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Ui...

por Francisco Almeida Leite, em 27.10.06
Um amigo, especialista na matéria, recomendou-me a exposição de pintura de Barahona Possolo, que é inaugurada dia 2 de Novembro (entre as 18 e as 23 horas), no Museu Nacional de História Natural. Confesso que, pela amostra, fiquei cheio de medo...

FF

por Francisco Almeida Leite, em 27.10.06
Por um blogue, o ‘Corta-Fitas’, cheguei a um dos combates mundiais do ano: a publicidade entre marcas de carro. Por cá, País brando, uma marca não morde noutra, a publicidade proíbe-o. Veja, a seguir, o que perdemos.
Anúncio da BMW: “Parabéns à Audi por ser o Carro do Ano/2006, na África do Sul – Da BMW, o Carro Mundial do Ano/2006”. Resposta da outra: “Parabéns à BMW pelo Prémio do Carro do Ano – Da Audi, vencedora de 6 Sucessivos 24 Horas de Le Mans”...
Eu adoro estas picardias – quando se trata de me convencerem, gosto que o façam com brio. Lembro-me de que a Pepsi roubou Michael Jackson à Coca-Cola e fez um anúncio onde, por acaso, o cantor se queimou nas filmagens.
Anúncio da Coca: “Parabéns à Pepsi por ter contratado Michael Jackson. Pena é darem tanto azar.”

Ferreira Fernandes, Correio da Manhã

Robert Kagan em Lisboa

por Corta-fitas, em 27.10.06
Há dois dias voltámos a ouvir defender a tese de que no mundo se trava fundamentalmente uma batalha entre liberalismo e despotismo. O norte-americano Robert Kagan esteve em Lisboa para proferir uma conferência em torno do tema "O Fim da História" defendendo que o liberalismo não triunfou no nosso tempo, por isso "temos de nos armar belicamente e diplomaticamente e precisamos de estadistas dos dois lados do Atlântico". A advertência, que visa os europeus, vem confirmar o pensamento que tem vindo a desenvolver de que o liberalismo ocidental, com todos os seus valores, está em perigo. "Ao contrário do que se pensava em 1990, sabemos hoje que a Rússia e a China não seguiram o caminho do liberalismo político, mas os seus próprios modelos. O liberalismo ocidental não foi quem necessariamente triunfou no nosso tempo" (o optimismo de Fukuyama deu lugar ao pessimismo de Huntington). Segundo Kagan, é na necessidade bélica (ou na guerra como necessidade) que "reside a mais importante diferença filosófica entre europeus e norte-americanos". E não é por um conjunto de ideólogos liberais-conservadores estarem na retaguarda das decisões militares da actual administração norte-americana. É uma diferença que "não se elimina consoante os protagonistas de um ou do outro lado do Atlântico, não depende de quem é o Presidente dos Estados Unidos ou da França. Existirá com quem quer que seja o sucessor de George W. Bush, porque os Estados Unidos têm uma sensibilidade distinta dos europeus em relação ao uso da força". Ora, se há assim uma diferença tão grande, continuamos sem saber onde estará o entendimento. Já agora, é curioso que esta tese tenha sido sublinhada na conferência "Que Valores para Este Tempo" que decorreu desde quarta-feira até hoje na Gulbenkian.

À descoberta

por Francisco Almeida Leite, em 27.10.06
Chama-se Jessica Rabbit, não é nada ao eng. Sousa Veloso do saudoso TV Rural, e tem um blogue para passar a limpo.

Sexta-feira

por Francisco Almeida Leite, em 27.10.06
Petra Nemcova.

"Reprogramar" o PSD

por Francisco Almeida Leite, em 27.10.06
"Evidentemente, consoante o ponto de vista, Francisco Pinto Balsemão é a pessoa certa, ou errada, para liderar a revisão do programa. O histórico social-democrata será fiel ao princípio de que é preciso mudar para que tudo fique na mesma."</a>
Paulo Gorjão, Bloguítica

Mais alto, mais longe

por João Távora, em 27.10.06


Clicar em cima para aumentar.

Recebido por e mail, assinadas por José Alberto.

Sinais dos tempos

por João Távora, em 27.10.06
Eu fico chateado, lá isso fico: a “festa” do Halloween está aí para ficar. Entre os miúdos definitivamente já faz parte do calendário. Suspeito até que a minha filha pequena, orgulhosa, na terça-feira vai construir e trazer do colégio uma máscara “horrenda”. Comigo surtirá por certo todo o feito. É que eu fico (secretamente) horrorizado com estas invasões “barbaras” dos “S. Valentins”, das “bruxas” e quejandos. No restaurante aqui em baixo já anunciam uma ementa temática para a celebração. O “consumidor” integrou a nova “tradição”?
Experimente-se sondar numa escola do 2º ciclo os significados atribuídos às datas 31 de Outubro e do dia seguinte (dia de Todos os Santos)…
São os danos colaterais da implacável e liberalíssima globalização.
E qualquer dia ainda escrevo sobre a aberração do anafado Santa Claus que hoje, qual insaciável Narciso, abancou definitivamente nas palhinhas dos nossos presépios…

Jingle

por M. Isabel Goulão, em 27.10.06
String of pearls

Anticomunismo primário

por Duarte Calvão, em 27.10.06
Creio que é assinada pelo nosso Pedro Correia a notícia publicada no DN desta semana que diz que o escritor Mário de Carvalho saiu do PCP no ano passado. Fico espantado não por ele ter saído, mas sim por ter esperado por 2005 para o fazer. Nunca li nada dele, mas quero acreditar que seja um bom escritor, embora agora tenha mais dúvidas. Será que é mais um daqueles medíocres promovidos pela esquerda bem pensante dos jornais? Porque, como se perguntava hoje Lobo Antunes, o melhor escritor do mundo, na entrevista à Judite de Sousa: "como é que alguém pode ainda ser comunista?"

Sinais de Belém

por Francisco Almeida Leite, em 26.10.06
A decisão do Presidente da República de requerer ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva da constitucionalidade e da legalidade da proposta de referendo sobre o aborto é mais que um pró-forma. Cavaco Silva comprometeu-se, ainda em campanha eleitoral, a convocar o referendo, se, uma vez em Belém, a Assembleida da República lhe fizesse chegar uma proposta da maioria nesse sentido. É o que fará, certamente. Para além do ofício dirigido ao presidente do TC, uma exigência legal e constitucional, Cavaco Silva há-de dar nos próximos tempos um sinal político, um sinal pessoal, um cunho. Como se sabe, em 1998 Cavaco Silva acabou por ver o seu nome associado a um movimento pelo "não", onde pontuavam outras figuras de relevo do PSD, do CDS/PP e muitos independentes. Muitos deles, coincidência ou não, estiveram com Cavaco nas eleições presidenciais do início deste ano.
Com a atitude hoje tornada pública, Cavaco revela um equilíbio entre o que é o cumprimento do dever institucional como PR e o cumprimento do que foi dito e prometido em campanha eleitoral (coisa rara hoje em dia). Só falta o cumprimento com o que são os seus princípios pessoais, íntimos e também, porque não dizê-lo, ideológicos. Aí, a decisão será três em um. Quem duvida que Cavaco Silva venha a dar sinais até à realização do referendo pode ler (ou reler) o discurso que o Presidente fez ontem na Fundação Calouste Gulbenkian, intitulado "Que valores para este tempo?" e que passou despercebido a muito boa gente.
Parece que não, mas está lá tudo. Quem quiser ler com mais atenção pode até dedicar-se a um bom exercício, que é verificar quantas vezes é referida a palavra vida no discurso. Fica aqui um extracto e o respectivo link: "De facto, sem um ideal de vida em comum e sem os valores que o realizam, não haveria laços que ligassem os homens no tempo. Um grupo sem valores comuns não seria uma sociedade, porque nele faltaria o sentido, a esperança, o futuro. Aí só haveria a força, para manter os homens juntos. E a força, concordarão comigo, não funda o laço social".
Numa altura em que José Sócrates tem tanto para explicar - entre introdução de portagens em algumas SCUT, aumento dos preços da electricidade, taxas moderadoras nos internamentos hospitalares, entre outras "trapalhadas" (como lhes chama a oposição) -, fica ainda demonstrado que o primeiro-ministro, enquanto tal ou como secretário-geral do PS, foi demasiado cedo para o terreno em defesa do "sim" no referendo à interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas de vida. Tão cedo que ainda mal o projecto de lei do referendo estava a ser aprovado no Parlamento já estava o chefe do Governo a defender o "sim" em colóquios, convenções e conferências. Muitas, ou todas, dirigidas ao consumo interno da preparação para o congresso socialista. Sem sequer ter o decoro de esperar pelos passos necessários para a tomada de decisão de Belém. Fosse essa a decisão final ou uma exigência intermédia, como a de hoje.

Troca de mimos

por Corta-fitas, em 26.10.06
Primeiro foi a BMW.



A seguir respondeu a AUDI,



a Subaru,



e por fim a Bentley :)

A importância dos movimentos associativos

por Nuno Sá Lourenço, em 26.10.06
Em Portugal há pouco associativismo

Tertúlia literária (73)

por M. Isabel Goulão, em 26.10.06
- Passas-me esse livro, por favor?
- Qual? O vermelho da China?
- Não. O verde da Líbia

(Assobios, abaixo-assinados e lenços brancos para o mail do Corta-Fitas, por favor)

Carta aberta a Bernardino Soares (1)

por Pedro Correia, em 26.10.06
Meu caro,
Lembrei-me de lhe escrever estas linhas ao saber as últimas notícias relacionadas com a Coreia do Norte. Não, não se trata de mais nenhum teste nuclear: depois do voto unânime no Conselho de Segurança da ONU em oposição total ao teste anterior - a que se juntou até a China, governada por um "partido irmão" do norte-coreano - o ditador de Pyongyang terá agora de pensar duas vezes antes de prosseguir na sua louca escalada rumo ao clube atómico em vez de providenciar condições para alimentar os habitantes do país, que não dispõem sequer das calorias necessárias ao sustento quotidiano.
Claro que há por lá muita falta de pão. Mas interessa-me agora sublinhar a falta de outro bem essencial: a liberdade. Refiro-me, caro Bernardino, à notícia divulgada esta semana sobre a ausência absoluta de liberdade de imprensa na República "Popular Democrática" da Coreia, característica que a coloca à cabeça de todos os países do mundo nesta matéria. Uma vergonhosa lista negra, divulgada pelos Repórteres Sem Fronteiras. Diz o mais recente relatório desta prestigiada organização internacional que a Coreia do camarada Kim Jong-Il forma, com a Eritreia e o Turquemenistão, o "trio infernal da liberdade de expressão". São três países onde jamais alguém como eu poderia dirigir-lhe umas linhas deste género: a blogosfera lá é uma miragem. Aliás, o próprio acesso à Internet também. São, de resto, países onde também você nada faria do que faz agora: um líder parlamentar, naquelas paragens, está condenado ao desemprego. Se há coisa que não existe em Pyongyang é parlamento.
E no entanto, Bernardino, aqui há uns anos você admitiu que a Coreia do Norte fosse uma democracia. Foi numa entrevista ao Diário de Notícias que deu imenso que falar e lhe valeu inúmeras críticas. (Não críticas internas, claro: o PCP é um partido onde todos estão sempre de acordo, obedecendo "à vontade do colectivo", como se diz no jargão comunista.) Confesso-lhe que dei algum desconto a essas desastrosas declarações, interpretando-as como um deslize provocado pela sua inexperiência, pela sua extrema juventude à época e pela necessidade de agradar à geração da clandestinidade, que tutelava o partido.

Carta aberta a Bernardino Soares (2)

por Pedro Correia, em 26.10.06
Já passou muito tempo, você nunca proferiu a rectificação que se impunha. E no entanto, Bernardino, você não tem sequer a desculpa de pertencer ao núcleo dos velhos resistentes que sacrificaram conforto, bens materiais e às vezes até a própria vida no combate por ideais, podendo por isso ser mais facilmente desculpados quando faziam da liberdade um conceito meramente instrumental, para efeitos proclamatórios, e não um objectivo insubstituível de toda a acção política. Você nasceu com o 25 de Abril, você despontou na vida partidária quando já se tinha visto tudo, ouvido tudo, lido tudo. Não podia ignorar. Não pode ignorar os crimes cometidos em nome do "socialismo" na Coreia do Norte, esse país a que o seu partido acaba de se associar com uma declaração de solidariedade do Comité Central, textos laudatórios no Avante! e sobretudo com uma posição na Assembleia da República que nenhum outro partido subscreveu.
Você, Bernardino, é líder parlamentar, membro do Comité Central e da Comissão Política do PCP. Cargos não lhe faltam: nos últimos anos, ninguém tão jovem ascendeu tão rapidamente no partido. São, por isso, também maiores as suas responsabilidades. Isto leva-me a pedir-lhe uma palavra de demarcação do totalitário regime de Pyongyang, que nas palavras sábias de Mário de Carvalho - um dos mais prestigiados intelectuais comunistas, embora já sem cartão de militante - é "uma monarquia tirânica que só tem trazido desgraça e miséria à sua população". O escritor não concebe que "pessoas de esquerda" exprimam apoio a Kim Jong-il. Aqui para nós, eu também não.
Você ainda é de esquerda, meu caro? Se for, pronuncie-se, arriscando dizer o que outros não falam com receio de represálias internas. Lembre-se sempre: você é da geração do 25 de Abril. O que poderá haver em comum entre a Revolução dos Cravos e o tirano de Pyongyang que sonha com bombas atómicas enquanto condena o povo à fome?

Brejeirice

por Corta-fitas, em 26.10.06

Pronto. Desculpem lá qualquer coisinha, mas não resisti.

A oposição e as trapalhadas do Governo

por Francisco Almeida Leite, em 26.10.06
"Se o líder da oposição fosse outro, José Sócrates poderia estar metido em grandes sarilhos. Acontece que o Primeiro-Ministro tem um seguro de vida política chamado Luís Marques Mendes. Por mais que se esforce, justa ou injustamente, a verdade é que o presidente do PSD não é encarado pelo eleitorado como uma alternativa. Não é e parece-me que nunca será".
Paulo Gorjão, Bloguítica

Isto sim é gramática!

por Corta-fitas, em 26.10.06
É uma ganda malha! O primeiro álbum de Ornette Coleman em dez anos e a sua primeira gravação ao vivo nas duas últimas décadas. Com a provecta idade de 76 e ainda com muito fôlego que sobra, Ornette (aqui também ao vivo mas em 1979) tocou na Alemanha no dia 14 de Outubro de 2005. O resultado foi este «Sound Grammar». Don't miss it. E se não gostam de jazz, aprendam a gostar.

Conversa de blog?

por M. Isabel Goulão, em 26.10.06
Mas que chatice! Pensou ela pondo um ar enfadado. E agora de que é que falo? Não sou nenhuma Karen Blixen, não levo uma vida errante, assim à primeira vista não me lembro de qualquer aventura, não tenho cão nem gato e histórias de faca e alguidar, só se as inventar. Doenças! Daquelas levezinhas. Há quem goste... mas uma clavícula partida e uma sinusite não entusiasmam ninguém. Não bastam já estes espirros tão inoportunos... Sempre há aquele clássico: a astrologia. Talvez tão clássico que já nem se use! De política? Temo fúrias reformistas. Uma praga. Viagens é sempre um bom tema. Sim e não. Não consigo sorrir perante a imagem de duas semanas em caminhadas na montanha, quedas de água e a cheirar florinhas. Restaurantes, comida e vinhos? Uma futilidade, argumento que serve bem para calar a falta de orçamento. E o melhor mesmo é não falar de música. Gostos não se discutem, mas dez minutos de música na viagem para lá e outros dez no regresso, é pouco. Livros: aí está um tema que me alegra, mas convém não arriscar. O perigo francófono está por todo o lado.
Deixa ver mais diferenças irreconciliáveis... futebol, claro, política nem pensar, cinema é melhor não arriscar. O melhor é ficar em casa. Afinal até tenho um blog.




Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




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