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MEC

por Francisco Almeida Leite, em 30.10.08

- O Paulo Portas também bebia?

- Não. O Paulo era só comprimidos.

 

A entrevista do Fernando Esteves ao Miguel Esteves Cardoso na Sábado é absolutamente imperdível.

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22 comentários

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De Margarida Pereira a 30.10.2008 às 18:30

"A" "Sábado" é absolutamente imperdível...
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De mike a 30.10.2008 às 21:13

Então? O FAL roubou um coice ao João Villalobos? Isto é um valente coice. Não há direito!
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De Balu a 30.10.2008 às 21:41

O MEC teve o seu tempo. O que ficou dele foi a imagem de um rapaz que cultivou a ironia e o sarcasmo até à secura. Levá-lo hoje a sério no que quer que seja é difícil. Pertence a um mundo virtual que cansou. Mas vou tentar. Talvez esteja enganado e ele entretanto tenha crescido.
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De Manuel Leão a 31.10.2008 às 09:05

Balu escreveu:

«O que ficou dele foi a imagem de um rapaz que cultivou a ironia e o sarcasmo até à secura. Levá-lo hoje a sério no que quer que seja é difícil».

Não discuto a questão "até à secura" e até devemos não personalizar.

Mas, desde quando, cultivar a ironia e o sarcasmo, retira a seriedade a quem quer que seja? Por vezes, e neste momento especialmente, a ironia e o sarcasmo é a melhor maneira de abordar a vida nacional. Aliás, talvez seja a única que melhor consiga romper o cerco.
Ou porque é que julga que desapareceu o"contra-informação"?
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De Margarida Pereira a 31.10.2008 às 09:56

Manuel Leão..., gosto do que escreve e de como escreve. Mesmo que às vezes não concorde nada.
Não é o caso agora. Concordo em absoluto.
O MEC nunca será um 'has been'. O MEC é um ícone.
Transcendeu-se e é, além de uma pessoa excepcional, um pensamento.
E isso de se ser 'um pensamento' tem que se lhe diga e não é, em absoluto, para qualque um. Nem está verdadeiramente ao alcance de todos.
É preciso despirmo-nos de preconceitos e libertarmo-nos de resistências mil para entender o seu génio. E a sua humanidade. Aquele desprendimento terno que tem por ele e pela vida comum. O olhar agradecido pelas coisas boas da vida. A criatividade galvanizante. O Amor. O MEC é o profeta do verdadeiro Amor.
Além das imperfeições de todos os deuses e das cetezas de todos os homnes, existem outros seres. São uma espécie de luz. São uma direcção e um caminho.
Entender não é simples.
Ou pode sê-lo, se houver suficiente generosidade.
Ele ensina isso.
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De Manuel Leão a 31.10.2008 às 13:26

«(...) gosto do que escreve e de como escreve. Mesmo que às vezes não concorde nada».

Margarida:

É assim que eu gosto. Simples e directo.

Não comento aqui, e noutros sítios, para concordarem comigo. Mas sim para confrontar opiniões e escutar o som de retorno. E também, já agora, porque gosto de escrever.
A democracia também se constrói com estes exercícios. Uma discussão civilizada deixa sempre pontes que podem ser usadas no futuro. Pontes onde não se paguem portagens. É que todos nós temos um rio para atravessar.

Cumprimentos.
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De Margarida Pereira a 31.10.2008 às 13:36

... isso está bem em tese; às vezes os seus comentários são duríssimos. Demolidores sem margem para 'conversa democrática e civilizada'...
Quando não gosta, ui...
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De Ana Vidal a 31.10.2008 às 15:13

Ena, Margarida... se o MEC lê isto é capaz de casar consigo!

(estou a brincar consigo, claro,espero que não se zangue comigo) :-)
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De Margarida Pereira a 31.10.2008 às 15:44

Ana! Zango-me lá agora! Que comentário giro! :))
Mas ele está muito bem com a maravilhosa Maria João! E amores assim são para protegermos, para 'copiarmos'.
O que escrevi é verdadeiro para mim (já o não é para o anónimo Pedro, que galhofou acidamente como se lê).
Há sensações qus são únicas e que nem sabemos porque surgem. Há pessoas que, por falhas que sejam, serão sempre luminosas para nós.
disse 'falhas'? Nã..., humanas, é o que é.
O MEC há-de ensinar sempre muito.
Mas até para aprender há que haver vocação...
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De Manuel Leão a 31.10.2008 às 16:09

Margarida:

Duríssimos contra a hipocrisia e a insensibilidade, sim. Sem dúvida.
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De fernando antolin a 31.10.2008 às 10:33

O Contra desapareceu e é bem um sinal do tempo em que (re)vivemos com o PS no comando,igualzinho ao que sempre foi em ocasiões anteriores e exímio em manter as turbas devidamente amestradas.
Quanto ao MEC,deve ser defeito meu com certeza,mas sinceramente tudo aquilo que vai dizendo em recentes obras e entrevistas me parece algo "passado".Mas longe de mim discutir gostos.
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De Manuel Leão a 31.10.2008 às 13:13

fernando antolin:

No comentário que fiz (ao comentário de Balu) escrevi:

«Não discuto a questão "até à secura" e até devemos não personalizar».

Quer isto dizer que não é nenhum comentário à pessoa do MEC, nem ao que ele escreve, mas sim ao mérito da ironia e do sarcasmo, seja ele usado por quem for.
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De Balu a 31.10.2008 às 15:53

Por vezes a ironia e o sarcasmo são a melhor maneira de abordar a vida nacional. Estou de acordo. A questão é que o MEC nunca os usou por vezes. Usou-o sempre. E quando isso significa não tratar os bois pelos nomes equivale a transformar os problemas reais em meros exercícios de estilo. E nisso ele foi de facto inultrapassável. E igual de facto à vida nacional. Que é pouco séria.
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De Manuel Leão a 31.10.2008 às 16:19

«E quando isso significa não tratar os bois pelos nomes equivale a transformar os problemas reais em meros exercícios de estilo.
[Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

«E quando isso significa não tratar os bois pelos nomes equivale a transformar os problemas reais em meros exercícios de estilo. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Balu</A> : <BR><BR>Neste aspecto tem toda a razão. Isso por vezes aconteceu. Mas, como eu já esclareci, a minha motivação foi destacar o papel da ironia e do sarcasmo, como armas privilegiadas para romper o cerco. <BR><BR>
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De Manuel Leão a 31.10.2008 às 19:20

Balu:

A minha resposta apareceu estropiada. Vou repetir:

«E quando isso significa não tratar os bois pelos nomes equivale a transformar os problemas reais em meros exercícios de estilo».

Neste aspecto tem toda a razão. Isso por vezes aconteceu. Mas, como eu já esclareci, a minha motivação foi destacar o papel da ironia e do sarcasmo, como armas privilegiadas para romper o cerco.
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De Baléu a 31.10.2008 às 23:57

Manuel Leão

Foi uma boa troca de impressões. Ficámos em menos desacordo. Deixe-me só insistir que a ironia e o sarcasmo para resultarem têm de ser um recurso. Não uma forma de vida. De resto foi por isso que nos entendemos aqui - não usámos dela. Valeu?
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De Manuel Leão a 01.11.2008 às 10:41

Balu:

Completamente de acordo.

Isso está quase implícito quando se fala de sarcasmo. Só resulta a espaços e de surpresa. Contudo, a ironia pode ser um pouco mais abrangente.
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De Anónimo a 31.10.2008 às 11:03

A julgar pela amostra, é de facto de ir comprar a revista a correr… Ó meus amigos, o MEC já não tem nada para dizer há mais de vinte anos. Para quem começa a ler agora o MEC, e para que não fiquem com a impressão errada, saibam que esse tipo mudou muito da forma de pensar de uma geração inteira. A malta da minha criação lembra-se bem das suas crónicas do Sete, do “Jornal”, depois do Expresso, do seu “Escritica Pop”, uma coisa “seminal, como então se dizia (se o encontrarem na feira da Ladra comprem-no ao preço que estiver), “as bolas para o pinhal”, etc. O MEC e o Herman José eram os nossos heróis domésticos e mudaram muito a mentalidade neste país. Depois, começou a aparvalhar (ele e o outro). Mas qualquer merda que o gajo fizesse vendia, e continua. Isso que ai está em cima é o que ele tem feito desde há muitos anos: mexeriquices finas, idiosincrasias, relatos de dores de cabeça e de estômago, pequenas delicadezas para com os amigos, revelações "chocantes" sobre amigos e conhecidos (comprimidos? hi hi hi)... etc. Tudo merdas absolutamente imperdíveis, claro…

Pedro
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De Anónimo a 31.10.2008 às 14:40

Não tinha lido ainda o comentário da Margarida Pereira. Ó meus amigos, agora vejo ainda mais claramente que qualquer coisa que o MEC debite é "absolutamente imperdivel". Quem sou eu para dizer o contrário...

Pedro
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De Margarida Pereira a 31.10.2008 às 16:14

Pedro, diga o contrário se é isso que pensa e sente.
Mas conceda que outros sintam diferentemente.
Nem creio que unanimidades sejam assim tão desejáveis. São ternurentas, mas talvez irreais.
Mas o Pedro foi 'mauzinho', credo...
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De Anónimo a 31.10.2008 às 17:28

Ó Margarida, desculpe se fui "mauzinho". Disse simplesmente o que penso sobre o "actual" MEC. Não quis atingir ninguém.

Pedro
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De Bachus a 02.11.2008 às 16:32

Entrevista integral, aqui:
http://chovechove.blogspot.com/2008/11/miguel-esteves-cardoso-na-sbado-de.html

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