Beber um copo com o regime não é colaboracionismo (II)
Diz que o prato foi a malhar no Cavaco. Pois é, o mais fácil é o fogacho da guerrilha facciosa que convida os portugueses à fractura, objecto próprio dos partidos, cuja genética é contrária à Instituição Real. O difícil é cativar as pessoas à volta de valores e causas perenes - a coisa não dá escândalo nem promove vaidades. Enfim, é difícil "vender".
Caro João É difícil discutir em algazarra e quando às pessoas não interessa a Pátria nem a verdade e só se enchem de fúrias contra o chefe de Estado, que não sendo o que queremos - pois representa precisamente aquilo que vimos, um chefe de facção - deve merecer um mínimo de respeito. Não gosto de "clubes jacobinos" e aquilo foi precisamente o que devemos evitar: muito estrondo e adjectivo e pouca ou nenhuma informação.
Dei uma volta nas peças disponíveis no Youtube e perante tanta vulgaridade, fico grato pela sua sobriedade que dignificou um pouco a discussão, Miguel.
O Miguel Castelo Branco esteve muito bem. Mais não seja, prestou um excelente serviço de informação. Um excelente ponto de partida para futuros desenvolvimentos.
De facto, aconteceu essa inevitabilidade, das gargalhadas da noite, terem sido quase todas arrecadadas pelo Sr. Aníbal Cavaco Silva.