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"Porreiro, obrigadinho, Daniel!"

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28 comentários

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De zeca marreca a 13.01.2013 às 01:38

Mas duvida disso? Essa afirmação parece-me do mais elementar bom senso... Até podia pôr o Sr Adolfo e o Sr Mussulini ao lado de um gatinho fofinho, que em nada estragava a narrativa...


Mas cada um sabe as linhas com que se coze...





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De Joaquim Amado Lopes a 13.01.2013 às 10:48

Não dúvido nada. Tenho a certeza absoluta que há muitos animais não-humanos cujas vidas valem muitíssimo mais do que as de muitos animais humanos. 
A comparação que o Rui fez demonstra essa evidência.


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De Anónimo a 04.06.2016 às 20:11

Podia-me ajudar a compreender melhor esta questão? Porque é que a vida de um ser humano vale mais? Somos tão seres vivos como os animais...
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De xico a 13.01.2013 às 02:15

Vale!
E isso não se mede pelos afectos que temos por uns e pelos ódios que temos por outros.
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De Luís Santos a 13.01.2013 às 02:48

Desta vez o Daniel esteve muito bem....concordo. Parabéns. Estes adicais defensores dos animais e contra o milho hibrido que nem sabem como se reproduz o milho, têm que distinguir as coisas. Se o cão matou, deixou de ser animal doméstico e tem que ser morto. Quantos animais abandonados são abatidos e nunca fizeram mal a ninguém?
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De Kruzes a 13.01.2013 às 10:23

A comparação que aqui tenta fazer é infeliz. No mínimo  No máximo é parva.
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 10:48

Gosto de ver por estes comentários os pequenos 'césares' que foram ungidos para decretar a morte de uns e a vida de outros.
Não ponho (nem pus) em causa que o cão seja morto, mas só por ser um perigo e não por ter uma qualquer 'culpa' ou ter sido 'mau'. O que considero miserável é alguém dar mais valor aos monstros que expus nas forografias do que, por exemplo, a um mero e normal cão de companhia. Quem pensar o contrário não deve ter um animal de companhia nem o merece seguramente.


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De Joaquim Amado Lopes a 13.01.2013 às 10:49

Nem mais.
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De Ricardo a 13.01.2013 às 11:59

por uma vez, a primeira, não posso deixar de concordar com o DO. estou perplexo e ainda a recuperar.
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De Ricardo a 13.01.2013 às 12:03

Por uma vez, a primeira, estou de acordo com o visado (DO). O caso não tem culpa nenhuma, mas nós, se quiser, bicho homem, também não. Estou perplexo e a tentar recuperar como posso.
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 12:34

Não está em causa que o cão deve ser abatido no pressuposto de que constitui um perigo para as pessoas e mesmo outros animais.
Uma das diferenças entre o homem e os ditos animais é que aquele tem a noção de 'bem e mal', a consciência, a razão, ao contrário do que supomos passar-se com estes. Portanto, o homem vive com conceitos como 'culpa' e inocência, 'honra' ou 'desonra' etc.
A morte da criança foi e é horrível, obviamente que a haver 'culpa' esta pertence à família, mais não seja por negligência.
Defendo, aliás, que cães 'potencialmente perigosos' apenas deviam poder existir em forças de segurança ou por portadores de licenças especiais, à semelhança do que se passa com o regime do porte de arma, e excluindo a situação dos caçadores ou praticantes de tiro.
Insurgi-me foi contra a miserável comparação - genérica, demagógica, vil - entre o "ser humano mais asqueroso" e o "animal de companhia de que mais gostamos".
Tenho um cão com 13 anos e nunca me lembraria de o comparar aos monstros que exibi no post. Que, aliás, deviam ser executados por uma questão de elementar Justiça.
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De Rivera a 13.01.2013 às 13:36



A nossa capacidade de controlar os nossos pânicos e deficientes socializações quando aparecem casos como estes também é uma medida de desenvolvimento, algumas pessoas que muito respeito não demonstraram essa capacidade e usaram argumentes desde o falso ("o animal matou", quando o que matou a pobre criança foi a queda e traumatismo decorrente), ao palerma ("há questões actuais muito mais importantes", o que é óbvio e no limite impediria qualquer acção além da mais mais importante naquele momento) e até ao cruel ("é um animal e não uma pessoa", e portanto tudo é permitido). Também é uma dimensão da nossa humanidade a nossa forma de lidar com os animais, principalmente uma espécie que acompanha a nossa há tanto tempo e de uma forma tão leal.
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 14:35

É exactamente issoé´tenho pena que muitos o não compreendam.
Cumps.
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De João Távora a 13.01.2013 às 13:53

Estou em profundo desacordo contigo, Rui. Não gostava de ter acesso à tua lista de indivíduos que mereciam viver menos do que o teu cão, ainda bem que parou ali.
Há uma ordem de juízos que não pertencem à jurisdição humana. Para mim uma questão de principio, coisa cada vez mais desprezada nestes tempos de relativismo. 


Votos de um bom domingo,
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 14:30

Caro João,

Nunca cederei perante a crueldade com animais. Relativismo é também isso.
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De carneiro a 13.01.2013 às 14:25

O único valor absoluto é a vida humana.  É esta certeza inabalável, que me segura e  impede de começar a fazer favores à Humanidade.

Desta vez, DO tem razão. Nesta parte restrita de pratos de balança.


E no salva-vidas recolheria qualquer Ser Humano em prejuízo do meu cão. Tenho que acreditar nisto. Não posso abrir excepções. Porque ao abrir a "primeira" excepção, arranjarei sempre fundamento para mais excepções.
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 14:31

Caro Carneiro,
Sugiro que mude o seu 'nickname'. O respeito pelos carneiros decerto o mercia.
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De carneiro a 13.01.2013 às 19:08

Sr. Tabosa, 
Aprecio em demasia as suas opiniões, que tenho acompanhado aqui com muito interesse,  para responder ao simples  trocadilho que faz com o meu nome.


O DO desta vez tem razão. Pela primeira vez concordei com ele. Lamento melindrar com  isso. Não pretendia, mas também não vejo como o possa evitar.
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 19:37

Não melindra nada, caro "Carneiro" (não leve a mal as aspas...),
Também aprecio de um modo geral os seus pontos de ista.
E também é verdade que não temos de concordar sempre.
De resto, repito, nunca pus em causa que o animal tenha mesmo de ser morto, mas porque representa um perigo e não por uma qualquer 'culpa', 'ajuste de contas' ou punição.
A culpa é integralmente da família do pobre inocente que, espero, descanse em Paz.
Mas, sendo as opiniões livres, nem por um só momento - e esse era o sentido do post - trocaria a vida do meu cão, um grande companheiro de há longos anos, pela de um criminoso, seja pedófilo, um violador ou um serial-killer. Cada um está no seu direito e não levo a mal que outros pensem diferente. Só acharei estranho que façam festas ao seu animal de companhia, do qual não poderão, em verdade, chamar-se Amigos (e não tome isto como indirecta, peço-lhe).
Cumps. 
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De Joaquim Amado Lopes a 13.01.2013 às 16:42

"E no salva-vidas recolheria qualquer Ser Humano em prejuízo do meu cão."
Ou seja, "no salva-vidas" não acolheria o seu cão (que daria a vida para o proteger) para acolher alguém que o mataria (ao carneiro) na primeira oportunidade. Faz sentido.
 
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 16:48

Dá pena que as pessoas sejam, de facto, como descreve. Realmente, quanto mais as conhecemos...
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De Joaquim Amado Lopes a 13.01.2013 às 19:07

Rui,
Comentários como o do carneiro são aquilo a que se chama "da boca para fora". Parte de um princípio que (acha que?) lhe fica bem defender ("a vida humana é inviolável") e pretende que os princípios não têm que resistir ao confronto com a realidade.
Mas se se passar da discussão teórica do princípio para uma situação real de um crime abjecto como tantos que são cometidos todos os dias, muito me admiraria se não dissesse algo do género "esse gajo devia era ser enforcado".

Não é para levar a sério.
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De Rui Crull Tabosa a 13.01.2013 às 19:43

Caro Joaquim,
Sabe - e se calhar não cordará comigo, o que também não tem problema - os casos dos monstros com que ilustrei o post põem para mim em crise esse princípio da "inviolabilidade da ida humana". -Não por qualquer sentimento de ódio ou vingança, mas simplesmente porque a abjecção do seu comportamento não se afigura compatível com quaisquer direitos.
Outros não dirão, talvez porque - felizmente - o Horror não lhes bateu à porta. E ainda bem.
Cumps.
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De Joaquim Amado Lopes a 13.01.2013 às 20:58

Só por acaso, até concordo. Para mim, os direitos derivam do comportamento de cada um, não de qualquer característica inata como a espécie, a raça ou o género.

Quem convive com animais domésticos tem perfeita consciência de que eles sentem alegria e tristeza, são capazes de incríveis actos de autruismo e de amor e até de empatia.
O facto de, regra geral, não serem capazes de usar utensílios ou de comunicarem pensamentos complexos de forma que entendamos não pode valer mais do que as características que listei acima.

E a ideia de que só os seres humanos têm o direito inviolável à vida é extremamente "míope".
P.e., se alienigenas (na forma muito diferentes de nós) chegássem à Terra, seriam "humanos" ou "animais"?
E se fossemos "nós" a chegar a outro planeta, habitado por seres cientes, com ou sem tecnologia? Tratávamo-los como "humanos" ou como fonte de alimento e divertimento (tipo touradas ou lutas de cães)?

Enfim, o que o carneiro escreveu é típico de quem não pensou realmente no assunto e se limita a repetir um cliché que muitos pretendem fazer valer como verdade absoluta.
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De carneiro a 13.01.2013 às 19:01

Caro Joaquim Amado Lopes, o seu raciocínio está ao nível do de um burro. Percebo a sua afinidade.
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De Joaquim Amado Lopes a 13.01.2013 às 19:08

LOL
Realmente, não é para levar a sério.
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De Herr Flick a 13.01.2013 às 22:37

Este DO dá dó, mas lamentavelmente não é o único.

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