Acho muito bem. Quando um jornalista ou jornaleiro insiste em obrigar alguém , seja ministro ou outra pessoa qualquer e levar pela boca dentro com um microfone, ainda por cima cheio de micróbios, tenha este tipo de atitude.
Gostaria de convidar toda a gente a visitar o blogue Pet Cool. http://petcool.blog.pt E lembre-se...não abandone os animais, pois eles nunca lhe fariam o mesmo.
Para a troca, o Tiago não terá aí um vídeo onde o entrevistador (verbalmente) mais o seu microfone (fisicamente) insistem 4, 5, 6 vezes depois do "entrevistado" ter dito e repetido que não respondia a perguntas?
Não é o caso, mas vem a propósito, que também me parece "Inacreditável" que as regras de boa educação até pareçam ser diferentes quando se tem um microfone nas mãos, não acha?
Não tenho nenhum vídeo desses, mas também não interessa. O que interessa aqui é que Mariano Gago não parece conviver muito bem com esta coisa chata da democracia... Aquele jornalista, antes de ser jornalista, é cidadão. E ao que sei, os Ministros servem os cidadãos, são seus empregados, e como tal convém que respondam às perguntas que os cidadãos lhes colocam.
O facto de considerar que “não interessa” a existência do vídeo com o conteúdo que descrevi é, em si, muito interessante. Demonstra a sua parcialidade na apreciação das posições de quem está de um e outro lado do microfone. Ou, para o citar numa frase de resposta que escreveu mais abaixo, demonstra a sua indisponibilidade para “perceber o que está em causa”.
É que em doutrina, e ao contrário do que se subentende do que escreveu, o convívio com a Democracia implica tanto a liberdade do entrevistador perguntar o que entende como a liberdade do entrevistado responder da forma que entende. Senão deixa de ser uma entrevista para se tornar num interrogatório…
E na prática, antes dessa sua noção interessante em que o ministro é seu empregado, prevalece a que estabelece que o Tiago que é empregado do seu patrão e é ele – ou alguém por ele – que decide onde, quando e quem o jornalista-cidadão-Tiago pode entrevistar e se a entrevista é devidamente publicitada. Aí, o cidadão e o Tiago comem e calam…
O que eu estou a fazer é a analisar ESTA situação. Se me der um vídeo desses estarei disposto a avaliar OUTRA situação noutra altura. Mas agora, neste momento, é esta que interessa. E pelo facto de se fazerem outras coisas mal, não significa que esta esteja de algum modo desculpada.
Quando à minha noção de empregado, não há nada de interessante:
ministro
s. m.1. Servidor, servo. 2. Ministrante. 3. Executador. 4. Pastor protestante. 5. Personagem a quem o chefe do Estado confia a administração de um dos ramos da causa pública. 6. Representante de uma nação em corte estrangeira.
É a origem da palavra que interessa e é por em tempos um ministrum ser um servo que agora se chama aos ministros, ministro. Enfim, não interessa. Pelos vistos ninguém se interessa com estas coisas e eu vou perdendo o interesse em mostrá-las. Afundemo-nos, portanto.
o post não é merdoso. Digamos que é apenas assim...sensível. O então é de alguém que sabe procurar no dicionário o significado da palavra "ministro", mas não tem muita noção do que significa, "inacreditável"
Os malvados dos jornalistas mereciam a mesma «medida brutal» mesmo que os procuradores e juízes - http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=991565 .