Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007
Uma cerveja no inferno

É em frente às prateleiras de um supermercado que me descubro conservador. Para mim, uma água é uma água (de preferência Luso), um sumo é um sumo (de preferência o Compal Edição Limitada Bravo de Esmolfe) e uma cerveja é uma cerveja. Quem não acredita nisso são as actuais mentes brilhantes que, hoje em dia, parecem possuidas por uma coisinha má e desenvolvem cruzamentos «genéticos» que nem ao Dr. Frankenstein lembrariam. Agora, foi a San Miguel que se lembrou de uma cerveja sem álcool com sabor a chá de limão. Uma quê? Pois. Isso que leram. Alguém por favor que explique aos senhores que uma beberagem gaseificada a saber a limão não é uma cerveja. Uma limonada talvez. Uma boa mxxda de certeza. Mas uma cerveja é que não.
De susana a 28 de Fevereiro de 2007 às 12:30
qualquer dia temos cerveja com sabor de fava...
De cinderela-dos-pes-grandes a 27 de Fevereiro de 2007 às 17:49
Essa necessidade de ter TUDO EM TODOS parece característica da nossa cultura. Terá a ver com o consumismo?
E as águas com sabores?! E os chás?
Qualquer dia teremos um sumo com sabor a pizza de atum! E chá com aroma de pastel de nata!
De Anónimo a 27 de Fevereiro de 2007 às 15:38
Eu é nas caixas dos supermercados que me descubro conservador.
Quando me dizem que são não sei quantos euros, estranho.
Mas então já não é escudos?
De L. Rodrigues a 27 de Fevereiro de 2007 às 15:03
Hoje, no Designorado, "peak beer". Como diriam os americanos, "shameless plug".
De João Villalobos a 27 de Fevereiro de 2007 às 14:48
Hmmm...Não deve ser o mesmo.
De Anónimo a 27 de Fevereiro de 2007 às 14:45
Tem piada, esse Compal, no sítio que costumo frequentar, chama-se Bravo de Esmolfe.
De Anónimo a 27 de Fevereiro de 2007 às 14:38
Ora, eu já vi aí num anúncio qualquer uma Superbock com sabor a pêssego.
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