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Ainda não percebi...

por Teresa Ribeiro, em 04.11.08

                 

                                                                                     

Supervisão não pode ser "sistema de polícia", diz ele. Portanto quando existem fortes indícios de gestão danosa das entidades bancárias que o Banco de Portugal fiscaliza, o melhor é... o melhor é fazer exactamente o quê, senhor governador?

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10 comentários

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De Português de Negócios a 04.11.2008 às 11:19

O Sr. Governador manda dizer que anda a escrever as suas memórias e não pretende ser incomodado.
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De Srevidorpublico a 04.11.2008 às 11:53

O Banco de Portugal não tem tempo para fiscalizar e controlar como seria de esperar depois de todas as funções que perdeu com a entrada na moeda única, possívelmente por toda a sua estrutura está ocupada a estudar as % dos aumentos para o seu Presidente e funcionários que normalmente andam longe das dos cumuns funcionários públicos.
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De Mialgia de Esforço a 04.11.2008 às 12:27

E quando os factos já remontam, ao que parece, aos idos dias do Ano da Graça de 2000 isto vem mais uma vez provar que os tugas são mesmo muito distraídos.

Segue-se agora o período de branqueamento da coisa. Não há responsáveis e se os houver foi o gajo das fotocópias. Vai uma aposta?
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De Once a 04.11.2008 às 12:41

de facto, Cara Teresa, a pergunta que se impõe .. se bem que agora atribuir à falta de supervisão o descalabro que se conhece faz-me lembrar o comentário oportuno de L. Rodrigues aqui há uns posts atrás .. "a culpa do ladrão ter roubado é da policia que não o apanhou a tempo" .. ou algo parecido.

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De Eng. José Pitágoras a 04.11.2008 às 12:45

Miguel Cadilhe disse mais do que ressalta na imprensa. Convém sublinhar duas coisas que ele disse, porque parece que estão a ser menosprezadas: disse que tinha dado conhecimento da situação danosa do BPN ao Banco de Portugal há meses e disse que o valor da fraude anunciado pelo ministro das Finanças tinha sido fornecido por ele próprio.

Não é de agora, mas ganha agora mais oportunidade: o apetecido lugar de Vítor Constâncio parece ser o único cargo vitalício de nomeação política. Porquê? Até para Constâncio é mau.

Alguém saberá hoje, além do próprio, qual é o seu currículo profissional? Talvez alguns se lembrem de ter sido um dia um fugaz secretário-geral do PS. Talvez alguns se lembrem de ter sido em tempos ministro. E será que alguém se lembra se ele foi ministro das Finanças ou da Economia? Bem, naquele passado conturbado, tanto faz: se calhar até foi ministro da Educação ou da Defesa. Alguém se lembra de mais alguma coisa do seu currículo que justifique a sua permanência vitalícia em cargo tão solto e tão tranquilo?

Quando nos sai a sorte grande, livramo-nos de maçadas para sempre. Claro que só sai a poucos, como saiu ao governador do Banco de Portugal. Governador! Até o título é de notável exclusividade...
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De Anónimo a 04.11.2008 às 12:50

O melhor é ficar sossegadinho num cantinho à espera que a crise passe
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De Filipe a 04.11.2008 às 13:46

http://agoldenworld.files.wordpress.com/2006/10/george-costanza.jpg

Esta eh a única coisa que me faz achar piada a este senhor..
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De anónimo a 04.11.2008 às 14:35

E para quando a demissão desse senhor?
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De mike a 05.11.2008 às 00:23

Errare Governador est, Teresa. ;-)
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De Manuel Leão a 05.11.2008 às 12:57

Se tivesse um pingo de vergonha já se teria demitido.
Compare-se só a actuação deste senhor com a de Oliveira Martins, no Tribunal de Contas. Supervisão, no Banco de Portugal, é alcunha.

Desde quando é que fazer uma supervisão, a sério. é caso de polícia? Naturalmente, esta frase é que levanta o véu do verdadeiro problema. Quando um médico nos manda fazer análises, acaso estará a exercer o papel de polícia da nossa saúde?
Quem é que tem a responsabilidade de esclarecer este senhor que a supervisão tem de ser preventiva e inesperada e tão rápida quanto possível?
Quando uma entidade bancária decide auditar uma sua agência, na esmagadora maioria das vezes, não o faz por existirem indícios de más práticas. Fá-lo preventivamente e sem aviso prévio. E nenhum gerente ou empregado toma isso como atitude policial ou de dúvida sobre a sua honorabilidade.
Depois disso, isto é, detectadas que sejam irregularidades, aí sim, talvez tenha de entrar a polícia em acção. Tenha ela o nome que tiver.

Mas se ele não sabe ou não tem "feitio" para fazer supervisão, deve saber, ao menos, qual o caminho que deve seguir.

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