
Em Blasfémias, alguns autores recusam-se a ver o óbvio e martelam no tema do clima.
Carlos Loureiro escreve isto.
É pena que o autor não tenha lido bem o excerto escolhido, que é apenas um dos cenários admitidos no relatório. Nesse cenário, se não houvesse emissões de carbono após 2030, (fruto de uma invenção qualquer que permitisse acabar com a queima de combustíveis fósseis) e se as emissões se mantivessem como as de agora até aquela data, ou seja estabilizadas durante mais vinte anos, haveria uma probabilidade em quatro das temperaturas globais ultrapassarem os 2 graus centígrados em 2100. Em resumo, mesmo com tantas facilidades, seria difícil não sofrer impactos a longo prazo.
Não tenho nada contra o combate político, mas critiquem a tese das mudanças climáticas com argumentos científicos, não com distorções. Esta é uma matéria onde misturar demasiadamente os cálculos mesquinhos da politiquice pode ter custos muito elevados.
O leitor pode procurar a informação neste local. É bem preocupante.
creio que alguma atenção ao escrito ajudaria.
nem se trata de grande «argumento científico»:
«Uma probabilidade em quatro» de acontecer, significa, a contrario, a probabilidade três em quatro de não suceder.
Creio que o que se critica é precisamente a decisão politica de escolher em destaque o cenário menos, «cientificamente» provável....
Se calhar foi algum «calculo mesquinho da politiquices» menos fundamentado....
De FD a 25 de Novembro de 2009 às 00:18
Ate' parece que estas teorias das alterações do clima têm sido discutidas, ou neste caso IMPOSTAS, com bases cientificas. Manipulação de dados isso sim, e não e' so aqui ou ali, está por todo o lado, cada vez mais difícil de esconder.
Seja como for, que eu saiba a ciência nunca se baseou apenas numa opinião, coisa que o lado dos pro-global warming tem havido alguma dificuldade em aceitar, alguma coisa deve ser. Medo.
Este comentário passa ao lado de uma realidade: há poucos temas que tenham sido discutidos de forma tão profunda na comunidade científica. Que a discussão em blogues e jornais seja ao nível de taxista (sem desprimor para os taxistas) julgo não ser culpa dos cientistas, que se têm esforçado por fazer passar uma mensagem que custa muito aos políticos.
De
Alfredo a 25 de Novembro de 2009 às 09:42
A teoria de que o Homem é responsável pelo aquecimento global é uma das maiores fraudes da História. Com o recente caso Climategate veremos por quanto tempo o Al Gore continuará a mentir ao mundo com as suas "verdades inconvenientes".
http://nwoobserver.wordpress.com/2009/11/24/gore%e2%80%99s-manipulation-allowed-by-mainstream-media-climate-change-bias-%e2%80%93-continues-with-cru/
http://nwoobserver.wordpress.com/2009/10/18/lord-christopher-monckton-speaking-at-bethel-university-on-global-warming/
http://nwoobserver.wordpress.com/2009/03/23/documentary-global-warming-or-global-governance-83-min/
http://nwoobserver.wordpress.com/2009/03/23/documentary-global-warming-or-global-governance-83-min/
Não tenho nada contra opiniões pessoais, mas esta é apenas errada...
E insistem!
Suponho que nos teremos de habituar ao tom de superioridade intelectual de Gabriel Silva, mas este comentário não é aceitável.
O que está escrito no post de Carlos Loureiro é falso. O que está no post é manipulação. O autor do post é que não leu o original.
A minha crítica ao post é, pois, inteiramente justa.
De Anónimo a 25 de Novembro de 2009 às 16:37
Catano, raciocínio brilhante, ó Gabriel Alves! ;). Eu acho que qualquer miúdo da primária sabe que, por exemplo, mesmo que haja só 25% de hipóteses de ser atropelado se atravessar a rua fora da passadeira, deve evitar tal coisa. Isto não é preciso ser um génio em ciências do clima, basta saber o básico dos básicos de cálculo de probalilidades.
Pedro
De Horacio Ramos a 24 de Novembro de 2009 às 23:57
Pena que no link fornecido não se encontrem argumentos científicos, apenas distorções.... convinha ter mais atenção ao que se vem sabendo desde Sexta-feira
Horácio, "o que se vem sabendo desde sexta-feira" é uma campanha de intoxicação da opinião pública, mais uma vez demasiado crédula na teoria da conspiração das elites científicas. Já vimos este filme de perseguição de ideias científicas incómodas para o poder político.
De Horacio Ramos a 25 de Novembro de 2009 às 14:31
Eppur si muove !
espero que o Luis não necessite de 350 anos para reconhecer que consensos valem o que valem; podem ser muito úteis em política, mas não alteram as Leis da Natureza
O problema aqui é justamente a alteração das leis da natureza, pelo menos da alteração de um clima que julgamos mais estável do que realmente será. Não há aqui certezas, mas probabilidades. Em tudo o que seja sistemas complexos (medicina, biologia, clima) não há certezas a 100%: uma pessoa pode fumar como uma chaminé, beber como uma pipa e entupir as artérias com serradura e, mesmo assim, pode não morrer de ataque cardíaco, embora seja altamente provável que seja vítima de um. Este é o sentido do excerto que o post em blasfémias cita de forma truncada. O que os autores do relatório afirmam é que em certas circunstâncias (todas de resto muito improváveis) haveria 25% de probabilidades da temperatura ultrapassar 2º e 75% de não atingir esse valor. Era, aliás, o cenário que passava pela solução do problema, tal como existe hoje.
Como é evidente, a mera probabilidade não é a unica coisa que se deve ter em conta, mas sim, também, as consequências da ocorrência. Se o Gabriel Silve tiver um sinal e lhe disserem que tem 25% de hipoteses de gerar um cancro, não vai imediatamente retirá-lo? Ou vai confiar nos 75% de não ocorrer nada?
As previsões do aquecimento global não tem nada de cientifico.
Pois não seguem o método cientifico.
Ou seja, colocam uma hipótese (A temperatura está a aumentar por causa do CO2) e antes do estudo as conclusões já estão escritas. O estudo limita-se a inventar dados que corrobem a hipótese.
Lei as noticias no mundo (Em Portugal ainda não chegaram) sobre o Climagate
mas não faz mal, porque os americanos também nunca chegaram à Lua, era tudo a fingir...
De JMG a 26 de Novembro de 2009 às 00:11
A propósito: As casas à beira-mar já começaram a baixar de preço? Estou interessado numa com pelo menos três assoalhadas e dois andares, em San Xenxo ou na costa Vicentina. Como o andar de baixo vai ficar inundado na maré-cheia, 10 mil euros devem chegar. Que acham?
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