Estou mesmo muito saturado desta cegada toda e a última coisa que me apetecia era voltar ao assunto. Mas porque as páginas do «Plano B» que o Paulo Pinto Mascarenhas assina no Jornal de Negócios serão colocadas brevemente online, tenho que escrever aqui que, ao contrário do que o PPM diz, o Paulo Cunha Porto não «foi convidado a sair». Tomou ele essa decisão, em conformidade com os seus padrões de consciência, de pensamento e de acção.
Podem muitos não concordar com essa saída, tendo mais ou menos informação sobre o que aqui se passou (como é o caso do PPM, que certamente não escreveu o que escreveu com qualquer malícia). Mas ninguém - repito, ninguém - convidou o Paulo a sair. Disse. E espero não ter que escrever mais uma linha sobre este assunto porque, francamente, já chega.
De Margarida Pereira a 23 de Outubro de 2008 às 13:43
Concordo.
Não te aflijas. Nós sabemos. O grave não é o equívoco. É o equívoco praticado e propagado.
Anuncio, no entanto, que esta questão repercutirá ainda o que tiver de repercutir, quer queiras quer não, com mais uma linha tua ou sem ela. É a lógica das bombas sujas para as quais há sempre um detonador accionável.
Abraço
Faço se quiseres uma rectificação na próxima edição. Mas fui isso que eu - e não só - lemos nos postes de saída. É uma interpretação que me parece evidente, João, mas claro que posso corrigi-la.
abraços
Caro Paulo,
Não contesto as interpretações várias incluindo a tua. Nem pretendo que corrijas. Não pude foi deixar passar porque não foi isso que aconteceu e já houve confusão que chegue.
Abraço
De
mike a 23 de Outubro de 2008 às 21:25
Concordo. Já não há paciência, caro João Villalobos. E que tal virar a página? Caramba, eu, que não sou um iluminado, percebi à primeira.
Desculpem-me a ignorância mas... o PPM ainda existe?
De JM a 24 de Outubro de 2008 às 03:18
Vcs têm é muita falta de vergonha na cara. Ainda bem q o Mascarenhas deixou a nota para que se saiba quem são.
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