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Nem mais!

por Rui Crull Tabosa, em 19.12.12

Que Constituição da República é esta que inviabiliza que se adoptem medidas que salvem o país de um colapso maior? Que Constituição é esta que é contra a solidariedade intergeracional? Que Constituição é esta que sendo contra a redução de salários apenas está adaptada a tempos de inflação? E que Constituição é esta que protege mais 8% dos pensionistas do que 92%? Esta não pode ser a Constituição da República Portuguesa (Helena Garrido, no Jornal de Negócios).

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14 comentários

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De O subversivo H. Monteiro, no Expresso a 19.12.2012 às 09:30

http://expresso.sapo.pt/passos-cavaco-e-a-demagogia-das-pensoes-e-reformas=f774637 (http://expresso.sapo.pt/passos-cavaco-e-a-demagogia-das-pensoes-e-reformas=f774637)
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De Sublinhado meu a 19.12.2012 às 09:32

Acresce que basta fazer este exercício: se este nosso contrato de reforma, em vez de feito com o Estado fosse feito com uma seguradora privada que entretanto mudasse as regras qualquer processo em tribunal seria ganho pelos beneficiários. É mais uma razão para Passos, em vez de atacar, pedir desculpa pelo que está a fazer aos pensionistas.
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De Rui Crull Tabosa a 20.12.2012 às 01:32

E acha que alguma seguradora aceitaria que um cidadsão fizesse um PPR em que só contavam os três últimos anos, ou os melhores cinco anos de pagamentos?
Não me faça rir...
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De Não faço, não a 20.12.2012 às 09:45

Mas se se ri de Henrique Monteiro a risota é sua.
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De Rui Crull Tabosa a 20.12.2012 às 12:08

Pois, só posso rir de tanta estupidez. Aconselho-o a pensar antes de repetir o que lê.
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De Está-se a ver ao espelho a 20.12.2012 às 14:42

Desvergonha e descaramento é o governo de que certos cromos são jagunços ser forte com os fracos e fraco com os fortes.

Relativamente às PPPs já o governo mete o rabinho entre as pernas.

Enxergue-se e não asneie, que não é para isso que é pago.
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De Rui Crull Tabosa a 20.12.2012 às 14:48

Então, que era disso que estava em discussão antes de fugir "com o rabinho entre as pernas", já não compara o sistema de reformas, em que só valiam os últimos anos, a um PPR, como se existisse algum que não assentasse em todas as contribuições efectuadas durante a sua vigência?
Quando responder a isso falamos sobre as PPP. Mas sei que o não fará, que até deve corar de vergonha pelos dislates que citou e, pelos vistos, subscreve. Tristeza de gente...

 
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De Vá bugiar a 20.12.2012 às 15:17

Você não é digno deste blog de gente séria. Emporcalha-o.

Qualquer pessoa sabe em que nível de pensões começa a ser aplicada a CES menos os cegos voluntários.
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De Rui Crull Tabosa a 20.12.2012 às 16:02

Os sweus comentários e insultos dizem muito bem que coisa é, abrantes.
Mas, passe a sua intriguinha típica de sucialista, palavra que gostava de saber como pode comparar o sistema de reformas, em que só valiam os últimos anos, a um PPR, como se existisse algum que não assentasse em todas as contribuições efectuadas durante a sua vigência?
Responda, sustente a sua afirmação inicial de que as pensões são equiparáveis a PPR, em vez de evacuar insultos que só mostram o que é.
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De Fernanda a 19.12.2012 às 13:59

Há qualquer coisa que falta sempre na análise de Helena Garrido e que, a meu ver, é o enquadramento da coisa, essa coisa aborrecida que é a política.


Só assim se compreende o texto.


Assim sendo, e seguindo o raciocínio de Helena Garrido, ignore-se a dita lei.


Mais longe ainda, ou complementarmente, ignore-se a independência nacional e a soberania de Portugal, um verdadeiro constrangimento a que se viabilizem e se adoptem medidas que salvem o país de um "colapso maior"


Sem país, ou com um simulacro de país, reduz-se o colapso e fica-se bem.


Implemente-se e sigamos em frente.
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De Fernanda a 19.12.2012 às 14:01

...ou seja, sem República Portuguesa não há necessidade de Constituição.


O que é pragmático e talvez resulte.


Pois.
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De Rui Crull Tabosa a 20.12.2012 às 01:34

Sim, essa maravilhosa Constituição que ainda diz que Portugal está "a caminho do socialismo"...
Chegou a conta, ou ainda não percebeu?
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De monge silésio a 19.12.2012 às 17:41

É tempo de os JURISTAS perceberem que :

--não basta ter uma impressora: é preciso produzir.

--não tendo impressora, não basta gritar "direitos!" e o dinheiro aparece.

Mas, aqui no burgo, todos ainda deleitados no manual dos jus-queinesianos de Coimbra e Lisboa, que os citam até ao enjôo, marginalizando por décadas outra forma de pensar o Direito...é assim.

É essencial o Direito; é essencial o Primado da Lei; mas também é essencial assegurar a base destinatária do Direito: o homem em sociedade. Para tal, olhar ao que permanece, ao que dura (no sentido de duração em Bergson), ...ao valor.

Não há dinheiro (a nao ser pedindo ao vizinho) para autarquias, saúde, educação, prestação para as férias, para o natal, para o desempregado, para o nada-quer...caso entendam que há, vai haver mais impostos (meio legítimo de confisco) e cortes salariais e de reformas (meio ilegítimo de confisco).
No Direito de Lisboa e de Coimbra das décadas anteriores ...era sempre a subir a parada...queres casa? toma, queres escolinha ao lado do pimpolho, toma lá...eram direitos, senhor!
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De zé luís a 20.12.2012 às 22:28


Obviamente, subversiva, a jornalista. Era suposto dizer isto desassombradamente?

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