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Propostas para um Portugal melhor

por Maria Teixeira Alves, em 31.01.13

 

O jornalismo deveria ser uma actividade regulada, como é a banca, a advocacia, a bolsa, a medicina. Porque é que o jornalismo é uma profissão tão informal? Tão fora-da-lei.

Era preciso criar um regulador a sério, com um código realista e com a aplicação de multas, como acontece com os reguladores de qualquer outro sector.

Por exemplo, um jornalista escreve um artigo e que quando é publicado é o completamente alterado, mudando o sentido essencial do artigo, devia ser passível de ser supervisionado e aplicada uma multa aos responsáveis. De cada vez que isso acontece, o regulador seria avisado, o caso seria analisado e em caso de confirmação seria aplicada uma multa, ainda que simbólica, de 100, a 200 euros. Só para pôr ordem nisto. Pois a obstrução à liberdade de expressão pode muito bem vir de dentro do meio, não vem forçosamente da relação fontes/jornalistas. Outros casos, uma entrevista a falsos interlocutores também deveria dar lugar a multa.

Falsas notícias, quando provadas também deveria dar lugar a multas, e libertava-se os tribunais dos processos. Passava a ser mera contra-ordenação. Deveria haver um código de corporate governance para o jornalismo. Premiar o mérito, medida em termos de quantidade de notícias importantes publicada pelo mesmo autor. A remuneração teria de ter uma pequena parte variável, poderia ser simbólica, meramente. Deveriam ser publicados os resultados uma vez por ano, no site ou no jornal. Uma espécie de quadro de honra. 

É absolutamente necessário profissionalizar o jornalismo.

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