Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Só agora vi...

por João Távora, em 17.10.17

Pedro Santos Guerreiro e Bernardo Ferrão comentaram na SIC um discurso só ouviram parcialmente (por causa de uma anomalia técnica). Claro que deu asneira e o Pedro Santos Guerreiro deve um pedido de desculpas a Marcelo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ou basmati?

por João Távora, em 17.10.17

"Quando uma jornalista lhe perguntou se gostava mais de arroz carolino ou de quinoa, o primeiro-ministro recordou que o governo vai realizar um conselho de ministros extraordinário a fim de analisar o relatório que lhe foi entregue e avançar para a reforma das florestas e da protecção civil."

Autoria e outros dados (tags, etc)

A do Capoulas

por João Távora, em 16.10.17

A maior reforma da floresta desde D. Dinis está quase completa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Estamos zangados

por João Távora, em 16.10.17

fosgosLusa.jpg

Por ironia do destino a horrível mortandade causada pelos fogos que assolaram ontem no País (32 pessoas até à hora em que escrevo) aconteceu poucos dias após a divulgação do relatório independente sobre Pedrogão Grande que divulga como então se instalou o caos na Protecção Civil, como o sistema não funcionou como seria de esperar, fruto de uma incompetência generalizada. Os dados disponíveis indicam que desde então não aprenderam nada tendo a barafunda se repetido ontem. O Secretário de Estado da Administração Interna teve até o desplante de assumir em declarações à SIC que o Estado não tinha condições para proteger as pessoas, que tinham elas próprias a se “autoproteger” porque "não podemos ficar à espera dos bombeiros e dos aviões". Hoje da parte Ministra Constança Urbano de Sousa ficamos a saber que não se responsabiliza por nada do ocorrido, e que o mais fácil era ir gozar as férias que não teve. 

Perante todo este desastre e o ruidoso silêncio dos comunistas e do Bloco de Esquerda, não seria esta a hora de a oposição propor uma Moção de Censura? De que é que estão à espera?

 

P.S.: António Costa no seu discurso aos portugueses usa técnica da picareta falante, para abater o  pelo cansaço e fugir ao que interessa: assumir as responsabilidades do seu governo nesta catástrofe.

 

Foto: Paulo Novais - LUSA

Autoria e outros dados (tags, etc)

Vejam as reacções...

por João Távora, em 12.10.17

Em 2011 a jornalista Susana Madureira Martins questionou o então líder socialista se este temia que a sua saída da vida política poderia abrir a porta a futuros processos judiciais. 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Porque será?

por João Távora, em 10.10.17

No jornalismo e noticiários nacionais anda tudo excitadíssimo com a "declaração de independência" da Catalunha marcada para logo às 17,00hs em Barcelona. De repente não se fala mais de populismos e notícias falsas... e o nacionalismo afinal é bom. 

 

"Os separatistas já dividiram a população da Catalunha e fizeram fugir empresas e poupanças. Uma República Catalã dominada pelo esquerdismo revolucionário, com reivindicações territoriais sobre os Estados vizinhos e abarcando milhões de espanhóis contrariados e discriminados, nunca seria um Estado estável nem uma democracia. Significaria a balcanização da Península Ibérica, não apenas no sentido da multiplicação de Estados, mas no da irrupção dos intratáveis conflitos fronteiriços e étnicos que tornaram notórios os Balcãs. Esta pode ser mesmo uma das grandes tragédias do nosso tempo, e desta vez não será para os portugueses, ao contrário do que estão habituados, uma crise longínqua."

Autoria e outros dados (tags, etc)

Santana Lopes

por João Távora, em 09.10.17

A seara não é minha mas parece-me peregrina a ideia de Santana Lopes rejuvenescer a liderança do PSD. Para mais ele estava tão bem arrumadinho...

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo

por João Távora, em 08.10.17

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 


Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: «Ouvi outra parábola: Havia um proprietário que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e levantou uma torre; depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe. Quando chegou a época das colheitas, mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos. Os vinhateiros, porém, lançando mão dos servos, espancaram um, mataram outro, e a outro apedrejaram-no. Tornou ele a mandar outros servos, em maior número que os primeiros. E eles trataram-nos do mesmo modo. Por fim, mandou-lhes o seu próprio filho, dizendo: ‘Respeitarão o meu filho’. Mas os vinhateiros, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro; matemo-lo e ficaremos com a sua herança’. E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no. Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?». Eles responderam: «Mandará matar sem piedade esses malvados e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entreguem os frutos a seu tempo». Disse-lhes Jesus: «Nunca lestes na Escritura: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’? Por isso vos digo: Ser-vos-á tirado o reino de Deus e dado a um povo que produza os seus frutos». 


Palavra da salvação. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tenham um bom feriado...

por João Távora, em 05.10.17

CR_Humor_Eleições.jpg

 Convém sempre relembrar que a data de hoje — e que pela última vez se celebra como Feriado Nacional — rememora o selvático assalto a um Estado de Direito constitucional por um grupo político radical e de expressão eleitoral minoritária. Desde esse dia, durante dezasseis anos e em nome de uma pretensa liberdade, os republicanos, à mistura com milícias armadas, grupos anarquistas e bombistas, ameaçaram os cidadãos comuns; vigiaram, prenderam, torturaram, degredaram e mataram, reprimindo com brutalidade todas as vozes contrárias, desde a Igreja à Imprensa. Milhares de inocentes, por discordância ou descuido, caíram-lhes nas mãos, até que o regime foi domesticado por Salazar: a censura de póstuma passou a prévia (evitando a perseguição aos ardinas e prejuízos materiais, de efeito arrasador para os jornais) e as milícias foram disciplinadas e “devidamente” institucionalizadas.

Os crimes do Regicídio (a cujo processo se deu sumiço) e da primeira república (mau grado os seus efeitos ainda permanecerem) prescreveram de facto. Os vencedores, inflamando o ressentimento tão fácil de atear num povo sofrido e iletrado, encarregaram-se de catequizar a História inventada de uma revolução idealizada, legitimando um sistema abstracto e as “boas intenções” dos seus perversos protagonistas. O ensino durante o Estado Novo completou essa tarefa.

 

Texto recuperado daqui.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Obrigado, Dr. Pedro Passos Coelho

por João Távora, em 03.10.17

Pedro Passos Coelho merece umas longas e salubres férias - talvez o tenha percebido tarde de mais. O facto é que, com uma indómita teimosia, salvou Portugal da bancarrota, e após executar um duríssimo programa de austeridade sob enorme crispação social, liderou a coligação com o CDS para uma vitória eleitoral, que no entanto foi insuficiente para fazer aprovar o seu governo. O seu legado foi um País preparado para a retoma, e uma tentativa de higienização das relações entre o Estado e os negócios privados. É isso que deverá ficar para a história. Nós ficamos-lhe agradecidos e devedores.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Há mais vida para além das autárquicas

por João Távora, em 03.10.17

Convite_GRT_Pequeno.jpeg

"Porque sou Monárquico" é uma antologia de textos políticos dispersos do Arquitecto Ribeiro Telles compilados pelo Vasco Rosa, da lista monárquica a Lisboa de 1961, passando pela Convergência Monárquica de 1971 até à democracia, num livro publicado pela Real Associação de Lisboa. Uma história de resistência monárquica, um precioso documento histórico cujo lançamento está marcado para o próximo dia 4 de Outubro, quarta feira, pelas 18:30 no Centro Nacional de Cultura naquela que será uma homenagem ao prestigiado homem de pensamento e doutrinador monárquico que contará com as intervenções do Doutor Guilherme d’Oliveira Martins e do Arquitecto Fernando Santos Pessoa seu biógrafo e colaborador.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

Inquietação

por João Távora, em 02.10.17

O resultado histórico obtido pelo CDS em Lisboa – que tem bem mais actores que a surpreendente Assunção Cristas - a vitória de Rui Moreira e a perda de influência autárquica do jurássico PCP, não disfarçam a má notícia que é a derrota global da direita no país, vencida pela falsa sensação de prosperidade que a conjuntura económica internacional favorece num ambiente historicamente inédito de paz social que a domesticação das esquerdas radicais proporcionou. A verdade é que os grandes desafios de Portugal continuam adiados, e a direita condenada a renovar-se com novos protagonistas e bandeiras, e a preparar um discurso ambicioso, agregador e diferenciado capaz de agitar as consciências alheadas. Ou seja, temos razões para estar muito apreensivos. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo

por João Távora, em 01.10.17

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 


Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: «Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Foi ter com o primeiro e disse-lhe: ‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’. Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’. Depois, porém, arrependeu-se e foi. O homem dirigiu-se ao segundo filho e falou-lhe do mesmo modo. Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’. Mas de facto não foi. Qual dos dois fez a vontade ao pai?». Eles responderam-Lhe: «O primeiro». Jesus disse-lhes: «Em verdade vos digo: Os publicanos e as mulheres de má vida irão diante de vós para o reino de Deus. João Baptista veio até vós, ensinando-vos o caminho da justiça, e não acreditastes nele; mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram. E vós, que bem o vistes, não vos arrependestes, acreditando nele».

 
Palavra da salvação

Autoria e outros dados (tags, etc)

A Monarquia como questão ecológica

por João Távora, em 30.09.17

GRT.jpg

 "A vontade popular é livre quando conscientemente expressa em raízes profundas que a inserem na História e nos condicionalismos geográficos resultantes da humanização do território. (...) As ideologias universalizadas substituíram os laços comunitários pela camaradagem abstracta na edificação de um projeto mundial sem ser necessária a contribuição nacional. O amor pela terra e a construção e transformação laboriosa das paisagens foram substituídos pela integração forçada das pessoas num planeamento exclusivamente quantificado e simplista. Estamos dia a dia a destruir a solidariedade entre os portugueses entre a ideia de pátria. (...) Se o povo português não quer vir a ser «absorvido» pelo vizinho ou pelo capitalismo europeu, em termos culturais, sociais e económicos, e não quer ver diminuir o seu prestígio no mundo, passando apenas a ser considerado como um espaço amorfo da Península Ibérica ou um simples território de parcos recursos físicos, terá de apelar para a sua História, para os seus valores culturais e sociais e para as raízes democráticas das suas instituições.

A Monarquia é, portanto, mais que uma necessidade, um dever patriótico desta geração."

Gonçalo Ribeiro Telles in "Porque sou monáqruico" Razões Reais, 2017

Autoria e outros dados (tags, etc)

Transparência

por João Távora, em 24.09.17

foto FSC copiada do Lusojornal (2).jpg

Um grupo de cidadãos contestou a nomeação do Embaixador Seixas da Costa para o Conselho Geral Independente da RTP por considerar que a nomeação está ferida de ilegalidades diversas e de inconstitucionalidade. O mesmo sucede com o documento emitido pela ERC. Esta entidade tinha a obrigação legal de emitir um parecer, negativo ou positivo, e eximiu-se a fazê-lo. O jurista Ivo Miguel Barroso enviou para a ERC este requerimento e reclamação, sobre o qual a ERC terá de se pronunciar. Um assunto que merece a nossa atenção. 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo

por João Távora, em 24.09.17

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a um pro­prie­tário, que saiu muito cedo a contratar trabalhadores para a sua vinha. Ajustou com eles um denário por dia e mandou-os para a sua vinha. Saiu a meia-manhã, viu outros que estavam na praça ociosos e disse-lhes: ‘Ide vós também para a minha vinha e dar-vos-ei o que for justo’. E eles foram. Voltou a sair, por volta do meio-dia e pelas três horas da tarde, e fez o mesmo. Saindo ao cair da tarde, encontrou ainda outros que estavam parados e disse-lhes: ‘Porque ficais aqui todo o dia sem trabalhar?’. Eles responderam-lhe: ‘Ninguém nos contratou’. Ele disse-lhes: ‘Ide vós também para a minha vinha’. Ao anoitecer, o dono da vinha disse ao capataz: «Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, a começar pelos últimos e a acabar nos primeiros’. Vieram os do entardecer e receberam um denário cada um. Quando vieram os primeiros, julgaram que iam receber mais, mas receberam também um denário cada um. Depois de o terem recebido, começaram a murmurar contra o proprietário, dizen­do: ‘Estes últimos trabalharam só uma hora e deste-lhes a mesma paga que a nós, que suportámos o peso do dia e o calor’. Mas o proprietário respondeu a um deles: ‘Amigo, em nada te prejudico. Não foi um denário que ajustaste comigo? Leva o que é teu e segue o teu caminho. Eu quero dar a este último tanto como a ti. Não me será permitido fazer o que quero do que é meu? Ou serão maus os teus olhos porque eu sou bom?’. Assim, os últimos serão os primei­ros e os primeiros serão os últimos». 


Palavra da salvação. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Catalunha

por João Távora, em 23.09.17

catalunha.png

Ao contrário da maior parte dos comentários que leio por aí, não entendo que o governo de Madrid perante a situação da Catalunha tenha uma saída airosa. Todas as opções possíveis são de perda, e a da negociação política para uma revisão constitucional que autorize um referendo à secessão irá abrir uma caixa de pandora que inevitavelmente a prazo comprometerá  a unidade da Espanha. Curioso é verificar como a esquerda simpatiza sempre com o nacionalismo quando este for disruptivo quanto ao status quo (revolucionário). Aliás o nacionalismo moderno (não orgânico) tem as suas raízes na revolução francesa e como sabemos é território dos mais assustadores fanatismos. Não podemos estar tranquilos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Rapazes e Raparigas

por João Távora, em 19.09.17

Já há muitos anos que tem vindo a ser implementada em Portugal (e também noutros países) uma ideologia que se designa por “ideologia do género”. Esta teoria assenta na ideia radical de que os sexos masculinos e femininos não passam de uma construção mental, cabendo à pessoa escolher a sua própria identidade de género (já existem identificadas mais de 30!). Trata-se de um movimento cultural com impacto na família, na política, na educação, na comunicação social e que reclama a utilização de uma nova linguagem.

A Assembleia da República discute um projeto-lei do Bloco de Esquerda que permite a mudança de sexo aos 16 anos e, no caso de os pais se oporem a esta ideia, possibilita que os menores possam intentar judicialmente contra estes. A agenda política do BE é a seguinte: promover a ambiguidade da identidade sexual e considerar normal aquilo que, na maioria dos casos, é patológico. Convém alertar as pessoas para os perigos desta aberração legislativa, pois os deputados não sabem de medicina, nem tão-pouco de psiquiatria. Os casos de perturbação de identidade sexual (disforia de género) são complexos e levam por vezes os jovens ao suicídio, pelo que este assunto deve ser tratado com uma enorme prudência. Considerar que estes casos se resolvem com um pacote legislativo, é uma visão simplista, redutora e perigosa deste problema. 
Ler mais»»»»

 

Pedro Afonso no Observador

Autoria e outros dados (tags, etc)

O grande aldrabão

por João Távora, em 18.09.17

ACosta.jpg

 «A minha classificação sobre as agências de rating é que são lixo. Foi por isso que rescindi, aliás, o contrato com todas quando era presidente da Câmara de Lisboa. É uma gente que já demonstrou não ser minimamente credível, fiável.»

 

António Costa

Jornal de Negócios,4 de Julho de 2015

(Via Pedro Correia no Delito de Opinião)

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Domingo

por João Távora, em 17.09.17

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 


Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?». Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Na verdade, o reino de Deus pode comparar-se a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo de começo, apresentaram-lhe um homem que devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido, com a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, para assim pagar a dívida. Então o servo prostrou-se a seus pés, dizendo: ‘Senhor, concede-me um prazo e tudo te pagarei’. Cheio de compaixão, o senhor daquele servo deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, começou a apertar-lhe o pescoço, dizendo: ‘Paga o que me deves’. Então o companheiro caiu a seus pés e suplicou-lhe, dizendo: ‘Concede-me um prazo e pagar-te-ei’. Ele, porém, não consentiu e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto devia. Testemunhas desta cena, os seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia sucedido. Então, o senhor mandou-o chamar e disse: ‘Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque mo pediste. Não devias, também tu, compadecer-te do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’. E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração». 


Palavra da salvação. 

Autoria e outros dados (tags, etc)



Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




Notícias

A Batalha
D. Notícias
D. Económico
Expresso
iOnline
J. Negócios
TVI24
JornalEconómico
Global
Público
SIC-Notícias
TSF
Observador

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • José Mendonça da Cruz

    Ao menos aprenda a ler. Está lá escrito «Caixa», n...

  • Anónimo

    Para além das mortes, a maior destruição está nas ...

  • Anónimo

    Governo !!?? foi o Ministro do Governo PSD/CDS que...

  • loisas

    Acreditam que dar donativos ... assim... pelo mult...

  • Anónimo

    as elites!!!??? nadinha...destruíram o mundo rural...


Links

Muito nossos

  •  
  •  
  • Outros blogs

  •  
  • Links úteis


    Arquivo

    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2016
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2015
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2014
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2013
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2012
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2011
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2010
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2009
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2008
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2007
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2006
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D

    subscrever feeds