Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
Sobre a crise da chefia de Estado republicana

 

Intervenção de Nuno Pombo, candidato a presidente da direcção da Real Associação de Lisboa e blogger do 31 da Armada, a propósito do "impedimento presidencial" e os constrangimentos do modelo português de chefia de Estado no programa Combate de Blogs na TVI 24.


Etiquetas:

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (1) | partilhar

Sábado, 28 de Janeiro de 2012
Qual a escolha mais racional?

 

Uma achega ao Rui C. Pinto: A instituição Real, tal coma uma Nação, até pode ser uma questão de Fé, mas um "presidente da república neutral" é definitivamente uma "ficção"... à qual um dia destes o Miguel Morgado apelidou de "benigna". Pela minha parte tenho profundas dúvidas quanto ao adjectivo. 


Etiquetas: ,

publicado por João Távora
link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
Danos colaterais

 

Findo o mandato de representação mais ou menos sectário da parte parte da Nação que o elegeu, cada presidente da república tem direito a um gabinete com secretária e assessor da sua confiança, a um carro com motorista e combustível para serviço pessoal e ajudas de custo para as deslocações oficiais fora da área de residência, €300.000,00 ano tudo somado. O povo, habituado ao desgoverno, esse paga e não bufa. 

Fonte DN


Etiquetas:

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (5) | partilhar

Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011
Nada acontece por acaso

 

Sinais dos tempos — ou efeito do tempo?


Etiquetas:

publicado por Vasco M. Rosa
link do post | comentar | cortes (1) | partilhar

Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011
Lei de talião

 

A ser verdadeira a notícia publicada hoje no Correio da Manhã de que, além da eliminação acordada com a Igreja dos feriados Assunção de Maria e Corpo de Deus, o governo propõe o fim dos feriados de 5 de Outubro e do 1º de Dezembro, tal aparenta ser uma medida que visa reciprocidade, no contraponto de duas sensibilidades políticas marcadas na nossa cultura; no fundo para assim calar as hostes com uma espécie de lei de talião: nem “tradicionalistas” nem “progressistas” (e desculpem-me estes equívocos chavões) se ficam a rir. Esta solução aparentemente equitativa esconde um grave engano, já que, sendo consensual que a revolução de 5 de Outubro dividiu profundamente o país, é inegável que a restauração da independência uniu os portugueses em torno dum projecto de independência e soberania, hoje mais do que nunca ameaçado. A decisão de acabar com o dia da Restauração encerra um enorme simbolismo: quem é que por estes dias quer saber verdadeiramente dessa coisa extravagante chamada soberania, ou ainda desse capricho da “independência”


Etiquetas: ,

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (4) | partilhar

Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
Por troca com o feriado da implantação da república talvez não fosse mau negócio

 

“A igreja naturalmente pode conversar sobre este assunto (discutir com o Governo a extinção ou a deslocação de feriados religiosos), (...). Naturalmente partindo do pressuposto que o Governo diminui um ou alguns feriados civis" declarou afirmou o padre Manuel Morujão ao Público.



publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (5) | partilhar

Terça-feira, 2 de Agosto de 2011
Propaganda republicana

A propaganda política é coisa antiga, não tem mal e não é novidade. Curiosa é a faiança da foto, que descobri em casa de um amigo, um brinde propagandístico “republicano”, cujo ideário do partido, como se sabe, se fundava algures entre o nacionalismo e... o anticlericalismo radical. Ler mais, aqui.



publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (3) | partilhar

Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
Uma triste sina, ou um pesadelo mesmo

 

Ontem no meio de já tantas preocupações que assaltam o meu quotidiano, em conversa com amigos acometeu-me um sobressalto, ao equacionar os futuros “presidenciáveis” com que inevitavelmente seremos brindados para o futuro pós Cavaco. Como se já não bastasse o vexatório histórico de chefes de Estado nos últimos 100 anos, daqui a pouco mais de quatro, estaremos sujeitos a ver sentados em Belém, personagens sinistras ou bizarras como José Sócrates, António Guterres ou até quem sabe um “desertor” como Durão Barroso.
Estes são os símbolos que a república destina ao seu Povo, a “benigna ficção”, curiosa definição que Miguel Morgado dá ao cargo de Presidente, a que os portugueses têm direito. Afundados no mais profundo desânimo e descrença moral.
Enfim, deixemos isto por agora que a cada dia basta a sua pena.


Etiquetas:

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (4) | partilhar

Quarta-feira, 2 de Março de 2011
Lembrete

 

Logo à Noite Pedro Lomba e Miguel Morgado estarão no primeiro Jantar Debate "Conversas Reais" a debater o Semi-presiedencialismo à portuguesa no Restaurante Maritaca na Av. 24 de Julho. Eu lá estarei.



publicado por João Távora
link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010
A republicanização do país

 

O Estado continuou a ser a principal forma de organizar a influência política. Por exemplo, os empregos de notário, conservador do registo predial e oficial do novo registo civil, criado na sequência da Lei da Separação, eram de livre nomeação do ministro da Justiça, e por sua vez muitos dos auxiliares de livre escolha dos titulares dos cargos. Formaram-se pirâmides de patronos e clientes, com o vértice em Lisboa e a base na província. No congresso do PRP de Braga, em Abril de 1912, a maioria dos inscritos já eram funcionários públicos. (...) Como ser maçon pareceu uma boa credencial a quem procurava posições e benefícios, o número de iniciados nas lojas do Grande Oriente dispararam de 2733 para4341 em 1913.

 

A república para os republicanos, pp 592 por Rui Ramos In História de Portugal, Esfera dos Livros 2009

 

Publicado também aqui


Etiquetas: ,

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (2) | partilhar

Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010
O pensamento do dia

"A monarquia fez Portugal e criou um Império; a República acabou com o Império e está em vias de acabar com Portugal."

 

General Carlos de Azeredo



publicado por Pedro Quartin Graça
link do post | comentar | cortes (11) | partilhar

Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010
Exéquias fúnebres

 

Retirado daqui.



publicado por Pedro Quartin Graça
link do post | comentar | cortes (3) | partilhar

Domingo, 5 de Setembro de 2010
O centenário da idosa senhora

Retirado daqui.



publicado por Pedro Quartin Graça
link do post | comentar | cortes (12) | partilhar

Terça-feira, 15 de Junho de 2010
Assim vai a "República de Sócrates"...



Etiquetas: ,

publicado por Pedro Quartin Graça
link do post | comentar | cortes (1) | partilhar

Quinta-feira, 27 de Maio de 2010
Ai que me baixam o rating outra vez!

Os especuladores, leia-se a agência de notação financeira Moody´s, reafirma que pode cortar outra vez o "rating" de Portugal, descendo-o um ou dois níveis ainda no Verão, apesar de reconhecer os esforços do Governo para controlar o défice e a dívida. Mesmo apesar dos cortes, as novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo não foram suficientes para convencer a Moody´s a manter o nível do "rating" da República. “Reconhecemos que o Governo está a tomar medidas para reduzir o défice para os 3% em 2013 e, se for um ano depois, também não é o fim do mundo. Mas consideramos que vão consegui-lo, diz o responsável. Mas mesmo que o consigam, a deterioração dos valores da dívida não é mais consistente com uma nota de Aa2 e, neste momento, também não sabemos se será uma notação de Aa ou A1”, afirmou o vice-presidente da Moody´s, Anthony Thomas, que esteve hoje em Lisboa. Anthony Thomas disse ainda que a situação portuguesa não é comparável à da Grécia. “Na perspectiva das agências de 'rating', os dois países são muito diferentes e não queremos sequer entrar neste contencioso de argumentos. Consideramos é que há uma confusão entre a situação de Portugal e da Grécia. São completamente diferentes”, frisou.

Em Agosto, ou ainda antes, a Moody´s vai emitir uma nova nota de análise a Portugal, esperando-se uma nova redução do "rating" da República.

Ainda existem dúvidas de que, também aqui, a III República chegou ao fim?


Etiquetas: ,

publicado por Pedro Quartin Graça
link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
A república em falência

 

 

Celebremos pois então.

 

PS: Da caixa de comentários destaco aqui este delicioso texto deixado pelo nosso venerável Ega:

Excertos de «Memórias de Um Átomo»:

 

Diário de Notícias - Necrologia - 11 de Junho de 2010. REPÚBLICA

 

Confortada com todos os sacramentos do Supremo Arquitecto do Universo, faleceu ontem na sua casa, ao Restelo, a Senhora D. República. A finada era mãe, avó e bisavó de cavalheiros tão distintos como os membros das famílias Soares, Pinto de Sousa, Louçã, Alegre e outros reputados paladinos da ética que lhe herdou o nome - a estimada ética republicana.

Quis o Arquitecto que nos comanda o destino que o decesso se verificasse precisamente no dia em que Portugal comemora as suas glórias e o seu povo pelos quatro cantos do mundo espalhado. Já em Outubro, a extinta perfazeria 100 anos de existência conturbada, em que soube estar sempre à altura de não deixar os nacionais fazerem o que tinham por mais conveniente ao seu bem. Não, a História registará a intransigência sem limites da falecida e de quantos tiveram a felicidade de com ela lidar - além dos acima referidos, os distintos sportmen Afonso Costa, Bernardino Machado, António José de Almeida, António de Oliveira Salazar e tantos outros que, desde ontem não têm cessado de comparecer ao velório, com o sofrimento estampado no rosto e um cravo vermelho na lapela.

Sempre lúcida até ao fim dos seus dias, enfrentou resignadamente a sua doença. E porque nunca virasse a cara ao combate, dispôs-se já no fim da vida a gastar 10 milhões de euros, na esperança de que a Ciência pudesse ainda fazer algo por si. Era já, porém, demasiado tarde.

O funeral realiza-se amanhã,logo à alvorada, com cerimónias fúnebres no salão nobre do Grande Oriente Lusitano, seguindo depois os seus restos mortais para o cemitério do Alto de S. João onde, por vontade expressa da finada, será dada jazida aos seus restos mortais entre as campas do Buiça e do Costa.


Etiquetas: ,

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (21) | partilhar

Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010
O embuste

 

O embaixador Francisco Seixas da Costa, à pergunta do Jornal i sobre se considerava necessário alterar o actual busto da República respondeu: "Não acho necessário estar a alterar o busto tradicional da República, que permanece bonito ao longo dos tempos... como a própria República. (...) A Comissão para as Comemorações do Centenário da República devia estimular o fabrico de estatuetas em gesso da República, que deviam ser distribuídas pelas repartições públicas e pelas escolas, como acontecia no passado.”

Ficámos elucidados. Aos 10 milhões que serão gastos nas comemorações do centenário da "idosa senhora" devíamos acrescentar, pagos por todos nós, outros tantos para o fabrico das famigeradas estatuetas em gesso. Porque é que isto tudo me cheira a ranço?


sinto-me:

publicado por Pedro Quartin Graça
link do post | comentar | cortes (11) | partilhar

Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
República

 

 

Hoje é dia de visitar este sitio atentamente para que uma mentira mesmo que repetida mil vezes nunca seja tornada verdade.


Etiquetas:

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (3) | partilhar

Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Ler os outros

(...) Nos regimes monárquicos constitucionais como os do Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Noruega, Luxemburgo, Espanha, Holanda, Bélgica, Japão, Austrália, Canadá, nunca o Chefe do Estado foi acusado de partidarismo, ou se levantaram suspeitas de que serviços secretos andavam a armar-se em espiões partidários.

É preciso irmos às repúblicas dos EUA (Nixon), França (Chirac) ou ao Portugal de hoje, - já sem falar na Itália ou na Grácia por uma simples questão de decoro, - para confirmarmos, mais uma vez, que a natureza da própria República acaba sempre, mais tarde ou mais cedo, neste espectáculo lamentável a que estamos a assistir.

Nas Monarquias constitucionais contemporâneas, o Chefe do Estado - a Coroa - é o garante do suprapartidarismo do Poder Judicial, das Forças Armadas e da Independência Nacional.

Em República as "secretas" andam quase sempre ao deus dará. Umas vezes só nas mãos do Chefe do Estado, outras sob a alçada do Governo da altura.... por entre os "mixericos" partidários de quem irá ser o próximo Presidente...

Mas alguém tinha dúvidas que iam começar mal as comemorações do tal "centenário" da república?

 

Luís Filipe Coimbra 31 da Armada



publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (9) | partilhar

Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Belém: o lado bom do 31

 Nuno Miguel Guedes aqui



publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (1) | partilhar

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
Mau para a república

 

O que importa sobre o alegado caso das "escutas" a Belém, aqui



publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (3) | partilhar

Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Esta informação é classificada

Não se trata dum faits divers de Verão, como muitos querem fazer crer: a suspeita de subordinação ou cooperação da presidência da republica com o partido político que o apoiou é a grande fragilidade da instituição: é desnecessária a espionagem. 

E já agora, o que é que justifica uma página sobre Maria Cavaco Silva no site oficial da presidência, que não seja uma tentativa forçada de "coroação" deste órgão de soberania? 


Etiquetas:

publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (2) | partilhar

Domingo, 16 de Agosto de 2009
O caso da bandeira monárquica

O "Caso da Bandeira" que tanto animou as consciências neste pico de Verão, apanhou-me de férias e contribuiu definitivamente para reforçar a minha boa disposição. Como sentimental que sou, confesso que a imagem da bandeira portuguesa azul e branca hasteada nos Paços do Conselho me deu um enorme gozo.

Racionalizando as coisas, a atrevida acção de agit-prop dos quatro bravos do 31 da Armada, para lá duma competentíssima operação de marketing - em que um simples blogue se atreveu a “comandar” a agenda dos media de massas -  teve o mérito de trazer para a agenda mediática a Monarquia e as cores da sua bandeira de uma forma saudável e bem-disposta. Ora é precisamente deste modo que o assunto deve ser debatido: fora da velha formula virulenta e ressentida, assumida por muitos republicanos e alguns monárquicos, herdada dos tempos do regicídio e da revolução da Carbonária e de Afonso Costa. Hoje os tempos da Nação são claramente outros, com diferentes desafios e dificuldades. Por isso essa perigosa e fratricida rivalidade que persiste, não tem hoje razão de existir, e tende a inquinar a discussão.

Da minha militância monárquica, seja através da Plataforma do Centenário ou da Real Associação de Lisboa, reconheço que aquilo que une os monárquicos na realidade (saudavelmente) é muito pouco: há-os de esquerda e de direita, liberais e socialistas, a favor e contra o aborto, ateus e crentes, católicos e protestantes. Tal como acontece com os republicanos. Para exemplificar, acreditem que, abaixo do nível da epiderme, me é mais fácil “entender” com um republicano conservador e católico, do que com um monárquico socialista e agnóstico. Ou seja, a discussão sobre a fórmula de regime de Chefia de Estado proposta por republicanos ou monárquicos, jamais deveria merecer tanto rancor e despeito. É essa relação política doentia entre portugueses que urge desconstruir e relativizar, propósito alcançado pelo Rodrigo Moita de Deus e seus companheiros do 31 da Armada, através do humor e da irreverência. De resto tal não acontecia desde o auge da popularidade de Miguel Esteves Cardoso e da sua candidatura ao Parlamento Europeu.

Eu cultivo o ideal monárquico de uma forma séria... e pragmática. É por isso que, antes de me colocar em bicos de pés numa patética disputa com o regime “incrustado”, o que me preocupa é que se cativem e doutrinem mais e mais monárquicos, de todos os quadrantes políticos e culturais: portugueses, patrióticos e descomplexados que acreditem que Portugal, a mais antiga nação do continente, merece lugar ao lado das antigas e prósperas monarquias europeias. E já agora que esse desígnio seja um dia por este nobre povo alcançado debaixo duma bandeira verdadeiramente digna de si e da sua história: a mais bela bandeira do mundo.

 

Também publicado aqui



publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (5) | partilhar

Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007
Ainda a (des)compostura de Sarkozy
Na república, o lugar da mulher do Chefe de Estado, a chamada "1ª Dama", é um tão ilegítimo como inevitável devaneio patrocinado pelos media para gáudio da turba. Definitivamente o personagem colhe e garante um bom retorno no negócio do circo mediático. Não me parece viável que um candidato a chefe de estado oculte a sua realidade familiar e afectiva. O ideal será de facto que ela promova boa imprensa e simpatia popular à instituição e ao protagonista. Quer se queira quer não, a mulher dum candidato terá sempre o involuntário poder de promover ou estorvar a sua imagem pública. Um verdadeiro berbicacho.
Sendo por natureza o divórcio um penoso acontecimento do foro privado, sendo a figura do casamento alheia à instituição do cargo, indica o bom senso a um mediano jornalista que o assunto é impertinente e que extravasa claramente o interesse público.
Parece-me saudável a atitude de Nicolas Sarkozy perante a indiscreta jornalista americana. Parece-me inquietante o aparente descontrolo emocional que sobressai na tomada de posição do Presidente da República Francesa.


publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (4) | partilhar

Sábado, 6 de Outubro de 2007
Sinais
À passagem do 5 de Outubro, os media do sistema e os cronistas regimentais ignoraram olimpicamente a reflexão e o “contraditório” à desgastada república. Por outro lado, na blogosfera essa análise aconteceu tanto da parte de monárquicos como de republicanos com profícuas e plurais abordagens... num coro de inconformadas reservas.
O mais evidente sinal de decadência dum regime é quando os seus anafados actores, acomodados e corrompidos até à medula, se tornam autistas.

Fotografia de Paulete Matos via Zero


publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (2) | partilhar

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007
D. Carlos em Cascais
Enquanto hoje, para deleite dos apaniguados da república, Aquilino Ribeiro vai a trasladar para o Panteão Nacional - não sei sob que critério - permitam-me dar nota de que foi inaugurada no passado Sábado, aqui no meu concelho de Cascais, na rotunda D. Carlos I, Areias – Guincho, uma singela estátua desse nosso notável Chefe de Estado, penúltimo rei constitucional de Portugal, herói e mártir, a quem o país e a história tardam em fazer justiça. Na cerimónia de inauguração marcaram presença António Capucho, Presidente da Câmara Municipal e D. Duarte de Bragança.

P.S.I: Infeliz o povo acrítico que ignora a sua história, despreza os seus heróis e mitifica a mediocridade.
P.S. II: Apaniguado: adj. e s. m., protegido; favorecido; favorito.



publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (11) | partilhar

Quinta-feira, 26 de Julho de 2007
Festas e romarias
Como o João Gonçalves, até compreendo que se podia recuperar o dia 24 de Julho para o calendário de festas do regime, como sugere Medeiros Ferreira no Bicho Carpinteiro. A malta gosta de festas e feriados, e para estímulo nacional há que alimentar alguns mitos. Mas aqui entre nós, que ninguém nos oiça, o que festejamos no 5 de Outubro? Além da ditadura “democrática” que pôs o país num caos e da “bandeira de pretos”, como dizia o republicano Guerra Junqueiro, que razão temos para fazer festa? O voto das mulheres? Eleições livres? Liberalismo económico? Liberdade de imprensa? Liberdade de culto? Mais ensino? Paz social? Tolerância nos costumes?
Sobre o assunto, desafio Medeiros Ferreira, por quem nutro uma simpatia "empírica", a dar-nos uma resposta intelectualmente honesta e historicamente fundamentada.


publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (6) | partilhar

Quarta-feira, 2 de Maio de 2007
Amanhãs que brilham
Ainda a respeito dos amanhãs que brilham do centenário da república do Portugal dos pequeninos, obrigatório ler este texto do João Gonçalves. De resto, para que conste, eu não nutro qualquer ódio por ninguém. Mesmo ao mais empedernido ateu, republicano, homossexual ou... benfiquista. Era o que mais faltava!


publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (1) | partilhar

Segunda-feira, 30 de Abril de 2007
Lá vamos cantando e rindo...
O nosso zeloso regime republicano, (de Arriaga, Teófilo, Cabeçadas, Salazar, Tomaz, Gomes, Soares e tantos outros), que tão exuberantemente nos vem governando há quase 98 anos, prepara, pela cabeça das suas luminárias oficiais, umas opíparas e masturbatórias celebrações centenárias. O regime implantado pela força da violência, e arreigado à custa da mentira e da ingenuidade popular pretende dentro em breve promover-se em opulenta festa nacional. À conta dos meus impostos. Para isso, não serão poupados esforços na propaganda ou meios para a maquilhagem da história. Antevêem-se para esta orgia regimental a consumação de novas e prometidas conquistas populares, como uma lei para o casamento entre homossexuais e quem sabe que outros brindes mais.


publicado por João Távora
link do post | comentar | cortes (6) | partilhar


Corta-fitas
Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com

visitante(s) em linha
Extensões

 Corta-fitas no Facebook

 Corta-fitas no Twitter

 Canal de vídeos

Colaboradores
Pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Era um homem perigoso: um idiota útil talvez mas m...
Hercúlea, mesmo.
Tarefa homérica.
Nascido em 1958, ano de boa safra ahahah.
Em vez de fazeres figuras tristes é melhor pergunt...
Notícias
D. Notícias
Portal Lisboa
Público
iOnline
TSF
TVI24
Oje
Global
SIC-Notícias
D. Económico
Add to Technorati Favorites
Posts recentes

Sobre a crise da chefia d...

Qual a escolha mais racio...

Danos colaterais

Nada acontece por acaso

Lei de talião

Por troca com o feriado d...

Propaganda republicana

Uma triste sina, ou um pe...

Lembrete

A republicanização do paí...

O pensamento do dia

Exéquias fúnebres

O centenário da idosa sen...

Assim vai a "República de...

Ai que me baixam o rating...

A república em falência

O embuste

República

Ler os outros

Belém: o lado bom do 31

Mau para a república

Esta informação é classi...

O caso da bandeira monárq...

Ainda a (des)compostura d...

Sinais

Arquivos

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Subscrever feeds
Páginas & Letras