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Conclusão do debate da SIC Notícias

por Maria Teixeira Alves, em 16.01.13

Estava a ver o debate da SIC Notícias entre Miguel Anacoreta Correia, Alexandre Patricio Gouveia, Fernando Medina e Manuela Arcanjo, sobre o relatório do FMI e a austeridade.

Conclusão :Manuela Arcanjo é b... pouco inteligente e por acaso não foi Manuela Arcanjo que foi Secretaria de Estado do Orçamento do Governo pântano?

Fernando Medina, deputado do PS que esteve o debate todo a dizer que não estava ali a representar o PS. Falou, falou, falou com muita segurança nas suas palavras, mas de construtivo não disse nada, apesar de ter falado imenso, muito mais que qualquer um dos outros. Nervoso. Cheio de frases feitas e números para confundir. Alexandre Patrício Gouveia tem razão mas mal se ouve e Miguel Anacoreta esteve bem, até ao momento em que se pôs a falar das mudanças de nomes dos Ministérios como uma das causas da crise das contas publicas.

Fernando Medina é um perigoso demagogo. Temos Sócrates!

Para finalizar gostava de dizer que se ouviu o tempo todo duas coisas contraditórias: 1) O relatório do FMI foi encomendado pelo Governo. 2) Este relatório do FMI é um relatório que propõe mudanças do Estado Social para toda a Europa.

Ora bem, ou o Estado Português quer mudar o estado social de toda a Europa ou o FMI fez este estudo por sua iniciativa.

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6 comentários

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De Patusco a 16.01.2013 às 10:55

Conclusão: para a próxima devem convidar só o sr. Alexandre Patrício Gouveia!
O relatório FMI afinal não foi "encomendado" pelo governo. Gostei. Este sr. tem de aparecer mais vezes na TV, especialmente na TV pública (Alô ministro relvas, alô, aqui terra... o sr, S. Patrício existe. Alô, está a ver? Ou será que finalmente está a estudar?!

O nervoso instalou-se realmente!
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De Maria T. A. a 16.01.2013 às 13:58

Acho que para quem não está obcecado com a guerra política consegue ver bem que o FMI não anda a mando de nenhum Governo. Muito menos de Portugal. Enxerguem-se. Nós não temos importância nenhuma na Europa. A nossa única importância é estarmos ao lado dos espanhóis. Acho que o Alexandre disse isso e é o óbvio. O Medina é muito verdinho e tem uma visão deturpada (qual Che) da realidade. Números e mais números que não querem dizer nada. Aonde é que ele cortaria na despesa? Não disse, porque não sabe. A Manuela Arcanjo fiquei surpreendida pela negativa, nunca tinha realizado o pouco intelectualmente que é. Ou então sou eu que já estou habituada a Vitor Gaspares!
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De Novo Patusco a 16.01.2013 às 14:58

Pois não! Não foi encomendado! Afinal o FMI é constituído por uma cambada de aldrabões... aldrabões não, comunistas!

"Houve mão do Governo no recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) com sugestões para o corte de quatro mil milhões de euros na despesa pública. É o próprio FMI que o confirma, em resposta a questões colocadas pela Renascença.
O FMI esclarece que um primeiro esboço do relatório foi entregue ao Governo no final da visita que fez a Portugal, no início de Novembro, ao qual os membros do Executivo fizeram os seus comentários. Com base neles, e também nas considerações dos membros do Fundo que acompanham o programa de ajustamento português, o FMI procedeu à revisão do documento e elaborou o relatório final, que entregou ao Governo dia 9 de Janeiro.
O FMI esclarece que todos os dados usados no relatório foram fornecidos pelo Governo português ou por organizações internacionais. E adianta que o documento foi feito no âmbito da ajuda técnica que oferece a todos os seus membros, pelo que teve custo zero para o Portugal.
Na nota escrita que enviou para a Renascença, o FMI afirma que cabe ao povo português decidir que papel quer para o Estado e que cabe às autoridades nacionais decidir o destino a dar ao relatório, bem como quais das reformas e das medidas propostas devem ser implementadas.
Confirma, por outro lado, que o relatório vai estar em discussão na sétima revisão do memorando de entendimento, já no próximo mês.
Recorde-se que o relatório sugere cortes nos salários e nas pensões, além de aumentos nas taxas moderadoras e nas propinas, entre outras medidas em vários sectores, incluindo educação, segurança e defesa".

In Rádio Renascença

 
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De Novo Patusco a 16.01.2013 às 16:17

Malandros, são uns malandros estes tipos do FMI...

 

"O Fundo Monetário Internacional (FMI) foi orientado no estudo sobre a reforma do Estado por dois secretários de Estado de Vítor Gaspar: "Luís Morais Sarmento e Hélder Rosalino", confirma o próprio FMI.



Para além destes, o Fundo também refere a participação inestimável de Miguel Morais Leitão, secretário de Estado adjunto de Paulo Portas, o ministro dos Negócios Estrangeiros.

As menções aos grandes protagonistas do lado do Governo surge no próprio relatório que tanta controvérsia causou na semana passada: "A equipa de missão [do FMI] beneficiou largamente da orientação fornecida pelos secretários de Estado Luís Morais Sarmento e Hélder Rosalino, do Ministério das Finanças, e de Miguel Morais Leitão, do Ministério dos Negócios Estrangeiros".

A ideia de cortar "pelo menos 4000 milhões de euros de forma permanente à despesa pública" - e é sobre isto que versa o estudo do Fundo - foi lançada em novembro do ano passado por Vítor Gaspar, o ministro das Finanças.

Morais Sarmento é o responsável direto pelo acompanhamento da execução do Orçamento do Estado e pela monitorização das grandes rubricas da despesa; Rosalino é quem tutela a área da Administração Pública, justamente um dos alvos da reforma enunciada por Vítor Gaspar e Passos Coelho".


In Diário de Notícias

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De laura a 19.01.2013 às 15:17

ouvi o debate,e o que estamos a ver no pais,é um total descalabro.o fmi diz que estamos a cumprir por que não quer assumir mais um erro (chegou o da grecia).o governo aproveita-se da situaçao para cumprir a sua agenda ideologica.temos em portugal um pm que mente e é" obdiente e obrigado"  perante os credores.  Olhamos para espanha vemos um pm ministro igualmente conservador,mas que lutou  com todas as forças para que não houvesse um resgate total.Por ultimo,fernando medina é perigoso,por que é calmo,claro na sua narrativa e muito inteligente.Gente com estas caracteristicas para a direita não serve..
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De monge silésio a 19.01.2013 às 18:36


A Espanha não tem o volume de dívida que temos. Se tivesse tido os juros a 11 ou a 12% pediria resgate...Não os teve. Importa saber porquê. A resposta está na 1ª linha.
Há alguma ideologia quando se pede emprestado 6 mil milhões / ano?
E quando se vai à falência?
Fica-se com menos, né? Ou pensavam qe a politica é uma coisa de crianças e de parolos que vos enchem a esperança e o desejo?
Estivessem atentos, cortassem menos fitas, e sobretudo vissem e se revoltassem contra leis mal feitas, compadrio nos negócios etc etc.. Lembram-se?

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