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Harvest moon

por João Távora, em 22.01.13

Nicolau Santos exultava há pouco na Antena 1 com a "cedência" do governo perante a realidade (!!!) (ao formular um pedido da extensão dos prazos de maturidade dos empréstimos a Portugal negociados com a Troika), e aos alertas daqueles que, como ele próprio, reclamavam serem as condições negociadas excessivamente penosas (o Partido Socialista e o Baptista da Silva, entenda-se). Como se, ao contrário do que foi a estratégia dos gregos, não fosse necessário cumprir dentro do possível o compromisso (e o que é isso de "compromisso", nos dias que passam?) para obter um mínimo de autoridade negocial.

 

PS.:  Nicolau Santos tem o seu tempo de antena todos os dias de 2ª a 6ª na Antena 1 pelas 9,40. Privatize-se que eu não quero pagar.

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10 comentários

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De l.rodrigues a 22.01.2013 às 11:02

Não percebo essa sua descrição da realidade portuguesa. E portanto a do governo e a dos que apoiam a sua postura e política.
Se eu dever dinheiro a um banco, eu tenho um problema. Se Joe Berardo dever dinheiro a um banco, o banco tem um problema. Não se trata de autoridade negocial, mas sim de poder negocial.  


Portugal até pode ser um país impotente, mas o governo e os que o apoiam nem sequer levantam a hipótese de termos uma erecção para mostrar aos credores. Nunca tentaram uma caríciazinha que fosse.


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De João Távora a 22.01.2013 às 11:10

Tenho pena que não perceba. Vá à Grécia e veja.
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De l.rodrigues a 22.01.2013 às 11:42

O que se vê na grécia são muitas coisas, mas no que é relevante para esta conversa, vê-se uma dívida renegociada exclusivamente segundo as condições dos credores. Nesse sentido não fazem pior do que os nossos governantes fariam, a manterem a postura. 
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De Anónimo a 22.01.2013 às 12:36

"Privatize-se que eu não quero pagar"
Já bancos não se importa!
Mas "renegociar a dívida nos seus prazos" não era coisa do tio Gerónimo. O PPC não era mais: "não precisamos de mais tempo(...)".
Então PPC é MENTIROSO!
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De F a 22.01.2013 às 16:01

Ouça lá, se não se salvar os bancos como é que entra o dinheiro na economia? Como é que sustenta o pouco mas ainda existente crédito, entre tantas outras coisas. Este "salvamento" é o chamado mal inevitável.
Além disso aquele fundo estava lá, vai ser pago, salve ou não salve os bancos e só tem uma única e exclusiva função, mesmo que queira usar o dito para fazer parques infantis ou auto-estradas, não pode.
Pronto, pode continuar a gritar.
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De l.rodrigues a 22.01.2013 às 16:55

Nacionalizem-se os bancos, então. São precisos para isso que disse. Mas deixam de ser entrepostos de sanguessugas. Um banco não cria riqueza, apenas a captura. 
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De O Falso Rei das Pampas a 22.01.2013 às 19:50

"aquele fundo estava lá, vai ser pago"
O contribuinte paga sempre, mesmo que lhe falte o dinheiro.

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De Anónimo a 22.01.2013 às 23:21

" se não se salvar os bancos como é que entra o dinheiro na economia? "


Ah, bom! Esse argumento é de morte. É avisar o Sr Ulrich que pode continuar  jogar ao monopólio com nosso dinheiro, o emprego do zé que se lixe, a filha do zé que coma brioches, ou umas refeições na escola que o zé aguenta, ai aguenta, porque, ó Zé tu não sabes que " se não se salvar os bancos como é que entra o dinheiro na economia? "

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De murphy a 22.01.2013 às 21:29

Dizer “O PS teve razão no tempo certo" é um grande acto de modéstia e humildade da parte de Seguro. Na verdade, num olhar atento aos últimos 20 anos neste País, facilmente se perceberá, que o PS tem razão “todo o tempo”!
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/isto-revolta-me-e-nao-ha-titulo.html (http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/isto-revolta-me-e-nao-ha-titulo.html)""
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De F a 23.01.2013 às 00:42

Para conversa de café nao tenho paciência, para isso ia comentar os jornalecos do facebook. Entretanto va descobrir como eh que os euro chegam a Portugal.

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