De J.C. a 30 de Novembro de 2008 às 20:51
Claro. De preferência, seria até melhor (1) nem comentar o conteúdo da mensagem, mas apenas (2) repeti-la à exaustão.
Convenhamos que a primeira parte já é quase uma regra: a crescente falta de conteúdo impede cada vez mais qualquer comentário decente...
De dita dura a 30 de Novembro de 2008 às 20:56
O ideal seria suspender durante seis meses os jornais menos o Povo Livre para que a mensagem "passasse"
De J.C. a 30 de Novembro de 2008 às 21:38
Os Paulos-Motas-Pintos é que se passam, meu caro...
esses macaquinhos são comestíveis?
De J.C. a 1 de Dezembro de 2008 às 03:00
Acho que não. São apenas de forma e material próprios para crianças. São primos do Magalhães...
De martins a 1 de Dezembro de 2008 às 09:01
Eu começei a ver a entrevista, mas era de tal maneira confrangedor que mudei de canal. Meu Deus, este é o filho do Mota Pinto de Coimbra, que eu conheci e que era uma pessoa extraordinária? A quem terá ele saído?...
De Francisco a 1 de Dezembro de 2008 às 15:26
E que tal se lessem isto? http://dn.sapo.pt/2008/12/01/opiniao/a_imagem_mediatica_media.html
Todos agradeceríamos!...
Sermõezinhos a esta hora não, "Francisco". Já sou muito crescidinho, não preciso disso. Critico quem me apetecer, gostem lá no seu partido ou não.
De francisco a 2 de Dezembro de 2008 às 22:28
Francisco, assim mesmo - sem aspas! Com aspas é "seu partido", se faz favor. A imagem que encima o 'post' aplica-se perfeitamente a todos quantos não querem ouvir e não querem ver mas apesar disso falam (ou escrevem, no caso). Independentemente da forma como se denuncia a situação (certamente muitas vezes de maneira desajeitada), o facto é que a Comunicação Social deve reflectir sobre a forma como é hoje assumida e exercida. O pior que pode acontecer a uma classe (ou a um sector de actividade) é fechar-se sobre conceitos, invocar princípios, 'sacralizar-se' a si própria. Com todo o respeito pelas opiniões diferentes, é isto que penso e foi isso que li no texto cuja leitura sugeri.
O problema não é o tratamento que é dado ao PS, ao PSD, ao CDS, ao BE, ao PCP e por aí fora. O problema é o modo como muitos jornalistas, muitos jornais, muitas televisões e muitas rádios olham para si próprios. Foi isso, repito, que li no texto de João César das Neves.
Eu, se ainda exercesse a profissão, estaria muito preocupado com os índices de leitura/audição/visão de tudo quanto é serviço noticioso.
Mas cada um é como cada qual, e o Pedro Correia está muito mais preocupado em encontrar 'sermãozinhos' nos comentários aos seus 'posts'. Faz mal, mas é problema seu!
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