«Livraria Buchholz? Apenas memória de funcionárias impertinentes, saldos falsos. Está para fechar? Abram um banco. E não chateiem mais». ma-schamba.
«A primeira vez que lá entrei, cumprimentei conforme é regra da boa educação, ainda hoje estou à espera da resposta.
Claro que fui recebida por um olhar enfadonho de: que chatice
Ia para ver os livros que existiam, e acabei por vislumbrar lá um que me sussurou ao ouvido para o comprar: tira-me deste filme!! ahah
Quando fui à caixa pagar, lá estava uma matrona, de olhar enfastidiado a olhar-me por cima dos óculinhos de meia-lua: é para pagar?
Não, é para levar de graça ...» Eclético.
«Fui maltratado algumas vezes, mal atendido outras tantas, enxotado da secção de filosofia ou de linguística (as únicas que eu procurava), deixado sem resposta («não sei» ou «deve estar por aí»), vigiado porque não vestia como os clientes da Buchholz se deviam vestir ou não usava os cheques que os bons clientes usavam». A Origem das Espécies.
«Os outros preferiam uma livraria estilo "Blair/Guterres" onde o livro viesse acompanhado de uma chávena de chá ou, mais correctamente, de uma rosa ou em que os funcionários adivinhassem de antemão os meus propósitos, tudo devidamente embrulhado nas "novas tecnologias" e por sorrisos idiotas». Portugal dos Pequeninos.
Muito nossos
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