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Portas, o Prado Coelho da direita

por Francisco Almeida Leite, em 30.08.06
"O regresso de Paulo Portas só fará sentido se o objectivo for a dissolução deste CDS num movimento político mais alargado, mais moderno e com ambição de poder. E que possa ser uma alternativa à Esquerda social-democrata que está neste momento no Governo e à Esquerda moderada que controla ideologicamente o PSD. Se, pelo contrário, Portas quiser regressar para se perder de novo na gestão do pequeno baronato e das altas sensibilidades que poluem o CDS, neste caso seria melhor continuar a ocupar os serões de terça-feira a comentar cinema e livros – sempre se disse que a Direita precisa do seu EPC".
Vítor Cunha, in Atlântico

Ora aí está o VC, que conhece bem a peça, a pôr o dedo na ferida...

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Vejo-me obrigado a confessar:

por Corta-fitas, em 30.08.06
Não só me estou nas tintas para o Projecto MIT como, pior ainda, não faço a mínima ideia o que seja.

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Ainda O Independente

por Corta-fitas, em 30.08.06
Tendo em conta isto, e continuando a acreditar que a minha fonte estava suficientemente bem informada para me levar a escrever sobre o negócio de O Independente, estou muito curioso sobre os desenvolvimentos desta história.
No entanto, como bem sabe qualquer pessoa que tenha feito qualquer negócio na vida, no final o que interessa é por quanto se compra (quando se compra a totalidade) e quem é que manda (quando se compra apenas a maioria do capital).
Adicionalmente, também interessa quanto se herda de dívidas (e neste caso concreto, em moeda antiga, dizem-me que cerca de 700 mil contos). A ver vamos. E cá estarei para fazer a festa, se o jornal continuar e seja quem for que o compre. Como escrevia o outro, há razão e coração. E neste caso, em mim, conta mais o segundo.

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Obrigado e um queijo

por Corta-fitas, em 30.08.06
Recebi hoje as mesmas não sei quantas páginas habituais, que almas supostamente bem intencionadas me enviam com regularidade semestral para a caixa do correio.
Não lhes interessa um chavelho que eu não tenha carta de condução. Para os emissários, o importante é que não seja apanhado em transgressão, por essa «máfia perigosa» que é a polícia das estradas.
Desta vez, o aviso descreve com detalhe onde estão os radares, quais os modelos de carros utilizados pelas autoridades e até, imagine-se, as matrículas. Face a este gesto de solidariedade nacional, só comparável ao cordão humano para a independência de Timor Leste, não há muito a fazer.
São os mesmos que piscam os faróis em jeito de aviso cúmplice para avisar a proximidade da «bófia». São os bem intencionados cidadãos portugueses. Para eles, o meu profundo descontentamento por existirem.

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Desafinidades electivas

por Corta-fitas, em 30.08.06
Caríssimo João. Enquanto ouvias os Genesis com Peter Gabriel, para cujas músicas nunca tive pachorra e cujas letras nunca entendi, o que eu ouvia era isto. Eu, pecador, me confesso: Hoje classifico isto perto do inaudível. Seja como for, aqui fica a partilha.

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Sem Almodóvar

por Pedro Correia, em 30.08.06
Volver, o último filme de Pedro Almodóvar, estreou-se em Março em Espanha. Quase seis meses depois, continuamos sem vê-lo por cá. Tratando-se o cineasta espanhol de um valor seguro de bilheteira, além da sua inegável valia artística, percebe-se mal a estratégia dos nossos exibidores cinematográficos, que continuam a apostar quase em exclusivo no lixo americano. Estiveram todos estes meses à espera de quê?

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Assim dá gosto

por Corta-fitas, em 30.08.06
Cada vez mais inspirado e acutilante, o João, como se lê aqui.

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Dois buracos

por Corta-fitas, em 30.08.06
A data para conclusão das obras do túnel do Rossio foi adiada para as calendas gregas. A semana passada, ao passar frente ao Cais das Ex-Colunas, reparei que o prazo anunciado para o final dos trabalhos, exposto nos cartazes, foi em Março passado.
Como é? Não é obrigatório actualizar a informação? Dados os sinais de vida no estaleiro da obra, equivalentes aos do ainda planeta Marte, estou muito curioso de ver qual será.

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Duas imagens valem mais do que...

por Corta-fitas, em 30.08.06
Já estou a ver o José Falcão a deitar os bofes pela boca depois de abrir o JN e o SOS Racismo a manifestar-se logo à tarde. O jornal, na sua capa da Edição Sul, ostenta uma fotografia onde um polícia numa mota, com óculos escuros, interroga sobre qualquer coisa um cidadão preto que espreita pela janela (Eu vivi em África e por isso escrevo a palavra «preto» sem complexos).
«Agentes passam a usar motas para vigiar ruas e becos de Alfama», subintitula o jornal.
Como se não bastasse, lá dentro, na abertura do Caderno, vem outra foto. Mas nesta o mesmo agente da autoridade ri-se desbragadamente ao lado de duas senhoras brancas e gordas (também me recuso a escrever «obesas»), perfeito exemplo da população que a PSP pretende proteger de pessoas, imagino eu, parecidas com o senhor da capa.
Se calhar estou a embarcar numa teoria da conspiração, mas que acho isto pleno de subentendidos, lá isso acho.

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Três letrinhas apenas

por Corta-fitas, em 30.08.06
Uma amiga que colaborará com o novo semanário Sol saiu de uma reunião desanimada. Em resposta a propostas de reportagem, dizem-lhe que o máximo de texto que o jornal admitirá são 4.000 caracteres por cada peça.
4.000 caracteres para escrever uma reportagem?! Afinal, os 30% de redução de texto do Expresso não são nada ao lado disto.
P.S. Quem viu algumas das suas páginas impressas disse-me que o Sol «se parece com um 24 Horas a querer ser Correio da Manhã». Confesso que estremeci.

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O herdeiro do chefe Silva

por Pedro Correia, em 29.08.06
Ao acaso do zapping televisivo, tropeço num canal que nunca vejo chamado SIC Mulher. Desta vez demoro-me uns momentos a olhar para aquilo. Porquê? Está lá a figura mais inesperada: Nuno Morais Sarmento, com um fogão à frente, tenta cozinhar alguma coisa. Segundo deduzo, aquilo destina-se a mostrar os putativos dotes culinários do antigo ministro de Santana Lopes. Grande plano do interior da panela: o cozinhado tem péssimo aspecto, mas a senhora que acolita Sarmento mostra-se entusiasmada, desfazendo-se em elogios ao social-democrata, como se estivesse perante o legítimo herdeiro do chefe Silva. Para quem tivesse dúvidas, esta incursão na cozinha da SIC Mulher só confirma que Morais Sarmento "anda por aí", cheio de ambições políticas. Também não é por acaso que surge igualmente numa foto a três colunas da última edição do Expresso, sob o sugestivo título "Marques Mendes conta com Borges e Sarmento".
Como dizia o outro, isto anda tudo ligado...

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Faz sentido, não faz?

por Corta-fitas, em 29.08.06
Quando googlamos a palavra Portugal, o primeiro site que aparece na lista é o da Federação Portuguesa de Futebol.

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Impressões musicais (4)

por João Távora, em 29.08.06

Dancing with the Moonlit Knight, trecho do album dos Genesis Selling England by the Pound (1973) ao vivo.
Quando os meus ouvidos não necessitavam de alta-fidelidade, a banda de Peter Gabriel ajudava-me a crescer e a gostar da vida.

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E que tal azul às bolinhas encarnadas?

por Corta-fitas, em 29.08.06
Os enfermeiros da unidade de saúde de Matosinhos entraram em greve. Ao que parece, não gostam de amarelo. Como diriam os Gato Fedorento, usar batas dessa cor faz-lhes baixar a taxa de prestígio. Ou isso, ou não lhes favorece a cútis.
Os enfermeiros também não gostaram que as batas amarelas lhes fossem «impostas» pela administração. Prefeririam, imagino, um plenário para apresentação e votação das várias colecções Outono/Inverno 2006. Entretanto, os utentes (como se diz agora) que se amanhem.
A piada é que os 13% que furaram a greve podem, com dupla apropriação, ser apelidados de «amarelos». Os outros, lamento muito, mas é que nem «vermelhos» têm a desculpa de ser...Só levianos.

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Tolerância Zero vírgula tal

por Corta-fitas, em 29.08.06
Leio no insuspeito 24 Horas que a Direcção-Geral de Viação «enviou um documento para a PSP, para que os agentes apliquem uma margem de tolerância aos condutores em excesso de velocidade», tal como fez com a taxa de alcoolémia.
Isto porque, continua a notícia, «os aparelhos usados pela PSP e pela GNR para medir a velocidade dos condutores não são fiáveis».
Cá para mim, que só vocês me ouvem, a DGV foi infiltrada por perigosos anarquistas que pretendem derrubar o Estado, provocando uma gigantesca insurreição civil nas estradas. Acabou a Tolerância Zero! Viva a Tolerância Zero Vírgula Logo Se Vê. Coitados dos PSPs e GNRs...Assim, nem com apoio psicológico aguentam.

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Quem fala assim é inimigo do povo

por Corta-fitas, em 29.08.06
«Se alguém sente saudades ou nostalgia da Cornélia e daqueles tempos deprimentes em que o único leite com chocolate disponível no mercado era o UCAL, ou bem que lhe dou os sentidos pêsames, ou lhe recomendo uma rápida ida ao médico»
Caro Fernando Martins, isto não é coisa que se escreva embora lhe fique bem o tom de jovem iconoclasta. Mas a Cornélia emparceira, com o Zip-Zip, como os dois melhores concursos de sempre da nossa televisão.
P.S. Já agora, o UCAL como leite com chocolate não precisava de concorrência para nada. Ainda hoje, aliás, não a tem que se veja. Dito isto, devolvo-lhe os pêsames e recomendo uma leitura nostálgica da revista «Pão com Manteiga».

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Milagre em paralelo

por Duarte Calvão, em 29.08.06
Estou completamente de acordo com o que Vital Moreira escreveu hoje no Público sobre a Câmara de Setúbal e com o que Eduardo Prado Coelho escreveu, mesmo ao lado, sobre Gunter Grass.

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A fase dos neutros

por Corta-fitas, em 29.08.06
«Um Manifesto da Direita em Portugal» tem 22 páginas. Acabei de lê-las e tirar a seguinte conclusão: Faltam-lhe (ao Manifesto) tomates.
Bem redigido, o texto aponta os dedos todos ao cenário político pós-25 de Abril, inquinado por uma ideologia oficial e uma Constituição de bases marxistas que todos perfilharam.
Depois, acusa por um lado «alguns» políticos de Direita de contemporizarem com as políticas de Esquerda (não se esclarece quem e porquê, mas adiante) e a Esquerda de se arvorar em concessionária de alvarás de quem é ou não de Direita e Extrema-Direita. Até aqui, a lógica do discurso tem um encadeamento sustentado.
A Nação, o Estado e as dicotomias que separam a velha da nova Direita são apresentadas de forma a delinear a fronteira entre os territórios de uma e outra. De forma polémica, mas pelo menos com clareza e capacidade de síntese e sem lirismos rococós retóricos. Excelente.
Mas, e há aqui um grande mas, o Manifesto diz a certa altura isto: Que «uma Direita consciente de si própria deve ter, como missão primeira, o recentramento do regime». E que isso deve traduzir-se em «induzir neutralidade ao regime, lutando por uma Constituição ideologicamente neutra».
Aqui, pacientes leitoras e leitores, é que a suina torce o rabo. O PND quer uma união da Nova Direita, não para construir um regime de Direita com valores de Direita, mas para o recentrar neutralizando-o ideologicamente. É a sua «missão primeira». A mim, parece-me uma «missão primeira» não só frouxa como desnecessária e nada mobilizadora, porque vácua dos mesmos valores e conteúdos apresentados no manifesto. Ou, dito de uma forma eufemística, uma missão primeira que não os tem no sítio. É pena, porque assim não mobilizam ninguém. Mais ao centro o regime não poderia estar e ideologicamente neutros já andamos nós todos.

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Como Vital Moreira vê Setúbal

por Pedro Correia, em 28.08.06
Vital Moreira não acompanha o "generalizado criticismo" em torno da abrupta demissão do presidente da câmara de Setúbal, Carlos de Sousa. E procura explicar aqui porquê. Mas ou essa explicação ficou incompleta ou eu terei compreendido mal a conclusão decorrente do seu argumentário.
Vamos por partes.
Diz Vital que os partidos devem manter "um escrutínio sobre o exercício do mandato dos seus eleitos". Muito bem. Resta saber se esse "escrutínio" deve ser feito à revelia dos eleitores, não lhes facultando informações elementares sobre o veredicto a que as luminárias do partido chegaram no seu obscuro critério. Salvo melhor opinião, foi isso mesmo que agora sucedeu em Setúbal: a decisão do PCP, não cabalmente justificada, permite toda a margem de interpretação quanto à conduta do autarca, ainda há dez meses apresentado como modelar pelo próprio partido.
Diz também Vital que "devem ser ressalvados os princípios da transparência e da dignidade dos visados". Achará que esses princípios foram respeitados em Setúbal? Parece que não: de outra forma não diria, como diz, que as "razões" do PCP não foram "transparentes" (o que, presumo, não será propriamente uma revelação para o professor Vital, conhecendo como conhece o aparelho comunista desde 1974).
Em suma, o reputado constitucionalista lamenta o seguinte:
1) Que a "liberdade individual do titular do mandato" não tenha sido respeitada, uma vez que reconhece a existência, neste caso, de "uma imposição" do partido sobre Carlos de Sousa;
2) Que o partido maioritário em Setúbal "não tenha deixado transparecer as razões" que o levaram a afastar o presidente da câmara.
Mas sendo assim, escrevendo o que escreveu, como pode Vital Moreira sustentar afinal que não acompanha o "generalizado criticismo" face ao saneamento do autarca?

P. S. - E uma perguntinha adicional: gostava de saber por que motivo o constitucionalista nunca menciona o nome do presidente da câmara de Setúbal agora afastado pelo PCP. Carlos de Sousa terá lepra?

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O cavaleiro branco

por Francisco Almeida Leite, em 28.08.06
O El Confidencial, sempre bem informado, diz que a Sonae tem na France Telecom (com o Banco Santander envolvido, entre outros) o "cavaleiro branco" para voltar a agitar o mercado e aumentar a sua oferta de 9,50 euros para 10,5 euros/acção na luta renhida pela PT. Uma resposta à propalada unificação das redes fixa e móvel?
Já agora, e na definição medieval a que o site espanhol inteligentemente recorre, um "cavaleiro branco" opõe-se a um "cavaleiro negro": "Hace unos meses se barajó la posibilidad de que en caso de que France Telecom estuviera detrás de la oferta de Sonae, Telefónica podría responder con el lanzamiento de una contraopa".

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