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Receita (zangada) de dieta universal

por José Mendonça da Cruz, em 01.08.13

Artigo 1. Elabore uma lista de todos os alimentos e bebidas de que gosta.

Artigo 2 e último. Deixe de comer e beber tudo o que figura na lista que elaborou.

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4 comentários

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De Kataklismo a 01.08.2013 às 18:09

É como a política do governo.
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De Maria Teixeira Alves a 02.08.2013 às 02:15

Sempre que penso nisso, pergunto-me mas porque é que gostamos mais do que nos faz mal? Porque não temos nós inclinação para os legumos cozidos se isso é que nos faz bem? É estranho. É como ter sede e a água nos fazer mal. Mas é também a prova que os sentidos nos podem enganar.
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De Cristina Torrão a 02.08.2013 às 18:45

O.K., vou tentar explicar, em palavras muito simples.

Os nossos gostos foram-nos transmitidos pelos nossos antepassados pré-históricos, que tinham uma vida bem diferente da nossa, entre outros aspetos:
1º -  Tinham muito mais atividade física (para quem não saiba, isto de passar a vida sentado e ter pópós à disposição é recentíssimo);
2º - As refeições regulares estavam longe de estar garantidas.

Ou seja: queimavam-se muito mais calorias (muito mais!) e podia-se andar um dia ou dois (ou mais) à procura de algo para comer (assim mais a modos dos animais na selva). Por isso, compensava comer carnes gordas e outras coisas altamente calóricas, de que gostamos (ou a maioria gosta). E compensava encher o bandulho, porque nunca se sabia quando haveria nova ocasião para comer. A nossa aptidão para os doces, por exemplo, advém do facto de que, naqueles tempos longínquos, era necessário distinguir o que era venenoso (normalmente, ácido) do que não era (normalmente, doce ou adocicado).

A evolução dos genes ainda não se adaptou à vida que vimos a fazer há cerca de 200 anos (que é um tempo muito curto, na evolução das espécies). Se a vida continuar tão sedentária como hoje, por mais umas dezenas de gerações, é natural que os genes se vão adaptando e o nosso gosto passe a ser diferente (por coisas menos calóricas, mais frugais). Mas isso não posso provar. Nenhum de nós, que vivemos hoje, terá ocasião de verificar. Houve uma eternidade, antes de nascermos, e haverá outra, depois de morrermos.

É mais ou menos isto, grosso-modo.

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