Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Ler, sff.
Quero um poster com o Ribeiro e Castro e com a Isabel Moreira, do Rui Passos Rocha. Mas, atenção, só até ao último parágrafo. O homem passou-se e manchou um belo pano como uma nojenta nódoa de gordura.
nesse caso é melhor não.
De cr a 18 de Novembro de 2009 às 14:11
Oh Tiago porque não podemos comentar na crónica acima?
Bom, gostava de lhe dar os parabéns pelo texto, gostei muito, a sua sensibilidade ao tema, é tocante.
Porque eu não queria um debate sobre o tema. E abrir os comentários iria trazer isso.
Obrigado
De
RPR a 18 de Novembro de 2009 às 14:46
Bem, estranho que só o último parágrafo seja mau. Mas ó Tiago, já agora dizias-me onde está a nódoa e qual o melhor detergente para a limpar.
Abraço
Porque, ó Rui, dás um kick nas balls da poligamia. E não gramei. Acho que devia ser permitida. Aqui:
«Também me constou que consentimento é coisa que não é propriamente aplicável à poligamia (o céu das feministas) e, pasmo-me, à pedofilia.»
É que o consentimento é coisa aplicável à poligamia, como é óbvio.
De
RPR a 18 de Novembro de 2009 às 16:02
Não sei se será (aliás, escrevi isso num comentário subsequente ao texto). Parece-me difícil acreditar que uma mulher esteja disposta a partilhar um homem, a não ser que isso lhe seja imposto pela sociedade. Mas, como digo, tenho dúvidas. De qualquer forma, sou receptivo à ideia da legalização da poligamia sendo certo que há consentimento.
Eu li-te o texto antes de haver comentários...
Sabes que a poligamia não é só para ladies. Também pode ser para os senhores. Isto é, uma dama, ou um senhor, agora, casar com vários senhores.
Claro que o consentimento é necessário. Mas penso que os contratos só são válidos quando assinados de forma não forçada, pelo que...
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