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Francamente

por Corta-fitas, em 29.11.06
O PS de Vila Franca de Xira tem o sentido de humor de uma retro-escavadora enxertada com o cérebro do Noddy. Leio, numa notícia assinada no Público por Jorge Talixa, que o Ministério Público «decidiu constituir arguido» o ex-presidente da Concelhia do PSD local, Rui Rei (não confundir com Rui Rio - eh,eh, já vos estraguei os trocadilhos).
Aconteceu que cinco senhores socialistas se queixaram de uns cartazes de rua que «incluíam expressões como dolorosa, polvorosa e vagarosa». Certamente pensando que quem não sente não é filho de boa gente - e sabendo que o polvo é um animal com poucas simpatias, excepto quando cozinhado à lagareiro ou com arrozinho malandro (eh pá, escrevi agora “malandro” mas foi sem querer) - os senhores sentiram-se. Porque era ofensivo e punha em causa a honorabilidade e tal. A imagem que acompanhava os cartazes era a de uma rosa com GRANDES espinhos.
Ora, esta atitude é muito parvinha (e agora já podem processar-me porque foi de propósito). Não sei quem fez a campanha mas o PSD perdeu, o que diz algo sobre a sua eficácia apesar da sintética jocosidade. O PS ganhou mas, mesmo assim, processaram o senhor para absolutamente nada, como é bom de ver, além de darem trabalho ao tribunal local e perderem tempo que pelos vistos lhes sobra. «O Ministério Público decidirá se deduz ou não acusação contra Rui Rei», de acordo com a notícia. Espero sinceramente que decida não o fazer. Estas coisas em campanha respondem-se na mesma moeda. O PS devia era ter feito cartazes com as frases «Não queremos uma vila com o Rei na barriga», ou «O que o Rei quer é o bolo». Humor com humor se paga.

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A questão turca

por Corta-fitas, em 29.11.06
Concordo com esta opinião de Miguel Vale de Almeida: a posição do Vaticano em relação à Turquia é a mais correcta e terá certamente um poderoso impacto na opinião pública europeia.
A visita do Papa à Turquia está a motivar numerosos comentários na Imprensa, TV e blogosfera e li textos onde se dá importância (a meu ver excessiva) às actuais dificuldades da negociação entre europeus e turcos.
Desde o momento em que se decidiu avançar com as negociações, no ano passado, que estas negociações estão a decorrer. Os progressos são lentos e há vicissitudes. Mas não se pode falar de recuos, pois o processo de negociação prossegue. A ameaça de suspensão por causa da questão de Chipre faz parte desse processo e já aqui escrevi sobre o assunto sublinhando que os europeus também estão a quebrar uma promessa. Mas a decisão de suspender o processo ainda não foi tomada, apesar da ameaça. E, se isso acontecer, as negociações ainda podem recomeçar, quando a questão de Chipre desaparecer do horizonte.
Foi neste contexto que surgiu a nova opinião do Vaticano, favorável à adesão da Turquia, e que inverte uma posição com dois anos. O Vaticano não é membro formal da UE (o território faz parte da UE e tem mesmo moedas de euro, embora sem poderes ou participação nas decisões).
Mas a visão do Papa Bento XVI vai facilitar o processo de adesão da Turquia, através da influência. Por exemplo, Áustria e França, dois dos países com opinião pública menos favorável à entrada dos turcos, são ambos católicos.
A prazo, a posição do Vaticano ajudará a mudar a percepção que os europeus têm da Turquia. A adesão desta nunca acontecerá antes de 2015, portanto, haverá muito tempo para mudar a sociedade turca e para acabar com a crise interna da UE.

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Ou não acha?

por Corta-fitas, em 29.11.06
Olhe que não, fernanda. Perdoar é sermos fiéis à realidade. Daquilo que somos, daquilo que o outro é. Daquilo que deixámos que nos tornássemos ambos. Perdoar é compreender. E a vingança um prato que não se serve mas antes se come frio e, por isso, não tem sabor. Não se deixe também seduzir pelo charme mafioso dos Tonys da vida. Matar é morrer.

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Olhem para mim, a tentar escrever a sério

por Corta-fitas, em 29.11.06

Dois excelentes post do Eduardo Pitta sobre o Processo de Bolonha e a reacção dos académicos. Tive ocasião de participar, há cerca de 3 anos, na organização de um debate interno para a adequação a Bolonha dos cursos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova, no Monte da Caparica.
Na ocasião detectei, como menciona o Eduardo, algumas resistências às eventuais consequências de Bolonha essencialmente em dois níveis: Uma preocupação com a redução da formação específica nos cursos de Física e Química, por exemplo. E no efeito que teria na diminuição do peso, nos diversos cursos, das cadeiras das matemáticas e física. A basezinha.
O que me pareceu positivo foi o cruzamento que permite aos alunos - entre o Major e o Minor -poderem conciliar cadeiras que se aproximam do que é desejado por quem estuda: Que não os obriguem a optar cedo demais por uma especialização limitadora dos seus interesses e opções futuras. O mercado de trabalho, aliás, também premeia cada vez mais um conhecimento de crossover entre várias áreas sem abdicar, obviamente, das competências específicas que estão na origem da contratação.
Já o que achei, se não negativo pelo menos complicado, foi isto: Com a redução das licenciaturas e ficando o que até agora considerávamos como tal equivalente a um Mestrado, como conciliar os menos anos de curso com a aquisição do Saber? Quanto a mim, isto pedirá aos professores e ao conteúdo dos cursos maior exigência, maior adequação entre a componente teórica e a prática e muita, muita atenção à actualidade do conhecimento transmitido. Os professores terão de estudar, é o que me parece.
Curiosamente, a ideia com que fiquei foi a de que o Processo de Bolonha cria uma clivagem, isso sim, entre quem defende o papel da Universidade como «útero» para a investigação e quem quer, cada vez mais, aproximá-la das empresas e do mercado. Mas isto já é outro assunto, e não para mim de certeza.

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Excepção à regra

por Corta-fitas, em 29.11.06

Bem sei que hoje não é sexta-feira mas, com a breca, Gena Lee Nolin perfaz hoje 35 primaveras. E ainda há quem não acredite que foi Deus quem criou a mulher! Parece impossível. Também hoje, muito menos atraente do que ela na parte que me diz respeito, faz 45 anos o meu amigo João Gonçalves. Parabéns, João. Já comparaste a tua carta astral com a da Gena?

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Boa vida

por Corta-fitas, em 29.11.06
Gostava de saber a opinião do nosso Duarte sobre este Grandezas & Misérias da Invicta no A Cozinha da Joana. Um blogue onde, para além da crítica e das receitas de fazer àgua na boca - mesmo a esta hora matinal em que escrevo - a coluna de links gourmet também convida a viagens paralelas de exploração gustativa.

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Gostei de ler

por Pedro Correia, em 28.11.06
1. A morte e o lixo. Do Pedro Mexia, no Estado Civil.
2. Um amor de Bond. Da Fernanda Câncio, na Glória Fácil.
3. Lenine está vivo e habita em São Bento. Do Pedro Soares Lourenço, na Arcádia.
4. A caricatura. Do Daniel Oliveira, no Arrastão.
5. Noi siamo forti. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
6. IVG. Do Sérgio Lavos, no Auto-Retrato.
7. Tásse, butes lá? Do José Raposo, no Dolo Eventual.
8. The Misfits. Do Hugo Alves, no Amarcord.
9. As circunstâncias e eu. Da Helena Botto, nos Tristes Tópicos.

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Salve, Fernando!

por Corta-fitas, em 28.11.06
O meu grande amigo Fernando Sobral sofreu uma «camoeca» que me preocupou bastante, mas agora está a recuperar da melhor forma. A prova disso é o seu novo blogue, que promete aquecer a já fervilhante blogocoisa. Chama-se O Pulo do Gato, como a sua coluna diária agora interrompida no Jornal de Negócios e vou linká-lo aqui logo que possa. Visitem-no, pois.

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Castro vs Oliveira

por Corta-fitas, em 28.11.06

Lido isto, aposto dobrado contra singelo num empate técnico ao terceiro assalto.

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Patrocínio histórico

por Corta-fitas, em 28.11.06

A New Line Cinema, empresa pertencente à Time Warner, viu respondidas da melhor forma as suas orações. Num gesto sem precedentes, o Vaticano ofereceu-se como local para uma estreia mundial do novo filme «The Nativity Story», a qual contará com a presença de 7.000 fiéis e a presença do próprio Papa.
De acordo com a revista Ad Age, este é «um endorsement de valor incalculável». «Tinhamos esperança que o Vaticano aprovasse e apoiasse o filme, mas podermos fazer lá a nossa estreia vai para além de tudo o que pudéssemos desejar», afirmou Camela Galano, presidente da New Line International.

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Nós por cá todos bem

por Corta-fitas, em 28.11.06
Selon les chiffres du Conseil économique et social cités par "Génération-Précaire", 800.000 stages sont effectués chaque année. L'organisation affirme que 100.000 emplois équivalents à des temps pleins sont déguisés en stage.
Tradução para português não disponível no site do Ministério do Trabalho

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Auto-entrevista não autorizada

por Corta-fitas, em 28.11.06
Cansado de esperar pelo convite do Luís Carmelo aqui fica, não solicitada mas muito «proactiva» como agora soe dizer-se, a minha entrevista ao miniscente.

O que é que lhe diz a palavra “blogosfera”?
Nada. Normalmente sou que a digo. Tenho uma tendência para proferir palavras e não para as ouvir, mas admito que possa dever-se a mais um dos meus muitos problemas de infância.

Qual foi o acontecimento (nacional ou internacional) que mais intensamente seguiu apenas através de blogues?
Sem dúvida o Darfur. Espere, voz amiga está aqui a dizer-me que ainda ninguém falou do Darfur…hmmm…então não me lembra.

Qual foi o maior impacto que os blogues tiveram na sua vida pessoal?
Destruíram-na. Só não me queixo porque passei a viver a vida pessoal de outras figuras, muito mais interessantes do que eu. Mas estou a tentar melhorar. Já me esforço por ouvir duas em cada dez frases proferidas pela minha mulher, enquanto navego nas águas pejadas de perigosos recifes da blogocoisa.

Acredita que a blogosfera é uma forma de expressão editorialmente livre?
Claro que sim. Mesmo na imprensa, ou no audiovisual, os editores sempre foram livres de cortar ou acrescentar o que lhes desse na veneta.

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Uma vacina contra a depressão

por Corta-fitas, em 28.11.06
A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê «uma autêntica pandemia depressiva» nos países ocidentais nos próximos 20 anos, disse hoje à agência Lusa João Marques Teixeira, da Ordem dos Médicos.

Movido pelo meu espírito filantrópico, deixo já aqui a dica de que, a ser assim, uma das melhores formas de combatermos a pandemia na parte que nos toca é aplicarmos a massa em acções das farmacêuticas. Aqui fica o gráfico do histórico de dividendos distribuídos pela Roche, proprietária do famoso Lexotan:

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A rapariga que se vê na foto, de compridos cabelos louros, foi a minha primeira paixão do pequeno ecrã (aliás, a primeira paixão, ponto final). A personagem tinha o poético nome de Marion de la Neige e hoje é vendedora imobiliária no Canadá. Na altura, em que nem VHS ou Beta existiam, tudo o que consegui foi gravar-lhe a voz numa cassete velhinha que resiste ainda à passagem do tempo. Recentemente, a série foi editada em dvd e agora posso vê-la, imaginem, a cores. Um prémio a quem acertar no título destes episódios, que a RTP Memória bem podia recuperar um destes dias. Estou certo de que não estou sózinho neste pedido desinteressado.

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«Provavelmente» é uma palavra bonita

por Corta-fitas, em 28.11.06

A não perder a leitura de hoje da coluna no Público «Quase memórias...Umas verdades», assinada por Carlos Vale Ferraz (pseudónimo literário do Coronel na Reserva Carlos Matos Gomes) e com pérolas como esta:
«Com honestíssima modéstia o doutor Almeida Santos reconhece que os políticos portugueses estiveram mais uma vez fora dos grandes assuntos da História de Portugal, entretidos, como lhes é próprio, a tratar da vidinha e dos negócios».
Ou, a propósito da ausência de relações politicamente eficazes com os movimentos de libertação:
«Que andaram os oposicionistas a fazer por França, por Argel e Roma se não foram reconhecidos, nem respeitados, nem tidos em conta passou a ser um mistério que a participação do doutor Almeida Santos não esclarece, antes adensa».
No artigo de Adelino Gomes que a crónica acompanha, parece que o Dr. Almeida Santos terá comentado - a propósito da transferência de bens para a metrópole - «que terá sido, provavelmente (negrito meu) "o único residente de Moçambique que não trouxe tudo quanto podia trazer"».
É verdade que todos trouxeram o que «podiam trazer», como me parece óbvio. A questão, como o Dr. Almeida Santos bem sabe, é o que não puderam trazer todos aqueles que, provavelmente, hoje não podem ouvir o nome do Dr. Almeida Santos sem proferir alguns adjectivos que aqui me escuso de repetir.

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Terei sido enganado?

por Duarte Calvão, em 28.11.06
Ontem, dei comigo a ver o Prós e Contras, que era sobre o ensino superior, até às 2 h da manhã. À partida, ao ver não sei quantos reitores contra o ministro Mariano Gago, esfreguei as minhas mãos laranjinhas de contente e pensei: isto vai ser um massacre. Mas não é que achei que não só Mariano Gago se saiu muito melhor, como estou de acordo com ele e parece-me que está, e irá, fazer realmente um bom trabalho? É claro que ele foi prejudicado pela ridícula propaganda do Governo a anunciar grande orçamento para a Ciência, mas a verdade é que justificou os cortes que fez no dinheiro para as universidades, mandou-as ir buscar dinheiro noutros lados que não no Estado, quer diminuir o absurdo número de licenciaturas que temos (em Comunicação Social sabemos bem o que isso é), fazer com que se cortem despesas, se tornem mais eficientes na investigação, etc. É claro que isto de socialista e de esquerda não tem nada, mais parecendo o programa de um partido considerado de direita. Até que enfim que, depois da demissão de Campos e Cunha, vejo um ministro deste Governo em que acredito.

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Tertúlia literária (103)

por M. Isabel Goulão, em 28.11.06

- Onde leste a notícia?
- Ali em frente. Disse-me o dono da tabacaria.
(Café Savigny-Berlim)

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Gato Fedorento, versão Gestapo

por Nuno Sá Lourenço, em 27.11.06
Um clássico

Anúncio para a PT

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A pérola da casa

por Corta-fitas, em 27.11.06
«Desconfio que um blog corresponde ao ponto de cruz da minha mãe» e outras deliciosas respostas da nossa Miss Pearls, em entrevista ao Miniscente. Para ler aqui , tout de suite.

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Desculpem lá

por Corta-fitas, em 27.11.06
Eu admito que possa ter uma mente muito, muito pervertida. Mas a fotografia que hoje acompanha a entrevista de Maria José Nogueira Pinto, na página 11 do Público, parece-me obviamente impublicável. Que os editores a tenham deixado passar é algo que extravasa a minha compreensão. Honni soit qui mal y pense mas há limites.

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