O sr. Rangel, o Emídio, não o outro, continua na construção permanente de uma realidade que se adeqúe às suas defesas. Faz isso em todo o lado. Na televisão, num programinha que suponho pouco frequentado no que respeita a audiência, e na sua coluninha do Correio da Manhã, esse grande diário. Suponho que até quando vai à retrete de manhã se entretém a colocar mais uma peça no admirável mundo de lego que inventa. Sim, porque para fazer o que faz, o sr. Rangel tem de, antes, lavar o seu próprio cérebro, caso contrário tudo aquilo levaria ao estado de demência pura. Boa sorte, amigo Emídio. Nestas coisas de circos, bem precisa.
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