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Manuela Ferreira Leite está contra um candidato autárquico porque considera que as suas afirmações fazem mal ao PSD.

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Canalha é sempre canalha:

por Vasco Lobo Xavier, em 20.07.17

Não tenho capacidade para falar de Américo Amorim. Cinjo-me à evidência de não ter nascido rico e ter criado enorme riqueza para o país, para ele também (obviamente), e criado inúmeros empregos. Não é pouco e devia ser louvado, ele e quantos mais fizessem o mesmo. Só por isso devia ser homenageado por todos. Menos pela canalha habitual.

"Bloco de Esquerda e PCP rejeitaram esta quarta-feira um voto de pesar pela morte do empresário Américo Amorim. O voto acabou por ser aprovado com votos de PS, PSD, CDS e PAN e a abstenção do PEV.

(...)

O Parlamento acabaria por fazer um minuto de silêncio em homenagem a Américo Amorim, respeitado por todos os partidos, sem exceção.

O empresário Américo Amorim, que nos últimos anos surgiu na revista Forbes como o homem mais rico de Portugal, morreu a 13 de julho, aos 82 anos. Nascido em Mozelos, Santa Maria da Feira, em 21 de julho de 1934, Américo Ferreira de Amorim fundou com familiares a Corticeira Amorim e construiu um dos maiores impérios industriais do país. Não veio das grandes famílias capitalistas do século XX e subiu a pulso no mundo dos negócios, graças a um killer instinct que todos lhe reconhecem, como contava aqui o Observador."

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A comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 13.07.17

O texto sobre o qual escrevo é uma notícia do Observador. Foram retirados os negritos da notícia e a negrito vão só as minhas observações. Foram também corrigidas gralhas da notícia (pode ter-me escapado alguma e não mexi nas vírgulas erradas nem no “passo a expressão”).

 

Costa. Armas roubadas não representam perigo para a Segurança Interna – Título muito bonito, muito querido e sugestivo.

 

António Costa disse hoje que foi informado logo a seguir ao roubo do material militar em Tancos que este não aumentava o perigo para segurança interna, nem havia associação a grupos terroristas.

O primeiro-ministro afirmou esta terça-feira que foi informado ainda antes de ir de férias que o material militar roubado em Tancos, “com grande probabilidade”, não aumentava os riscos para a segurança do país ou para qualquer atividade terrorista, em Portugal ou no estrangeiro. Lança-granadas anti-carro roubados estavam marcados para abate.

 

Vamos lá ver. O PM foi informado disto antes de ir de férias?!? E o CEME esteve para mais de uma semana a falar de tudo e sem referir tal coisa? E o que quer dizer “com grande probabilidade”? Baseia-se em quê? Convicções religiosas? E só agora é que descobriram que o material estava marcado para abate? Naqueles paióis não estava, antes de Costa regressar de férias, o material mais sensível? E como sabem que aquilo não é para actividade terrorista ou que não há associação a grupos terroristas? E cá dentro ou fora do país? E, se não for, será para quê? Para as festas de S. Miguel, nos finais de Setembro? Não aumentava os riscos? Então iria baixá-los? Porquê? E quantos eram? Ninguém vê a imbecilidade da coisa?

 

 António Costa esteve reunido esta terça-feira com os chefes dos principais ramos das Forças Armadas Portuguesas e no final, reforçou a sua confiança nas Forças Armadas e no ministro da Defesa, que diz terem agido apropriadamente.

 

 Continuo a pensar que deveria ter havido um alerta geral imediato, barreiras nas estradas e operações diversas, mas provavelmente eu não percebo nada sobre o que será “apropriadamente” numa situação destas.

 

 António Costa disse ainda que, logo na resposta ao assalto aos paióis de Tancos, foi informado pela secretária-geral para a Segurança Interna que o material roubado não representaria qualquer risco acrescido para a segurança interna, algo que soube ainda antes de ir de férias.

 

 Gosto desta insistência nos conhecimentos obtidos “antes de ir de férias”, que são dados depois de vir de férias. Nada como umas boas férias. Também quero.

 

 “Logo depois de ter desaparecido esse material foram acionados os mecanismos próprios de segurança interna, designadamente a reunião da unidade de coordenação anti terrorista, com a participação do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, onde foi feita uma primeira avaliação, e onde foi verificado, com grande probabilidade, que este acontecimento não teria qualquer impacto no risco da segurança interna e designadamente associação a qualquer tipo de atividade terrorista nacional ou internacional.

 

 O mecanismo próprio de segurança é a reunião da unidade de coordenação anti terrorista?!?... Para discutir o quê, se de nada sabiam? E em que factos se terão baseado nessa “primeira avaliação” para verificar, “com grande probabilidade, que este acontecimento não teria qualquer impacto no risco da segurança interna e designadamente associação a qualquer tipo de atividade terrorista nacional ou internacional?!? Como sabem? Verificaram o quê e como? Com base em quê? Então roubaram aquele material para quê? E, não tendo impacto na segurança interna (a gente vive sossegada com os paióis do exército a serem roubados com enorme facilidade), por motivos que desconhecemos, também não terá impacto na segurança de outros Estados?

 

 Essa garantia foi-me, aliás, transmitida diretamente pela senhora secretária-geral de Segurança Interna, Helena Fazenda, com quem tive contacto ainda antes de ter interrompido o exercício de funções para gozo de férias”, disse.

 

 “Garantia”?!?... Que garantia?!? “Garantia” com “grande probabilidade”?!?... Isto é garantia?!?... Mas estará tudo doido? Isto não é “gozo de férias”, isto é gozar com o pagode!

 

António Costa foi ainda questionado pelos jornalistas se o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, tem condições para continuar a exercer funções como parte do Governo, com o primeiro-ministro a garantir que este tem a confiança do Governo.

“O que é essencial é que o senhor ministro da Defesa tem toda a confiança do primeiro-ministro para o exercício das suas funções, e exerceu as suas funções como é função do ministro da Defesa”, disse.

O primeiro-ministro estendeu ainda a sua confiança à estrutura de comando das Forças Armadas portuguesas, dizendo que já foram tomadas medidas “que permitirão reforçar a segurança e garantir a plena operacionalidade das nossas forças armadas”, adiantou.

O Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro, também fez uma análise semelhante, dizendo que o material mais perigoso, na verdade não deve funcionar porque estava marcado para abate.

 

 “Não deve funcionar”?!? Não se sabe se funciona ou não?!? O CEMGFA não sabe o que tem em casa? Não sabe o que tem à sua guarda? Não era o material mais sensível, ainda há menos de uma semana (enquanto Costa gozava férias)?!? E nós devemos ter confiança nisto e ficarmos sossegados?

 

Os lança-granadas foguetes que foram roubados provavelmente não terão possibilidade funcionar com eficácia, porque estavam selecionados para serem abatidos. O Exército avaliou em detalhe e esse, que é talvez o que mais significado tem em termos de potencial de perigo, não tem a relevância que provavelmente quem os levou achou que poderá ter”, disse Pina Monteiro.

 

 “provavelmente não terão possibilidade funcionar com eficácia, porque estavam selecionados para serem abatidos”?!?... (mantive a vírgula erradamente colocada)

“Provavelmente não terão”?!? “Com eficácia”?!? São estas as “garantias” que descansaram Costa?!?

 

 Depois de explicar que o material roubado tem um custo avaliado em 34 mil euros, o responsável disse que o roubo foi um “soco no estômago” das Forças Armadas e prometeu medidas.

(a relevância do valor não se consegue explicar e não vou perder tempo com a coisa)

 

 “Depois de termos levado, passo a expressão, um soco no estômago, quero dizer que os chefes militares levantaram logo a cabeça. Face a isso, há lições a tirar e vão ser tiradas. Há medidas que vão ser tomadas a curto e médio prazo, não me peçam para dizer que medidas de segurança são, porque não vamos facilitar quem possa ter intenções semelhantes [às de quem roubou o material em Tancos]”, disse o responsável.

“A avaliação que é feita pelos chefes dos ramos, e por mim próprio, é que não caímos. Estamos direitos e estamos prontos para continuar a garantir a confiança dos portugueses nas forças armadas”, disse.

 

Não me interessa a cabeça nem o estômago dos militares que os meus impostos pagam. Interessa-me o sentimento de segurança que os portugueses esperavam, e se exigia, e, agora, no caso do meu texto, a comunicação social. A comunicação social está sempre a chorar-se porque ninguém a paga, ninguém a compra, ninguém a quer. Escolhi a notícia do Observador porque o leio, sigo, gosto, admiro e critico e porque, com alguma infelicidade, reparei não estar muito diferente do que vejo e leio em outros órgãos de comunicação social. Eu não sou jornalista, tive uma breve disciplina no Liceu, mas ninguém se interroga sobre as questões que levantei? Passam-se as notícias assim? São meros papagaios do que se pretende transmitir? E pretendem ser comprados porquê? Eu compro por bom dinheiro um bom pastel de nata, um excelente pastel de Chaves, uma bela bola de carne ou um cremoso queijo da serra, um saboroso arroz de polvo vitela, um leitãozinho estaladiço, Savora original em frasco de vidro e uma sanduíche de maravilhoso rosbife. Que razão teria eu para gastar o pouco dinheiro que me resta depois dos impostos em má comunicação social? A comunicação social não se interroga sobre isso? Não se interroga sobre isto que me perguntei, um mero observador, sobre factos tão importantes? E quer ser comprada para quê? – Para ter um papagaio bastava-me comprar um e um pouco de alpista.

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As coisas são como são:

por Vasco Lobo Xavier, em 09.07.17

Independentemente das razões que tenham, e têm muitas, magistrados judiciais não fazem greve. Ponto.

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A comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 06.07.17

Continuo sem perceber a razão pela qual quase ninguém se interroga sobre o facto de não ter havido um alerta geral imediatamente a seguir ao assalto ao paiol de Tancos. Não se interroga nem pede responsabilidades.

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Este governo não vale nada!

por Vasco Lobo Xavier, em 03.07.17

Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros do governo da geringonça, veio afirmar pomposamente que se está a desenvolver "todas as medidas para reaver o material [de guerra] roubado". Deve tomar-nos a todos por jornalistas, por parvos.

 É que a nenhum jornalista ocorreu perguntar o que foi feito realmente e se efectivamente foi feita alguma coisa. É que eu não consigo compreender, perante a dimensão do assalto e a gravidade do material furtado, como é que o governo não fez nada de imediato, que era quando deveria ter reagido.

 Não houve um alerta geral mal se conheceu o furto, não se viram barreiras nem estradas barricadas, controlo de camiões, de mercadorias, de pessoas, perímetros cercados, não vimos as fronteiras fechadas nem policiadas. Portugal deveria ter-se separado de Espanha e toda a península ibérica deveria ter sido, na hora, separada de França, mas não se fez nada!

 Apelos à população, cartazes, avisos, visionamento de câmaras de vigilância, mais polícia nas ruas, mesmo militares nas estradas, mais operações de auto-stop, não se viu nada! A porcaria da geringonça deste governo não fez nada (e suspeito que por questões políticas, para esconder e abafar o caso, o que é mais grave!). Este governo não soube ou não quis reagir, não vale nada!

 

Perante o assalto, perante a quantidade enorme de armamento, munições e explosivos furtados, as nossas autoridades não fizeram nada! Não se viu nada! Continuou tudo na mesma, e António Costa foi de férias. Diz-se que para a praia, onde nada!

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Rumores e a comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 27.06.17

A nossa comunicação social anda sempre a chorar-se, a pedir que se comprem jornais, a pedir que seja lida, vista e ouvida. Não sei porquê, pois na maioria das vezes considero-a má, tendenciosa ou mesmo desonesta na informação que prestam aos seus consumidores. No fundo, não prestam. Veja-se o episódio mais recente, uma minudência no meio de toda esta tragédia e ineficácia. Passos Coelho fez um comentário tendo por base uma informação que lhe tinha sido dada e se verificou não ser verdadeira.

Jornalistas e comentadores caíram em cima dele como não se lembraram de fazer quando, aqui há uns anos, o profissional Nicolau Santos andou por aí uma semana inteira a propagandear um desgraçado qualquer que não era nada do que ele dizia. O problema agora passou a ser Passos Coelho. David Diniz já tinha ensaiado a coisa há uma semana, mas era algo tão esgravatado e mal feito que não deu em nada (hoje foi mais comedido, na SIC-N, mas tentou voltar à carga).

 Não interessa se aquele que informou mal veio de imediato a terreiro assumir o erro, não interessa se Passos Coelho rapidamente pediu desculpa por falar com informação errada, prestada por uma pessoa da zona e, pelo menos por isso, provavelmente detentora de alguma credibilidade e conhecimento. O culpado de tudo é Passos Coelho e o seu informador deve ser demitido (ou demitir-se, já não sei nem o assunto me merece que gaste tempo), clama o PS.

 Do PS vieram também as críticas de António Costa, o homem que tem fugido por entre os pingos da chuva enquanto a pede com fervor, juntamente com a Catarina em férias. Solenemente, ou com ar disso, e também ao ar livre, Costa discorreu longamente sobre o episódio dizendo que não se deveria falar tendo por base “rumores”, como acusava Passos de fazer. E os jornalistas a comerem a papa toda, já devidamente mastigada por Costa. Acontece que Passos Coelho não falou com base em “rumores”, mas sim numa informação concreta que uma concreta pessoa da região lhe tinha dado, o que lhe pareceu possuir alguma credibilidade embora a informação não se tenha revelado verdadeira. Pediu de imediato desculpas (excessivamente, a meu ver, mas eu não tenho de levar com jornalistas a perguntarem sucessivamente as mesmas coisas, hora a hora, para fingir que fazem o seu papel e justificarem o outro papel ao fim do mês), e a comunicação social deveria ter passado aos assuntos dignos de interesse mas infelizmente o episódio não terminou (nem conto que termine).

 Ora, a meu ver, se António Costa declara não opinar com base em rumores, como fez de tez franzida, e se os jornalistas se incomodam tanto com pessoas que, sobre este assunto do incêndio de Pedrógão Grande, opinam sem se sustentarem em factos concretos (um dia que apareçam…), seria talvez relevante começarem a indagar-se entre si e a perguntar a António Costa de onde veio o “rumor”, lançado com imenso êxito e largueza, logo no primeiro dia do incêndio, de que tudo teria corrido como previsto, de que não existiam quaisquer falhas dos serviços, técnicas ou outras, que teria sido feito tudo quanto era possível, humana e tecnicamente, que até já se tinha descoberto a àrvore que teria espoletado o incêndio, através de um raio de uma trovoada na altura inexistente, e ainda apurar quem soprou tais rumores aos jornalistas e também ao Presidente da República, levando-o a fazer a triste figurinha que fez dizendo isto tudo, ao lado dos responsáveis do governo e do DN.

 Esses rumores que foram postos rapidamente a correr, para apagar responsabilidades políticas (em vez de se tentarem apagar os incêndios e apurar responsabilidades), é que têm interesse, é que deveriam ser investigados e questionados pela comunicação social (e não uma porcaria de um episódio menor no meio disto tudo e já esclarecido). Ora se a comunicação social não faz o que deve, por ser incompetente, tendenciosa, ou desonesta intelectualmente, que razão teria eu ou qualquer outro consumidor para gastar dinheiro com semelhante comunicação social?

 

Post Scriptum: estava a acabar de escrever isto e, num programa da RTP 3, O Outro Lado, inicia-se um debate onde se vão discutir os incêndios e, pasme-se, “as declarações de Passos Coelho”. Com José Eduardo Martins, Rui Tavares e Adão e Silva. Três amigos declarados de Passos Coelho. Eu não conheço Passos Coelho e sou, como sempre fui, do CDS. Mas perante a comunicação social que temos, vou mas é ver outro problema e enfurecer-me pelo facto de os meus impostos pagarem também esta porcaria de programas.

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A comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 22.06.17

 Parece que afinal “o inquérito não terminou e não podemos afirmar se houve ou não mão criminosa. Dizer isso é leviano”, afirmou a Ministra da Administração Interna. Disse também na entrevista que precisa de dados de que não dispõe. Aos jornalistas ainda não ocorreu perguntar duas coisitas muito simples e evidentes. A primeira é evidente: se não pode afirmar se houve ou não mão criminosa, se já lhe ocorreu perguntar ao responsável da Polícia Judiciária o motivo pelo qual este veio a correr dizer aos quatro ventos que não havia mão criminosa e que tudo decorreu de um relâmpago sobre uma árvore que já teria sido encontrada e tudo. E quem lhe mandou dizer tal coisa, isso também é importante. A segunda é quem mandou o Presidente da República deixar-se queimar logo nas primeiras horas do incêndio com tudo o que disse. Eu sei que o PR um dia se iria queimar com todo o apoio que tem dado a esta gente, mas parece-me ser do interesse público (com excepção para o Paulo Baldaia) saber quem o mandou atirar-se para a fogueira. Nem que seja pelo pequeno gozo, sempre importante num momento de tristezas.

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Nem todos são parvos:

por Vasco Lobo Xavier, em 22.06.17

O IPMA já respondeu a António Costa. Afinal podemos todos descansar porque estava tudo previsto e tudo correu dentro (da margem de erro) das previsões efectuadas pelo IPMA. Que bom! O problema foi só com as situações complexas e excepcionais que se verificaram. Ah..., bom...

Parece que estas explicações já foram até colocadas no portal do Governo na internet. Aparentemente ninguém se apercebeu da incongruência ou contradição entre um grupo de afirmações e o outro.

Ora, que o IPMA tome o Primeiro-Ministro, os governantes socialistas e os responsáveis políticos da geringonça (bem como variados jornalistas e comentadores) por parvos que engolem coisas deste tipo, eu até posso perceber e concordo plenamente, mas irrita-me que tome todos os portugueses por parvos. Irrita-me solenemente.

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A inversão das coisas:

por Vasco Lobo Xavier, em 20.06.17

O PM pede explicações a diversas entidades.

 

Julgo que o PM é que deve explicações aos portugueses.

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Quando o silêncio é também preocupante:

por Vasco Lobo Xavier, em 07.06.17


Ouvi há pouco António Costa a dizer que a sobretaxa foi eliminada (conviria avisar os tipos das finanças que tratam dos meus impostos) e que acabou com a austeridade (coisa que a malta ali da estação de serviço desconhece pois continua a exigir brutalidades pela gasolina justificando-se com os impostos agravados pelos socialistas).



E até o José Gomes Ferreira fica calado perante estas enormidades. Isto é preocupante.


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A comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 06.04.17

Ligo distraidamente a televisão e parece que está tudo muito incomodado pelo facto de Passos Coelho ter dito que não se demitiria da liderança do PSD se perdesse as eleições autárquicas. Não sou, nunca fui do PSD e pouco me interessa a questão.

 Mas acho estranho que ninguém estranhe que António Costa, aquele que perdeu clamorosamente as eleições legislativas de 2015, aquele que conseguiu a maior e mais difícil derrota de que há memória em democracia, não se tenha demitido da liderança do PS.

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Quem pensava?

por Vasco Lobo Xavier, em 10.03.17

O Presidente da República está todo contente porque os prejuízos são muito menos elevados do que se pensava.

 

Pensava quem? Com base em quê?

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O milagre é de Graça Franco, não de Teodora Cardoso:

por Vasco Lobo Xavier, em 09.03.17

Em Portugal discute-se a imbecilidade. Há uns quantos dias que se fala do "milagre" referido por Teodora Cardoso. O dito milagre foi referido por Graça Franco, Teodora Cardoso limitou-se a responder à imagem invocada pela jornalista. E cheia de razão. Cheia de razão Teodora Cardoso.

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António Costa resolveu atacar o Conselho de Finanças Públicas e Teodora Cardoso, dizendo que as suas previsões teriam sido um “monumental falhanço” e deixando cair ainda que as previsões da Comissão Europeia teriam falhado também, que só as do governo estavam certas. Depois vieram os habituais cães de fila dizer o mesmo. A coisa, para lá de ser mentira, é de uma imbecilidade total.

 

A verdade, verdadinha, é que as previsões do governo da gerinçonça foram as únicas que falharam pois não foram concretizadas na execução orçamental.

 

Quando o Conselho de Finanças Públicas passou o ano a dizer que o Orçamento de Estado para 2016 era irrealizável estava cheio de razão e acertou no que disse pois a execução orçamental não tem nada a ver com as previsões do governo no OE para 2016. O governo fez coisa completamente diferente do que tinha previsto no orçamento, pelo que não pode gabar-se das suas previsões.

 

É uma pena que neste país não se discuta com seriedade a execução orçamental para que todos pudessem ver desmontado mais este embuste que a gerinçonça, apoiada pelo PR e defendida pela generalidade da comunicação social, tenta impingir aos portugueses.

 

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Pequena correcção:

por Vasco Lobo Xavier, em 10.02.17

Ministério das Finanças acusa CDS de assassinato político do carácter de Mário Centeno. Erro jurídico do Ministério das Finanças (mais um, nesta polémica): não se pode assassinar quem já se suicidou publicamente.

No limite, será profanação de cadáver.

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Este país deve ter o que merece. Só pode.

por Vasco Lobo Xavier, em 22.11.16

Por motivos que não interessam tenho andado um pouco alheado do mundo em geral e do mundo miserável da política nacional em particular.

 

Vamos lá ver se eu percebi bem o que se passou nos últimos dias. A Carris, essa empresa de transportes públicos que serve Lisboa e alguns municípios adjacentes e que é conhecida por dar prejuízos à doida e anualmente, foi entregue pelo Governo socialista apoiado pela geringonça à Câmara de Lisboa socialista de Medina. Foi dada. Toda? Não! Uma dividazita de mais de 800 milhões de euros que a empresa tinha ficou no Estado português, para ser paga pelos contribuintes, do Minho ao Algarve, que já têm de pagar os transportes públicos das suas terras.

Recebida a Carris pela Câmara de Lisboa socialista, o seu Presidente anunciou de imediato que estava preparado para gerir a empresa e proclamou que o passe navegante para idosos baixaria de 26,75 euros para 15 mensais (aí uns 45% de repente) e que passaria a ser gratuito para crianças até 12 anos (era até 4 anos).

Pretende ainda o presidente socialista de Lisboa contratar uns 220 motoristas e adquirir 250 novos autocarros, para lá de outras coisitas.

Está portanto preparado para em Lisboa fazer a habitual gestão socialista, à custa do resto do país.

 

Fico espantado!... E não há um levantamento geral no país?!?... O país paga esta maluqueira toda da Lisboa socialista sem sequer ganir?!?... A comunicação social assobia para o lado?!?...

 

Este país tem o que merece!

 

 

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Aquela gentinha da Câmara Municipal de Lisboa resolveu fazer política internacional aproveitando o facto de ali estar a decorrer a Web Summit para colocar uns cartazes em língua inglesa. Logo a Web Summit. E escreveram no cartaz “brigdes” em vez de “bridges” para designar “pontes”. Em termos de política internacional (já não bastava a falta de pilhas no comando de Costa), a Câmara Municipal de Lisboa tornou Portugal numa anedota, num motivo de chacota em tudo o mundo. Em todo o mundo? – Não!... A comunicação social portuguesa tem escondido dos portugueses o feito.

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Coisas que eu não consigo mesmo perceber...:

por Vasco Lobo Xavier, em 03.11.16

A geringonça socialista, bloquista e comunista passa a vida a criticar o aumento de impostos do Governo anterior, que teve de gerir a bancarrota Sócrates.

 

Mas a geringonça (agora a mandar) não baixa os impostos.

 

E a comunicação social não se dá conta desta evidência!...

 

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"Há uma pressão sobre os médicos para que sejam restritivos na solicitação de colonoscopias" (de José Cotter, Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia).

Hoje em dia ninguém liga.

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