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Ecos do tempo bravio

por João-Afonso Machado, em 21.01.13

A força e a dimensão das águas dão o mote e abrem caminho à tempestade. O mais é o uivar do vento e todo um ambiente que verga à sua força. A natureza pega finalmente nos instrumentos e a a orquestra entra em fúria. Principiou o fim, pensamos, confortados pela beleza do espectáculo. A raiva dos elementos lava-nos a alma de outras perorações, da vacuidade das imprecauções diárias.

Não que a tempestade não mate por vezes. Mas não é contra ela que se revoltam os sobreviventes e os filhos das vítimas. A árvore tombando fatalmente será sempre o rosto visivel da imprecaução dos homens. Outra tempestade em outro formato, o da guerra palavrosa e permanente entre a nossa espécie.

Agora discutir-se-à porque foi como foi. Esgrimir-se-ão culpas. Os argumentos humanos são maçadores e a natureza aproveitará para repousar um pouco. Em plena época alta, ainda há muito para alagar, quebrar ao ritmo da ventania, senão mesmo das trovoadas. Enquanto os humanos não se previnem

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