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O sole mio (2)

por Pedro Correia, em 02.12.06
Nem todos têm a sorte do Vítor Rainho, subdirector do Sol. Conta ele no artigo de fundo da última Tabu que há 15 anos, "quando dava os primeiros passos na escrita", um acaso da reportagem de que o incumbiram conduziu-o às "afamadas casas da zona da Duque de Loulé". A esta distância, já não se recorda bem "se foi no Elefante Branco ou noutro do género". Seria por aí...
Talvez tenha vindo dessa época o gosto que Rainho conserva de escrever sobre a noite de Lisboa. Relata ele na rubrica "O Sol da Meia-Noite" que "só quem tenha estado completamente isolado e num lugar sem ligação ao mundo exterior é que não terá percebido que na última semana choveu impiedosamente em quase todo o país". Apesar disso, ele e outros lá se atiraram "para o meio do temporal" com o objectivo de assistirem ao lançamento de mais um livro do director do jornal. Mas felizmente não há mal que sempre dure: "Quando a apresentação do livro acabou, alguém, não me recordo se fui eu, sugeriu ir beber um copo."
E lá foram, embora não ao Elefante Branco. Nem a chuvada mais intensa perturba a redacção do Sol.

Contra a amnésia

por João Távora, em 02.12.06



















Dedicado aos meus (bons) amigos lampiões!

Derby

por Rodrigo Cabrita, em 01.12.06
E lá ganhámos ao Sporting por 2-0! Era um jogo complicado para o Benfica caso perdesse mas tal não veio a acontecer, logo continuamos na corrida para o título. O que foi chato foi ter de ouvir a semana toda em alguma comunicação social que o Paulo Bento nunca tinha perdido com o Benfica. Para tudo existe uma primeira vez...

Cinco coisas que detesto

por Pedro Correia, em 01.12.06
- Falsas louras.
- Carros estacionados no passeio.
- Perguntarem-me se "desejo factura" nos restaurantes.
- Blogues portugueses mais escritos em inglês do que na nossa língua.
- A letra K em geral e nas mensagens de telemóvel em particular.

O Natal é de Jesus

por João Távora, em 01.12.06
Fico com azia ao ler na posta do meu colega JV, aqui em baixo, a expressão “Xmas”, forma americana e politicamente correcta de exprimir o termo Christmas, em que é eliminada categoricamente a referência a Jesus - “Christ”. No mesmo sentido, na senda da laicização desta festa cristã, é de referir as novas e cada vez mais comummente adoptadas expressões anglo-saxónicas “Season’s Greatings” ou “Happy holidays”. A dessacralização desta festa e a sua associação ao Pai Natal, à fantasia, à magia e ao consumo, é um implacável processo em curso. Isso causa-me apreensão.
Mas o facto impele-me a um papel mais activo de intervenção e resistência. Em casa, no trabalho, com os amigos ou na blogosfera, afirmarei com convicção que ao Natal pertencem outros valores. Que no dia 25 de Dezembro festejamos o nascimento de Jesus Cristo salvador. Um herói tal que, pelo que disse e fez, mudou o calendário e o curso da nossa civilização.
Fico-me por este argumento laico.

Sexta-feira e feriado

por Francisco Almeida Leite, em 01.12.06

Rebecca Romijn-Stamos.

O "não" de Mendes, em resposta a Gorjão

por Francisco Almeida Leite, em 01.12.06
Não concordo com o que o Paulo Gorjão escreveu aqui. Seria muito bonito que fosse como você diz se Marques Mendes não tivesse usado a sede do PSD, na São Caetano à Lapa, para revelar o que disse ser uma posição pessoal, não do partido. Porque a declaração dele de ontem não serviu, que se saiba, para anunciar que iria dar liberdade de voto aos militantes sociais-democratas, muito menos para a oficializar. Essa decisão era conhecida não há semanas, mas há meses. Desde que ficou conhecida a intenção do PS de avançar com o referendo nesta sessão legislativa. Por isso, caro Paulo, é que acho que Mendes tem uma posição de extrema fragilidade na questão do referendo ao aborto. Não porque não revela uma posição ou porque a esconde. Nesse aspecto fez muito bem em torná-la pública. Mas porque pretende com essa táctica passar entre os pingos da chuva. Dá liberdade de voto ao PSD, é pelo "não", só que vai estar a milhas até ao dia 11 de Fevereiro. Politicamente, pretende hibernar até essa data. Alguém aposta?
Sendo um candidato a primeiro-ministro, e com José Sócrates plenamente convencido de que pode ajudar o "sim" a ganhar, Mendes não pode simplesmente desaparecer. Em especial depois de ter dito na sua comunicação que defende que a actual lei é boa e que tem que ser cumprida. Então deverá defender essa sua opinião publicamente, no terreno. Foi também isso que Cavaco Silva pediu, quando falou em esclarecimento dos media, dos partidos e dos responsáveis políticos.

P. S. - De qualquer forma, embora discordando, respeito a sua opinião. E assinalo que pela primeira vez você está de acordo com o actual líder do PSD...

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Tertúlia literária (106)

por M. Isabel Goulão, em 01.12.06
- Leste as Memórias de Adriano?
- Tenho péssima memória. Um romance do Lobo Antunes?

Singularidades de uma rapariga loura

por M. Isabel Goulão, em 01.12.06

Tertúlia literária ilustrada:
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto.

Tertúlia literária (105)

por Pedro Correia, em 01.12.06
- Leste as cartas de amor do Lobo Antunes?
- Não. Todas as cartas de amor são ridículas.

Furtei-me à ceia de aniversário da Casa Fernando Pessoa (depois de um Ossobuco no «Stop» não me cabia nem mais um grão de arroz). Mas, em compensação, estive muito bem acompanhado pela nossa Miss Pearls e a Ana Claudia na leitura de poesia. A casa estava cheia e dei os parabéns ao Francisco, conheci o João Miguel Almeida e o Luís Carmelo que me perdoou a minha auto-entrevista com imensa simpatia, troquei umas palavras com o Manuel por causa da Festa da Música, conversei com o José Luis Peixoto sobre a angústia do declamador no momento do penalty , disse olá e adeus ao Luís Graça que não posso linkar porque me esqueci do nome do seu blogue (so sorry), acenei de longe ao Pedro Mexia e bebi um copo de água. Estou em frangalhos e vou dormir, na certeza porém de que voltarei amanhã para uma cobertura indigna do acontecimento.
Luís Quintais, um dos poetas, utilizou a expressão que dá título a este post. Roubei-a por razões que amanhã explicarei.


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