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Soldados jornalistas

por Francisco Almeida Leite, em 28.09.06
O exército canadiano está a treinar alguns dos seus soldados para poderem trocar as suas armas por microfones, câmaras de filmar e computadores portáteis em teatros de guerra como o Afeganistão. A importância da propaganda militar conhece hoje novos desenvolvimentos, com técnicas de manipulação nunca vistas. Sublinho aqui propaganda e não informação. É por estas e por outras que os grandes órgãos de informação mundiais não podem abster-se de enviar profissionais para a cobertura dos grandes acontecimentos.

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Momentos Kodak (18)

por José Carlos Carvalho, em 28.09.06
Já há muitos anos Salazar tinha razão, temos de trabalhar mais e melhor...
(Setembro 2006)
Foto: José Carlos Carvalho

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Mozart censurado

por Pedro Correia, em 28.09.06
Depois das erupções de violência provocadas no mundo islâmico contras as caricaturas surgidas num jornal dinamarquês, depois dos apelos à morte em nome de Alá suscitados por uma citação descontextualizada do Papa, surge agora a autocensura ocidental em todo o seu esplendor: a vergonhosa retirada de cartaz da ópera Idomeneo, de Mozart, por decisão da direcção da Ópera de Berlim. Desta vez não foi preciso sequer haver protestos: bastou o vago temor de que os radicais islâmicos pudessem irritar-se com uma cena que mostra Idomeneu, rei de Creta, a exibir a cabeça decapitada de Maomé, no final do espectáculo. “Foi um erro retirar a ópera. É preciso dar prioridade à liberdade de expressão”, criticou a própria chanceler alemã, Angela Merkel. Em vão: 215 anos depois da sua morte, Mozart acabou mesmo censurado naquela que já foi uma das cidades mais livres do planeta. Na ópera, surgiam também as cabeças decapitadas de Buda e de Jesus. Mas isso não interessava nada: Maomé voltou a ser o problema.
Depois disto ainda haverá quem pense que a expressão “choque de civilizações” é exagerada?

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Anda tudo trocado

por Pedro Correia, em 28.09.06
No debate mensal no Parlamento, "o primeiro-ministro fez um ataque cerrado ao projecto do PSD para a reforma da segurança social", esclareceu-me o pivô da SIC Notícias. Pensava eu que o PSD fazia oposição ao Governo. Afinal é o Governo que faz oposição à oposição.

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Foi à Eusébio

por Pedro Correia, em 28.09.06
O belo golo de Nani em Moscovo, contra o Spartak, no jogo que ontem deu ao Sporting o quarto ponto na Liga dos Campeões.

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Momentos Kodak (17)

por Rodrigo Cabrita, em 27.09.06

Foto: Rodrigo Cabrita

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Gostei de ler

por Pedro Correia, em 27.09.06
1. Eu, que só sei a tabuada e mal. De Ana Cláudia Vicente, n'O Amigo do Povo.
2. O melhor de Portugal. De Rita Barata Silvério, na Rititi.
3. Carta aberta a um secretário de Estado. De João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
4. Crónicas do Sistema (XI). De Rui Costa Pinto, no Mais Actual.
5. Ricas vidas. De Isabel Goulão, na Miss Pearls.
6. O enermúgno. De Rui Bebiano, n'A Terceira Noite.
7. Fazer barulho por Darfur. De Sabine, na Insustentável Leveza.

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Benzida esquerda (1)

por Pedro Correia, em 27.09.06
Parece ter causado grande escândalo o facto de José Sócrates se ter benzido numa cerimónia pública. As críticas vieram sobretudo de uma certa esquerda que apregoa a “modernidade” aos quatro ventos enquanto policia os mais ínfimos pormenores do comportamento alheio. E se neste domínio há atitudes recentes de governantes portugueses realmente passíveis de crítica, como o ministro da Economia detectado em flagrante excesso de velocidade numa auto-estrada, não consigo entender porque é que o facto de Sócrates se ter persignado escandalizou tanto estas vestais preocupadas com os rumos da “laicidade”.
É nestas alturas que me lembro de Franklin Delano Roosevelt e Winston Churchill orando juntos no navio Prince of Wales, ao largo da Terra Nova, em plena II Guerra Mundial. Ou de Charles de Gaulle e Konrad Adenauer ajoelhados em 1962 na catedral de Estrasburgo, pedindo a iluminação divina na magna tarefa da edificação de uma Europa unida e em paz perpétua. Ou, muito mais recentemente, o presidente brasileiro Lula da Silva – esse símbolo da esquerda contemporânea, esse arauto de uma certa “modernidade” progressista – participando numa missa de acção de graças ao Senhor do Bonfim logo após a sua investidura, em Janeiro de 2002, não perdendo então uma oportunidade de comungar defronte de fotógrafos e operadores de imagem. O mesmo Lula que termina os seus comícios na actual campanha presidencial brasileira lançando este brado piedoso aos seus apoiantes: “Que Deus vos abençoe!”
E reparem que nem precisei de mencionar o precedente aberto por António Guterres para concluir que Sócrates se encontra afinal em boa companhia...

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Benzida esquerda (2)

por Pedro Correia, em 27.09.06
Não resisto a transcrever aqui o emocionado relato que Churchill fez do serviço religioso em que participou com Roosevelt ao largo da Terra Nova, nesse dia 10 de Agosto de 1941, quando ambos firmaram o que viria a ser conhecido por Carta do Atlântico – pioneira da futura Organização do Tratado do Atlântico Norte. Até pela prosa, que é de inegável qualidade (não esqueçamos que Churchill foi galardoado em 1953 com o Prémio Nobel da Literatura, depois de Mauriac e antes de Hemingway). Em nenhum momento certamente ocorreu aos dois estadistas que a “laicidade” americana ou britânica estariam a ser postas em perigo com esta notória manifestação de fé.

“Na manhã de domingo, 10 de Agosto, Roosevelt subiu a bordo do 'Prince of Wales' e, acompanhado dos oficiais do seu estado-maior e de algumas centenas de representantes de todas as fileiras da marinha norte-americana, assistiu ao Divino Serviço no convés da ré. Todos sentimos esta cerimónia como uma expressão profundamente comovente da unidade na fé entre os nossos dois povos, e ninguém que nela tenha participado alguma vez esquecerá o espectáculo proporcionado pela luz solar no apinhado convés – o simbolismo da Union Jack e da Stars and Stripes drapejando lado a lado no púlpito; os capelães americano e britânico partilhando as leituras; as mais elevadas patentes da Marinha, do Exército e da Força Aérea da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos reunidas como um só corpo atrás do Presidente e de mim; os marinheiros, em linha compacta, partilhando Bíblias e juntando-se fervorosamente nas orações e nos hinos familiares a todos eles.
Eu próprio escolhi os hinos – 'For Those in Peril on the Sea' e 'Onward, Christian Soldiers'. Terminámos com 'O God, Our Help in Ages Past' (…). Cada palavra parecia vir do fundo do coração. Foi um grande momento que ali vivemos. Cerca de metade dos que cantavam naquele instante iriam morrer em breve.”


(Winston Churchill, The Second World War, volume III, “The Grande Alliance". Penguin Books, 1988, página 384. Tradução minha)

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Uma campanha alegre

por Pedro Correia, em 27.09.06
Exemplos de política bem humorada não faltam no Brasil, como se pode verificar na campanha eleitoral em curso. Espreitem só isto (com a devida vénia ao Eurico de Barros, que "importou" as imagens) e preparem-se para soltar umas boas gargalhadas.

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Pai tirano (finale)

por João Távora, em 27.09.06
Caro João Villalobos:

Não pretendo dar receitas sobre educação a ninguém. Mas justifico-me: nessa matéria, em minha casa, cada decisão é tomada em liberdade, a seu tempo, e tendo em conta uma realidade que não é estática. São opções feitas em consciência e da exclusiva responsabilidade da minha mulher e minha, tendo como fim único, o bem das crianças.
Sem querer entrar na discussão sobre o valor (e valores) daqueles conteúdos - Morangos com Açúcar e quejandos , do que conheço deste novo género de novelas, é que chegam a durar quase três horas seguidas, de manhã, à tarde e à noite; numa fórmula alienante que de facto prende as crianças, principalmente as mais pequenas. Acontece que elas têm que estudar, por exemplo, e a Natália, a nossa leal empregada, tem algumas limitações no campo da pedagogia. Assim, considero o bloqueio de canais uma bela ferramenta de controlo parental à distancia.
Assim como o João, eu também sempre “li tudo o que apanhei pela frente” (a minha mulher igualmente, o que faz da minha casa um pequeno mundo de livros). Isso é diferente. E os meus miúdos (refiro-me evidentemente aos mais velhos, com 14 e 16 anos) sabem que são livres de ler (quase) tudo o que apanhem pela frente. Fico muito contente até. E desde que acompanhados, também podem ver (quase) todo o cinema. Acho que são crianças livres porque não são alienadas. Na literatura, cinema, televisão ou internet, só reprimimos a estupidez.
Aliás, em nossa casa vigora uma saudável meritocracia de que me orgulho. Assim saibam os miúdos gerir a liberdade que têm, e tudo corre bem. Dá trabalho mas preferimos assim.
De resto, caro João, parece-me cruel deixar uma criança de cinco anos entregue à sua "pouco treinada" vontade. A ser “educada” pela televisão (os outros já não vão nessa, não têm pachorra). Aquilo (os Morangos e a Floribela) está feito de forma a prender os miúdos, e os mais pequenos são as vítimas mais fáceis. Prefiro que a Carolina termine a tarde a meter-se com os irmãos mais velhos, a pintar, a escrever palavras no frigorífico com as letrinhas coloridas. Ou, num dia de sorte, comer um "yogurt surpresa" na cozinha a ouvir a Natália a contar-lhe histórias enquanto engoma, enquanto a mãe não chega.

Com amizade,

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De morangos já o Bergman falava

por Corta-fitas, em 27.09.06
Eu, quando era miúdo, li tudo o que apanhei à mão. Na biblioteca dos meus pais e, quando se esgotaram, nas bibliotecas públicas. Certo dia, um bibliotecário quis impedir-me de requisitar livros porque, dizia ele, «não eram para a minha idade». O senhor, diga-se de passagem porque podia ser de outro partido qualquer, era comunista. Queixei-me em casa e tive carta branca para ler o que entendesse, com reprimenda severa à direcção da biblioteca.
Hoje, é a televisão. Codificar canais ou proibir ver, é não confiar no discernimento dos nossos filhos nem na educação que lhes damos. Entender esses programas e dar-lhes o enquadramento que merecem, é confiar na nossa capacidade de acompanhamento da contemporaneidade e da sociedade que temos, queiramos ou não que ela fosse diferente. O mundo sempre foi perigoso e perverso. Hoje, é-o mais claramente que ontem. E isso é bom. Não há redomas que o façam ser de outra maneira.
Por isso, caro João, eu dialogo, explico e digo o que tenho a dizer. Mas não codifico, nem proibo, nem me armo em Maria Filomena Mónica como se habitasse num Xanadu intocável pela realidade que me cerca e às pessoas com quem vivo. Não tome isto como um comentário pessoal. É apenas o respeito muito grande que me merece que faz com que o escreva. De coração aberto. E sem códigos.

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Mostra-me o teu cachecol

por Pedro Correia, em 27.09.06
"O Benfica fez uma excelente primeira parte, vulgarizando a equipa do Manchester", disse ontem um comentador da RTP-N. O comentador era António-Pedro Vasconcelos, o programa era o Trio d'Ataque. Vasconcelos é benfiquista, o que pelos vistos o abalizava a "comentar" o jogo Benfica-Manchester, em que os "encarnados" foram derrotados por 0-1. Pus-me a pensar: se a moda pega, e alastra do futebol à política, lá teremos "comentadores" socialistas a avaliar a prestação do Governo ou sociais-democratas a pronunciar-se sobre o desempenho de Marques Mendes. Esta tendência para pôr um cachecol ao pescoço ou um emblema na lapela é que está a dar. A isenção não vende...

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Estou contigo, Kate

por Pedro Correia, em 27.09.06
Queria prestar aqui a minha homenagem a Kate Winslet. A estrela de Titanic tirou-me as palavras da boca ao criticar as esqueléticas que se pavoneiam em Hollywood impondo um padrão de beleza que nada tem a ver com a nossa saudável tradição latina. Ela, Kate, está-se nas tintas para esta moda que não tardará a ser atirada para o caixote de lixo da História. "A moda da magreza deixa-me com muita raiva e incomoda-me", desabafou a bela actriz, que não quer saber de jejuns forçados. O facto de ser casada com o realizador Sam Mendes, de ascendência portuguesa, talvez ajude. É que nós não confundimos beleza feminina com expositores de ossos...

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Conversa de praxe

por Pedro Correia, em 27.09.06
Esta manhã, no metro, dois estudantes universitários - obviamente caloiros - falavam em alegre alvoroço do "tribunal". Às tantas percebi a que "tribunal" se referiam, com tão manifesta benevolência - para não dizer mesmo com visível entusiasmo. Era ao "tribunal da praxe". Ao ouvi-los acolher assim tão de bom grado uma das práticas mais aberrantes que subsiste na sociedade portuguesa, não contive um pensamento politicamente incorrecto: aqueles dois mereciam que os "veteranos" lhes aplicassem uns calduços no cachaço. Seria muito bem feito.

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Pai tirano

por João Távora, em 27.09.06
Em minha casa, tenho a TVI codificada de forma que só com a anuência dos adultos se acede a esse canal de televisão. Ainda não decidimos codificar a SIC (já esteve mais longe) pois Floribela parece não ter pegado entre a miudagem. Connosco os Morangos e outros lixos são devidamente filtrados, para que os miúdos tenham tempo para estudar, ler e brincar de forma saudável. A única criança que ainda “estrebucha” um bocadinho é a Carolina, de cinco anos, em quem o programa exerce uma extraordinária atracção. Mas acontece que não cedemos ao seu capricho, pois a sua prioridade é o desenvolver da motricidade fina, brincadeira e outras coisas próprias da idade dela. Estimulamos antes o convívio com outros miúdos, livros, muitos livros, vídeos de contos e outros clássicos da Disney. De resto, sem mostra de qualquer trauma psicológico, ela até conhece os heróis, e canta feliz as cançonetas mais populares dessas novelas. Nada a fazer, aprende na escola com as coleguinhas.

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Da Republica de Dubrovnik

por Duarte Calvão, em 26.09.06
Voces estao fartos de escrever, e calculo que bem. Vou ter muito que ler quando voltar, porque por enquanto a patria, felizmente, e uma realidade distante (nem sequer tenho os acentos adequados). Abracos a todos.
p.s.: um beijo a republicana f. o guia tem dado um jeitao. e voltara em excelentes condicoes

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Triste remake

por Corta-fitas, em 26.09.06
Confirma-se aqui. Com o encerramento da Johnson Controls, vão mais 875 postos de trabalho directos ao ar, juntando as fábricas de Nelas e de Portalegre. Depois da GM, a saga da deslocalização do investimento estrangeiro continua. É o mesmo filme, com os trabalhadores a prometerem formas de luta, quando o que se passa é inelutável, na parte que lhes diz respeito. Portugal perde competitividade, atrás da Estónia, República Checa e Eslovénia, quanto mais da Espanha. Enquanto isso, o Governo sonha. Mas ao contrário da canção, Portugal não avança. E só pula em direcção ao abismo. Sem pedra filosofal à vista.

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Uma dor de alma

por João Távora, em 26.09.06
A respeito da posta do João Villalobos aqui em baixo, acontece que eu, integrado na organização, acompanhei de perto algumas cimeiras de Chefes de Estado. Sempre deu para constatar o grau de anonimato dos nossos representantes, já para não falar do nosso insignificante peso político nos variados contextos. Nestas “feiras de vaidades” não fossem os protocolos e banquetes organizados, ou então a patriótica lealdade dos jornalistas, corpo diplomático e restante staff acreditados, muitas vezes os nossos mais altos dignitários ficariam a falar para o boneco.
Não mais me esqueço do que vi quando em Dezembro de 1997 eu integrava a comitiva de António Guterres na Cimeira Ibero-Americana na Ilha Margarita (Venezuela): à passagem da comitiva de Juan Carlos, o povo em vinha à rua em festa, tapetes nas janelas e “vivas ao Rei”. Aliás, para os venezuelanos, tão popular quanto o monarca dos seus ex-colonizadores só o amigo Fidel. Dá que pensar.

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Teste 1, 2, 3

por Francisco Almeida Leite, em 26.09.06
Estou a aprender a pôr vídeos aqui. Como o Nuno e outros fazem. Comecemos por este, para dar sorte para amanhã em Moscovo.

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