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Emblemas na lapela

por Francisco Almeida Leite, em 10.02.08
"Uma pequena multidão descobriu as maravilhas da monarquia, muda o nome de Ataíde para Athayde, de Rui para Ruy, passeia o seu blaser nos grandes escritórios de qualquer coisa burocrática que eles acham que não é burocrática, negócios, auditoria, advocacia, aconselhamento fiscal, project finance, com o emblema da Causa Monárquica na lapela, dobrando a voz todas as vezes que diz Senhor, como em Senhor Dom Carlos, indo a missas para esconjurar os jacobinos e os carbonários, convencidos de que os regicídas eram a encarnação da Al-Qaeda da época e que Portugal seria um grande país caso não houvesse aqueles tiros junto ao Tejo".
José Pacheco Pereira, a falar de quem..? Quem tem amigos como JPP não precisa de inimigos...

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23 comentários

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De António a 11.02.2008 às 14:39

FAL, o Pacheco Pereira tem razão. Esta recente choradeira sobre o Senhor Dom Carlos (assim mesmo ;) é das coisas mais ridiculas a que tenho assistido neste País. Falta o Eça para retratar a coisa... E Ruys e Athaydes, é o que não falta por aí.
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De j.c. a 11.02.2008 às 11:48

Pelo contrário, acho que ter José Pacheco Pereira como amigo é um privilégio. Não é o meu caso. Acredito até que ele seja um chato e é natural que muitas vezes se esteja nos antípodas das ideias, mas não tenho dúvidas de que é enriquecedor.
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De Rafael Marques a 11.02.2008 às 11:17

O que é triste nesta história é que o FAL e os amigos dão um bom retrato do mundo onde se movem. Defesa corporativo-amiguista em que não se concebe que duas pessoas distintas tenham a mesma opinião sem ser por serem amigas ou terem interesses comuns (defender o emprego, no caso concreto).

Aliás, neste caso, nem se trata de opinião, é o simples registo de um facto: saber se alguém disse ou não disse uma coisa.

O facto é que não disse e que a notícia, ao dizer que disse pretende única e exclusivamente criar um facto politico. O que é triste e preocupante atendendo ás vossas responsabilidades.
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De Anónimo a 11.02.2008 às 09:08

Caro fal aconselho-o, se a isso me permite, não desgastar as suas energias com estes pseudónimos tão brilhantemente identificados.
Nota-se francamente que a Kelly arruma a rita na arena em menos de um tremoço. Dá-me a nitida sensação que a menina rita se limita a receber por email os comentários que deve vir aqui postar sempre que o assunto toca aquilo que se interpreta e BEM das palavras que o outro disse.
Quanto a si Miss Kelly continue a bater com a cabecinha pouco pensadora precisamente nesse ponto. Estou certa que conseguirá em breve uma de duas coisas: partir a dita da cabecinha pouco pensadora deixando irremediavelmente fugir o único neurónio habitante de tal espaço ou abrir o buraco onde já se devia ter enfiado há muito.
Be happy dear
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De boemundo a 11.02.2008 às 02:18

Não tenho a ilusão de convencer os defensores de Pacheco Pereira a abandonarem a defesa dos erros de Pacheco Pereira. E por isso estive tentado a escrever "Qual vídeo, qual quê?! Pacheco Pereira é claro ao escrever no seu blog que tipo de comissão de ética defende." Olha, e não é que escrevi mesmo?!

Mas, enfim, Kelly e Rita, só para vos fazer o gostinho, lá fui ver o vídeo. E o que diz Pacheco Pereira (no vosso iluminador vídeo) relativamente à constituição que defende para a comissão de ética? Literalmente isto: "por antigos presidentes da Assembleia da República, por personalidades que têm real independência em relação aos aparelhos partidários".
Agora que vos fiz a vontade, que tal fazerem-ma a mim, indo ler o que Pacheco Pereira escreveu no seu blog? Eu dou uma ajuda, para o caso de ficarem ofuscadas pelo brilho da escrita no momento em que ele defende a sua comissão de ética. Escreve Pacheco Pereira: "constituída por personalidades parlamentares, passadas e presentes".
Coerente com o que diz no vídeo, não? Basicamente a mesma coisa, não? Estamos de acordo, não?

Ora, portanto, o que vos causa uma severa alergia intelectual é o uso do adjectivo "extraparlamentar" para qualificar esta putativa comissão defendida por Pacheco Pereira.
A mim, causa-me violenta urticária, sim, ler acusações de desonestidade feitas por pessoas que não se dão ao trabalho de expor qual é, então, a via da honestidade. Por isso me interrogo, caras senhoras, sobre qual será o adjectivo que consideram honesto para qualificar a dita comissão.

Pode ser só um palpite, mas não me parece que "pseudoparlamentar" seja do vosso agrado. "Próparlamentar", talvez vos faça lembrar demasiado a causa sindical dos polícias. "Pósparlamentar"? Não? Claro que não, claro que não... E "superparlamentar", "hiperparlamentar", "megaparlamentar"", ou "gigaparlamentar"?... Pois, compreendo, demasiado grande superfície comercial, não é? E então "retroparlamentar"?... Ok, AR demodé, sim, concordo... A "gerontoparlamentar" falta-lhe, quiçá, vitalidade. Não me digam que gostariam mesmo é de "supraparlamentar", mas que, enfim, confere uma imagem demasiado extraordinária para o vosso gosto?...
Já sei, já sei! "Parlamentaríssima"!!!... Não está mal, não, senhoras, mas será deveras a única via honesta? Eu, por exemplo, adoro "antiparlamentar", até porque seria a única maneira de a comissão ser eticamente consequente.
E que tal um compromisso? Que tal, hem?... Sugiro "semiparlamentar"... Não? Também não serve?!? Então, a história de personalidades passadas e presentes? Não?... Bom, se não dá mesmo, já me escasseiam os prefixos... Esperem lá, esperem lá, dá para compor: "semi-extraparlamentar"! De maneira nenhuma?!?... Foge, que é difícil parlamentar convosco!...

Pronto, pronto, já que chegámos a esta situação de garrafa meia vazia, as senhoras ganharam. Dêem lá um toque ao Pacheco Pereira, para ele defender que as personalidades parlamentares presentes presentes na sua comissão serão sempre metade mais uma de todas as personalidades presentes na comissão, quer presentes quer passadas. Confusas?... Já calculava. É assim: que ele diga que os deputados na comissão deverão ser sempre a maioria e os não-deputados a minoria. Está bem?...
Vá, assim podem ficar com uma comissão "semi-intraparlamentar", e não se fala mais nisso.
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De FAL a 10.02.2008 às 20:41

Vocês as duas são amorosas, mas a mim não me dão a volta.
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De Kelly junior a 10.02.2008 às 19:34

Vou ser chatinha porque não gosto de tanta desonestidade. O filme que indico não é para mim, mas para si que disse que não o queria ver e para os que leram o que tinha escrito chegando a ameaçar que tinha gravações e agora que elas apareceram não as quer ver. Percebe-se que o incomoda o filme que está aqui http://videos.sapo.pt/comolidar
Já agora a má fé está em atacar o Pacheco Pereira com alguma coisa que ele não defendeu e nunca disse e apoiar-se numa resposta do PS que não quer é o controlo dos deputados e das incompatibilidades. Mau jornalismo defendido corporativamente serve para justificar os que não querem mudar nada.
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De rita a 10.02.2008 às 19:33

hum ... já vejo aqui uma inflexão interessante: AO CONTRÁRIO DO QUE DISSE A JORNALISTA PAULA SÁ E REITEROU O FRANCISCO ALMEIDA LEITE, JPP NUNCA DEFENDEU A EXISTÊNCIA DE UMA COMISSÃO DE ÉTICA EXTRA PARLAMENTAR.

Vale a pena ser chatinha.
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De FAL a 10.02.2008 às 19:21

O filme do colóquio? Mas então você não diz que esteve lá e que até viu o PC na mesa, a moderar? Então é preciso um filme? Eu também lá estive e repito às meninas Kelly e Rita (que chatinhas me saíram): JPP não falou expressamente em Comissão de Ética Extra-Parlamentar, mas num órgão que seria composto por ex-presidentes da AR, ex-deputados e outras figuras de relevo de fora do Parlamento. Ora, acompanham-me, se não estão no Parlamento e não são eleitos, é o quê? Uma comissão "Intra-parlamentar"?
A jornalista em causa fez uma interpretação perfeitamente correcta, porque disse que JPP defendia uma comissão de COMPOSIÇÃO EXTRA-PARLAMENTAR. E não defendeu outra coisa, o problema é que o PS lhe caiu em cima no diz seguinte e ridicularizou a ideia. No PSD ninguém a comentou. Se tivesse pegado, ele tinha adorado...
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De rita a 10.02.2008 às 19:16

Mas vamos ao que interessa: O que o FAL e a sua colega "jornalista" dizem sobre opinião expressa por JPP é verdade ou é mentira?

É que me parece que essa é que é a questão, ou não?

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