Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Fica tudo na mesma
Começo a dar razão ao Pedro Arroja - acho que já escrevi isto antes e temo ter de ainda escrever mais vezes - no que diz respeito ao debate em Portugal. Pois eu escrevi este post, sustentando e fundamentando a minha opinião com aquilo que é mais elementar - as competências do Presidente da República - e, na resposta, a Sofia Loureiro dos Santos simplesmente desdenha o facto de eu ter utilizado a Constituição e ainda insinua que eu manipulo, não ligando peva ao argumento.
Parecemos todos aqueles macaquinhos com os olhos, a boca e os ouvidos tapados. É preferível criar um caso onde ele não existe - e ainda bem que não sou o único a pensar assim - a não ter caso algum para escrever. Enfim, deixe lá Sofia, não volto a incomodar com esta coisa feia da discordância.
De
joel a 6 de Julho de 2009 às 11:35
Boas,
Visitei o teu blog pela primeira vez e achei simplesmente, de mais. Parece que vais ter mais uma visita única por dia. Olha se puderes adiciona este link ao teu blog e faremos o mesmo com o teu se quiseres (uns para os outros).
Blog: http://osamigalhacos.blogspot.com/
Abraços
Alguma coisa responde para este e-mail: pirusas.carvalho@hotmail.com
De
jaa a 6 de Julho de 2009 às 14:35
Não, não é o único a pensar assim, Tiago. Convenhamos que é natural: pressentindo a derrota e notando que Cavaco (no início do mandato, bastante alinhado com o governo), já não pode esconder algumas discordâncias, qualquer pretexto é bom para o atacar. Pessoalmente (como ainda hoje escrevi aqui: http://escafandro.blogs.sapo.pt/45559.html), não entendo que o presidente tenha que (ou sequer deva) ser neutral. Mas independentemente disso, as declarações de Cavaco sobre o caso Pinho são perfeitamente compreensíveis. Como já foi referido bastantes vezes, Cavaco é institucionalista e tenta agir em conformidade.
De António P. Castro a 6 de Julho de 2009 às 14:43
Caro Tiago, se pensa responder a todos os socretinos (e socretinas...) que tentam morder-lhe as canelas, não lhe vai restar tempo para mais nada.
Eles/as (principalmente os/as mais "papistas" que o "Papa"...) estão a atravessar uma fase muito complicada - e de agravamento mais que previsível... - e não lhes resta senão atacar tudo o que mexe contra os seus interesses.
O melhor, portanto, é deixá-los/as a falar sozinhos/as...
De Anónimo a 7 de Julho de 2009 às 00:45
Ora Tiago, francamente... então agora põe-se a analisar uma questão como esta usando de seriedade e rigor para estragar a palhaçada que por aí vai!...
Maria
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