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Acalmação 2.0

por João Távora, em 31.03.16

Tenho a impressão que vivemos uma espécie de nova "acalmação" como a que foi tentada pelos partidos e pela coroa em desespero após o regicídio de 1908. Então, a tentativa durou dois anos até chegar a revolução e o caos com os republicanos. A nova "aclamação" apadrinhada por Belém e pela CGTP também não sobreviverá muito tempo à realidade: um Orçamento de Estado inviável que quer agradar a Deus e ao Diabo, um Plano Nacional de Reformas vago e bucólico, um acordo com os lesados do BES que não lhes garante nada, uma economia anémica e uma dívida acima dos 130% do PIB. As coisas são o que são, vivemos em cima de uma bomba relógio.

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Modernidade

por João Távora, em 31.03.16

(...) “sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins (vida, liberdade e felicidade), cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la” – (...) “Nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela [nação] não emane expressamente”.

Aclamação do Rei D. João IV, assento das cortes de Lisboa - 1641

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Arrasta Capoulas

por João-Afonso Machado, em 31.03.16

DESCANSO.JPG

Li hoje, de um produtor minhoto, pagam-lhe a 25 cêntimos o litro de leite que lhe custa 33 cêntimos a produzir! Como se não bastasse, o mercado nacional é invadido por lacticínios estrangeiros a preços muito mais saudáveis para o consumidor. Estima-se, em suma, um número assinalável de explorações pecuárias encerre na região até ao fim do ano, caso nada seja feito.

E nada será feito. Mesmo contabilizando o perigo estatístico do aumento de desemprego, o tema não é eleitoralmente interessante e a Esquerda não gosta dos empresários agrícolas nortenhos, que trabalham e não fazem greve.

Quanto ao estímulo à economia pelo alargamento da procura, isso toda a gente sabe ser apenas conversa fiada.

De modo que a vinda de Capoulas dos Santos à Agro bracarense servirá apenas para enceher chouriços - com promessas soporíferas de ministro, um segmento em que a produção nacional é vanguardista.

Bruxelas é Bruxelas, Capoulas sabe-o, embora lhe fuja a mímica para outros devaneios socialistas. Será que vão voltar os aguerridos tempos da CAP?

 

 

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Agente precisa-se

por Vasco M. Rosa, em 29.03.16

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O interior do país carece ferozmente de palestras edificantes que elevem a condição intelectual do seu povo. E de palestrantes capaz de mobilizar auditórios recheados de gente. Há até muitos festivais literários que poderiam aproveitar a disponibilidade de quem tem capacidade para pensar (em francês!) a violência no mundo — que esperam eles para avançarem com convites exclusivos para lições sobre temas os mais variados, sem perder um módico de lágrima e emoção? Sim, um pequeno esforço, portugueses! Falta ousadia intelectual a Portugal, falta ouvir quem tem uma craveira intelectual formada na França. Se calhar, falta um agente literário. Algum disponível por aí?

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Não é para todos

por Vasco M. Rosa, em 29.03.16

O mundo incrédulo assiste ao nó górdio brasileiro apodrecido, sem perceber como vai desatar-se uma crise política, económica e institucional com dimensões de icebergue, que massacra um país imenso, num continente a que já chamaram latrina.

Lula da Silva é apenas um dos responsáveis por essa hecatombe do Brasil, que a cada semana dá passos firmes para o abysmo. Mas ele acredita que é o salvador da pátria, e supõe que basta a sua intervenção para normalizar o país.

Eu vejo-o mais como alguém que claramente enlouqueceu autocraticamente com a vertigem do poder e já não tem a mínima noção do que se passa, a responsabilidade que tem e delira perigosamente com a ideia de que o seu afamado e insuflado prestígio internacional basta para boas decisões de governo. E não basta mesmo... 

Não esquecer que ele é um grande admirador de Fidel e de Chávez. Ora isso: —

A democracia não é para todos...

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A publicar brevemente

por João Távora, em 29.03.16

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Não, a maioria dos habitantes de Lisboa não são lisboetas. Até podem gostar da cidade um bocadinho como sua, mas não são de cá: têm as raízes noutras paragens, sempre idílicas, que cultivam em visitas periódicas e donde chegam como se viessem do paraíso. Eu sou uma ave rara, um lisboeta dos quatro costados, e talvez por isso venho sentindo um apelo interior para uma tentativa de análise desta espécie de português a que pertenço - diga-se, com orgulho. É esse o propósito duma crónica que estou a escrever, que espero seja uma digna homenagem às minhas raízes – por circunstâncias da minha vida quase sempre calcadas debaixo dos meus pés. 

 

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Erro de simpatia... ou jornalismo de causas?

por João Távora, em 28.03.16

O jornalista da TVI ontem chamava Praça da República (repetidas vezes) à Praça da Bolsa em Bruxelas... 

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Danças de salão

por João-Afonso Machado, em 28.03.16

A esta hora os comentadores televisivos esmiuçam ao mais pequeno detalhe a comunicação televisiva de Marcelo Rebelo de Sousa a propósito da promulgação do Orçamento de Estado. Dá gosto ouvi-los repescando e interpretando as linhas e as entrelinhas do seu discurso.

Este, felizmente, não foi longo. Marcelo é um professor de reconhecidos méritos e a sua alocução - a sua lição? - vinha cheia de recados, avisos e chocolates para todos os paladares. Marcelo Rebelo de Sousa pretende chegar ao (porque não existe) inalcançável - a miragem do Presidente de todos os portugueses.

Acredita-se seja apenas o mais simpático, e seguramente o mais educado, de quantos já ocuparam o cargo. Marcelo fica bem em qualquer salão. De momento há somente alguma expectativa sobre quem serão os pares do próximo cha-cha-cha. E, também, quem, e por quanto tempo, ficará a tomar banho de assento.

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Câmaras de Lisboa, Almada, Barreiro e Seixal vendem Margem Sul

Imaginem o que seria comentado na nossa comunicação social se esta venda, aos interesses do imobiliário e do dito capital estrangeiro, fosse promovida por autarcas do PSD e do CDS. Como são socialistas e comunistas então ninguém leva a mal e do que se trata é de puro incentivo ao desenvolvimento económico local. Nada melhor que ser de esquerda para a promoção destes negócios como aliás o tem provado a experiência no Brasil (país onde vai ocorrer o próximo roadshow).

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Domingo de Páscoa

por João Távora, em 27.03.16

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas


No primeiro dia da semana, ao romper da manhã, as mulheres que tinham vindo com Jesus da Galileia foram ao sepulcro, levando os perfumes que tinham preparado. Encontraram a pedra do sepulcro removida e, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Estando elas perplexas com o sucedido, apareceram-lhes dois homens com vestes resplandecentes. Ficaram amedrontadas e inclinaram o rosto para o chão, enquanto eles lhes diziam: «Porque buscais entre os mortos Aquele que está vivo? Não está aqui: ressuscitou. Lembrai-vos como Ele vos falou, quando ainda estava na Galileia: ‘O Filho do homem tem de ser entregue às mãos dos pecadores, tem de ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia’». Elas lembraram-se então das palavras de Jesus. Voltando do sepulcro, foram contar tudo isto aos Onze, bem como a todos os outros. Eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas diziam isto aos Apóstolos. Mas tais palavras pareciam-lhes um desvario e não acreditaram nelas. Entretanto, Pedro pôs-se a caminho e correu ao sepulcro. Debruçando-se, viu apenas as ligaduras e voltou para casa admirado com o que tinha sucedido.

Da Bíblia Sagrada

 

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O legado

por João Távora, em 26.03.16

Como católico português e europeu, confrontado com a complexa crise dos refugiados, reconhecendo a potencial ameaça duma “invasão” tão súbita de tão grande número de forasteiros de cultura tão diferente da nossa - os terroristas já cá estavam -; a constatação da emergência humanitária daqueles seres humanos em aflição não me permite quaisquer dúvidas quanto à hierarquização de valores em jogo: a Europa tem de encontrar maneira de socorrer aqueles desafortunados, afirmando com orgulho o seu legado que é o cristianismo.
Uma Páscoa Feliz para todos os meus amigos.

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Paixão

por João Távora, em 25.03.16

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Sexta-feira Santa para os cristãos é tempo de oração, de penitência e introspecção. Se com Jesus partilhámos quarenta dias no deserto, hoje com Ele nos dispomos mais logo a padecer na Via Sacra, um exercício espiritual e físico que se faz revivendo o trajecto seguido por Jesus carregando a cruz, que vai do Pretório até o Calvário no caminho da crucificação. Eu todos os anos participo nesse ritual, juntando-me às orações das gentes do Vale de Acór – instituição católica da margem sul que há mais de 25 anos abriga e trata toxicodependentes - numa inspiradora procissão que serpenteia pelas ruas do Bairro do Pica-Pau Amarelo em direcção à Igreja Matriz do Monte da Caparica. Esta é uma caminhada densa que cada um faz entregando a sua História, as suas angústias, as suas faltas e desejos. No final, já noite escura, prostrados perante Jesus Cristo humilhado, vilipendiado, crucificado e morto num banho de dor lancinante, podemos recordar o seu deseperado apelo: “Meu Deus, meu Deus porque me abandonaste?" eco de uma solidão tão profundamente humana. Nascera assim como o mais pobre dos homens trinta anos antes em Belém, aquecido pelos animais numa manjedoura e reverenciado por pobres pastores. 

Acontece que é também na rendição a um destino ou verdade que se esconde um singular atalho de libertação. Quando paramos de lutar contra os nossos medos e dores, acumulados até à exaustão com os ferimentos duma fuga interminável que perdeu sentido e direcção. Para nos encontrarmos em descanso na profundidade da nossa mais recôndita consciência, numa entrega incondicional ao Criador. “Nas tuas mãos, entrego o meu espírito”. Parece-me que chegamos à maturidade quando descobrimos que é este desprendimento a única saída dos imensos becos que edificamos a cada dia. Que não somos donos do nosso destino, e que só assim actua em nós o perdão redentor que nos vai devolver a vida, a esperança, um amanhecer, um Homem que se renova. O homem novo que se liberta do sepulcro em que se deixou enclausurar, claustrofóbico, egocêntrico, confundido.
A penitência é rejeitada pela modernidade que renega a culpa e o sofrimento, e promove o orgulho, a ilusão da auto-suficiência e do "amor próprio", a fuga para a frente. Sem dar conta que o mal não é um fenómeno exterior a cada um de nós, que a libertação do Homem é um caminho pessoal na aceitação de si próprio inteiro, com todas os falhas, feridas e muita lama nos pés. O mundo seria bem melhor se todos conseguíssemos ressuscitar no Domingo da Páscoa do Senhor. Coisa que não é possível sem a Sexta-feira Santa.  

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O nosso calvário

por João-Afonso Machado, em 25.03.16

Hoje, Sexta-feira Santa, no momento em que Cristo partia para a Ressurreição, o seu lugar cristão na Europa sufraga-O mais ou menos aterrorizado, parecendo ver em cada esquina uma mochila armadilhada de explosivos.

Os governantes esforçam-se por se mostrarem no rasto dos terroristas, abortando atentados, capturando figuras de topo, tentando, enfim, a todo o custo, tranquilizar os seus governados.

A Esquerda europeia aproveita a deixa para apregoar o «Estado social» (já não o seu "Estado socialista", o tal que caiu abaixo do Muro de Berlim) distribuindo culpas pelos «neo-liberais» deste e do outro lado do Atlântico.

E o radicalismo islâmico ri-se do argumento segundo o qual, por cada atentado realizado, dezenas são neutralizados, exactamente porque em cada um daqueles "eventos" são às centenas os mortos e estropiados em quaisquer improváveis aeroportos, espectáculos ou estações de comboios.

Será com esta coroa de espinhos que havemos de viver até não se sabe quando. Para muitos, decerto, até se encontrarem num dos tais aeroportos ou estações. Mas, em boa verdade, fomos nós provavelmente que o cavámos e agora temos de subir: este nosso calvário.

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Alice Herz-Sommer

por Vasco Mina, em 25.03.16

Alice Sommer.png

 

Alice Herz-Sommer nasceu em Praga em 1903 e morreu em Londres em 2014, ou seja, com 110 anos. Nesta data era a mais velha dos sobreviventes do Holocausto. Filha de família judia sofreu as perseguições nazis e sobreviveu, na companhia do seu filho, ao campo de concentração de Theresienstadt. A música foi a fonte de alegria e de Fé que a acompanhou durante toda a sua vida. Mão amiga fez-me chegar um impressionante testemunho da própria que aqui pode ser visto. Alice Sommer ficou conhecida, nos últimos anos da sua vida, como "The Lady in Nº6”. Tocava piano todos os dias e todos a conheciam pela música que ecoava do seu apartamento. Nunca a conheci e só agora dei conta da sua vida. Hoje lembramos também Alguém que também não conheci mas de Quem me chegou o testemunho. Também Ele judeu e perseguido. Morreu na Cruz para que a Esperança na Vida nascesse em cada um de nós. A morte é sempre dolorosa e também destruidora se não for acompanhada de um sentido. Como diria Alice Sommer “até o mau é bonito”.

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O pior do protagonismo excessivo de António Costa nas negociações entre bancos, é que nem sequer é eficaz!
Tanta coisa a receber a Isabel dos Santos, a prometer-lhe o BCP, a criticar os espanhóis, e zás a sua diplomacia serviu para ... zero

No fim do dia o resultados de tantas negociações, advogados e embaixadores políticos - entre eles o primeiro-ministro António Costa, foi este:

BPI. CaixaBank e Santoro não chegam a acordo

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Marcelo anda numa cruzada

por Maria Teixeira Alves, em 24.03.16

Quando dei de caras com esta notícia: Mario Draghi e Carlos Costa no primeiro Conselho de Estado do Presidente da República, ocorreu-me perguntar mas porque carga de água Marcelo Rebelo de Sousa convida o presidente do BCE e o Governador do Banco de Portugal para o Conselho de Estado que é o órgão que o Presidente da República consulta sempre que entende ser pertinente e é composto por pessoas escolhidas pelo chefe de Estado, pelo Parlamento e por cargos de inerência, isto é, ex-presidentes ou personalidades que representam altas figuras do Estado?

Mas zás logo me ocorreu: É a cruzada contra os espanhóis na banca portuguesa. É o designio nacional do Presidente da República, caramba!

Mas porquê essa cruzada? Depois vai-se a ver e não há nada, só fumo. O Novo Banco ainda não foi vendido, o BCP ainda só tem o Sabadell minoritário, o BPI nem a acordo conseguiu chegar para que Isabel dos Santos saisse do capital do banco vendendo aos espanhóis do Caixabank. Não há nada. O Santander só conseguiu apanhar uma banqueta - o negócio do Banif - e vai para aí uma histeria. 

Marcelo Rebelo de Sousa não desarma, qual Dom Quixote a lutar contra moinhos de vento, lá convocou os seus conselheiros para a primeira reunião do Conselho de Estado no dia 7 de Abril e as estrelas da reunião são Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu, e o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. 

Dali vai sai qualquer coisa como "Não queremos mais espanhóis na banca portuguesa!"

Se seguirem o conselho do João Salgueiro ainda vão convidar alguém do Irão, ou do Golfo Pérsico, para tomar conta dos bancos. 

Os portugueses toleram a competição dos distantes, mas ficam inquietos com a concorrência dos mais próximos. Que mal nos poderão fazer os nossos vizinhos? 

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O interprete anónimo

por João Távora, em 24.03.16

Curioso é este disco, com uma interpretação anónima de guitarra solo do célebre “Fado Robles” no lado A - melodia composta em 1879-1880 pelo guitarrista-fadista e Sargento de Cavalaria J. R. Robles – e no lado B variações sobre o Fado Corrido, “Fado Corrido Maior”. Editado pela pouco conhecida marca Jumbo (ligada à editora alemã Odeon) que foi descontinuada em 1912 é de presumir que a interpretação das duas peças seja da autoria de Luís Petroline em gravações de 1910, segundo uma tese de Pedro Jorge, estudioso dos primórdios do Fado com quem tive o privilégio de trocar correspondência.

 

Este e muitas outras gravações portuguesas antigas podem ser escutadas aqui

 

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Sai mais uma manobra!

por José Mendonça da Cruz, em 24.03.16

Os números do défice de 2015 continuam a não ser revelado pelo INE,porque o INE não consegue receber do ministério das Finanças não dá a informação em falta. Por enquanto, a imprensa «de referência» está muito caladinha -- aliviada, também, por existir a Bégica e assim não ter que explicar a extrordinária falta de escrutínio e atenção. Mas a Sic já encetou mais uma cruzada de zelo socialista: ontem noticiava que «o défice vai ser muito mais alto do que o anunciado». Devemos esperar para breve um convite ao pobre Centeno ou ao capo da geringonça a fim de explicarem que «a culpa é do anterior governo».

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Bruxelas 22 de Março

por João Távora, em 22.03.16

António Costa acha que o terrorismo é um problema de "integração". A mim parece-me mais um prenúncio de desintegração .

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Segundo esta notícia, Jorge Moreira da Silva poderá ser o candidato do PSD à CML nas eleições autárquicas que se realizarão no próximo ano. Se assim for, será um combate de nortenhos para a conquista da Capital. Fernando Medina nasceu no Porto e aí estudou até ao final da licenciatura. Jorge Moreira da Silva nasceu me Famalicão e viveu no Porto até concluir a sua formação universitária. Lisboa é de todos aqueles que amam e se interessam pelos problemas e desafios desta cidade e por isso não é necessário ser lisboeta para se candidatar a Presidente da Câmara. Mas que diabo, será que PS e PSD não terão alfacinhas capazes de assumirem uma candidatura?

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