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Pequena correcção:

por Vasco Lobo Xavier, em 10.02.17

Ministério das Finanças acusa CDS de assassinato político do carácter de Mário Centeno. Erro jurídico do Ministério das Finanças (mais um, nesta polémica): não se pode assassinar quem já se suicidou publicamente.

No limite, será profanação de cadáver.

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Este país deve ter o que merece. Só pode.

por Vasco Lobo Xavier, em 22.11.16

Por motivos que não interessam tenho andado um pouco alheado do mundo em geral e do mundo miserável da política nacional em particular.

 

Vamos lá ver se eu percebi bem o que se passou nos últimos dias. A Carris, essa empresa de transportes públicos que serve Lisboa e alguns municípios adjacentes e que é conhecida por dar prejuízos à doida e anualmente, foi entregue pelo Governo socialista apoiado pela geringonça à Câmara de Lisboa socialista de Medina. Foi dada. Toda? Não! Uma dividazita de mais de 800 milhões de euros que a empresa tinha ficou no Estado português, para ser paga pelos contribuintes, do Minho ao Algarve, que já têm de pagar os transportes públicos das suas terras.

Recebida a Carris pela Câmara de Lisboa socialista, o seu Presidente anunciou de imediato que estava preparado para gerir a empresa e proclamou que o passe navegante para idosos baixaria de 26,75 euros para 15 mensais (aí uns 45% de repente) e que passaria a ser gratuito para crianças até 12 anos (era até 4 anos).

Pretende ainda o presidente socialista de Lisboa contratar uns 220 motoristas e adquirir 250 novos autocarros, para lá de outras coisitas.

Está portanto preparado para em Lisboa fazer a habitual gestão socialista, à custa do resto do país.

 

Fico espantado!... E não há um levantamento geral no país?!?... O país paga esta maluqueira toda da Lisboa socialista sem sequer ganir?!?... A comunicação social assobia para o lado?!?...

 

Este país tem o que merece!

 

 

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Aquela gentinha da Câmara Municipal de Lisboa resolveu fazer política internacional aproveitando o facto de ali estar a decorrer a Web Summit para colocar uns cartazes em língua inglesa. Logo a Web Summit. E escreveram no cartaz “brigdes” em vez de “bridges” para designar “pontes”. Em termos de política internacional (já não bastava a falta de pilhas no comando de Costa), a Câmara Municipal de Lisboa tornou Portugal numa anedota, num motivo de chacota em tudo o mundo. Em todo o mundo? – Não!... A comunicação social portuguesa tem escondido dos portugueses o feito.

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Coisas que eu não consigo mesmo perceber...:

por Vasco Lobo Xavier, em 03.11.16

A geringonça socialista, bloquista e comunista passa a vida a criticar o aumento de impostos do Governo anterior, que teve de gerir a bancarrota Sócrates.

 

Mas a geringonça (agora a mandar) não baixa os impostos.

 

E a comunicação social não se dá conta desta evidência!...

 

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"Há uma pressão sobre os médicos para que sejam restritivos na solicitação de colonoscopias" (de José Cotter, Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia).

Hoje em dia ninguém liga.

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Percebo quase tudo mas...:

por Vasco Lobo Xavier, em 03.11.16

... que um repórter especialmente destacado para os EUA diga que lá "as críticas ao FBI são consensuais, excepto entre os Republicanos" (SIC N, 00h17) é simplesmente extraordinário.

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Este país é simplesmente extraordinário…:

por Vasco Lobo Xavier, em 02.11.16

Tenho tido pouco tempo para noticiários mas ontem e hoje escutei ao longe algumas coisitas ao longe. A generalidade das televisões passeou-se pelos cemitérios, para dar eco da melhoria do negócio das floristas dado este governo ter reposto o feriado do dia de todos os Santos, o que teria permitido também às pessoas deslocarem-se ao cemitérios, bem como do facto de as pessoas poderem ir, assim, aos cemitérios, por ser feriado. Estava tudo muito melhor, para as pessoas e para o negócio, do que no ano passado, que teria sido terrível.

 

Eu acho tudo muito bem, nunca aprovei o fim dos dias feriados, sejam eles religiosos ou nacionais (ou mesmo municipais), pela sua importância para as pessoas ou para a identidade nacional.

 

Estranho apenas que a ninguém, entrevistadores e entrevistados, tenha ocorrido que, no ano passado, o dia 1 de Novembro se deu a um domingo…

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Simplesmente extraordinário...:

por Vasco Lobo Xavier, em 02.11.16

Ouvi distraidamente na SIC N uma das irmãs Mortáguas a discutir com Miguel Morgado e dizia ela que o PSD e o CDS não podiam criticar este OE, não tinham "autoridade moral" (seja lá o que ela entenda por isso) para criticar porquanto tinham feito a mesma coisa, cortes e aumentos de impostos.

Eu acho simplesmente extraordinário! Admite então Mortágua que este governo, com o apoio do BE e do PCP, está a fazer a mesma coisa que o anterior?!?... E aplaude e defende-o?!? É fabuloso...

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 Admito que possa parecer repetitivo mas vivia com esta curiosidade de saber se, efectivamente, e segundo o INE, o défice de 2015 teria sido mesmo de 2,98% do PIB, abaixo portanto das metas com que nos tínhamos comprometido em Bruxelas e fazendo-nos sair da zona do Procedimento por Défice Excessivo (PED). E achava estranho que a coisa não fosse falada e discutida.

 

Constança Cunha e Sá fez-me hoje a vontade no programa “21ª Hora”, na TVI24, aí entre as 21h42 e as 21h45.

 

Pena é que não tenha dito coisa com coisa perante uma Judite de Sousa que estava manifestamente a dormir ou a pensar desesperadamente em ir para casa descansar.

 

Aconselho o visionamento porque é uma delícia! Constança Cunha e Sá (CCS) começa o tema do seu comentário (sobre o assunto) pondo Assunção Cristas (AC) “a descer” por considerar uma “histeria” a forma como Cristas responsabilizava o actual Governo por se ter descoberto agora (foi o INE, acrescento eu…) que, em 2015, o défice ficou em 2,98% do PIB, ou seja, duas centésimas abaixo dos 3%.

 

CCS admitia que a “barreira” era “importante” mas considerava que fazer-se “um alarido por ficarmos abaixo por duas centésimas é ridículo” (não tendo explicado porquê).

 

CCS acrescentou que Assunção Cristas criticou o Governo socialista porque ele teria tratado mal toda a questão relativa ao Procedimento por Défice Excessivo (PED) mas, segundo CCS, não é por ficar duas centésimas abaixo que Portugal não incorre no PED como está ainda em discussão toda a matéria sobre as sanções por défice excessivo.

 

Terceiro ponto, adiantaria CCS, Assunção Cristas não criticava a Comissão Europeia por estar a pensar-se em sanções quando o défice ficou abaixo de 3%. De resto, concluía a iluminada CCS perante a sonolência da Judite de Sousa, o importante é que tudo indicava verificar-se uma tendência para que o défice para 2016 ficasse em 2,5% do PIB, pelo que o CDS não deveria estar a criticar nem a ressuscitar o défice de 2015: “parece-me uma trapalhada e Assunção Cristas tem que ter um mínimo de seriedade nestas coisas”, até porque haveria um problema com o buraco do BANIF (que não é chamado para estes cálculos, mas enfim…).

 

Parecia a CCS tudo escusado e acusou Assunção Cristas de se ter afastado do “essencial”, que seria a questão de apurar como pode a Comissão Europeia centrar-se nas sanções “por causa de umas décimas ou centésimas do défice”.

 

Ora bem…, eu tenho aqui tanta matéria-prima em bruto que nem sei por onde começar. Querida Constança: adulterando uma velha frase seguramente sua conhecida, por uma centésima se ganha, por uma se perde. E se for por duas a diferença fica mais acentuada. De forma que se o défice de 2005 foi de 2,98% do PIB, o importante, o “essencial” é que ele ficou abaixo da meta acordada: 3%.

 

Parece-lhe pouco e ridículo? – Mas é exactamente por estas margens que se vencem as competições! Era a “barreira importante” que era necessário vencer e ultrapassar.

Considera uma “histeria” e “um alarido” falar-se na conquista? – pois eu considero uma imbecilidade menorizar-se o feito dos portugueses, só porque a comunicação social e os comentadores não simpatizam com o anterior Governo.

Acha, Constança, que é mais importante a possibilidade (não demonstrada) de em 2016 o défice ficar em 2,5% do PIB do que saber-se que, em 2015, o défice ficou abaixo de 3%? Prefere duas pombas a voar?!?...

 

É claro, Constança, que não é por ficar duas centésimas abaixo do PIB que Portugal não incorre no PED, e que está ainda em discussão, na verdade, toda a matéria sobre as sanções por défice excessivo (até porque as contas e resultados foram ainda e apenas anunciadas pelo INE), mas se quer menorizar este resultado dos portugueses deveria preparar-se melhor e explicar a razão pela qual o faz. Até porque certamente pelo que acabo de dizer aqui é que Assunção Cristas não criticou a Comissão Europeia (para lá de que o CDS não faz parte daqueles partidos que se põem aqui aos berros contra a Comissão Europeia quando as coisas, calmamente faladas, obtêm melhores resultados).

 

Ademais, Constança, o seu raciocínio é incongruente e mostra-se em colisão com o que afirma: se o essencial é criticar a Comissão por se centrar em sanções apenas por uma ou duas centésimas de diferença, como pode criticar que se invoque que ficámos duas centésimas abaixo da meta estabelecida?!? Exactamente as duas centésimas em que se baseia para criticar a Comissão Europeia? Está a ver a estupidez, a irracionalidade dos seus raciocínios?

 

A meu ver, cara Constança Cunha e Sá, não é Assunção Cristas que navega numa “trapalhada” nem é ela que precisa de um “mínimo de seriedade”. Tem-se visto ao espelho?

 

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Desculpem a insistência...:

por Vasco Lobo Xavier, em 24.10.16

Há pelo menos três dias que se sabe que, segundo os cálculos mais recentes do Instituto Nacional de Estatística, o défice de 2015 ficou-se pelos 2,98%. Abaixo dos 3%, portanto.

 

De resto, foi esse o valor enviado pelo Governo socialista para Bruxelas, em Setembro, no reporte que acompanha a proposta do OE para 2017.

 

Ora bem. Isto não interessa a ninguém?!?... A comunicação social não noticia, não comenta, não debate, não quer saber? Os jornalistas e comentadores não tratam o assunto? Preferem esconder a coisa? E ninguém tem vergonha na cara? Tive de gramar mais de 30 minutos de Marques Mendes e ele nem ao de leve se referiu ao assunto? Ando eu a perder tempo a folhear jornais, a ouvir noticiários na rádio hora a hora, a ver os canais (supostamente) de notícias e ninguém quer saber, ninguém diz nada?!?...

 

Só o CDS e Assunção Cristas alertaram para a vitória?

 

Mas que país é este? Que comunicação social é esta? Que jornalistas são estes? Que comentadores temos nós?!?... Ninguém tem vergonha na cara?!?...

 

Esta malta podia, ao menos, andar a negar a coisa, a apregoar que o INE não presta, que não sabe fazer contas, que o Governo socialista enviou esses dados para Bruxelas por erro, o que fosse! Mas diziam qualquer coisa! Agora… esconder a notícia?!?...

 

Isto é o maior insulto que poderia ser feito a todos os portugueses que contribuíram, com o seu esforço e sacrifício, para que o défice em 2015 ficasse, segundo o INE, abaixo de 3% do PIB. Em 2,98%, mais exactamente.

 

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Vamos lá ver: esta é a maior e a melhor notícia desta semana para os portugueses. Desta semana, do mês, do ano! Não há volta a dar, é uma notícia excelente! Ou, no mínimo, é uma notícia.

Qualquer ser normal esperaria que esta notícia fosse, primeiro, anunciada, dada, noticiada; e, depois, divulgada, debatida, comentada, apregoada. Até podia ser negada pelo BE, pelo Nicolau Santos ou pelo Galamba mas que fosse discutida, que fosse falada.

Como deveria ser debatido o facto de o Governo PS ter incluído esse défice de 2,98% do PIB no reporte que enviou para Bruxelas, acompanhando a proposta de OE para 2017.

Como deveria estar a ser discutido o facto de esse défice de 2,98% em 2015 apontado pelo INE ter sido escondido dos portugueses desde Setembro, escondido pelo INE e pelo Governo socialista.

É simplesmente extraordinário que isto não esteja a ser amplamente divulgado, discutido e comentado por todo o país.

O silêncio ensurdecedor que paira sobre os números indicados pelo INE (sublinho, para os mais distraídos: o ano de 2015 foi fechado com um défice de 2,98% do PIB) evidencia quão miserável e facciosa é a comunicação social portuguesa, bem como os comentadores que aquela paga.

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Tem sido escondido dos portugueses mas parece que o INE (Instituto Nacional de Estatística) recalculou o défice relativo a 2015 e chegou ao valor de 2,98% do PIB, excluíndo o BANIF, e isto vem já no reporte que se enviou para Bruxelas em Setembro (há um mês, portanto) com o OE para 2017. Não se percebe o silêncio sobre esta conquista do anterior governo que a todos os portugueses beneficia, bem como a Portugal.

 

Bem vistas as coisas e feitas as contas, o anterior Governo PSD/CDS, mesmo com a confusão gerada pelo PS, PCP e Bloco no último trimestre de 2015 (com todos os efeitos nefastos que isso provocou na confiança, no investimento, na economia e, consequentemente, no défice), conseguiu que se atingisse a meta e se cumprissem as regras europeias sobre o défice.

 

O facto do anterior Governo ter conseguido um défice de 2,98% em 2015 deveria ser festejado por todo o país, por todos os portugueses, anunciado por todos os órgãos da comunicação social, abrir os noticiários, deveria ser erguido como bandeira nacional, cá e em Bruxelas. Mas neste país miserável não é o que acontece.

 

O Governo PS escondeu o facto (provavelmente para apenas ser ele a mais tarde colher os louros por sair do PDE, ainda que prejudicando Portugal e os portugueses). O Bloco, o PCP e o apêndice também. A comunicação social fecha-se em copas ou desconsidera a efeméride.

 

Na verdade, agora que o CDS e Assunção Cristas anunciam esta conquista do anterior Governo e não mais é possível esconder a vitória, a comunicação social trata-a de uma forma simplesmente extraordinária: o Expresso anuncia na 1ª página que é o CDS quem “diz que défice de 2015 ficou abaixo dos 3%” quando, lendo-se a notícia, quem o afirma é o INE (e não um partido político), depois de refeitos os cálculos e vai no relatório enviado para Bruxelas. O Observador também se refere particularmente a Assunção Cristas, e só lateralmente ao INE. No Correio da Manhã nada é referido sobre o assunto e, no Público, a notícia é falseada e adulterada. Perante esta última, nem procurei mais.

 

O país é uma vergonha. O Governo esconde dos portugueses que estes conseguiram cumprir as metas do défice em 2015, apenas para colher os méritos de uma conquista realizada sob a governação anterior. Bloco e PCP fazem o mesmo. A comunicação social igualmente. Não se pode confiar em nenhum deles. Não têm o menor pudor em prejudicar o país e os portugueses para benefício próprio (quanto à comunicação social, desconheço do que beneficiará: apenas aumenta o seu descrédito).

 

E não percebo que o Senhor Presidente da República, sempre pronto a comentar tudo e mais alguma coisa, esteja calado sobre este feito dos portugueses em 2015, autenticado pelo INE e tendo de ser anunciado por Assunção Cristas, bem como sobre o feitio defeituoso do PS, BE, PCP e comunicação social, que escondem dos portugueses a vitória alcançada. Não percebo.

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Com três perguntinhas apenas...

por Vasco Lobo Xavier, em 20.10.16

Diz António Costa: "se tivéssemos margem já tínhamos acabado com a sobretaxa".

 

Perguntaria eu: se não tem margem, por que razão prometeu acabar com ela, e logo em 2016, para depois colocar em lei que seria a 1 de Janeiro de 2017, e nem isso? Não sabem fazer contas, no seu Governo?

 

Perguntaria ainda: se não tem margem, por que razão anda por aí a aumentar a despesa corrente como se não houvesse amanhã, escorando-se na receita de uma sobretaxa que já deveria ter terminado?

 

Perguntaria também: se não tem margem agora, momento em que apregoa ter acabado a austeridade, por que razão criticou tanto a medida quando foi criada?

 

Mas isto sou eu, que não percebo nada das funções que competem a um jornalista/entrevistador...

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A comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 20.10.16

À saída do encontro com o Presidente da República, o representante de Os Verdes disse aos pés de microfone que ali tentam passar por jornalistas que neste OE é removido o corte de salários feito pelo Governo do PSD/CDS.

A ninguém ocorreu lembrar que o corte de salários tinha sido feito pelo Governo do PS de Sócrates, que continha muitos Ministros que agora se passeiam novamente pelo poder. Pés de microfone, são o que são.

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Dúvida:

por Vasco Lobo Xavier, em 14.10.16
se se cria um novo imposto cuja receita reverte para a Segurança Social, quererá isso dizer que o PS, o PCP e o Bloco estão a admitir que algo está mal na sua sustentabilidade?

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Perante o descalabro do Serviço Nacional de Saúde, o Ministro da geringonça responsável pela área veio dizer que não pode fazer em um ou dois anos o que "os outros" não fizeram em 20.

Deve ter-se esquecido (tal como a generalidade da comunicação social) que, desde 1996, "os outros" foi quase sempre o Partido Socialista, se descontarmos os dois anos de Durão Barroso e os quatro anos do anterior Governo de coligação, que teve de governar com as dificuldades inerentes à bancarrota em que o PS deixou Portugal.

E, mesmo assim, como há pouco recordava Assunção Cristas na SIC, esse Governo recebeu o SNS com uma dívida de 2.000 milhões de euros e deixou-o em 2015 com apenas 400 milhões de dívida.

Esta, a dívida, com o desgoverno da geringonça, já aumentou para 700 milhões e continuará a aumentar até 31 de Dezembro.

Foi então que o Rodrigo Guedes de Carvalho mudou de assunto. 

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Notícias fantásticas:

por Vasco Lobo Xavier, em 24.09.16

O jornalista que mordeu o cão e Sócrates suspeita do Ministério Público e exige explicações.

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“Estratégia mediática do governo PS/BE”:

por Vasco Lobo Xavier, em 22.09.16

O Governo, via Bloco e PS, através de Mariana Mortágua e João Galamba (já não sei quem percence a que partido político, eles confundem-se e confundem-me), vem dizer que são poucos os que em Portugal têm património imobiliário acima de 500.000 euros (cerca de 45.000 contribuintes) ou de 1.000.000 de euros (cerca de 8.000 contribuintes). Não sei se é verdade ou mentira mas quem estude e saiba do assunto que o diga.

 E que pretendem arrecadar cerca de 200.000.000 (duzentos milhões de euros) com o novo imposto para aplicar em despesa corrente já pensada (e provavelmente gasta) – o que, qualquer que seja o prisma pelo qual se veja a coisa, mais não passa do que comprar votos de que tanto precisam para PS e Bloco se abalançarem a umas eleições em que tentem ganhar e expulsar o PCP da geringonça.

 Ora bem. Se a matemática não me falha, para sacarem mais 200 milhões de euros a oito mil contribuintes, cada um deles vai ter de pagar anualmente 25.000 euros para a brincadeira. 25.000 euros anuais, mais de 2.000 euros mensais pelas suas casas, para lá do que estiverem a pagar à banca. Eu, se estivesse nessa situação, mandaria a casa e o país às malvas e fugiria para outro local mais aprazível, uma praia com um barraco simpático perto de um bom bar com cozinha ainda melhor. Qualquer palhota ali na Galiza e investiria ainda num helicóptero para vir trabalhar, que abasteceria de gasolina também em Espanha.

 O que a geringonça está a dizer às pessoas (inclusivamente aos estrangeiros que nos trouxeram dinheiro) é que não devem poupar, não devem amealhar, não devem investir no imobiliário, pois a geringonça vai-lhes buscar tudo isso para comprar votos. E, se tiverem investido, que vendam rápido antes que os preços desçam e as rendas subam. O Galamba, essa enormidade que as televisões adoram, disse ainda que o problema não afectaria muito os portugueses pois incluiria os estrangeiros que compraram casas em Portugal (aqueles que convidámos a investir o seu dinheiro cá, aldrabando-os miseravelmente, e que não vão voltar a cair no mesmo erro). É preciso não ter juízo algum e não fazer a mais pequena ideia do que é credibilidade para gente séria.

 E estão lá, nas televisões, aqueles bacocos todos a falar para aqueles bacocos todos que os entrevistam, todos muito divertidos na bacoquice, sem que algum dos bacocos se aperceba do mal que se está a fazer ao país, à sua credibilidade e à economia, tudo para justificar a permanência no Governo de quem perdeu as eleições mas é muito querido por muita da comunidade lisboeta.

 Eles não percebem sequer que o argumento (acaso seja verdadeiro, o que desconheço) de serem poucos os prejudicados é igual ao que apregoavam os soviéticos em 1917! Eles tiraram pela força das baionetas, estes pelo decreto da estupidez. Em ambos os casos há imbecis a apoiar.

 Bloco e PS falavam de “estratégia mediática” para anunciar a coisa. Nem era preciso: a comunicação social mediática portuguesa é muito amiga.

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Eu fico atónito...

por Vasco Lobo Xavier, em 06.09.16

Mas vamos lá ver se eu compreendi bem.

Goste-se ou não, concorde-se ou não, a subvenção vitalícia tinha um carácter pessoal e justificava-se por isso.

Em 1993, Jerónimo de Sousa requereu o seu pagamento e os contribuintes portugueses têm vindo a pagar essa subvenção desde essa altura, todos os meses, não obstante Jerónimo de Sousa e o PCP apregoarem que são contra ela.

Agora que foram descobertos, veio o PCP (que Jerónimo dirige) dizer que quem fica com a massaroca (cuja atribuição tinha uma justificação pessoal) é o próprio PCP (nem me interessa agora o tratamento contabilístico ou a que título e com que justificação empocham a massa) e que Jerónimo não aufere qualquer subvenção.

Primeiro, isso não é verdade. Jerónimo recebe a subvenção. Poderá é fazer com ela aquilo que quiser e pretenderá entregá-la ao PCP, mas a verdade é que recebe a pensão paga pelos contribuintes.

Por outro lado, é evidente que o PCP se aproveita do dinheiro que os contribuintes (por via do legislador de então) tinham decidido pagar, a título pessoal, a determinadas pessoas.

E o PCP de Jerónimo de Sousa vem dizer isto como se nada fosse. E ninguém se indigna?!?…

Será que os contribuintes portugueses ainda deveriam agradecer ao PCP por lhes ficar com o dinheiro que os contribuintes só admitiram pagar tendo em vista fins completamente diferentes?

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Simplício Costa era, como qualquer ser minimamente civilizado sabe, a excelente personagem representada por António Silva em “O Costa do Castelo”. Um trapalhão trapaceiro e excelente guitarrista que acompanhava às cordas a fadista Rosa Maria (Hermínia Silva) e vivia numa pobre mas muito simpática e agradável pensão lá para as bandas de uma das colinas da capital. Com ele outros pensionistas honrados, humildes e amorosos, destacando-se a igualmente amorosa Luisinha, por quem André (Curado Ribeiro), pessoa rica e de condição superior, se toma de amores e por isso se torna também pensionista da casa, fingindo-se de motorista.

 

Os donos da pensão, como que pais e protectores de Luisinha, pobres, modestos e trabalhadores, aceitam na familiaridade André com quase a mesma alegria que Simplício Costa lhe aceita as suas boleias e cigarros. E, para o convencer a ficar na pensão (como se isso fosse preciso), Simplício vai-lhe falando das qualidades da mesma enquanto lhe fuma os cigarros do patrão.

 

Cena excelente é quando Simplício mostra a André a janela, a vista, a imagem magnífica que se observa da pobre casa, e conclui: “aqui é que devia ter sido feito o Estoril!...”

 

Isto passava-se com naturalidade em 1943 pois, se fosse agora, o Governo socialista de António Costa, apoiado pelo Bloco de Esquerda e pelo PCP, e ainda pela quase generalidade da comunicação social e dos comentadores, iria imediatamente taxar o IMI daquela pobre gente. Tempos…

 

Post Scriptum: eu sei que coloquei entre aspas duas frases diferentes para dizer o mesmo. Julgo tratar-se de uma técnica jornalística recente de alguns meios da comunicação social portuguesa a que me apeteceu aderir. Não que tenha querido alterar o sentido, como muitas vezes acontece na comunicação social, apenas citei de memória, de ambas as vezes, sem ter paciência de ir ver o fabuloso original.

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