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Os ambiciosos socialistas

por Maria Teixeira Alves, em 21.01.13

Está aqui nesta entrevista a verdadeira alma dos socialistas: a ambição de chegarem ao poder, mesmo que para isso tenham de levar o país à falência. Reparem nesta entrevista de Francisco Assis onde diz  que "É inevitável uma crise política em 2013". O político defende que António José Seguro "tem qualidades para ser um bom primeiro-ministro". E diz ainda que o PS até está disposto a fazer uma coligação com a direita, PSD e CDS (desde que o Seguro seja primeiro-ministro, claro). Que topete!

Mas o descaramento não acaba aqui. Reparem: "Quando Passos quiser fazer uma reforma séria, não terá capacidade" [porque o PS está cá para o impedir, deduz-se].

O ex-líder parlamentar do PS diz que mesmo quando chegar ao Governo, nunca poderá cortar quatro mil milhões de euros na despesa. Ah!ah!ah!, quando ninguém lhe comprar as obrigações do tesouro, ou seja os mercados fecharem-se novamente, é que ele vai ver o que é cortar na despesa à força. É que quando o Estado gasta mais do que o que recebe (défice) só há uma maneira de continuar a ter dinheiro: é endividar-se. Mas se ninguém lhe emprestar logo deixa de ter o problema porque os quatro mil milhões são cortados à força. Não tem não gasta....

Francisco Assis onde é que estava quando o Primeiro Ministro Sócrates levava o país à falência com as suas obras publicas milionárias e a sua "compra" de votos com aumentos à função pública, ah?

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6 comentários

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De Jos+e Manuel a 21.01.2013 às 07:27

Está enganada, porque não foram os "aumentos" à função pública que levaram o país à falência. Durante o 2º mandato de Sócrates os vencimentos estiveram sistematicamente congelados. E se em 2009 houve um aumento de 2,9% logo a seguir, em 2010, houve um corte salarial geral entre 3,5% e 10%.
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De Maria Teixeira Alves a 21.01.2013 às 14:38

 Socrates na véspera das segundas eleições progrediu os professores de carreira (sei porque tenho parentes professores). Depois à mercê de uma crise de dívida soberana teve de fazer cortes na função pública é certo. Mas isto porque quando os mercados deixaram de emprestar dinheiro a países com mais de 80% de dívida ública sobre o PIB, Porugal estava com esse rácio, se não estivesse não tinha sido intervencionado. 
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De Renato a 21.01.2013 às 09:49

O PS a impedir a reforma? A Maria esquece-se que o PSD e o CDS são governo, com maioria absoluta.
Quanto aos funcionários públicos, nunca houve tanta contesteção como no tempo do Socrates. Eu, que sou funcionário público, sei bem o prejuizo que esse governo me deu, com congelamentos e cortes sucessivos, a alteração nas carreiras, etc. Só num ano aumentou, o que nem de longe compensou os cortes. Bom, foi nos tempos dos governos PSD, caso não saiba.
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De Maria Teixeira Alves a 21.01.2013 às 14:40

Como sabe a maioria absoluta não chega para algumas reformas estruturais que precisam de algum consenso político. O PS está inclusivé a utilizar o relatório do FMI para fazer campanha política. 
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De Renato a 21.01.2013 às 16:19

"não chega"? Ora essa!... É o próprio Passos a dizer que tem toda a legitimidade para governar sozinho, fazendo as reformas que entende. Óbvio. Governem, então.
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De Virgilio Costa a 21.01.2013 às 13:08

A despesa pública é sempre igual a impostos, correntes ou futuros. O Sócrates foi incompetente por não entender esta realidade, mas os outros antes não o foram menos e os actuais... fala-se muito em voltar aos mercados, ou seja, em voltar a aumentar os impostos futuros. 
Devia discutir-se a sustentabilidade do estado (e que estado se pretende, porque tem sempre de se pagar). Não haver almoços grátis significa isto mesmo. 

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