Presidência da República portuguesa custa cinco vezes mais do que a Casa Real espanhola
A Presidência da República portuguesa custa cinco vezes do que a Casa Real espanhola, em valores absolutos e 18 vezes mais por habitante. O Presidente da República português, anualmente, "custa cerca de 2,9 euros por habitante" enquanto os encargos por habitante do Rei de Espanha representam "uns cêntimos por ano" aos cidadãos espanhóis. Em valores absolutos é cinco para um, por habitante é 18 vezes mais. O palácio de Belém sai muito mais caro do que o palácio real espanhol. E vai custar mais em breve. É só esperar para ver!
Nota - vejam como, desde que a reportagem foi emitida, o custo do da Presidência da República de Portugal subiu, para cada português, de 1 e poucos euros para 2,9 euros!
Ainda há pouco tempo, quando da visita ao Oeste, a comitiva presidencial (mais de 40 pessoas!) veio de véspera e pernoitou num hotel de 5 estrelas (Marriott da Praia del Rey - Óbidos). Notar que de Lisboa a Óbidos são cerca de 50 minutos. Não poderiam vir no próprio dia?
Não querendo ignorar os motivos válidos para fazer o post, incluir a questão do custo por habitante aqui faz pelo menos ficar desconfiado da forma como aborda o assunto. Qual é a lógica desse indicador? Um país precida de um chefe de Estado (Rei ou presidente), seja para um milhão ou para 1000 milhões. O custo de o sustentar não deverá ser muito diferente em qualquer dos casos: é uma pessoa na mesma (mais família, staff, etc, mas n é esse o ponto).
Pedro E ainda se nos servisse para alguma coisa: o pior é a sua inutilidade nas questões essenciais e o seu condicionamento total aos interesses dominantes. Neste momento apenas nos serve para os rituais diplomáticos, sem qualquer substância ou resultados que se vejam. Ana
E as reformas e outras mordomias ( tantas! ) de todos os PR e afins? Para fazer o quê, neste sistema tão, mas tão, SEMIpresidencial que ele nem voz activa tem? Ao menos não há essas reformas principescas para reis, porque o princípio é " Rei morto, Rei posto ".
De Não há como um bom regime monárquico a 18 de Maio de 2010 às 13:44
Five ranks of peer exist in the United Kingdom, in descending order, these are: duke, marquess, earl, viscount, and baron. The title 'Lord' is used most often by barons who are rarely addressed with any other. The style of this address is 'Lord (X)', for example, Alfred Tennyson, 1st Baron Tennyson, is commonly known as 'Lord Tennyson'. The ranks of marquess, earl and viscounts commonly use lord as well, with viscounts using the same style as used for baron. However, marquesses and earls have a slightly different form of address where they can be called either the 'Marquess/Earl of (X)' or 'Lord (X)'. Dukes also use the style, 'Duke of (X)', but it is not acceptable to refer to them as 'Lord (X)'. Dukes are formally addressed as 'Your Grace', rather than 'My Lord'. In the Peerage of Scotland, the members of the lowest level of the peerage have the title 'Lord of Parliament' rather than baron. For senior members of the peerage, the title lord also applies by courtesy to some or all of their children; for example the younger sons of dukes and marquesses can use the style 'Lord (first name) (surname)'. The titles are courtesy titles in that the holder does not hold a peerage, and is, according to British law, a commoner.