(Nas Amoreiras, a caminho de Santa Isabel...)
De
jac a 22 de Março de 2010 às 13:33
o nosso pós-modernismo - um dos nossos - distorcido.
j
De Mau como as cobras a 22 de Março de 2010 às 15:16
Até que enfim a D. Luisa nos mostra as taveiradas...
Mas aposto que não consegue uma foto apresentável daquele lindo mamarracho no Saldanha, junto ao início da Av. da República.
Abomino este tipo de arquitectura. Mesmo. Claro que a máquina fotográfica da luísa fotografa sempre bem, apesar do alvo :)
De Ega a 22 de Março de 2010 às 23:26
Vindo hoje da capital estive aí nesse portento de mau gosto. Preciso de mais duas ou três reencarnações para aprender a gostar da taveirada.
Lamento, Senhora D. Luisa, mas nem a sua arte consegue alindar as Amoreiras.
em minha opinião, deve regressar aos miradouros sobre o rio. Isso sim!
De Marquesa de Carabás a 23 de Março de 2010 às 10:45
Senhor Ega,
Hoje estamos em desacordo absoluto. Fotografia e objecto fotografado não são a mesma coisa. Esta é talvez a melhor fotografia posta aqui, em meu entender.
O mamarracho é o que é, mas a fotografia está conseguida. Está bem enquadrada e bem trabalhada.Tem intensidade e transmite o que quer transmitir.
Não sou muito fã de fotografias de catelinhos e beirais, enquanto tal. Não que não goste deles, mas encontro-lhes demasiados elementos, que depois têm dificuldade em se harmonizar.
A melhor, dessa série de Lisboa, para mim, foi a da janela.Mas seria por exemplo, a preto e branco e não a cores. Teria uma outra intensidade...no caso de ser para remeter à introspecção, ao passado, à nostalgia de uma Lisboa quase desaparecida (que foi o que me pareceu querer sugerir)...a mensagem, o conteúdo da fotografia é tão importante quanto o de uma pintura ou uma partitura.
Um grande fotógrafo disse-me uma vez que a fotografia começa e acaba no pormenor.
Ressalva-se, obviamente no meu comentário, o facto de aqui no blog, se tratarem de fotografias amadoras. E, terem que ser vistas, como tal. Mas têm "pernas para andar"...
Deixo aqui um site que pode interessar à fotógrafa:
http://www.sugimotohiroshi.com/ (http://www.sugimotohiroshi.com/)
Cumprimentos,
Marquesa de Carabás
De Maria da Fonte a 24 de Março de 2010 às 03:38
Caro Ega
Concordo com a Marquesa. A Fotografia está excelente.
Somos nós, o presente:
Precário e disforme.
E já viu?
Prestes a desabar!!!
Maria da Fonte
Meus caros Comentadores, obrigada pelas vossas opiniões, unânimes em relação ao objecto, menos unânimes em relação à imagem. Em relação ao objecto, partilho (parcialmente) do vosso ponto de vista. Tal como o Mau-como-as-cobras, não gosto, nem nunca gostei, de «taveiradas». Mas tenho de reconhecer que as Amoreiras já são uma referência em Lisboa. Não de arquitectura, concedo, mas uma referência. E há momentos, sobretudo em dias meio nublados e ao lusco-fusco, em que as torres, vistas de poente, absorvem e reflectem um jogo de luzes e formas que as torna fascinantes.
P.S.: Obrigada pelas suas apreciações e informações, Marquesa de Carabás. O «site» é surpreendente.
De Marquesa de Carabás a 24 de Março de 2010 às 15:42
Creio que percebeu o que quis dizer. Ainda bem.Depois fiquei a pensar que referir fotografia amadora podia ser entendido depreciativamente e não era essa a minha intenção.A bitola estava de facto naquilo que se considera arte em fotografia.
Já agora uma curiosidade que atesta que há uma grande diferença entre o objecto fotografado e a fotografia: Um simples fotógrafo de casamentos, chamado Vinícius Matos, foi eleito entre os dez melhores fotógrafos do mundo. vale a pena ver: aqui, por exemplo:
http://www.viniciusmatos.com.br/index.php (http://www.viniciusmatos.com.br/index.php)
Cumprimentos,
Marquesa de Carabás
Admirável, Marquesa! Aliás, não se trata bem de fotografar casamentos, mas de fotografar pessoas que, circunstancialmente, estão em casamentos.
Obrigada. :-)
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