Se desta vez não houver bandos de
pin ups com
T shirts a dizer "na minha barriga mando eu" nem distribuição a eito de imagens com fetos mortos já teremos dado um passo decisivo na direcção correcta, nesta campanha sobre o aborto, em comparação com o referendo de 1998. Claro que, entre os que dizem votar
sim, há
quem persista em fornecer
argumentos de bandeja a favor do "não". E também, entre os adeptos do
não, há
quem esteja mortinho por
angariar votos para o "sim". Cada um sabe de si.
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2007 às 13:46
Eu tambem estava lá,tinha um cascol...
De Margarida a 31 de Janeiro de 2007 às 01:04
E admite-se que os jornalistas se submetam às condições dos do “não” conforme estão na notícia do Público, concretamente estas: “E sempre que algum jornalista procura indagar sobre questões específicas, junto de outros membros do movimento porventura mais habilitados para responder, os assessores de imprensa sugerem um exercício pouco usual: os especialistas não autorizados "a dar a cara" podem falar, mas não podem ser citados; o jornalista pode ficar com a informação, mas deverá depois contactar os pontas-de-lança, se quiser atribui-la a alguém”?
Lembro que os “pontas-de-lança são o dr. João Paulo Malta (o tal que é dirigente da Associação dos Médicos Católicos e que nos prós&contras estava de gola-alta preta ao lado do Fernando Santos), a drª Margarida Neto (a que ontem estava de cor-de-rosa nos prós&contras) e a drª Isabel Galriça Neto (salvo erro a que estava no estrado, pelos “não”). É isto liberdade de expressão senhores jornalistas do meu país? É isto igualdade de oportunidades pôr os “ponta-de-lança” do “não” no debate dos prós&contras?
Pode confirmar aqui:
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1283936
De H.R. a 30 de Janeiro de 2007 às 18:56
Oh Pedro, não há pins mas há gorros. Pelo menos aqui no Porto há. Não dizem é "na minha barriga mando eu". Serve?
De Anónimo a 30 de Janeiro de 2007 às 18:46
Mas isso de não haver essas tais de pin-ups só pode ser péssimo.
Eu por mim queria.
E até aqui lanço o meu apelo aos movimentos pró-sim: PIN-UPs, queremos PIN-UPs! Melhor, exigimos!!!
De Anónimo a 30 de Janeiro de 2007 às 18:15
Não, que ideia, esta campanha está óptima.
Para começar, temos todos os dias vídeos do Prof. Marcelo (que foi quem lançou a ideia do referendo) no YouTube.
Há dias em que até fala com uma menina, que no fim lhe agradece do coração.
De ergela a 30 de Janeiro de 2007 às 18:13
Caro Pedro,quando à uns dias vi uma reportagem na SIC em que uma "traficante" de medicamentos abortivos glorificava-se de vender cada comprimido por 80 euros, se bastasse este argumento para acabar com este e outros negócios,eu já votaria sim.Pouco me importa os argumentos de um ou outro lado, o que me interessa é que não tenha que morrer mais nenhuma mulher por esta razão ou outras razões ilicítas.
Um abraço.
De H.R. a 30 de Janeiro de 2007 às 18:04
É a coerência, caro Pedro.
http://helderrobalo.blogspot.com/</a>
De Anónimo a 30 de Janeiro de 2007 às 17:35
Efeitos colaterais do "sim". Basta ver no Blog do José Milhazes que conhece "in loco" a questão:
Número de abortos é superior ao número de nascimentos
O número de abortos legais na Rússia ultrapassa o número de nascimentos, num país com uma das mais liberais legislações sobre a interrupção voluntária da gravidez e que foi o primeiro a legalizar a prática, em 1924.
Estatísticas de 2005 indicam que o número de abortos em instituições mé dicas legais se situou entre os 1,7 e os 1,8 milhões.
No mesmo ano registaram-se entre 1,4 e 1,5 milhões novos nascimentos.
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