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António Ferro, por Rita Ferro

por Vasco M. Rosa, em 08.01.17

Importa elogiar abertamente a afeição, a coragem e o desassombro de Rita Ferro em chamar o avô a um aqui e agora que teima em ser-lhe tão indiferente.

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Geringonça

por Vasco M. Rosa, em 26.12.16

O cenário da comunicação ao país do sr. PM na noite de natal é o verdadeiro exemplo da geringonça. Que linda sinceridade!!!

Que dirão daquela indigência visual os «artistas plásticos» e «os agentes culturais» que correram a um almoço em cervejaria de beira-rio a festejá-lo? Não poderiam eles, se contratados, fazem melhor? Certamente que sim.

Ah, e como devem estar aborrecidos agora, que em tantos aspectos foram abandonados como restolho que já não serve pois o assalto político foi consumado? Eles sim, ajudaram a montar a geringonça que os deixou para trás, em favor do aparelho politico.

O MNE refere-se à concertação social como «feira de gado» e continua em funções? Claro, basta que AC venha sorrir e dizer umas graças à moda dele, para que tudo siga adiante, sem arestas.

QUe 2017 seja melhor para todos nós, senão estaremos fritos.

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O banco da verdade

por Vasco M. Rosa, em 20.12.16

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Não é dia de chover no molhado, porque felizmente não cai chuva e Lisboa livra-se por isso de mais complicações do que as que já tem em matéria de trânsito.

As obras do dr. Medina não são já um teste à paciência dos lisboetas, mas um teste à sua capacidade de tolerância diante duma ocupação do espaço público por obras que avançam por toda a parte ao mesmo tempo mas sem aquela rapidez e finalização que seria desejável. Quem sabe, o motivo é demorar para que se perceba que coisas estão a ser feitas... Infantilidades políticas, irresponsabilidades de todo o tamanho...

Por exemplo, não se entende que bancos colocados entre Campo Pequeno e Entre Campos, libertos dos plásticos que os envolviam há dias, fiquem agora sujos de pó e lama sem que um único e simples operário, numa hora ou duas de trabalho, no máximo, os limpe convenientemente, do primeiro ao último!

Isso simplesmente prova que as obras decorrem sem qualquer supervisão que as obrigue a resultados efectivos e consolidados para benefício imediato do povo. Havendo direcção de obra por parte da CML,  jamais seria tolerável, mais que umas horas decorridas, que os bancos que as fotografias apresentam ainda estivessem por limpar. (Mas que profissionalismo é esse?!...)

Quero ver o dr. Medina todos os dias a acompanhar a obra que deixa à Cidade para se fazer eleger (pela primeira vez), como espera conseguir. Sem isso, é um magnífico demagogo que não sente a vida do quotidiano da cidade que ele pretende governar. Ora isso...!

Vá lá com o paninho limpar os bancos — se não tiver quem o faça por si...

 

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No Brasil não há pesar que lhes diga respeito

por Vasco M. Rosa, em 04.12.16

Não há que duvidar: a fotografia das exéquias de Fidel Castro mostra tudo e todos, a quem queira ver. Lula e Dilma no seu melhor. E sempre bem acompanhados.

 

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Do carisma

por Vasco M. Rosa, em 01.12.16

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Amigo meu fotografou JS na gare do Oriente à espera dum comboio para o Porto. Apanhei-lhe esta fotografia para a mostrar aqui porque acho que ela demonstra a falácia narrativa, ou a narrativa falaciosa, do soi disant carismático político e filósofo político.

Quem conhece o lugar perceberá ainda melhor, mas temos à direita o resguardo da escada rolante, significando que por ali sobem os passageiros, que tendencialmente esperam a chegada do comboio para perceberem onde entrar (raramente há assistentes da CP no cais). Seria natural que algumas pessoas se ficassem por ali mesmo, nessa expectativa. Todavia, o desagrado pela figura do político acusado de corrupção e por aí fora, é tão forte e evidente, que ninguém quis ficar por ali. Foram para longe: umas, perto das outras por afinidade, ou não, mas ninguém está perto de Sócrates — e a menos duma meia dúzia de metros. 

Havendo carisma, não restem dúvidas: é do mais negativo que pode haver. 

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O poder ilusório

por Vasco M. Rosa, em 10.11.16

Veio na honorável secção «Gente» do semanário Expresso da semana passada, mas ninguém ainda veio responder, talvez porque o silêncio e o deixar passar sejam o bom remédio para as maleitas habituais de quem pretende manipular este mundo e o outro.

A propósito do lançamento do inacreditável livro de JS, promovido aos sete ventos e com autocarros transmontanos despejados de gente que vinham numa excursão benemérita à capital, como o CM provou, diz então o Expresso que o livro da Sextante foi anunciado a uma mailing list partidária que compreensivelmente não poderia conhecer.

E isso é algo que devia incomodar o editor, seja ele João Rodrigues ou o chefe supremo Manuel Alberto Valente, mas nem dum nem de outro veio um pio de esclarecimento ou refutação, talvez porque toda a manobra mediática seja ela mesma mais determinante do que o livro em si, qualquer que seja o seu verdadeiro redactor.

Não é possível encarar seriamente o sector editorial e livreiro sem uma resposta capaz a esta dúvida lançada pelo maior semanário português. Pode ser, e acredito que seja, que a cumplicidade política — de anterior, curto ou longo prazo — tenha decidido certas coisas que devem repugnar homens livres.

Mas a liberdade, importa dizê-lo, não é sonho ou verdade de quem apenas ambiciona uma coisa: poder. Por mesquinho, inútil, vil, covarde, insignificante que seja.

É triste, é fado — mas é uma merda. A merda que temos e prevalece. Sem carisma de espécie nenhuma, afinal.

Estão bem uns com os outros, riem, abraçam-se, continuam. São a nossa vergonha, mas abeiram-se dos panteões, porque não sabem nem sonham para lá de si mesmos, numa voracidade delirante. 

Não ter a mínima ilusão sobre eles é indispensável a gente livre e recta, correcta.

O Sextante, invenção portuguesa, é desonrado por eles. Envergonhar-se-iam se fossem capazes! Mas simplesmente não são... A louca presunção de que são Alguém impede-os dessa honestidade sincera. 

A ambição dos pequenos é serem grandes. Os grandes são-no simples, modestamente. É a diferença que não podem entender. Por mais livros que digam ter lido...

 

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A pilhagem do bom senso

por Vasco M. Rosa, em 20.10.16

Vindo da Junqueira pelas 19h demorei exactos 100 minutos, 1h40, a chegar ao meu destino, pelas Portas de Benfica, apanhando dois autocarros, 742 e 746, via São Sebastião.

O tempo que demoraria caso morasse em Coimbra e apanhasse o alfa pendular... Coimbra!!

Depois, li no Público do dia 15 — que tinha aqui para refolhear e deitar para o lixo — a explicação disto tudo dada pelo sr. conselheiro de estado Prof. Francisco Louçã: «os serviços públicos estão a sofrer o preço da pilhagem pela troika».

É uma frase e tanto. Justificá-la já pode demorar uma eternidade, mas não sejamos exigentes... A demagogia política não exige fundamentação.

O que nós não queremos sofrer é a loucura desta geringonça, as 35 horas de privilegiados e impávidos funcionários do estado e outras serventias eleitoralistas com as quais se podem vencer eleições mas com as quais certamente não se faz um país onde prevaleça o bom senso e onde seja agradável viver.

A luta continua!

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Da dignificação profissional

por Vasco M. Rosa, em 08.10.16

Uma vez mais, ninguém deu o devido valor a José Sócrates. De facto, ao «pagar» 100 000 € a um escritor-fantasma, muito fez ele pela dignificação de uma profissão pouco reconhecida socialmente quando ela tanta se esforça por contrabalançar a mediania, a mediocridade ou o colapso na academia e na literatura do país.

Se o dinheiro não era dele, pois que o livro não o fosse também, decidiu; mas ajudou quem o podia escrever sem que ele se incomodasse demasiado, bastou-lhe decidir o título — o que é quase tudo.

Quem vai d'A Confiança do Mundo ao Carisma, merece mais do que o pouco lhe querem dar os invejosos deste cantinho... 

Que acrescente a bibliografia nacional com uma centena de novos tratados filosóficos e outros, e aumente ainda mais a recompensa desses discretos, fiéis e competentes serviçais.

Se não quiser transferir no banco, aceite-se pagamento em espécie. É até mais porreiro, pá!

 

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Lições brasileiras

por Vasco M. Rosa, em 21.09.16

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Por culpa da corrupção, do comunismo «moderno» e do PT/Lula, o Brasil vive uma situação desesperada que seria difícil de imaginar, mas mantém um único forte pilar democrático, que é uma imprensa livre, não estatizada, capaz de acolher diferentes posições ainda que, na guerra civil instaurada pelo radicalismo esquerdista, os grandes jornais sejam atacados em acções de rua que sob aparência de protestos acolhem destruidores da propriedade privada alheia (claro).

A Folha de São Paulo mostra com esta charge de Allan Sieber que acolhe posições que desmentem o rápido rótulo de imprensa golpista.

Imaginemos que seria José Sócrates (ou AC) no lugar de MT, e saltariam virgens histéricas a atacar um dos mais importantes jornais de língua portuguesa.

E quando digo virgens histéricas não me refiro a FC, BB ou ALC.

A cada qual a sua liberdade.

Prognósico só no fim do jogo.

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O caso fede

por Vasco M. Rosa, em 10.09.16

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Pelos vistos, JS acusa o juiz CA de «abuso de poder».

É curioso.

Também há quem perca eleições e diga que as ganhou...

Não admira, por isso, que quem seja acusado queira ser acusador. É parecido.

E há ainda mais: a memória duríssima do que JS fez enquanto governante. Grandes tempos... em que o abuso de poder nunca foi cometido. Quem esqueceu esse paraíso na terra?!

Que ele indique alguém como abusador de poder dá-nos uma boa ideia da sua total irresponsabilidade, para dizer o mínimo.

Diga-se o mínimo, que no caso já basta.

O assunto fede. Ainda que alguns não lhe sintam o cheiro...

 

Ah, outra coisa: muito interessante, que o ministro ASS tenha sido — de acordo com a imprensa — figura de grande destaque no aniversário de JS. Já ninguém se surpreende, já ninguém se indigna com um ministro na festa privada dum político indiciado de crimes graves?

Eh pá, isto está mesmo lindo... Que democracia nunca vista!

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Variantes e contradições

por Vasco M. Rosa, em 05.09.16

images.jpegHá coincidências fulgurantes.

O director do Museu Nacional de Arte Antiga reconhece riscos graves por falta de vigilantes no principal museu patrimonial do país, o ministro da tutela embarca dois ou três dias com o PM para uma «visita de Estado» sem agenda produtiva — quanto custará: 200 mil euros?  — mas de simples cortesia para com atletas para-olímpicos e uma exposição em Bienal num país virado do avesso por crise política e de regime. Só o valor dessa inutilidade, pagaria muita segurança e assistência em museus do estado. Mas isso!

Não há como acudir a instituições nacionais — mas fica muito fino oferecer avultados meios para restaurar um museu brasileiro, que só muito remotamente, sejamos lúcidos, tem a ver com Portugal. (Se arder algum em Portugal, teremos simétrico apoio brasileiro?: duvido!)

No mesmo dia em que aterram S Exas., industrial de prestígio no ramo do calçado lamenta não conseguir vender um único par de sapatos no Brasil, embora os venda facilmente por este mundo afora e noutros, se acaso houvessem. Disso, o PM não cuida, não trata. Não lhe interessam miudezas...

Há botas que AC não descalça porque crê bastar-lhe sorrir e fazer umas piadolas — como aquela do salto do coelho de Amadeo de Souza Cardoso mostrado a MSR em Paris.

Lembram-se? Pois. É isso mesmo, mas com variantes...

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A imprensa não pode ser livre

por Vasco M. Rosa, em 01.09.16

Ontem à noite a sede do melhor jornal de língua portuguesa — a Folha de São Paulo — teve de ser protegida pela polícia por causa duma manifestação pró-Dilma.

Uma imprensa livre, não estatitizada, incomoda os pseudodemocratas.

Se alguém tinha dúvidas, ficou sem elas.

 

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A inspiração é a de sempre

por Vasco M. Rosa, em 28.08.16

Nada melhor do que não ter de escrever nada ou muito pouco, quando as imagens dizem tudo ou quase tudo acerca dos modos como algumas pessoas fazem (ou acreditam que fazem) política (que tendem a confundir com barbarismo ou clubismo), quando haveria de ser o que etimologicamente representa.

Não foi por acaso ou exclusão de partes, por ausência doutros modos e talentos, que o PS escolheu JG para seu porta-voz, mas pelo facto de que ser o mais activo clone de JS, cuja sombra se estende cada vez mais sobre esse partido cuja direcção só aparentemente se afastou dele, pela mais cínica conveniência, mas não por nojo ou vergonha. Aos poucos, indirectamente ele está a voltar, como pode.

Um partido cujas figuras cimeiras são António Costa, Ferro Rodrigues e Carlos César, que pode ele dar a um país, qualquer que seja — e ao nosso, em primeiro lugar? Sim, é disso que se trata.

Claro que Galamba conta ter o seu cunhão e recanto aprazível nesse hipotético apogeu socrático e está a fazer por isso, mostrando-se animal feroz quando o dito cujo está no limbo.

A inspiração é a mesma ou comum, e é isso que importa.

Agradeçamos a JG a clara sinceridade desse estado das coisas...

Na imagem, o deputado em funções de trauliteiro, quando o dito foi comandar a diplomacia.

 

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Políticos urbanos

por Vasco M. Rosa, em 21.08.16

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E lá se vão as olimpíadas — e nós com um Tejo que poderia ser um bom campo de treino para campeões de desportos aquáticos, e o que vemos é um rio sem barcos de desporto onde agora estacionam por pouco tempo navios de cruzeiro. 

Não poderíamos nós ser um tanto melhor nessas disiciplinas desportivas se houvesse algum discernimento e incentivo público? Aqui ao lado passam ciclovias que ninguém usa mas são a moda urbana, ou melhor dizendo, a moda da política urbana, ou para ser afinal exacto, a moda dos políticos urbanos, e que custam muito mais — ah, bastante muito mais — do que embarcações em clubes para facilitar boas horas livres e no meio delas algumas vocações desportivas e olímpicas.

Ah, mas isso seria pedir demasiado, particularmente a um domingo...

 

 

 

 

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Fez-se anunciar

por Vasco M. Rosa, em 09.08.16

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Dizem as notícias que o goveno «vai mandar» para a ilha da Madeira um aparato especial para agir sobre o incêndio local.

A notícia não é de ontem, mas de há uma hora, e resulta da vinda do PM a reunião de gabinete de crise, vinda muito mais célere nas notícias do que a intervenção efectiva sobre um grave problema.

Primeiro anuncia-se que o sr. PM faz o especial favor de «interromper» as suas férias, quando o que haveria de ter acontecido — num país decente! — é que ele aparecesse ontem antes dos noticiários da noite e trabalhasse sem publicidade num problema desta gravidade, como lhe compete, sem qualquer propaganda associada.

Não foi o que fez. Percebendo o país aflito com esta labareda infernal, fez anunciar-se e demorou quase 24 horas a chegar ao sítio onde deveria estar desde o primeiro minuto.

O serviço público não é para todos.

 

 

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Aviso

por Vasco M. Rosa, em 04.08.16

Da próxima vez que me convidarem para alguma coisa (se convidarem!), vou logo perguntar qual é o valor do reembolso.

O valor e o prazo — se houver protesto ou denúncia... 

E se alguém quiser incomodar-me depois, há de aparecer um homem com fama de inteligente que vai determinar, mui democraticamente, claro, que o caso fica encerrado. 

(À las 5 de la tarde, como nas touradas, não sei se estão bem a ver...) A inteligência é isso!

Fazer parte duma associação republicana tem dessas vantagens: aparece alguém de cima que abafa tudo — não precisamos de nos preocupar.

 

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O humor não salva, mas...

por Vasco M. Rosa, em 02.08.16

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O exemplo da Livraria Lello

por Vasco M. Rosa, em 30.07.16

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Na quinta-feira passei entre dezenas de turistas pela calçada diante da livraria Lello do Porto, quando já estavam a baixar a tela oficinal na fachada em obras. A curiosidade dos estrangeiros é imensa, porque o edifício, nobre, construído por empresários privados, portugueses e franceses, livreiros e editores com oficinas próprias de qualidade superior, com os seus medalhões de louvor aos grandes clássicos da literatura portuguesa, é o tipo de loja que testemunha uma cultura comercial que se perdeu em grande parte, e que transcende em muito o ofício do livro.

A verdade é que a cobrança de entradas (cujo valor é deduzido em livros adquiridos) permitiu capitalizar a Lello com fundos que foram investidos em obras de restauro que nunca haviam sido feitas com essa profundidade e significado. É um exemplo e uma conquista que não precisou senão de quem quis visitar um templo de literatura e arte porque aí se sente num mundo melhor.

Viva a Lello e a cidade do Porto!

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Sem lei nem roque: o cabo da Roca

por Vasco M. Rosa, em 24.07.16

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Passámos pelo cabo da Roca, ponta mais ocidental da Europa e imã para muitos turistas. Depois da estrada de Colares até ali, chega-se a um local que tinha tudo para ser um pólo de capacidade portuguesa para espantar e surpreender quem nos visita. Mas o que ali temos — além da natureza admirável que nos calhou em sorte — é a absoluta prova de falta de bom senso e boa governança: além da falta de avisos preventivos de segurança, depois do fatal acidente de há um ano, é a ausência de limpeza, quando ali chegam por hora mais de cem pessoas. 

Fui ao posto de turismo dar conta da minha estupefacção e foi-me dito que a Câmara de Sintra tem sido repetidamente avisada e solicitada a prevenir e garantir esse cuidado de gentileza e civilidade que é o bom trato dos pontos turísticos, mas nada faz. Nada faz, e isso implica-nos a todos.

Não haverá na CMS — o seu presidente em primeiro lugar, pois claro! — quem vá ali ver o que aquilo precisa para ser um lugar de excelência? Será assim tão difícil?

Não me parece!!

 

 

 

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A parte a evitar

por Vasco M. Rosa, em 12.07.16

 

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Todos ficámos felizes com o jogo da final e o grande golo de Éder.

Foi uma brava hora de denodo e valentia, com Patrício nas redes a defender e os outros a darem quanto tinham. 

Mas depois veio a falácia política, que começa na falaciosa propaganda da TAP e acaba no feriado lisboeta que desvaloriza o resto do país, onde os jogadores não irão.

Mais ainda, é inaceitável que os atletas medalhados noutras competições não tenham tido o palco dos futebolistas, dando razão a quem diz que fado-futebol-fátima podem voltar desde que a serviço do «tempo novo». 

Enquanto isso, morrem aviadores num cargueiro aéreo em chamas, e o ministro da tutela escreve duas linhas de pesar — e já está...

Quando a bola vem com muito efeito, não é todos que a conseguem chutar na devida direcção.

Enquanto isso apodrece isso a que chamam república, ou ética republicana — uma monstruosidade.

 

 

 

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