadãos comuns” lhe fizeram em directo na televisão. Tudo muito escorreito, tudo muito bem arquitectado. Pena ter escorregado na resposta à mais simples das perguntas: quanto custa um café? “Oitenta cêntimos”, arriscou o líder socialista. “Isso era no tempo do seu avô”, retorquiu-lhe o “cidadão comum”. Ficou óbvio como Zapatero está divorciado da realidade.
Gostava de ver esta ideia transposta para Portugal. Aposto que nem todos os líderes políticos aceitariam o repto. E não é seguro que saibam quanto custa um cafezinho aí por fora. Em compensação devem saber os preços praticados nos bares do Parlamento: lá uma bica custa apenas 25 cêntimos.
Preço especial para os representantes do povo não irem à falência...

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É outra coisa

por Francisco Almeida Leite, em 29.03.07
Vi na semana passada uma entrevista de Gordon Brown à Sky News, onde o sucessor de Tony Blair se sujeitava às perguntas do pivot de serviço acompanhado por uma audiência que, em directo, ia aprovando ou reprovando as respostas do ministro das Finanças. A imagem era aterradora em termos de entrevista televisiva. Brown - que estou certo ainda vai levar uma banhada à grande e à inglesa de David Cameron, líder dos tories - aparecia na imagem ladeado por dois enormes gráficos digitais, um encarnado e um verde. Um significava a rejeição por parte dos telespectadores, outro a aprovação. Tratava-se, portanto, de um arriscadíssimo exercício político e jornalístico, com dados de audiometria em directo, ao minuto, e Brown esteve à altura. Embora tenha tido na maior parte dos casos (sobretudo quando falou de impostos e de ambiente) uma nota muito negativa (sempre a roçar os 70%), o futuro líder trabalhista não desarmou. Demonstrou grande maturidade democrática e um enorme sentido de Estado e de respeito pelos cidadãos britânicos. Diria que foi um bravo scotsman.
Quantos por cá se sujeitariam a uma prova desta grandeza?..

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A manchete de f.

por João Távora, em 29.03.07
D. Fernanda (f.), a tão proclamada jornalista das (suas) causas, oferece-nos hoje no Diário de Notícias (DN) a manchete do dia. A senhora, provavelmente da janela do seu gabinete, vislumbrou um cartaz do PNR ali ao Marquês de Pombal, berrando uma inconsequente imbecilidade contra os emigrantes... e toca de lhe dar um bombástico relevo. Parece-me estranha esta súbita e incontida generosidade da jornalista, que assim dá voz e acalenta esta minoritária e desfavorecida causa "nacionalista".
O que é um facto, é que com apenas € 1750,00 e um cartaz, com a ajuda de f., o Sr. Pinto Coelho (por certo sem assessoria de imprensa, que se a tivesse rapava aquela hedionda barbicha) conseguiu multiplicar incomensuravelmente os resultados do seu investimento publicitário.
De resto, a magnifica fotografia do Rodrigo Cabrita na capa do DN, exprime subtilmente a insignificância do facto: o trânsito que escoa rápido pela rotunda, furtivo e indiferente àquela propaganda, como de resto estão os portugueses. Tão bem habituados a conviver com os partidos totalitaristas da esquerda.

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Jaz morto e arrefece

por Pedro Correia, em 29.03.07
Maria José Nogueira Pinto bateu com a porta, rasgando o cartão de militante do CDS. O desfecho lógico de um processo que encheu de lama o partido fundado em 1974 por Diogo Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa. Os pequeninos instintos políticos de alguns, o espírito de facção de outros, a falta de visão estratégica de quase todos puseram o CDS à beira do abismo, afastando-o ainda mais do seu eleitorado natural, remetido nos últimos 20 anos a parcelas cada vez mais residuais. O partido que já teve um vice-primeiro-ministro (Freitas), um presidente da Assembleia da República (Oliveira Dias), um presidente da Câmara de Lisboa (Nuno Abecasis) e o melhor ministro da Defesa de que me lembro (Amaro da Costa) é hoje palco das cenas mais indecorosas da democracia portuguesa. A demissão de Maria José é um dos últimos actos de dignidade saídos daquele ninho de intrigas - o que aliás só surpreende quem a não conheça. Daqui para a frente, só pode esperar-se o pior: a cisão do partido em dois blocos microscópicos é o cenário menos mau. Agora pouco importa se o líder será escolhido em congresso ou eleito em directas. E é irrelevante se vai chamar-se Paulo ou José. Ganhe quem ganhar, herda um cadáver. O CDS jaz morto e arrefece.

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Pois...

por Pedro Correia, em 29.03.07
"Paulo Portas caiu na tentação dos miúdos que abrem as prendas antes do Natal."
Mário Bettencourt Resendes, na SIC Notícias

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Música do meu tempo (3)

por Francisco Almeida Leite, em 29.03.07

The The - "The Beat(en) Generation"

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É preciso ter azar...

por Nuno Sá Lourenço, em 29.03.07
O campeão nacional português de ralis despistou-se e passou hoje a ferro quatro pessoas. Os velhos traumas estão de volta.

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Quando a gravata é melhor do que o acepipe

por Pedro Correia, em 29.03.07
Felizmente não costumo frequentar o selecto restaurante do Clube de Empresários, em Lisboa. Não sei o que o meu amigo Duarte Calvão, gastrónomo encartado, pensa do assunto: das raras vezes que lá fui, achei aquilo caro e mau. Pelos vistos não sou o único a ter opinião negativa desta casa onde há mais gravatas de seda do que acepipes recomendáveis: a Autoridade para a Segurança Alimentar mandou fechar o estabelecimento por falta de condições higiénicas. É (facto raro em Portugal!) uma autoridade que faz jus ao título: a responsável do restaurante, que recusou obedecer à ordem, já foi constituída arguida por desobediência. E agora com licença: vou almoçar ao Galeto. Pode ser mau também, mas é muito mais barato.

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Campanhã sem til

por Pedro Correia, em 29.03.07
Não consigo evitá-la. Na plataforma do metro, lá surge aquela vozinha asmática, que parece de uma aluna do ensino básico, a debitar "notícias" no brevíssimo intervalo de anúncios sonoros. Penso: o que dirá a sisuda Comissão da Carteira Profissional de Jornalista desta amálgama de "notícias" e publicidade que atroa toda a rede do metropolitano de Lisboa? Tento abstrair-me: não consigo. "Começaram as demolições no bairro da Campanha", debita a vozinha. Assim mesmo, sem til na Campanhã. Felizmente o metro não tarda a chegar, as portas fecham-se. Enfim, algum sossego até à próxima estação.

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Pausa poética

por Corta-fitas, em 29.03.07

Conferência à Imprensa

O processo
- O que importa é virá-lo do avesso,
Mudar as intenções,
Interpretar,
Sofismar -
Deve ser rápido e sumário.
Termos, preceitos, norma,
É tudo forma,
Matéria de processo e convenção.
Ao cabo, é o Calvário
Que é preciso atingir.
Alguém tem de subir.
Eu não quis, sou juiz.

Aos senhores,
Mais propagadores
De tudo o que acontece
- De todo o que parece
Que acontece
E passa a acontecer -
E disto e daquilo-
E da Verdade, às vezes
-.......................

Reinaldo Ferreira, foto de Rui Knopfli.
N.1922/F. 1959

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O regresso da barbárie

por Francisco Almeida Leite, em 28.03.07

Hoje almocei em Monsanto, no clube de ténis, onde às vezes também vou ao fim de semana, e uma das coisas que mais me impressionou - porque tem sido recorrente nos últimos tempos - foi a confirmação de que voltou a prostituição àquela zona. e em pleno dia. Tanto do lado do parque infantil, como também do lado do clube de ténis, voltaram a aparecer prostitutas a vender o que têm e sobretudo o que não têm. É pena, porque se há coisa que muita gente reconhecia à Câmara de Lisboa era a erradicação daquela espécie de Monsanto. Primeiro, a CML colocou uma série de pilares de cimento impedindo o estacionamento, depois mandou pintar uma faixa lateral na estrada com um traço contínuo amarelo. Agora voltou tudo ao que era. Parece que a vontade de resolver a questão estava mais relacionada com a proximidade da residência oficial de um determinado presidente da CML do que com o bem estar das famílias lisboetas...

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Para quando uma quota para morenas?

por Pedro Correia, em 28.03.07
Regresso à Assembleia da República, onde há muito não entrava. Alguns rostos conhecidos, que revejo com gosto. Mas encontro também muitos deputados que não conhecia. Deputadas, sobretudo: a bancada parlamentar do PS está cheia delas, por virtude do sistema de quotas que o partido implantou nesta legislatura. Mas reparo melhor: são todas louras. Dir-se-ia que não são portuguesas, mas luso-suecas. É uma flagrante discriminação das morenas. Eis a altura indicada para exigir da direcção socialista uma nova quota dentro da quota já existente: há que abrir lugar às morenas no grupo parlamentar. E porque não também às ruivas? Este latifúndio de louras, tão pouco representativas da identidade nacional, tem de ser combatido energicamente por um partido que se diz progressista e em sintonia com os valores do País profundo.

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Música do meu tempo (2)

por Francisco Almeida Leite, em 28.03.07

Prefab Sprout - "When Love Breaks Down"

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Atribuo já aqui uma medalha de mérito mirim
à rapaziada do 31 da Armada.

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Força Nuno! Grande abraço

por Corta-fitas, em 28.03.07
Agora, chegou a altura de recomeçar, maior e mais vivo. «A única maneira de continuar a viver é morrer», disse-me um amigo. E aqui se irá viver e morrer todos os dias, até quando eu quiser. Recomeço.
Nuno Miguel Guedes no Tradução Simultânea

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Um retrato social

por M. Isabel Goulão, em 28.03.07


Ontem, enquanto jantávamos, a RTP passou o 1º episódio do programa de António Barreto "Portugal-Um retrato social".Segundo li aqui, ali e também no Hoje há conquilhas, trata-se de um programa revelador de um país que mudou e um retrato sério das mudanças sociais verificadas em Portugal ao longo das últimas quatro décadas.
Se alguém entretanto encontrar o video do programa, faça o favor de nos dizer. Acho que por aqui todos gostaríamos de o ver.
Obrigada.

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