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A fechar

por Pedro Correia, em 28.05.06
"Procuro-lhe nos olhos a alegria que julguei adivinhar, mas não encontro nada que se lhe assemelhe, nada, a não ser uma gravidade dura e, contudo, fraternal."
(Última frase do mesmo romance. Edição: Publicações Europa-América. Tradução: Adelino dos Santos Rodrigues)

Tertúlia literária (32)

por Pedro Correia, em 28.05.06
- Margarida Rebelo Pinto está no top.
- Não consigo topar porquê.

Adivinha quem foi jantar

por Pedro Correia, em 28.05.06
Sabe-se agora, graças à excelente manchete do último Independente: o procurador que arquivou o processo contra José Luís Judas em Cascais, por alegada suspeita de corrupção, participou em 2001 num jantar socialista, ao lado do mesmo Judas, de apoio à candidatura de José Lamego no mesmíssimo concelho. Alguém aí falou em independência do poder judicial?

Diz-me com quem andas...

por Pedro Correia, em 28.05.06
“Enganam-se os que pensam que com leis colonialistas e repressivas nos obrigam a ser portugueses”, disparou ontem Alberto João Jardim, como se fizesse um permanente favor em ser nosso compatriota, antes de se lançar numa nova diatribe contra “Lisboa” e “o continente” em geral. Na sua opinião, por exemplo, a oposição comunista e socialista é composta por “rafeiros e energúmenos”. Nada a que não nos tivesse habituado já. Com a diferença, desta vez, de ter Marques Mendes ao seu lado na tribuna do congresso do PSD/M. Ser presidente dos laranjinhas não devia implicar estes pequenos gestos de vassalagem ao soba madeirense, que hoje só consegue ser notícia pelos seus desmandos verbais. Mas, pelos vistos, implica. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

Diz-me quem te elogia...

por Pedro Correia, em 28.05.06
Manuel Maria Carrilho encontrou o mais inesperado dos aliados: Alberto João Jardim. Falando na abertura do congresso do PSD/M – desta vez antecipado para expulsar da direcção o ex-presidente da Câmara do Funchal, que ousou criticá-lo – o líder insular elogiou Carrilho. “Parte do que ele disse [no livro] é verdade”, declarou Jardim, acusando a imprensa do Funchal de “estar a escrever para Júpiter” e a restante de estar “vendida” ao continente, desembestando contra as “mentalidades caninas que são pagas para dizer mal da Madeira”.
Carrilho não diria melhor. Diz-me quem te elogia, dir-te-ei quem és.

Quando será a nossa vez?!

por João Távora, em 27.05.06
Em conversa com amigos, comentávamos há dias a nossa infância. Foi "o tempo dos grandes”. Éramos os pequenos com o estatuto que isso implicava. Quantas vezes esperávamos em vão que aquele pedaço de bife ou doce chegasse “vivo” à nossa vez de nos servir. Eu sei que éramos muitos. Que aguardávamos com deferência e secreta ansiedade um pedacito do chocolate que um tio trouxera da Bélgica! O nosso lugar na hierarquia dos privilégios era claro. Os crescidos estavam deveras em primeiro em todos os protocolos. “Se bem me lembro”… na TV só havia 15 minutos de desenhos animados por dia. E vivó velho!
Hoje, cá em casa, não é nada assim com os nossos principezinhos. Com a minha maturidade chegou o "tempo dos pequenos"… que são muito exigentes, diga-se. Têm sempre lugar de honra na sala e no carro até se sentam em tronos! Que nunca lhes falte o melhor pedaço! Ou o iogurte, que vamos comprar à última da hora ao fim da tarde depois de um dia de trabalho. E a última banana do cesto da fruta não será para mim de certeza - nem que seja pelo exemplo que tenho a dar…
Foi então que nos pusemos a pensar: quando será o nosso tempo... de gozar a nossa vez?!

Tertúlia literária (31)

por Pedro Correia, em 27.05.06
- Para ti quem foi o maior escritor português do século XX?
- Não aprecio muito literatura portuguesa. Acho-a fraca.
- Mas pensa lá num nome...
- Deixa cá ver: talvez o Borges. Jorge Luís Borges.
- Mas esse não era português!
- Eu não te disse?

Blogues em revista

por Pedro Correia, em 27.05.06
French Kissing: "A nossa rapaziada, sub-21, que designação curiosa, estatelou-se e nem a um ex-país conseguiu ganhar." (João M. Fernandes)

Tatarana: "A pátria é uma gaja insaciável. Alimenta-se de mitos." (Manuel Jorge Marmelo)

Não Tenho Vida para Isto: "Era uma moça prendada, que andava sempre na linha. Um dia veio um comboio e colheu-a." (Fernando Gouveia)

A Esquina do Rio: "Há cerejas que parecem corações." (Manuel Falcão)

A ler

por Pedro Correia, em 27.05.06
"Os Escritores Tristes", de Isabela. No Mundo Perfeito.

Sugestão

por Pedro Correia, em 27.05.06
E que tal se Ribeiro e Castro trocasse a precária liderança do CDS por uma candidatura à presidência do Benfica?

Visita à Casa da Nora

por Pedro Correia, em 27.05.06
Dizem-me que é um dos restaurantes preferidos de Mário Soares. Se for assim, confirma-se: o ex-Presidente da República é um homem de inequívoco bom gosto. Fica nas Cortes, distrito de Leiria, onde a família Soares tem uma casa-museu, com o nome do falecido patriarca João, pai de Mário. É um antigo lagar de azeite, remodelado, à beira da estrada, com uma ampla esplanada em cima de um pequeno rio. Salgueiros-chorões, uma azenha, um pomar anexo, a sombra fresca das árvores pairando sobre todo o conjunto. Está-se bem na Casa da Nora.
Almocei lá há dias com o Francisco e o Rodrigo. Como aperitivo, veio para a mesa a melhor morcela de arroz que comi até hoje. Seguiu-se uma inesquecível sopa de amêijoas, capaz de figurar em qualquer antologia gastronómica. A ementa tem habitualmente ensopado de robalo, polvo à lagareiro e galo de cabidela; desta vez fiquei-me por um honesto cabrito assado no forno, igualmente digno de elogio. E a refeição terminou da melhor maneira, com um pudim de café a merecer classificação de cinco estrelas. Apetecia prolongar a tarde à mesa, mas desta vez não foi possível. Hei-de voltar com mais vagar à Casa da Nora, que em tempos pertenceu ao poeta Afonso Lopes Vieira. A poesia perdura por lá, hoje transfigurada em ode culinária.

Com dedicatória

por Pedro Correia, em 27.05.06
Can't Take My Eyes Off You

You just too good to be true
can't take my eyes off of you
you'd be like heaven to touch
I wanna hold you so much
at long last love has arrived
and I thank God I'm alive
you're just too good to be true
can't take my eyes off of you

Pardon the way that I stare
there's nothing else to compare
the sight of you leaves me weak
there are no words left to speak
but if you feel like I feel
please let me know that it's real
you're just too good to be true
can't take my eyes off of you

I love you baby and if it's quite alright
I need you baby to warm the lonely nights
I love you baby trust in me when I say
Oh pretty baby, don't let me down, I pray
oh pretty baby, now that I've found you, stay
and let me love you, baby, let me love you.

(Letra e música: Bob Crewe e Bob Gaudio)

No reino das atoardas

por Pedro Correia, em 27.05.06
Emídio Rangel copia o pior de Santana Lopes ao vir falar em "dezenas de jornalistas" avençados pela PT. Também Santana, quando se defrontou com João Soares nas autárquicas de Lisboa, veio denunciar a existência de uma lista de "avençados" no então município socialista. Vários de nós lhe perguntámos então por essa lista e o desafiámos a divulgar os nomes. Ainda hoje estamos à espera. Rangel seguiu o mesmo rumo acusatório, geral e abstracto, lançando a frase sonante para o ar. Quando Ricardo Costa lhe pediu nomes, no debate da RTP, o ex-director da SIC lá acabou por mencionar três entre as supostas "dezenas". Azar dele: logo se viu na necessidade de recuar publicamente.
Isto de lançar atoardas vale o que vale. E vale quase nada, para além de levantar alguma poeira. Seria como se um de nós especulasse, em tom grave e de sobrolho convenientemente carregado, acerca de uma hipotética lista de jornalistas "avençados pelo Ministério da Cultura" quando Carrilho ali exerceu funções...

Febre de sexta-feira à noite

por Francisco Almeida Leite, em 27.05.06
Passei ontem pelo Rock in Rio-Lisboa, para ouvir única e exclusivamente Jamiroquai. Para além disso, só vi um mar de gente (chegaram-me a falar em mais de 80 mil pessoas), muita terra, muito pó, pouco estacionamento, alguma gente gira e uma tenda designada de "VIP" que parecia transbordar. Não sendo hoje em dia o espectador-tipo para aquele tipo de "shows", assumo que acabei por ficar para ver e ouvir (mais para ver do que ouvir) duas ou três músicas da tal Shakira, já que Lisboa inteira estava lá caída. E reparei que grande parte das pessoas comentaram mais o facto de a rapariga (colombiana, ao que parece) ter "desfrisado" o cabelo do que a sua música propriamente dita (que nem comento, pois não é da minha especialidade). Pois bem, é esta a sociedade que temos, a do tal País a duas velocidades. De um lado Chelas puro e duro: igual aos filmes e às séries, com gangs e jovens armados com pitbulls, com gente à janela a ver e a comentar quem passa. Do outro, um parque que dá pelo nome de Bela Vista, que só vive e respira de dois em dois anos, mas que é a imagem do Portugal de sucesso.

Por favor, ajudem-me a perceber

por Corta-fitas, em 26.05.06
Fui hoje a Madrid e posso, agora regressado, responder ao post do Pedro lá mais em baixo: Não, os espanhóis não nos estão a ligar a ponta de um chifre.
Mas o que preciso mesmo é de alguém que esclareça uma questão que me atormenta.
Se no "El Pais" a secção de Desporto abria com um artigo sobre ciclismo, se não vi bandeiras em varanda alguma, se ninguém me falou de futebol, das duas uma: Ou a Espanha ficou fora do Mundial, ou nós é que somos (como direi) *****ladores precoces.

Numa antecâmara

por Pedro Correia, em 26.05.06
- Assessor é com ésse ou com cedilha?
- Com cê de cão e cedilha, acho. Não sei bem. Mas que interessa isso?
- Tens razão, não interessa nada. O importante é que vamos sacar o tacho.
- A propósito, tacho escreve-se como?
- Com xis, acho. Por mim, estou-me nas tintas. Não há nada mais chato do que a ortografia!

Hoje é sobre jornalistas II

por João Távora, em 26.05.06
Com formação em gestão de hotéis, quis o destino que eu me desviasse da “operação hoteleira” e abraçasse a carreira de Relações Públicas de uma conhecida cadeia de hotéis. É assim que por razões profissionais contacto frequentemente com jornalistas e órgãos de comunicação diversos. É uma actividade que critico e respeito, onde encontro profissionais que admiro e onde afinal conheci amigos. Confesso até que tenho alguns ídolos dentro do meio e o primeiro dos quais vem da minha infância: trata-se do meu grande herói, o repórter Tintim.
Na prática da minha profissão, viajo bastante por Portugal, convivendo inevitavelmente com muitos dos meus colegas em diferentes hotéis da cadeia que represento. Colegas com diversas responsabilidades, diferentes graus académicos, estatutos profissionais e sensibilidades. A maior parte das vezes almoço ou janto nos refeitórios da empresa onde sem dúvida contacto o “país real”. No meu convívio diário com a malta, o futebol é sempre um tema universal e aglutinador. Mas há outros assuntos de conversa que se revelam arriscados (ou impossíveis)… Por exemplo "a direita", "a Igreja","a Monarquia" são assuntos que prudentemente evito debater por mero instinto de sobrevivência. Com demasiada facilidade os lugares-comuns, a ignorância ou o puro ressentimento tendem a emergir em inconscientes e gratuitas agressões.
Agora encontrei um tema novo a juntar a estes que enunciei. O assunto é precisamente este: os jornalistas. Já não tinham grande fama, mas o “nosso” Carrilho veio à praça pública lançar a grande suspeita. E logo o pessoal recupera velhos ódios e ressentimentos à mesa do café. Vêm as velhas teorias da conspiração, com chorudos cheques e máfias actuantes: os partidos, as grandes empresas e os poderosos que mexem os cordelinhos numa teia de insondáveis desígnios. Ninguém escapa com vida. Nem o crítico de cinema. Na “idade da desconfiança” o homem aproveitou a onda e pôs o fogo na mecha. Por certo está satisfeito.

Tertúlia literária (30)

por Pedro Correia, em 26.05.06
- Não quero ser intrometido, mas você está a ler esse livro do José Rodrigues dos Santos de pernas para o ar.
- Não há problema: é assim mesmo. Estes jornalistas, quando escrevem, aplicam sempre a técnica da pirâmide invertida.

Timor: aplauso ao Governo

por Pedro Correia, em 26.05.06
1. Levantam-se já umas vozes na blogosfera apelando à suspensão dos laços de cooperação entre Portugal e Timor-Leste. Vozes de esquerda, sobretudo – o que me parece revelador de uma compreensível má-consciência histórica. Foi a esquerda radical que em 1975 entregou os timorenses nos braços do invasor indonésio, nada fazendo nos anos imediatos para minorar o drama de um povo que se considera nosso irmão.
2. Agiu bem o Governo em ignorar estas vozes, remetendo para Timor-Leste mais de uma centena de efectivos da GNR. Um envio que aliás já tinha sido pedido, poucos dias antes de rebentar a actual crise, em entrevistas do primeiro-ministro Mari Alkatiri (ao Diário de Notícias) e do ministro dos Negócios Estrangeiros, José Ramos-Horta (ao Público).
3. Estive em Timor há dois anos e pude verificar como a presença da GNR era muito bem acolhida pela generalidade dos timorenses. Dadas as responsabilidades históricas de Portugal no jovem país, esta cooperação é moralmente obrigatória e politicamente recomendável. Criticá-la em nome da necessidade de conter despesas ou pelo facto de Díli se encontrar a 15 mil quilómetros de Lisboa é pura miopia política. A defesa dos interesses estratégicos de Portugal não se esgota no perímetro da Europa comunitária: pelo contrário, estende-se a todos os países que partilham os nossos mais profundos valores culturais, expressos na língua portuguesa.
4. A defesa destes interesses estratégicos implica a urgente criação de um contingente militar no âmbito da CPLP, capaz de acorrer a situações de emergência sempre que para tal for solicitado por um dos países membros, no estrito quadro da legalidade internacional.
5. País entalado entre duas potências regionais (Indonésia e Austrália), Timor-Leste adoptou a língua portuguesa como idioma oficial e o Direito de raiz portuguesa como matriz jurídica. A ligação histórica a Portugal (e, por extensão, ao conjunto dos países que integram a CPLP) é um elemento estruturante da identidade nacional timorense. Temos a obrigação histórica – que devemos encarar como um imperativo político – de não virar novamente costas a um povo que esquecemos demasiadas vezes no passado. E de acentuar a cooperação com Timor em diversas áreas – a começar na educação e formação de quadros, onde o balanço destes últimos quatro anos é largamente positivo. José Sócrates, felizmente, não ouviu o apelo daqueles que o incentivam a governar com vistas curtas no domínio das relações externas, tomando a decisão mais correcta. Os timorenses agradecem. E as centenas de portugueses que lá residem – apostando em Timor como terra de futuro – também.

Informação em crise

por Pedro Correia, em 26.05.06
Já disse e repito: é impressionante a passividade como a gravíssima crise timorense está a ser recebida pela generalidade dos órgãos de informação nacionais. Há meia dúzia de anos, seria impensável que os principais jornais, rádios e televisões deixassem de enviar repórteres a Díli para cobrir os acontecimentos. Em tão pouco tempo, tornou-se flagrante a falta de investimento em reportagens próprias, que fariam toda a diferença: excepto a Lusa e a RTP, que mantêm delegações em Timor, estamos dependentes de agências internacionais de informação, abdicando de um olhar português sobre esta nova onda de sobressalto em Timor. Um sintoma claro da crise que por aí grassa. Pudessem os repórteres ir a convite de uma entidade oficial, poupando o dinheirinho da viagem às entidades patronais, e não faltaria um avião cheio...




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