Bem ao jeito dele, prometeu logo no início do ano que 2008 seria ainda melhor que 2007". Viu-se. Tirando uns banqueiros que agora vivem à conta dos contribuintes e a esquerda-caviar que adora trocar dicas sobre a melhor comida gourmet nos restaurantes de luxo da capital, todos chegámos a Dezembro bem pior do que estávamos em Janeiro (altura em que isto já não andava lá grande coisa).
Desta vez inverte o registo: anuncia que 2009 será "um ano difícil e exigente" depois de ter andado a prometer o paraíso (crescimento económico a 3% ao ano, lembram-se? 150 mil novos empregos, lembram-se? maior participação democrática dos portugueses com a convocação de um referendo europeu, lembram-se?).
Sócrates antevê meses complicados. É a única razão que me leva a encarar com algum optimismo o ano que aí vem.
Ler também:
- Neste Natal os meus agradecimentos vão para Sócrates. Do Daniel Oliveira.
- Demagogia na mensagem de Natal. De António de Almeida, no Direito de Opinião.
- O elixir da determinação. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
- Hoje foi dia de crise. Do Jorge Ferreira, no Tomar Partido.
- O 'good provider'. De Nélson Reprezas, no Espumadamente.
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