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O último referendo

por Pedro Correia, em 04.12.07
A derrota do golpe de Estado constitucional que Hugo Chávez tinha em marcha por via referendária foi uma boa notícia para a Venezuela? Foi. E deve deixar os venezuelanos descansados? Não. O próprio presidente advertiu, logo após ter conhecido os resultados, que o projecto de Constituição destinado a conferir-lhe poderes equivalentes aos de um monarca absoluto acabará por passar, de uma forma ou de outra. A única certeza que temos, a partir de agora, é que os referendos chegaram ao fim: Chávez jamais correrá o risco de uma nova humilhação eleitoral. Até para evitar ser expulso do círculo de amigos íntimos de Fidel Castro.
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Ler também:
- O referendo na Venezuela, do Tiago Barbosa Ribeiro, no Kontratempos
- Venezuela, e agora?, do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas
- Venezuela, dia seguinte, do Francisco José Viegas, n' A Origem das Espécies
- Azar de Chávez, de João Miranda, no Blasfémias
- Imprevisibilidade, do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos
- "Nestas condições", do Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado
- A liberdade está a passar por aqui, de António de Almeida, no Direito de Opinião
- Lo han callado, de Carlos do Carmo Carapinha, na Atlântico



7 comentários

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De Anónimo a 05.12.2007 às 14:44

Eu acho espantoso que haja quem leia o 'Granma'.

A não ser em rilhafoles.
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De Pedro Correia a 05.12.2007 às 13:36

Acho espantoso que haja quem leia o 'Granma' e o aponte como exemplo de informação.
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De j.c. a 05.12.2007 às 11:22

E o No? O que é que o Ni diz disto?
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De Anónimo a 05.12.2007 às 09:38

Os íntimos de Fidel são os que vão comer umas papinhas Cérélac com ele?
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De Cristina Ribeiro a 05.12.2007 às 09:30

A única coisa que posso dizer, convictamente, é que se fosse emigrante portuguesa na Venezuela, me vinha embora.
É certo que as coisas por aqui também estão a enegrecer cada vez mais... ;é aquela história "foge cão, que te fazem barão- para onde, se me fazem conde...".
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De Anónimo a 05.12.2007 às 00:01

Eu julgava que o Pedro via o mundo a preto e branco, afinal enganei-me vê tudo a preto. Lembre-se dos referendos para adesão ao euro e à UE, na Dinamarca e na Noruega, e nas reacçóes subsequentes dos grandes democratas europeus e depois então dia o que quiser de Chavez... e já agora de muitos líderes europeus
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De Luis a 04.12.2007 às 23:11

Hugo Chávez: a Revolução
demonstrou sua ética
POR JUAN ANTONIO BORREGO — enviado especial
CARACAS, 3 de dezembro.— A votação do referendo constitucional ontem na Nicarágua demonstrou a ética da Revolução bolivariana, afirmou o presidente Hugo Chávez em coletiva, após conhecerse a estreita vitória do Não.
Por agora não pudemos, expressou Chávez, quem destacou que a institucionalidade do país ficou demonstrada. Isso assinala o caminho à oposição para que deixem os saltos ao vazio e os caminhos da desestabilização e a violência, assinalou.
Estamos preparados para uma batalha longa, disse o presidente após conhecer-se os resultados, tornados públicos pela presidenta do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena.
As reformas a 69 artigos e 15 disposições transitórias foram apresentadas em dois blocos. A presidenta do Conselho Nacional Eleitoral informou que 50,7% dos participantes votou pelo Não e 49,29% a favor do primeiro grupo de leis, enquanto o segundo grupo obteve 51,05% do Não frente a um 48,94% do Sim.
O fato de que 49% tenha votado pelo projeto socialista é um grande avanço político e continuamos na batalha construindo o socialismo, no âmbito que nos permite a Constituição, destacou o presidente. Esta proposta continua viva e continuaremos trabalhando para conseguir a máxima inclusão social e igualdade.
Chávez remarcou o índice de abstenção, 44,11 e advertiu que se tivessem trabalhado com os três milhões de pessoas que no passado ano lhe deram o voto na eleição presidencial, e que esta vez não votaram, o resultado tivesse sido outro.
Cumprimos com nossa Constituição e com nossa consciência. De jeito nenhum tivéssemos aceitado uma vitória pírrica, sublinhou.
Vamos ampliar e aprofundar a perspectiva e conteúdo do processo de construção da Venezuela socialista, para incrementar no possível a rapidez estratéfica das mudanças de uma Revolução em processo de madureza, afirmou Chávez.
http://www.granma.cu/portugues/2007/diciembre07/lun3/49Chavez-p.html

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