Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Pê-esse-dê sem páua póinte

por Pedro Correia, em 29.01.07
Vejo Marques Mendes na televisão, num encontro com militantes e simpatizantes do PSD, algures no País. Engravatado, formal, inexpressivo: comparado com ele, Jerónimo de Sousa é um prodígio de carisma. Mas o pior é o discurso, é a mensagem que transmite na tentativa de desgastar o Executivo socialista. "É um Governo de um enorme power point. O problema é o power point dos resultados", diz o presidente social-democrata. Escuto e penso: quem lhe dará os tópicos destes discursos? Quem o convencerá de que esta verborreia oca, própria para colorir círculos tecnocratas, é a mais indicada para mobilizar vontades e caçar votos? Não intuirá que para a esmagadora maioria dos portugueses frases deste género não significam rigorosamente nada?
Sócrates também ouve. E se o Estado não fosse laico certamente encomendaria ao padre Melícias uma missa de acção de graças por ter uma oposição assim.

Rádio Clube renascido

por Pedro Correia, em 29.01.07
Hoje foi um dia importante para o jornalismo português com o relançamento do RCP como emissora essencialmente informativa. "A rádio renasce depois de um período em que esteve quase morta, acomodada às televisões", disse esta tarde o veterano Fernando Correia - uma das vozes de ouro da rádio portuguesa - aos microfones da nova/velha estação, onde será um dos timoneiros diários (enquanto a perdulária TSF não quer, outros aproveitam). Num ano, as rádios portuguesas perderam 300 mil ouvintes. É fácil perceber porquê, dada a mediocridade reinante. Faço votos para que o Rádio Clube Português seja decisivo na inversão desta tendência. Abraços ao Luís Osório e ao João Adelino Faria, director e director-adjunto do RCP, e a todos os restantes profissionais daquela casa.

Postais blogosféricos

por Pedro Correia, em 29.01.07
1. Um grande abraço ao Luís e ao Carlos pelo terceiro aniversário do Tugir, um dos blogues cuja leitura diária não dispenso. Parabéns!
2. O António também aderiu às tertúlias literárias, como se comprova aqui. Bem-vindo ao clube.

A obra e o criador

por Corta-fitas, em 29.01.07
Sim consumada a obra sobram rimas/
pois ela é independente do obreiro/
no deitar a língua de fora, no grande manguito aos Autores/
é que se vê se a obra está completa/

Mário Cesariny

Há dias, a propósito da morte do Cesariny, alguém defendeu em conversa comigo que a obra é sempre maior que o criador porque o criador desaparece e a obra fica. Mas achei que era um argumento pobre, que não vai à essência. O que eu descubro nestes versos do Cesariny é outra coisa. Sim, a criação, completa, torna-se independente do autor. Autónoma. Destacada. Outra. Pode assemelhar-se ou ser completamente diferente dele(a), mas seguramente liberta-se (deita a língua de fora e faz manguitos). Assim, manifesta em si mesma que o autor(a) agiu por algo maior (tenha ou não consciência disso). Mas isso não nos permite dizer que a obra é, por si mesma, maior que o criador(a). Isso seria uma “coisificação” da arte. A arte só é grandiosa na medida em que se reporta a algo mais que ela, porque não é ela que é eterna, é aquilo que ela diz. E para mim, o que a “obra consumada” diz é Deus.

Tarde de inverno

por Corta-fitas, em 29.01.07

Com este frio, o melhor mesmo é trabalhar para aquecer!

Café ao lanche

por Marta Caires, em 29.01.07
Cabelos grisalhos e rugas, carinho e café ao lanche. É nisso que penso quando o autocarro da carreira 11 faz o caminho da infância. Sobe a encosta, baloiça no trava e arranca das curvas apertadas, embrulha-me as ideias e agita-me o estômago. Não me dou bem com o movimento. No mar, enjoo; em terra suporto mal os passeios. E é por isso que faço por não esquecer. Vou a caminho da infância, dos braços das minhas tias, do sabor da comida caseira.
Em casa, numa casa que conheço desde sempre, estão as mulheres da minha vida. Já estenderam a toalha e puseram a mesa. O almoço espera por mim no fogão. Ainda quente, feito como eu gosto, numa medida certa de tempero e dedicação. Para o lanche, há café e bolachas da Fábrica Santo António. São as minhas preferidas e as tias lembram-se. Ou sabem. Não há em mim gesto, virtude ou vício que não conheçam.
Servem-me almoço e histórias, mostram as inovações no jardim e os pintainhos novos no galinheiro. E falam do futuro porque há sempre um em casa das minhas tias. Para mudar a cerca ou construir um muro, para apanhar as ameixas ou o feijão. O ritmo das estações, o tempo das azáleas, a altura de dispor as orquídeas ou de podar as roseiras.
O quintal, a casa, os nossos dramas de família, o diz-que-diz. O nosso passado, o que fazemos. Eu, a minha tia Teresa, a tia Conceição, a tia Alice. As primas Adelaide e Vera. Em conversa de domingo, rememorando episódios, de rir ou chorar. Coisas que só nós entendemos. Peripécias, pedacinhos de vida partilhada.
Quem mais se lembra das covinhas que os sorrisos faziam à minha cara ou das vezes que entalei os dedos no Fiat 600 verde alface do meu tio Humberto? Onde irei desencantar um desespero como o que provoquei à minha tia Alice quando perdi os sentidos no chão da sua sala? E a devoção da minha tia Conceição no depósito de cinco contos para ajudar nos estudos em Lisboa?
As histórias fazem os laços, os laços fazem a família. A mim, coube-me esta, com estas mulheres. E, nelas, na sua força e nas fragilidades, sinto sempre que regresso a casa, ao mundo protegido da infância, a esse país de onde emergimos todos. É por isso que apanho a carreira 11, que suporto os balanços do autocarro e faço que não percebo que a paisagem mudou.
As terras foram ocupadas por blocos de apartamentos e construções clandestinas, os carros acumulam-se nas estradas, nos caminhos e becos. Na ronda, a polícia passa multas de estacionamento e, quando desço as escadas para o almoço no aconchego das tias, passo por caras que não reconheço. São os novos moradores.
Da voragem, que subiu pela encosta e engoliu o nosso tempo de colheitas e sementeiras, ficou a memória, a família, a casa dos meus avós, os vizinhos de sempre. E o carinho das mulheres da minha vida. De cabelos prateados, rugas no rosto, o coração no mesmo lugar. À minha espera.

(esta crónica foi publicada no DN-Madeira)

A experiência Calatrava

por M. Isabel Goulão, em 28.01.07

Há uns tempos escrevi sobre a extraordinária experiência que é frequentar a Gare do Oriente. A fotografia lá em cima é gira, não é? Foi tirada do site da União Europeia, provavelmente co-financiadora deste gigantesco cadinho de gripes e constipações.
O incauto que olhe para aquilo ficará decerto fascinado com a obra-prima de um grande arquitecto. Agora ponham esse incauto lá dentro, com chuva, frio, ruído, sem bancos para se sentar ou um café decente para se proteger.
No piso superior, junto às linhas do comboio, é impossível estar porque o vento traz a chuva directinha para as nossas caras, casacos e sacos que nem sequer se podem pousar em cima dos raros bancos (dois ou três) ou do chão molhado.
Temos, portanto, a única hipótese de estar no piso inferior, que felizmente não tem chuva, mas o vento traz-nos o frio de todos os lados e é estupidamente desagradável e inóspito. Entretanto os utentes estão acotovelados na meia dúzia de bancos (modernos) que o arquitecto se dignou colocar à disposição do infeliz cidadão que olha para o visor das chegadas e partidas à espera da hora de se pirar dalí.
Para além do frio e da chuva, vendo com atenção, aquelas escadas rolantes devem ter sido concebidas para os viajantes inter-urbanos. Só quem não viaja de comboio é que não sabe que um beirão não consegue viajar sem muitos sacos. Quando digo muitos, digo grandes e pesados. Cabem lá as couves, as batatas, a garrafa de azeite, as laranjas, os queijos e os bolos de azeite. Agora imaginem estes nossos concidadãos a descer e a subir as (estreitas) escadas rolantes com esta sacaria. Sim, porque nem só de computador à tiracolo se fazem viagens. Eu já pertenço à geração tupperware, mas viajei com muitas alcofas em que facilmente lhes adivinhava o conteúdo.
Acontece que há pouco tempo tive que fazer mais uma viagem e reparei numa espécie de "aquário"no piso inferior que serve de sala de espera. O envidraçado deve ser para não estragar a estética. A Expo foi em 1998 e só praticamente nove anos depois se lembram de encontrar uma solução que permita minorar o desconforto dos passageiros: a obra primeiro, os homens depois.
Este post é a propósito de quê? Do frio, claro. A notícia do dia. E de um país que também se faz para fora de Lisboa.

Mais Genesis

por João Távora, em 28.01.07

Falta pouco mais que um mês e já faço a contagem decrescente para assistir na Aula Magna à recriação de dois históricos espectáculos dos Genesis, Foxtrot (1973) e Selling England by the Pound (1974) feita pelos Musical Box. Tenho os bilhetes bem escolhidos e bem guardados para os dois concertos, nos dias 1 e 2 de Março, quando me irei reencontrar em delírio com umas centenas de doentes "Genesianos" da era Gabriel. Alguns membros desta “irmandade” de fãs, inevitavelmente já os conheço há muito. Será uma vez mais tempo de uma comovida comunhão, revisitando a melhor banda musical dos anos 70. Tempo para cantarmos sílaba a sílaba aqueles loucos e incompreensíveis versos de Gabriel, e acompanharmos emocionadamente as guitarras de Steve Hackett e Mike Rutherfordo, o piano e o órgão de Tony Banks, e a bateria de Phil Collins. Pessoalmente anseio pela hora em que vou ver pela primeira vez na vida a actuação em palco do célebre tema Supper’s Ready, uma peça épica de 19 minutos na qual, segundo reza a história, Peter Gabriel depois de vestir a pele do Narciso (na foto), terminando, qual anjo branco, elevado aos céus cantando os versos finais, retirados do Livro do Apocalipse: Theres an angel standing in the sun, and hes crying with a loud voice, This is the supper of the mighty one, Lord of lords, King of kings,Has returned to lead his children home, To take them to the new jerusalém!!!
Os Musical Box, são uma banda de tributo canadiana, liderada por Denis Gagné e Serge Morissette que, respeitando os mais pequenos detalhes cénicos e a composição complexa e pouco dada a improvisos da banda original, foram "aprovados" e por diversas vezes elogiados pelos elementos da lendária banda. Há uns anos, quando os Musical Box actuaram em Bristol, receberam um espectador muito especial: o próprio músico, cantor e compositor Peter Gabriel que levou os seus filhos para que testemunhassem um pouco da sua própria história!
_
PS: Os Genesis que por aí vão andar este ano numa propagandeada tournée são de outra onda. A onda POP do Phil Collins. Isso tem a sua graça mas não gosto tanto, nem tem nada a ver com a música que atrás refiro. Esses "Genesis" bem podiam ter adoptado outro nome, por respeito ao grupo fundador e à sua histórica obra.

Tags:

Saudades de Goa

por Pedro Correia, em 28.01.07
O reencontro com a História proporcionado com a recente deslocação de Cavaco Silva a Goa fez-me lembrar a emoção que eu próprio senti ao desembarcar no aeroporto de Dabolim, em Dezembro de 1994 – 33 anos após a invasão da antiga jóia da coroa portuguesa pelas forças da União Indiana. Cerca de 50 mil lusofalantes vivem ainda em Goa, Damão e Diu, onde se nota um interesse crescente por tudo quanto tem a ver com Portugal. Não o Portugal de antanho, alvo de devotos saudosistas, mas o Portugal contemporâneo, centro difusor de vultos da cultura e de talentos futebolísticos. A carreira de Cristiano Ronaldo, por exemplo, tem sido seguida com imenso interesse pelos jovens goeses, nascidos muito após a nossa expulsão das terras a que Vasco da Gama aportou em 1498. Na capital indiana, infelizmente, há ainda quem franza o sobrolho à simples menção do nome de Portugal, que também encontra algumas resistências muito minoritárias na própria Goa. Mas os laços de sangue que lá deixámos subsistem. Subsiste a religião católica, que os goeses professam convictamente. Subsistem leis, nomeadamente parte do nosso Código Civil de 1867 (entretanto revogado em Portugal já após a invasão) e do nosso Código Penal. E há o peso da História, inapagável. Goa, Damão e Diu permanecem ligados a Portugal através dos naturais do ex-Estado da Índia que aqui residem e que mantêm estreitos elos com os familiares de lá. Nenhuma vontade discricionária de Nova Deli consegue alterar isto. Não admira, pois, que Cavaco e a sua comitiva se tenham sentido em casa ao chegarem a Pangim: foi essa a sensação que também tive. E que me comoveu profundamente. Ao ver a sede do Sporting Club de Goa – sucursal do meu clube. Ao ouvir jovens conversar na rua em português. Ao jantar na casa de uma típica família goesa, no bairro das Fontainhas, onde a marca lusa permanece incólume e os vizinhos comunicam de quintal para quintal no nosso idioma. Ao escutar os apelos insistentes para que lhes enviássemos música portuguesa – fado, em particular. A política centralista da Índia impedia na altura a importação de produtos como o vinho, o azeite ou o bacalhau de Portugal. Exactamente como sucede agora. E no entanto, no Consulado-Geral de Portugal em Goa, o então cônsul António Tânger não tinha mãos a medir na emissão de passaportes. Mesmo que não tencione viajar para Lisboa, o goês gosta de possuir ainda um documento emitido pelo Estado português que lhe confere a nossa nacionalidade. Meio milénio depois, tantos traumas históricos depois, Portugal é mais do que sinónimo de saudade naquelas paragens: é uma ponte permanente com outros mundos. A verdade é esta: por onde passámos, deixámos marca. Uma certa doçura de vida, uma certa bonomia de costumes, um certo sopro de aventura que transportamos nos genes e jamais se apagará.

Tertúlia literária (139)

por Pedro Correia, em 28.01.07
- Já leste o Equador?
- Cheguei a meio e não consigo passar dali.

Sunday relax

por Francisco Almeida Leite, em 28.01.07

O caso da manta

por Francisco Almeida Leite, em 27.01.07
Aí está: Marcelo Rebelo de Sousa lançou o quarto vídeo no Assim Não e no You Tube. Desta vez chama-se "A Lei Espanhola" e tem novidades no script. Da sala passou para a biblioteca, o cenário de fundo deixou de ser a lareira para se ver agora um imenso friso de livros e mais livros. Nos adereços, destaque para a camisola encarnada e para uma mantinha (a condizer) dobrada em cima do sofá ao lado.
Ao Expresso, MRS revelou hoje que está a pensar continuar com a ideia dos vídeos online durante a presidência portuguesa da União Europeia, no segundo semestre deste ano, e, quem sabe, quando voltar à tona o debate sobre o Tratado Constitucional Europeu. A isto se chama marcação cerrada ao Governo...

Mais uma

por Francisco Almeida Leite, em 27.01.07
À atenção do Tugir: Ségolène Royal cometeu mais uma das suas gaffes. Para ler aqui, ali e acolá. Caso seja eleita nas presidenciais francesas do fim do ano, o que duvido, proponho desde já o cognome de a gaffeuse.

P. S. - Agora fora de brincadeiras, parabéns pelos três anos do Tugir. Keep up the good work

Fica para a próxima

por Francisco Almeida Leite, em 27.01.07

Afinal,não consegui ir à festa da Atlântico. Que pena, pelas 'postas' do Vítor Cunha e do PPM percebe-se que deve ter sido do melhor. See you soon...

Estrelas de cinema (3)

por Pedro Correia, em 27.01.07

20, 13 ****
Norte de Moçambique, noite de Natal de 1969. No auge da guerra, a consoada costumava ser um período de tréguas entre o exército português e a Frelimo. Não foi assim naquelas horas em que todas as emoções vieram à superfície: a guerrilha atacou em força, sobressaltando os militares portugueses aquartelados nesse mato do fim do mundo, enquanto um drama paralelo se desenrolava na caserna, espaço concentracionário onde ao curso da guerra se somava a tensão sexual que redundaria em tragédia. O realizador Joaquim Leitão e o produtor Tino Navarro oferecem-nos uma obra memorável – a primeira a abordar os fantasmas do conflito colonial sem os estafados lugares-comuns da praxe, sem contrabando ideológico nem ladainhas politicamente correctas: 20,13 tem uma trama muito bem arquitectada e desempenhos notáveis, reunindo talvez a melhor galeria de actores secundários de um filme português. As cenas de “acção” são credíveis, os diálogos não soam a falso, até os sotaques – pormenor sempre descurado nas fitas lusas – são bem trabalhados: é possível ouvir um minhoto, um alentejano ou um ilhéu com as pronúncias de origem, sem o habitual tom declamatório que não convence ninguém. E há ainda um tabu que se desfaz: a homossexualidade na instituição militar. Tema aqui abordado com rara sensibilidade e notável subtileza - nada muito distante de Reflexos num Olho Dourado, a obra-prima de John Huston, baseada na novela homónima de Carson McCullers, que propiciou a Marlon Brando um dos melhores desempenhos da sua carreira.
Houve por cá quem torcesse o nariz ao filme? Claro que sim: certos “críticos” continuam a não perdoar os realizadores capazes de prender a atenção dos espectadores com a narração de uma boa história. Pior para eles: produções como esta revelam que o cinema português está a mudar, reconciliando-se com um público que nunca devia ter afugentado.

As palavras dos outros

por Pedro Correia, em 27.01.07
"A todas las mujeres hay que pedírsela, porque la que no te lo da, te lo agradece."
Porfirio Rubirosa

(Com a devida vénia à Minha Rica Casinha)

Postais blogosféricos

por Pedro Correia, em 27.01.07
1. É um novo blogue, com entrada directa para a nossa lista de favoritos: A Rota da Seda, da Margarida Pinto.
2. Também a Geração Rasca entra a partir de hoje, com todo o mérito, nos endereços de blogues que recomendamos.
3. Zona Fantasma, de Luís Rainha e Jorge Mateus: outro novo blogue a seguir com atenção.

Agora é que é!

por Corta-fitas, em 26.01.07
Como despedida, dedico a mim mesmo esta verdadeira pérola do PAP (Panorama Audiovisual Português). Porfiai!

Indignados

por Pedro Correia, em 26.01.07
O Paulo e o Rodrigo exerceram o seu direito à indignação, insurgindo-se contra os blogues de esquerda que incluem alguma extrema-direita nas suas listas de endereços. Confesso que também fiquei indignado: por esta não esperava, Joana.

Isto 'tá muito esverdeado

por Nuno Sá Lourenço, em 26.01.07
Ele é vídeos do Sporting, ele é gráficos pirosos de leões, ele é reacções ofendidas. Está tudo muito verde aqui. Ora vamos lá equilibrar isto.




Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




Notícias

A Batalha
D. Notícias
D. Económico
Expresso
iOnline
J. Negócios
TVI24
JornalEconómico
Global
Público
SIC-Notícias
TSF
Observador

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • AVS

    Inequivocamente a política está inserida no domíni...

  • balio

    o Rei é e um Presidente da República está. E nunca...

  • Júlio Sebastião

    O António José Seguro começou a dar aulas de mestr...

  • Anónimo

    Há sistemas baseados no voto que não são democráti...

  • Elvimonte

    Já dizia Eça: "Os partidos elegem-nos e nós votamo...


Links

Muito nossos

  •  
  •  
  • Outros blogs

  •  
  • Links úteis


    Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2020
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2019
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2018
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2017
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2016
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2015
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2014
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2013
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2012
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2011
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2010
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D
    157. 2009
    158. J
    159. F
    160. M
    161. A
    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D
    170. 2008
    171. J
    172. F
    173. M
    174. A
    175. M
    176. J
    177. J
    178. A
    179. S
    180. O
    181. N
    182. D
    183. 2007
    184. J
    185. F
    186. M
    187. A
    188. M
    189. J
    190. J
    191. A
    192. S
    193. O
    194. N
    195. D
    196. 2006
    197. J
    198. F
    199. M
    200. A
    201. M
    202. J
    203. J
    204. A
    205. S
    206. O
    207. N
    208. D


    subscrever feeds