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Em defesa da Nação

por João Távora, em 20.09.12

 

(...) Para lá de qualquer agenda fantasiosa, estou convicto que que urge reunir tantos portugueses quanto possível na defesa e promoção da nossa Casa Real. Acontece que se dá o extraordinário facto de, após um século de desgraçada república, possuirmos uma incontestável Casa Real e com geração. Esse é um património a defender com todas as nossas energias, um significativo privilégio em relação às muitas irremediáveis e decadentes repúblicas europeias. Ler mais»»»

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10 comentários

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De Miguel Loureiro a 20.09.2012 às 13:31

E na Espanha, não é monarquia? E na Inglaterra?
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De João Távora a 20.09.2012 às 18:36

Miguel, não entendo a questão... 
Cumprimentos
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De Miguel Loureiro a 20.09.2012 às 19:14

Para além de qualquer outro argumento em defesa ou contra a monarquia, a realidade mostra que não há relação entre a situação económico-financeira de um país e os sistemas monárquicos ou republicanos.
O exemplo de Espanha é óbvio, o de Inglaterra (pondo de parte os gastos da realeza) permite que a City vá brincando com o sistema financeiro, mundialmente, sem que a monarquia possa fazer o que quer que seja.
Resumindo, não se pode comparar o que não é comparável.
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De Pedro Quartin Graça a 20.09.2012 às 18:42

 A Instituição Real está ao serviço do POVO e é em nome dele que DEVE FALAR, quando bem entender, sem temores, nomeadamente quando este está ameaçado. Quando assim não é, a Instituição de nada serve.
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De EMS a 20.09.2012 às 20:13

Quem mandatou a "Instituição Real" para falar em nome do povo?
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De Renato a 20.09.2012 às 22:14

Também não sei o que tem a ver a saúde económica e financeira de um país, com ser uma monarquia ou uma república. É comparar a Espanha com a Alemanha, a Finlândia ou a Suiça, etc, etc. O problema não está nos regimes, está nos governos. Os políticos portugueses (ou os portugueses em geral, já agora), não ficariam mais sábios só por terem um rei no trono. Curiosamente, há ainda quem tenha ilusão de que com um rei nos tornariamos na Inglaterra ou na Holanda, daí que venham sempre os exemplos dessas monarquias, ou outras, quando se refere as vantagens da monarquia no nosso país. É que nem os monarcas são todos iguais. Já não o eram quando isso tinha uma importância efectiva, que era quando de facto tinham poder.













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De EMS a 21.09.2012 às 01:29

Só por nota de curiosidade.
O Reino Unido e a Papua-Nova Guiné são ambas monaquias. Estão em niveis economicos e civilacionais diferentes.
Em ambos os casos a chefia de estado é da copetencia de Isabel II.
Alguem de boa vontade me poderá explicar porque uma monarquia exercida por Isabel II podera ter um desepenho inferior a uma republicana Nigeria?
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De Cícero a 21.09.2012 às 03:42

Esta republiqueta nefanda nasceu do sangue de inocentes, e é actualmente (desde há 38 anos) gerida por gente (excluindo Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa, e mais alguns bons Portugueses) sem amor à Pátria !


A Monarquia tem de o direito de ser escrutinada. Só com um Rei (e que belo Rei e linda família real nós temos!) é que a Nação Portuguesa pode voltar a ser uma comunidade ordeira, trabalhadora e pacífica, onde imperem os valores autênticos e os homens bons (no sentido histórico dos nossos municípios da Idade Média), onde haja real progresso (sem demagogias) e onde cada Português se sinta bem !

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De Observador a 21.09.2012 às 10:08


Eu prefiro olhar para os nossos vizinhos e para a sua decadente monarquia.
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De José Luís Malaquias a 21.09.2012 às 21:05

ROFLMAO
Sim, porque era só mais isso que ainda precisávamos: uma monarquia.
Até porque os últimos 100 anos que tivemos de monarquia foram tão edificantes:
- Uma raínha louca que fugiu para o Brasil e deixou o seu povo entregue aos invasores franceses.
- Uma família real que nem se preocupou em regressar, nem mesmo depois de outros terem tratado de correr com os franceses.
- Uma família real que deixou isto a saque dos ingleses.
- Um príncipe herdeiro que traiu o seu país para se declarar imperador de outro.
- Uma guerra fratricida entre dois irmãos que deixou o país de rastos.
- Uma sucessão interminável de governos de porta giratória, que terminou com uma ditadura.
- Uma capitulação perante as exigências do "Velho Aliado" monárquico.


Mal por mal, antes quero a república, muito obrigado. A monarquia não deixou saudades por estes lados e, assim como assim, já não há herdeiros legítimos do trono vivos, desde a morte do último rei, que teve o bom senso de não deixar herdeiros.

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