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Quem pensava?

por Vasco Lobo Xavier, em 10.03.17

O Presidente da República está todo contente porque os prejuízos são muito menos elevados do que se pensava.

 

Pensava quem? Com base em quê?

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O milagre é de Graça Franco, não de Teodora Cardoso:

por Vasco Lobo Xavier, em 09.03.17

Em Portugal discute-se a imbecilidade. Há uns quantos dias que se fala do "milagre" referido por Teodora Cardoso. O dito milagre foi referido por Graça Franco, Teodora Cardoso limitou-se a responder à imagem invocada pela jornalista. E cheia de razão. Cheia de razão Teodora Cardoso.

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António Costa resolveu atacar o Conselho de Finanças Públicas e Teodora Cardoso, dizendo que as suas previsões teriam sido um “monumental falhanço” e deixando cair ainda que as previsões da Comissão Europeia teriam falhado também, que só as do governo estavam certas. Depois vieram os habituais cães de fila dizer o mesmo. A coisa, para lá de ser mentira, é de uma imbecilidade total.

 

A verdade, verdadinha, é que as previsões do governo da gerinçonça foram as únicas que falharam pois não foram concretizadas na execução orçamental.

 

Quando o Conselho de Finanças Públicas passou o ano a dizer que o Orçamento de Estado para 2016 era irrealizável estava cheio de razão e acertou no que disse pois a execução orçamental não tem nada a ver com as previsões do governo no OE para 2016. O governo fez coisa completamente diferente do que tinha previsto no orçamento, pelo que não pode gabar-se das suas previsões.

 

É uma pena que neste país não se discuta com seriedade a execução orçamental para que todos pudessem ver desmontado mais este embuste que a gerinçonça, apoiada pelo PR e defendida pela generalidade da comunicação social, tenta impingir aos portugueses.

 

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Pequena correcção:

por Vasco Lobo Xavier, em 10.02.17

Ministério das Finanças acusa CDS de assassinato político do carácter de Mário Centeno. Erro jurídico do Ministério das Finanças (mais um, nesta polémica): não se pode assassinar quem já se suicidou publicamente.

No limite, será profanação de cadáver.

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Este país deve ter o que merece. Só pode.

por Vasco Lobo Xavier, em 22.11.16

Por motivos que não interessam tenho andado um pouco alheado do mundo em geral e do mundo miserável da política nacional em particular.

 

Vamos lá ver se eu percebi bem o que se passou nos últimos dias. A Carris, essa empresa de transportes públicos que serve Lisboa e alguns municípios adjacentes e que é conhecida por dar prejuízos à doida e anualmente, foi entregue pelo Governo socialista apoiado pela geringonça à Câmara de Lisboa socialista de Medina. Foi dada. Toda? Não! Uma dividazita de mais de 800 milhões de euros que a empresa tinha ficou no Estado português, para ser paga pelos contribuintes, do Minho ao Algarve, que já têm de pagar os transportes públicos das suas terras.

Recebida a Carris pela Câmara de Lisboa socialista, o seu Presidente anunciou de imediato que estava preparado para gerir a empresa e proclamou que o passe navegante para idosos baixaria de 26,75 euros para 15 mensais (aí uns 45% de repente) e que passaria a ser gratuito para crianças até 12 anos (era até 4 anos).

Pretende ainda o presidente socialista de Lisboa contratar uns 220 motoristas e adquirir 250 novos autocarros, para lá de outras coisitas.

Está portanto preparado para em Lisboa fazer a habitual gestão socialista, à custa do resto do país.

 

Fico espantado!... E não há um levantamento geral no país?!?... O país paga esta maluqueira toda da Lisboa socialista sem sequer ganir?!?... A comunicação social assobia para o lado?!?...

 

Este país tem o que merece!

 

 

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Aquela gentinha da Câmara Municipal de Lisboa resolveu fazer política internacional aproveitando o facto de ali estar a decorrer a Web Summit para colocar uns cartazes em língua inglesa. Logo a Web Summit. E escreveram no cartaz “brigdes” em vez de “bridges” para designar “pontes”. Em termos de política internacional (já não bastava a falta de pilhas no comando de Costa), a Câmara Municipal de Lisboa tornou Portugal numa anedota, num motivo de chacota em tudo o mundo. Em todo o mundo? – Não!... A comunicação social portuguesa tem escondido dos portugueses o feito.

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Coisas que eu não consigo mesmo perceber...:

por Vasco Lobo Xavier, em 03.11.16

A geringonça socialista, bloquista e comunista passa a vida a criticar o aumento de impostos do Governo anterior, que teve de gerir a bancarrota Sócrates.

 

Mas a geringonça (agora a mandar) não baixa os impostos.

 

E a comunicação social não se dá conta desta evidência!...

 

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"Há uma pressão sobre os médicos para que sejam restritivos na solicitação de colonoscopias" (de José Cotter, Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia).

Hoje em dia ninguém liga.

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Percebo quase tudo mas...:

por Vasco Lobo Xavier, em 03.11.16

... que um repórter especialmente destacado para os EUA diga que lá "as críticas ao FBI são consensuais, excepto entre os Republicanos" (SIC N, 00h17) é simplesmente extraordinário.

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Este país é simplesmente extraordinário…:

por Vasco Lobo Xavier, em 02.11.16

Tenho tido pouco tempo para noticiários mas ontem e hoje escutei ao longe algumas coisitas ao longe. A generalidade das televisões passeou-se pelos cemitérios, para dar eco da melhoria do negócio das floristas dado este governo ter reposto o feriado do dia de todos os Santos, o que teria permitido também às pessoas deslocarem-se ao cemitérios, bem como do facto de as pessoas poderem ir, assim, aos cemitérios, por ser feriado. Estava tudo muito melhor, para as pessoas e para o negócio, do que no ano passado, que teria sido terrível.

 

Eu acho tudo muito bem, nunca aprovei o fim dos dias feriados, sejam eles religiosos ou nacionais (ou mesmo municipais), pela sua importância para as pessoas ou para a identidade nacional.

 

Estranho apenas que a ninguém, entrevistadores e entrevistados, tenha ocorrido que, no ano passado, o dia 1 de Novembro se deu a um domingo…

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Simplesmente extraordinário...:

por Vasco Lobo Xavier, em 02.11.16

Ouvi distraidamente na SIC N uma das irmãs Mortáguas a discutir com Miguel Morgado e dizia ela que o PSD e o CDS não podiam criticar este OE, não tinham "autoridade moral" (seja lá o que ela entenda por isso) para criticar porquanto tinham feito a mesma coisa, cortes e aumentos de impostos.

Eu acho simplesmente extraordinário! Admite então Mortágua que este governo, com o apoio do BE e do PCP, está a fazer a mesma coisa que o anterior?!?... E aplaude e defende-o?!? É fabuloso...

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 Admito que possa parecer repetitivo mas vivia com esta curiosidade de saber se, efectivamente, e segundo o INE, o défice de 2015 teria sido mesmo de 2,98% do PIB, abaixo portanto das metas com que nos tínhamos comprometido em Bruxelas e fazendo-nos sair da zona do Procedimento por Défice Excessivo (PED). E achava estranho que a coisa não fosse falada e discutida.

 

Constança Cunha e Sá fez-me hoje a vontade no programa “21ª Hora”, na TVI24, aí entre as 21h42 e as 21h45.

 

Pena é que não tenha dito coisa com coisa perante uma Judite de Sousa que estava manifestamente a dormir ou a pensar desesperadamente em ir para casa descansar.

 

Aconselho o visionamento porque é uma delícia! Constança Cunha e Sá (CCS) começa o tema do seu comentário (sobre o assunto) pondo Assunção Cristas (AC) “a descer” por considerar uma “histeria” a forma como Cristas responsabilizava o actual Governo por se ter descoberto agora (foi o INE, acrescento eu…) que, em 2015, o défice ficou em 2,98% do PIB, ou seja, duas centésimas abaixo dos 3%.

 

CCS admitia que a “barreira” era “importante” mas considerava que fazer-se “um alarido por ficarmos abaixo por duas centésimas é ridículo” (não tendo explicado porquê).

 

CCS acrescentou que Assunção Cristas criticou o Governo socialista porque ele teria tratado mal toda a questão relativa ao Procedimento por Défice Excessivo (PED) mas, segundo CCS, não é por ficar duas centésimas abaixo que Portugal não incorre no PED como está ainda em discussão toda a matéria sobre as sanções por défice excessivo.

 

Terceiro ponto, adiantaria CCS, Assunção Cristas não criticava a Comissão Europeia por estar a pensar-se em sanções quando o défice ficou abaixo de 3%. De resto, concluía a iluminada CCS perante a sonolência da Judite de Sousa, o importante é que tudo indicava verificar-se uma tendência para que o défice para 2016 ficasse em 2,5% do PIB, pelo que o CDS não deveria estar a criticar nem a ressuscitar o défice de 2015: “parece-me uma trapalhada e Assunção Cristas tem que ter um mínimo de seriedade nestas coisas”, até porque haveria um problema com o buraco do BANIF (que não é chamado para estes cálculos, mas enfim…).

 

Parecia a CCS tudo escusado e acusou Assunção Cristas de se ter afastado do “essencial”, que seria a questão de apurar como pode a Comissão Europeia centrar-se nas sanções “por causa de umas décimas ou centésimas do défice”.

 

Ora bem…, eu tenho aqui tanta matéria-prima em bruto que nem sei por onde começar. Querida Constança: adulterando uma velha frase seguramente sua conhecida, por uma centésima se ganha, por uma se perde. E se for por duas a diferença fica mais acentuada. De forma que se o défice de 2005 foi de 2,98% do PIB, o importante, o “essencial” é que ele ficou abaixo da meta acordada: 3%.

 

Parece-lhe pouco e ridículo? – Mas é exactamente por estas margens que se vencem as competições! Era a “barreira importante” que era necessário vencer e ultrapassar.

Considera uma “histeria” e “um alarido” falar-se na conquista? – pois eu considero uma imbecilidade menorizar-se o feito dos portugueses, só porque a comunicação social e os comentadores não simpatizam com o anterior Governo.

Acha, Constança, que é mais importante a possibilidade (não demonstrada) de em 2016 o défice ficar em 2,5% do PIB do que saber-se que, em 2015, o défice ficou abaixo de 3%? Prefere duas pombas a voar?!?...

 

É claro, Constança, que não é por ficar duas centésimas abaixo do PIB que Portugal não incorre no PED, e que está ainda em discussão, na verdade, toda a matéria sobre as sanções por défice excessivo (até porque as contas e resultados foram ainda e apenas anunciadas pelo INE), mas se quer menorizar este resultado dos portugueses deveria preparar-se melhor e explicar a razão pela qual o faz. Até porque certamente pelo que acabo de dizer aqui é que Assunção Cristas não criticou a Comissão Europeia (para lá de que o CDS não faz parte daqueles partidos que se põem aqui aos berros contra a Comissão Europeia quando as coisas, calmamente faladas, obtêm melhores resultados).

 

Ademais, Constança, o seu raciocínio é incongruente e mostra-se em colisão com o que afirma: se o essencial é criticar a Comissão por se centrar em sanções apenas por uma ou duas centésimas de diferença, como pode criticar que se invoque que ficámos duas centésimas abaixo da meta estabelecida?!? Exactamente as duas centésimas em que se baseia para criticar a Comissão Europeia? Está a ver a estupidez, a irracionalidade dos seus raciocínios?

 

A meu ver, cara Constança Cunha e Sá, não é Assunção Cristas que navega numa “trapalhada” nem é ela que precisa de um “mínimo de seriedade”. Tem-se visto ao espelho?

 

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Desculpem a insistência...:

por Vasco Lobo Xavier, em 24.10.16

Há pelo menos três dias que se sabe que, segundo os cálculos mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, o défice de 2015 ficou-se pelos 2,98%. Abaixo dos 3%, portanto.

 

De resto, foi esse o valor enviado pelo Governo socialista para Bruxelas, em Setembro, no reporte que acompanha a proposta do OE para 2017.

 

Ora bem. Isto não interessa a ninguém?!?... A comunicação social não noticia, não comenta, não debate, não quer saber? Os jornalistas e comentadores não tratam o assunto? Preferem esconder a coisa? E ninguém tem vergonha na cara? Tive de gramar mais de 30 minutos de Marques Mendes e ele nem ao de leve se referiu ao assunto? Ando eu a perder tempo a folhear jornais, a ouvir noticiários na rádio hora a hora, a ver os canais (supostamente) de notícias e ninguém quer saber, ninguém diz nada?!?...

 

Só o CDS e Assunção Cristas alertaram para a vitória?

 

Mas que país é este? Que comunicação social é esta? Que jornalistas são estes? Que comentadores temos nós?!?... Ninguém tem vergonha na cara?!?...

 

Esta malta podia, ao menos, andar a negar a coisa, a apregoar que o INE não presta, que não sabe fazer contas, que o Governo socialista enviou esses dados para Bruxelas por erro, o que fosse! Mas diziam qualquer coisa! Agora… esconder a notícia?!?...

 

Isto é o maior insulto que poderia ser feito a todos os portugueses que contribuíram, com o seu esforço e sacrifício, para que o défice em 2015 ficasse, segundo o INE, abaixo de 3% do PIB. Em 2,98%, mais exactamente.

 

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Vamos lá ver: esta é a maior e a melhor notícia desta semana para os portugueses. Desta semana, do mês, do ano! Não há volta a dar, é uma notícia excelente! Ou, no mínimo, é uma notícia.

Qualquer ser normal esperaria que esta notícia fosse, primeiro, anunciada, dada, noticiada; e, depois, divulgada, debatida, comentada, apregoada. Até podia ser negada pelo BE, pelo Nicolau Santos ou pelo Galamba mas que fosse discutida, que fosse falada.

Como deveria ser debatido o facto de o Governo PS ter incluído esse défice de 2,98% do PIB no reporte que enviou para Bruxelas, acompanhando a proposta de OE para 2017.

Como deveria estar a ser discutido o facto de esse défice de 2,98% em 2015 apontado pelo INE ter sido escondido dos portugueses desde Setembro, escondido pelo INE e pelo Governo socialista.

É simplesmente extraordinário que isto não esteja a ser amplamente divulgado, discutido e comentado por todo o país.

O silêncio ensurdecedor que paira sobre os números indicados pelo INE (sublinho, para os mais distraídos: o ano de 2015 foi fechado com um défice de 2,98% do PIB) evidencia quão miserável e facciosa é a comunicação social portuguesa, bem como os comentadores que aquela paga.

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Tem sido escondido dos portugueses mas parece que o INE (Instituto Nacional de Estatística) recalculou o défice relativo a 2015 e chegou ao valor de 2,98% do PIB, excluíndo o BANIF, e isto vem já no reporte que se enviou para Bruxelas em Setembro (há um mês, portanto) com o OE para 2017. Não se percebe o silêncio sobre esta conquista do anterior governo que a todos os portugueses beneficia, bem como a Portugal.

 

Bem vistas as coisas e feitas as contas, o anterior Governo PSD/CDS, mesmo com a confusão gerada pelo PS, PCP e Bloco no último trimestre de 2015 (com todos os efeitos nefastos que isso provocou na confiança, no investimento, na economia e, consequentemente, no défice), conseguiu que se atingisse a meta e se cumprissem as regras europeias sobre o défice.

 

O facto do anterior Governo ter conseguido um défice de 2,98% em 2015 deveria ser festejado por todo o país, por todos os portugueses, anunciado por todos os órgãos da comunicação social, abrir os noticiários, deveria ser erguido como bandeira nacional, cá e em Bruxelas. Mas neste país miserável não é o que acontece.

 

O Governo PS escondeu o facto (provavelmente para apenas ser ele a mais tarde colher os louros por sair do PDE, ainda que prejudicando Portugal e os portugueses). O Bloco, o PCP e o apêndice também. A comunicação social fecha-se em copas ou desconsidera a efeméride.

 

Na verdade, agora que o CDS e Assunção Cristas anunciam esta conquista do anterior Governo e não mais é possível esconder a vitória, a comunicação social trata-a de uma forma simplesmente extraordinária: o Expresso anuncia na 1ª página que é o CDS quem “diz que défice de 2015 ficou abaixo dos 3%” quando, lendo-se a notícia, quem o afirma é o INE (e não um partido político), depois de refeitos os cálculos e vai no relatório enviado para Bruxelas. O Observador também se refere particularmente a Assunção Cristas, e só lateralmente ao INE. No Correio da Manhã nada é referido sobre o assunto e, no Público, a notícia é falseada e adulterada. Perante esta última, nem procurei mais.

 

O país é uma vergonha. O Governo esconde dos portugueses que estes conseguiram cumprir as metas do défice em 2015, apenas para colher os méritos de uma conquista realizada sob a governação anterior. Bloco e PCP fazem o mesmo. A comunicação social igualmente. Não se pode confiar em nenhum deles. Não têm o menor pudor em prejudicar o país e os portugueses para benefício próprio (quanto à comunicação social, desconheço do que beneficiará: apenas aumenta o seu descrédito).

 

E não percebo que o Senhor Presidente da República, sempre pronto a comentar tudo e mais alguma coisa, esteja calado sobre este feito dos portugueses em 2015, autenticado pelo INE e tendo de ser anunciado por Assunção Cristas, bem como sobre o feitio defeituoso do PS, BE, PCP e comunicação social, que escondem dos portugueses a vitória alcançada. Não percebo.

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Com três perguntinhas apenas...

por Vasco Lobo Xavier, em 20.10.16

Diz António Costa: "se tivéssemos margem já tínhamos acabado com a sobretaxa".

 

Perguntaria eu: se não tem margem, por que razão prometeu acabar com ela, e logo em 2016, para depois colocar em lei que seria a 1 de Janeiro de 2017, e nem isso? Não sabem fazer contas, no seu Governo?

 

Perguntaria ainda: se não tem margem, por que razão anda por aí a aumentar a despesa corrente como se não houvesse amanhã, escorando-se na receita de uma sobretaxa que já deveria ter terminado?

 

Perguntaria também: se não tem margem agora, momento em que apregoa ter acabado a austeridade, por que razão criticou tanto a medida quando foi criada?

 

Mas isto sou eu, que não percebo nada das funções que competem a um jornalista/entrevistador...

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A comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 20.10.16

À saída do encontro com o Presidente da República, o representante de Os Verdes disse aos pés de microfone que ali tentam passar por jornalistas que neste OE é removido o corte de salários feito pelo Governo do PSD/CDS.

A ninguém ocorreu lembrar que o corte de salários tinha sido feito pelo Governo do PS de Sócrates, que continha muitos Ministros que agora se passeiam novamente pelo poder. Pés de microfone, são o que são.

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Dúvida:

por Vasco Lobo Xavier, em 14.10.16
se se cria um novo imposto cuja receita reverte para a Segurança Social, quererá isso dizer que o PS, o PCP e o Bloco estão a admitir que algo está mal na sua sustentabilidade?

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Perante o descalabro do Serviço Nacional de Saúde, o Ministro da geringonça responsável pela área veio dizer que não pode fazer em um ou dois anos o que "os outros" não fizeram em 20.

Deve ter-se esquecido (tal como a generalidade da comunicação social) que, desde 1996, "os outros" foi quase sempre o Partido Socialista, se descontarmos os dois anos de Durão Barroso e os quatro anos do anterior Governo de coligação, que teve de governar com as dificuldades inerentes à bancarrota em que o PS deixou Portugal.

E, mesmo assim, como há pouco recordava Assunção Cristas na SIC, esse Governo recebeu o SNS com uma dívida de 2.000 milhões de euros e deixou-o em 2015 com apenas 400 milhões de dívida.

Esta, a dívida, com o desgoverno da geringonça, já aumentou para 700 milhões e continuará a aumentar até 31 de Dezembro.

Foi então que o Rodrigo Guedes de Carvalho mudou de assunto. 

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Notícias fantásticas:

por Vasco Lobo Xavier, em 24.09.16

O jornalista que mordeu o cão e Sócrates suspeita do Ministério Público e exige explicações.

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