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Sem menosprezo para o "bate-papo" de Ana Paula Azevedo e Vítor Rainho com Souto Moura, a melhor entrevista desta edição do Sol é com o escritor chileno Luis Sepúlveda, grande amigo de Portugal. Gosto dos livros dele e discordo de muitas das suas ideias políticas - a começar pelo incondicional apoio que tem dado à ditadura cubana. Mas, em resposta às perguntas da jornalista Maria Francisca Seabra, Sepúlveda faz uma das melhores caracterizações que já vi até hoje da esquerda portuguesa, considerando-a "a mais exótica da Europa". E justifica porquê: "São apenas dois e a cada meia hora dividem-se! Portugal é um país de barões políticos. Qualquer pessoa de esquerda que ache que tem pedigree sente-se moralmente autorizada para ser um líder."
"Quantos de nós conhecemos homens de 40, 50 e até de 60 anos que acabam com casamentos de décadas por um par de mamas de uma lambisgóia com metade da idade deles?"
No dia 27 de Abril de 1937, o repórter britânico John Steer visitou, horrorizado, as ruínas ainda fumegantes da histórica cidade basca de Guernica, barbaramente destruída pela aviação nazi, aliada das forças falangistas de Franco. Em poucos minutos, com a sua máquina de escrever portátil, redigiu aquele que viria a ser o mais célebre despacho da Guerra Civil de Espanha - o texto que revelou ao Mundo um dos piores massacres de civis registados no século XX. "Às duas da manhã de hoje, quando visitei a cidade, esta oferecia uma visão horrorosa e ardia de lés a lés", relatava o jornalista.
No dia de Natal de 1903 Raul Brandão publica no jornal “O Dia” uma comovedora reportagem sobre uma visita da Rainha D. Amélia às pobres crianças tuberculosas internadas no Dispensário de Alcântara. O evento terá marcado por certo a miudagem delirante. A ceia compôs-se de “Canja, Peru corado, fruta e bolos”. Raul Brandão, às tantas descreve o diálogo entre a Rainha e um residente de 5 anos durante a distribuição dos presentes:
É um acontecimento editorial, com repercussão simultânea em diversos países – incluindo Portugal. Mandela – O Retrato Autorizado, álbum que reúne uma vasta colecção de fotografias de Nelson Mandela e cerca de 60 depoimentos sobre o ex-presidente da África do Sul, terá lançamento à escala internacional na próxima segunda-feira (em Lisboa, no Corte Inglés, às 18.30 desse dia). Uma obra que consagra Mandela como um dos maiores políticos do século XX, autêntica lenda vida do nosso tempo. No prefácio, Kofi Annan diz tudo nesta frase: “Se estivermos à altura de uma pequena parte do que Mandela é, o mundo será um lugar melhor.” E o ex-presidente americano Bill Clinton, num comovido testemunho, acrescenta: “O que torna Mandela tão especial é o facto de ser um verdadeiro ser humano. Ri, chora, enfurece-se, apaixonou-se por Graça Machel. Tem uma vida a sério. E o facto de ser tão verdadeiro, tão real, torna a sua grandeza, o seu sacrifício, a sua sabedoria e a sua coragem face a tudo aquilo que lhe aconteceu ainda mais extraordinário.”
A propósito daquilo que eu e o Pedro aqui temos escrito sobre o aparecimento de novos títulos, a concorrência e o "esticar" das audiências (dos jornais, não dos blogues), chamaram-me à atenção para o que João Marcelino, director do Correio da Manhã, escreveu na edição da semana passada da Sábado: "Quando as empresas jornalísticas são criativas, os nomes inspiram confiança e sobretudo a informação é de qualidade, as pessoas interessam-se e aderem. Nunca se leu tanto em Portugal, entre jornais e revistas, e isso pode ser demonstrado com números. A crise existe? Existe, claro. Mas nos títulos do costume, desculpada por palavras mágicas como 'mercado' e por razões que só um cego não vê".
Eu trabalho (com entusiasmo) para uma grande “marca” nacional. Esta empresa foi fundada nos anos 30 pelos senhores Cardoso e Machaz, dois irredutíveis beirões, que com a sua coragem, esforço e empreendedorismo granjearam ao seu projecto uma inegável reputação internacional, hoje símbolo de uma “escola” e “produto” de sucesso em Portugal.
Tomás Vasques e Jorge Ferreira reagiram, nos respectivos blogues, às reflexões que aqui deixei a propósito das relações entre Cavaco Silva e a direita que esperava dele a condução das acções de oposição ao Governo socialista.A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
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