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Jamais esqueceremos

por João Távora, em 01.02.18

2018-02-01 10.49.11.jpg

Na edição de hoje do jornal i é publicado um trabalho de Marta F. Reis sobre o regicídio de há 110 anos, e a propósito desta trágica efeméride respondo a uma série de questões da jornalista Filipa Traqueia que as coloca em confronto com os argumentos de Joffre Justino da "Associação Promotora do Livre Pensamento" (?) que toma o partido dos homicidas e pelo terrorismo como método político - assim é fácil. Jamais esqueceremos a barbaridade em que assenta a nossa "república".

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8 comentários

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De Zé a 01.02.2018 às 15:56

Jamais esqueceremos a barbaridade em que assenta a nossa "república".

Isso é que é tomar Memofante        
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De Narciso Baeta a 01.02.2018 às 16:31

"Não há mais iníquo do que o amor ao dinheiro; aquele que o ama chega até a vender a sua alma. Vivo ainda, despojou-se de suas próprias entranhas!" Elesiastes, 10, 11
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De Anónimo a 01.02.2018 às 20:35

"Jamais esqueceremos a barbaridade em que assenta a nossa "república"."
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De Anónimo a 01.02.2018 às 22:58

O homem já morreu há mais de cem anos. Já toda a gente no mundo teve mortos mais importantes para lamentar. Se não ultrapassarem vocês o "trauma", o problema é vosso.
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De Luís Lavoura a 02.02.2018 às 18:10

a barbaridade em que assenta a nossa "república"

A república não assenta no regicídio mas sim num golpe de Estado executado em 1910. É uma especulação afirmar que, se D. Carlos não tivesse sido assassinado, o golpe de Estado não teria sido executado na mesma. Faço notar que já houve outros regicídios, que não desembocaram em golpe de Estado nenhum.

Mau é um regime em que o assassinato de uma pessoa leva inexoravelmente a um golpe de Estado. Ao afirmarem que o assassinato de D. Carlos levou inexoravelmente à queda do regime, os monárquicos estão a reconhecer que esse regime era muito débil.
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De Anónimo a 02.02.2018 às 23:15

Que o regime era débil, é óbvio. Aquilo caiu de podre, perante a indiferença geral do povo e perante a cobardia geral dos "cortesãos", que deram à sola ou ficaram caladitos que nem ratos, com raras excepções. Os monárquicos é que insistem na farsa que o Rei era muito amado, etc. Enfim... andam a ler muito a Hola.
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De Anónimo a 02.02.2018 às 18:28

dizia Candido dos Reis 15 dias antes de o 'suicidarem'


'quando há revolução em Portugal
metade aceita
a outra borra-se'
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De Oscar Maximo a 02.02.2018 às 21:27

Só mesmo um tipo qur fundou A Bola para falar nesses termos. Assim como um antepassado do Ferreira Fernandes.

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