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Gostei de ler

por Pedro Correia, em 02.07.06
Ministros redondos e ministros quadrados. De José Pacheco Pereira, no Abrupto.
O bico ao prego. De Sérgio Lavos, no Auto-Retrato.
Como avaliar os professores malucos? Da Isabela, no Mundo Perfeito.
B. E. noite e dia. De Rui Bebiano, na Terceira Noite.
A queda e os seus motivos. Do Tiago Alves, no Telescópio.
Traulitadas. Do André Moura e Cunha, no Porque.
Freitas vs. o resto do Mundial. De Carlos Leone, no Esplanar.

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Campeonato dos cifrões

por Nuno Sá Lourenço, em 02.07.06
A mais poderosa marca desportiva do mundo já só tem um representante no Mundial de futebol: Portugal. Será que a Nike vai continuar a centrar as suas campanhas publicitárias de futebol no Brasil?

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Bilhete para quem não gosta de futebol

por Pedro Correia, em 01.07.06
É bonita a festa, pá.

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O ópio do povo (30)

por Pedro Correia, em 01.07.06
Análise dos jogadores portugueses, um por um, no jogo contra a Inglaterra:
Ricardo - O herói do jogo. Fez duas boas defesas durante o encontro. Mas brilhou sobretudo na marcação dos penáltis que decidiram a passagem às meias-finais. Defendeu três - proeza inédita num Mundial - e mostrou-se tão confiante que parecia capaz de defender outros.
Miguel - Ousado. "Secou" praticamente Joe Cole, um dos mais perigosos atacantes britânicos, e voltou a ser incansável no apoio do ataque.
Fernando Meira - Seguro. Faz já uma óptima parceria com Ricardo Carvalho, desmentindo todos aqueles que apontavam a defesa como o sector mais débil da nossa equipa. A sua exibição de hoje certamente calou os críticos.
Ricardo Carvalho - Impecável. Voltou a destacar-se como irrepreensível condutor da defesa. Por ele ninguém conseguiu passar.
Nuno Valente - Eficaz. Travou um combate duro primeiro com Beckham e depois com Lennon, ganhando quase todos os lances. Também esteve bem nos arranques ofensivos.
Petit - Sólido. Foi um pilar decisivo na estratégia de contenção da equipa lusa, apoiando com eficácia o quarteto defensivo.
Maniche - Combativo. Jogou mais recuado do que em jogos anteriores para compensar a dupla ausência de Deco e Costinha. Mas manteve sempre a intenção de golo.
Tiago - Discreto. Talvez o mais apagado dos médios portugueses, raras vezes arriscando incursões na grande área inglesa. Continua sem uma grande exibição na selecção nacional.
Figo - Inesgotável. Voltou a ser um dos jogadores mais influentes, desferindo um par de bons remates (aos 38 e aos 77 minutos) à baliza inglesa. Jogou no centro do terreno, por opção táctica, apesar de render melhor nos flancos. Uma vez mais soube trabalhar muito bem para a equipa.
Cristiano Ronaldo - Esforçado. Indiferente aos constantes assobios do público inglês, foi sempre combativo. Marcou muito bem o penálti decisivo que pôs Portugal nas meias-finais.
Pauleta - Apagado. Neutralizado pela defesa britânica, mal tocou na bola. Foi bem substituído.
Simão Sabrosa - Activo. Substituiu Pauleta com vantagem para a equipa. Jogou bem nas duas alas e abriu a série de penáltis finais com um excelente golo.
Hugo Viana - Inconformado. Rendeu Tiago, jogando mais avançado no terreno e com maior mobilidade. Uma actuação só ensombrada por ter falhado um penálti num momento decisivo.
Helder Postiga - Inócuo. Substituiu Figo, mas desta vez não repetiu a boa exibição revelada noutros jogos da selecção.

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O ópio do povo (29)

por Pedro Correia, em 01.07.06
Quarenta anos depois, Portugal regressa às meias-finais do Campeonato do Mundo. Foi uma vitória suadíssima em Gelsenkirchen perante uma Inglaterra cheia de vedetas. Mas até por isso mais saborosa: a concentração, o espírito colectivo, a boa execução técnica e a disciplina táctica da selecção portuguesa notou-se ainda melhor neste jogo de nervos, decidido por pontapés da marca de grande penalidade depois de o empate a zero se ter mantido por 120 minutos. E aí quem brilhou foi Ricardo, defendendo três penáltis: o talismã da nossa equipa voltou a funcionar, repetindo e ampliando a proeza do Euro-2004. Mesmo com Deco no banco, por acumulação de cartões, Portugal voltou a demonstrar talento de sobra. E agora todos os sonhos se tornam possíveis - incluindo a conquista da taça. A desforra do Mundial de 1966, quando a turma de Bobby Charlton bateu o onze de Eusébio, demorou quatro décadas mas chegou enfim. Soube bem. Muito, muito, muito bem.

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Europa

por Corta-fitas, em 01.07.06
No dia 1 de Julho de 1916, o exército britânico teve o seu pior dia de sempre, perdendo em poucas horas mais de 20 mil soldados. O sangrento início da batalha do Somme não foi diferente de outros massacres da Primeira Guerra Mundial. Também agora se comemoram os 90 anos da batalha de Verdun, que provocaria, em escassos meses, 160 mil mortos, sobretudo franceses e alemães. Para muitos dos que viveram os terríveis anos desta guerra civil europeia (que teria um banho de sangue ainda maior na geração seguinte) a aproximação das antigas nações inimigas deve ter parecido um milagre.
Em vez de um estado permanente de guerra, a Europa vive hoje em paz. Os seus membros integram um projecto político inovador, que será imitado em todo o mundo. A União Europeia é uma zona de prosperidade, liberdade e bem-estar. A esta Europa da esperança, nós não damos o devido valor, pois não imaginamos o sofrimento por que passaram aqueles homens de Somme ou Verdun, carne para canhão em nome da efémera glória das nações.

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Cobardia política

por Pedro Correia, em 01.07.06
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, confirma-se agora, já pedira várias vezes ao primeiro-ministro para ser substituído. Este mandou-o aguentar no lugar e decide enfim dar luz verde à saída na véspera de um jogo decisivo do Campeonato do Mundo de Futebol, quando o país anda anestesiado pela bola e antes de uma eventual derrota (que, obviamente, não desejo que aconteça) que nos afaste dos estádios. A isto outros chamarão o que quiserem - perspicácia, sentido de oportunidade, etc. Eu prefiro chamar-lhe cobardia política.

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100 anos do Sporting Clube de Portugal

por Francisco Almeida Leite, em 01.07.06
Tributo a Henrique d' Almeida Leite jr.

Obrigado por ter feito o que fez com os seus amigos. Valeu a pena. Fique sabendo que nós continuamos a ser todos do Sporting, como ensinou aos seus filhos e ao meu avô. Por Portugal inteiro se faz o mesmo. O Sporting está-nos no sangue, hoje somos milhões.

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