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Até pró ano, então

por João Távora, em 31.12.13

Se há altura do ano em que me agrada por demais o aconchego do lar é esta da passagem de ano, que definitivamente não é santo da minha devoção. Mas por respeito às expectativas dos mais pequenos comemoremos as doze badaladas na varanda bater em tachos e panelas mais uma garrafa de Raposeira na companhia de doze passas que ainda sobraram do ano passado. De resto como pai cinquentão, aflige-me a malta jovem ou já nem tanto que aproveita a efeméride para por aí desafiar a sua sorte (e a dos outros) com inimagináveis excessos...

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No Princípio...

por Vasco Mina, em 31.12.13

 

…era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. No princípio, Ele estava com Deus. Tudo se fez por meio d’Ele e sem Ele nada foi feito. N’Ele estava a vida e a vida era a luz dos homens” (Jo 1). Esta é a leitura de hoje, dia de final de ano. Desejo a todos um Feliz Ano 2014 e que a Luz nos ilumine o caminho…

 

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Coisas giras

por João Távora, em 31.12.13

Novidades do coleccionador de sons, aqui

 

 

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Sousa's Band

por João Távora, em 29.12.13

Aqui deixo um Ragtime com pedalada gravado em 1906, pela banda do Lusodescendente mais famoso de sempre nos EUA, John Philip de Sousa, celebrizado em todo o mundo principalmente através das suas famosas marchas, muitas delas que todos conhecemos desde sempre.

 

Publicado originalemnte aqui

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A lista e o silêncio

por Vasco Mina, em 29.12.13

 

O Jornal Público editou há dias um artigo sobre um livro recentemente editado pela Paulinas Editora com o título A Lista de Bergoglio – Os que foram salvos por Francisco. O autor, Nello Scavo, é um jornalista italiano que ficou impressionado com as primeiras notícias que saíram na comunicação social logo após a eleição do Cardeal Jorge Bergoglio para suceder ao Papa Bento XVI: tendo dificuldade em acreditar na escolha de um homem com um passado que era propagado como tenebroso pelas cumplicidades com os ditadores argentinos, partiu para Buenos Aires para investigar localmente o que verdadeiramente tinha acontecido. Após uma prolongada investigação com recolha de múltiplos testemunhos concluiu que afinal o livro que iria escrever seria sobre aqueles que o agora Papa Francisco tinha ajudado e salvo das perseguições a que estavam sujeitos. Mais, tinha corrido sérios riscos e nunca lhe faltou coragem para enfrentar várias situações sempre em defesa dos perseguidos. É imensa a lista de pessoas ajudadas e tudo indica que irá sendo (aliás, já está a ser) aumentada à medida que irão sendo conhecidos novos testemunhos. Talvez que uma das dimensões mais impressionantes deste percurso seja o silêncio. Bergoglio nunca falou (nem antem, nem depois e nem agora) sobre o que fez. Para um jesuíta, o silêncio significa não o silenciar mas sim a atitude de meditação, contemplação e de oração sobre os acontecimentos do quotidiano: seguindo a metodologia dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola é no silêncio interior que buscam a via para a maior glória de Deus (Ad maiorem Dei gloriam é o seu lema). Este silêncio não significa ocultar e muito menos calar injustiças mas sim traduz a humildade de quem sabe quem é O Verdadeiro autor do Bem e da Paz. Por tudo isto fogem da propaganda sobre o que fazem.

Infelizmente não faltaram, também por cá, aqueles que buscam, a qualquer preço, o que quer que seja que possa ser usado contra a Igreja. Vergonhosamente tentaram passar a mensagem de um Arcebispo que teria sido cúmplice de um regime ditatorial. Foram, na altura, denunciados aqui pelo Malomil pois o Esquerda.Net tinha publicado um post em que apresentava uma foto (falsa) em que aparecia um sacerdote (que seria o Padre Bergoglio) a distribuir a comunhão ao General Videla. Fruto da investigação do Malomil ficou provada a falsidade e que obrigou o esquerda.Net a retirar a foto e a pedir desculpas. Mas nem uma palavra foi retirada ao texto que afirmava o seguinte: «Jamais condenou os ditadores argentinos, apesar de saber que Videla e os seus sequazes torturavam, assassinavam, faziam desaparecer milhares de pessoas. Não pode alegar que não tinha conhecimento, porque era o confessor e dava a comunhão a Videla.» Depois desta campanha veio o silêncio mas o que cala a sujidade feita e mata a reputação de pessoas de bem como o Papa Francisco. É agora o mesmo Esquerda.net, com um artigo de José Manuel Pureza, que evoca o mesmo Papa que pretendeu manchar. Quando o discurso é conveniente cita-se o Papa mas antes (e vamos ver se depois) o silêncio que vive e deixa matar é a opção politicamente correcta. Como bem refere Henrique Monteiro no seu artigo de 15 de Dezembro, “a esquerda não costuma gostar de Papas”. Fica a esperança de “uma conversão: não do Papa, como pretende a esquerda, mas da própria esquerda”.

 

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- Chamámo-lo aqui, Senhor Embaixador em Portugal, porque o seu anterior relatório não se percebe...

- Admito, também a mim me foi difícil escrevê-lo, mas...

- “Mas” nada!... Isto não faz sentido algum em país algum...

- Também acho, mas...

- “Mas” nada!... Isto não existe!...

- Pois, mas...

- “Mas” nada!... Explique-se!... Escreve aqui que o problema dos swaps em Portugal foi gravemente desenvolvido pelos socialistas quando estavam no anterior governo e que toda a gente em Portugal sabe isso...

- Sim, mas...

- “Mas” nada!... Diz ainda no relatório que os socialistas culpados pelos swaps acusam agora o actual governo de ser o culpado de tudo por não terem detectado a tempo a marosca que os socialistas fizeram, o que é de imbecil...

- Sim, mas...

- “Mas” nada! Mutatis mutandis, isso é como o criminoso acusar a polícia de não ter detectado e prevenido o ilícito no tempo devido e querer responsabilizar a polícia pelas atrocidades cometidas pelo criminoso, o que é de doidos e ninguém acreditaria..., nem a população, nem os jornalistas, nem os comentadores, nem sequer doidos, nem ninguém...

- Sim, mas...

- “Mas” o quê???... Estou farto de ouvir esses mas..., mas..., mas..., explique-se!

- É o que eu estou a tentar fazer, Senhor Ministro, tentar explicar o inexplicável: aquela malta parece acreditar naquilo. A comunicação social divulga as acusações socialistas com ar sério, sem se rir, os comentadores comentam a coisa com aparente seriedade, sem se rir, e o comum dos mortais assiste, e vive, e paga aquilo, sem se rir, e - o que é pior - sem sequer chorar ou indignar-se.

- Mas... mas isso é de doidos!...

- Mas...

- “Mas” o quê???... Estou farto desses “mas”!!!...

- Mas é só o que eu estava a tentar dizer, aquilo é um país de doidos...

- A ser assim aquilo só pode ser um país de doidos...

- Aquilo não só só pode ser um país de doidos, como efectivamente é um país de doidos...

- Mas?...

- Sim?...

- Um país se doidos?...

- Sim, um país de doidos varridos...

- Um país de doidos varridos... Apenas isso?

- Apenas isso.

- Uff...

 

 

Nota: isto é tudo ficção, qualquer semelhança com a realidade seria, obviamente, coisa de doidos. De doidos varridos...

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Domingo

por João Távora, em 29.12.13

Fuga para o Egipto - Jacopo Bassano 1545 

 

Evangelho segundo São Mateus


Depois de os Magos partirem, o Anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: «Levanta-te, toma o Menino e sua Mãe e foge para o Egipto e fica lá até que eu te diga, pois Herodes vai procurar o Menino para O matar». José levantou-se de noite, tomou o Menino e sua Mãe e partiu para o Egipto e ficou lá até à morte de Herodes. Assim se cumpriu o que o Senhor anunciara pelo Profeta: «Do Egipto chamei o meu filho». Quando Herodes morreu, o Anjo apareceu em sonhos a José, no Egipto, e disse-lhe: «Levanta-te, toma o Menino e sua Mãe e vai para a terra de Israel, pois aqueles que atentavam contra a vida do Menino já morreram». José levantou-se, tomou o Menino e sua Mãe e voltou para a terra de Israel. Mas, quando ouviu dizer que Arquelau reinava na Judeia, em lugar de seu pai, Herodes, teve receio de ir para lá. E, avisado em sonhos, retirou-se para a região da Galileia e foi morar numa cidade chamada Nazaré. Assim se cumpriu o que fora anunciado pelos Profetas: «Há-de chamar-Se Nazareno».

 

Da Bíblia Sagrada

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“A greve assenta numa mentira”

por Vasco Mina, em 28.12.13

 

Afirmou ontem António Costa numa entrevista dada a propósito da disponibilização de contentores para recolha do lixo. Por isso disse também não compreender os motivos da greve. Mais, considerou “até chocante” os dirigentes sindicais colocarem em causa as autarquias. No dia anterior, Arménio Carlos, presente no piquete de greve dos cantoneiros da CML, disse estar ali para “defender o serviço público de recolha dos resíduos sólidos”.

Eu acompanho a opinião de António Costa sobre esta greve mas pergunto ao Presidente da Câmara: Só esta greve assenta numa mentira? Será que não compreende mesmo os motivos desta greve? Porque razão a CGTP e o seu Secretário-Geral consideram estar em causa um serviço público? É que quando as manifestações são contra o Governo recebem a compreensão de António Costa mas agora que colocam em causa a gestão camarária da cidade de Lisboa assentam numa mentira.

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Estou cansado que me chamem, mesmo em entrelinhas, bárbaro e retrógrado, numa indisfarçada campanha maniqueísta da nomenklatura dominante. É nesse sentido, com alguma impaciência que encontro no Expresso de hoje a notícia assinada por um tal Angel Luís de La Calle sobre o projecto da nova lei do aborto colocado em discussão pelo governo espanhol, que pleno de preconceitos, pré-juízos e moralismo se revela um autêntico artigo de opinião, onde numa selecção de recortes da imprensa internacional favorável à livre interrupção da gravidez, assevera por exemplo esta pérola de propaganda sectária “vai ser a única promessa cumprida do programa de governo com que Mariano Rajoy arrebatou o poder aos socialistas nas eleições de 2011”. Um bitaite que sem qualquer sustentação ou contraditório vale o que vale, isto é, nada. 

Tenho a confessar que admiro a coragem da direita espanhola na assunção dos princípios que defende  e com os quais se apresenta a eleições. Estou convencido que com alguns ajustamentos a nova lei poderá ser equilibrada e justa. É que eu, como milhões de portugueses e espanhóis tenho muitas dúvidas que os direitos de uma mulher se sobreponham à de um outro Ser, em formação é certo, mas já em si único e irrepetível. Como milhões de europeus, tenho profundas dúvidas de que o aborto como recurso anticoncepcional sancionado pela Lei constitua qualquer coisa minimamente parecida com “progresso civilizacional”.
Mas em tudo se vai lendo na imprensa nacional a respeito desta inédita iniciativa legislativa do PP espanhol, o que mais me espanta é a total ausência das vozes contra a corrente, que parecem ter adormecido algures em conformadas vigílias de terços e rosários. Isso é definitivamente pouco: temos muito que aprender com nuestros hermanos.

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Bom balanço!...

por João-Afonso Machado, em 27.12.13

A euforia do Natal lá vai, sucedem-se dias de algum marasmo, enquanto não chegam as mais postiças manigâncias da Passagem de Ano. Dias de marasmo... Ou talvez a mais proveitosa semana para o florescer das ideias entre o despido das árvores e os rigores da invernia.

O que vivemos e como vivemos ao longo de 2013? À estonteante velocidade a que chegámos ao seu termo! Onde falhámos e perdemos, ou ganhámos?

Chove e venta com violência. É bom. Mantenha-se ela, a violência, longe dos nossos corações. E arrumemos a prateleira das desilusões, posta ao lado da que guarda as lições. Desse modo crescerá o espaço necessário às alegrias e convicções. A vida é isto.

E assim organizada será sempre um caminho de elevação pessoal. Contando, em vez de medo e pusilanimidade, sobre uma réstea de coragem para o calcorrear.

Fazer o balanço, na terminologia do comércio. Seja, também. Mas, as forças todas bem erguidas, o espírito pleno de rigor: sobre todos os males, o balanço há-de ser positivo, por graça da nossa consciência.

Chove e venta com violência. Mas continuo a escrever em paz.

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Vai nevar

por João-Afonso Machado, em 26.12.13

Algo me diz vai nevar aqui no Minho mais plano. Acontecimento pouco usual e menos intenso. Mas sempre bastamente festejado. E ela, a neve, entope já as estradas do Marão, a temperatura vem baixando, o céu acinzenta... Por um ou dois dias as várzeas e as nossas leiras embranquecerão, as copas dos pinheiros também. Nos caminhos rurais a falta de prática dos passantes nas suas motorizadas recomenda a máxima prudência. Se não houver pasmaceira, a criançada ainda conseguirá ajuntar neve para o fatal boneco, toscamente enfeitado com pedritas e uns ramos de lenha.

Contado assim, pensar-se-à serem os "nevões" minhotos uma tristeza parola e ínfima, em face da Estrela gigante ou mesmo de outras serras de calibre inferior. Mas não são. Os "nevões" minhotos representam momentos raros na arte da fotografia. E um acordar matinal diferente, a expressão espantada dos animais, o apelo da lareira, entardecendo. A sua previsão é, por isso, uma expectativa entusiasmada e até impaciente. Como um calor da alma saído do ar gélido lá fora. Tudo, de resto, significando (não sei porquê, mas é assim) bons auspícios para a Primavera que não tarda, trazida pelo avassalador cavalgar do Tempo.

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Uma homilia sábia

por Maria Teixeira Alves, em 25.12.13
Na sua homilia durante a Missa do Galo, o Papa Francisco disse uma coisa importante: “Se o nosso coração está fechado, se estamos dominados pelo orgulho, pela mentira, narcisismo, então as trevas cairão sobre nós”. Esta mensagem é muitíssimo sábia e demasiado ampla para se resumir à dicotomia Pobres/Ricos que acompanha normalmente as interpretações das palavras deste Papa. Um Santo Natal para todos

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Dia de Natal

por João Távora, em 25.12.13

 

Evangelho segundo S. Lucas (2, 1-14) 

 

Naqueles dias, saiu um decreto de César Augusto, para ser recenseada toda a terra. Este primeiro recenseamento efectuou-se quando Quirino era governador da Síria. Todos se foram recensear, cada um à sua cidade. José subiu também da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e da descendência de David, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que estava para ser mãe. Enquanto ali se encontravam, chegou o dia de ela dar à luz e teve o seu Filho primogénito. Envolveu-O em panos e deitou-O numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. Havia naquela região uns pastores que viviam nos campos e guardavam de noite os rebanhos. O Anjo do Senhor aproximou-se deles e a glória do Senhor cercou-os de luz; e eles tiveram grande medo. Disse-lhes o Anjo: «Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um Menino recém-nascido, envolto em panos e deitado numa manjedoura». Imediatamente juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus, dizendo: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados».

 

Da Bíblia Sagrada

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Feliz Natal!

por João-Afonso Machado, em 24.12.13

Uma primeira palavra, tão sentida como um abraço, para todos os que se vêem privados de um Natal condigno. Sejam quais forem as razões por que essa Paz lhes é vedada.

A todos, o desejo de que vivam estes momentos com a alegria da Família e a esperança no Amanhã. E Fé, muita fé em tudo o que lhes apraz acreditar e desejar.

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Esta noite contemplamos o Nascimento de Jesus e desde S. Francisco de Assis que nos habituámos à representação deste acontecimento através do Presépio. A palavra "presépio" vem do latim praesepe, cujo significado básico é "estábulo", ou "curral". Em Greccio, localidade italiana onde o Santo de Assis iniciou esta manifestação da Natividade, tudo foi muito simples e “reduzido” à manjedoura, um monte de palha, um boi e um jumento. São Francisco quis destacar a pobreza, a simplicidade e a humildade que são os sinais mais profundos do acontecimento de Belém que celebramos.

Ao longo dos séculos o Presépio foi sendo abordado por várias leituras e manifestações artísticas que lhe retiraram a pobreza e simplicidade na perspetiva de São Francisco mas que acrescentaram a beleza da criatividade humana. Assim aconteceu com o barroco nomeadamente em Portugal com artistas que marcaram o seu tempo e que nos deixaram verdadeiras obras de arte. Um deles é Joaquim Machado de Castro e o Presépio que se encontra na Basílica das Estrela é uma das obras que lhe está atribuída (ainda que não assinada como acontece no Presépio da Sé de Lisboa). De acordo com um texto do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura “os mestres da arte barroca não buscavam a beleza em si, para se recrearem com ela, mas sobretudo tinham como objectivo impressionar a imaginação e o coração das pessoas que na plateia conventual ou familiar se movimentavam. Estas, como espectadoras activas e interpeladas existencialmente, deveriam sentir a mensagem. De acordo com esta ideia, o presépio tornava-se um momento vital, um sermão estentórico, um apelo moral, mediante a representação de cenas da história e da vida, e para além delas”. Outra característica destes presépios a associação de cenas da vida quotidiana do tempo em que foram criados; vale a pela por isso ver observar minuciosamente cada uma das peças quer pelo seu colorido quer especialmente pela “vida” que manifestam. O Presépio da Estrela conta com cerca de 500 peças em terracota e terá sido uma encomenda da família real (que como é sabido D. Maria I mandou igualmente construir a Basílica e o Convento). A não deixar de visitar e de contemplar!

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Boa comunicação

por João Távora, em 23.12.13

O Criador jamais descurou a comunicação do grandioso Advento. Naqueles tempos, para guiar o povo disperso e os reis do oriente para o mais improvável local de Encontro, o requinte em comunicação foi literalmente divinal: um cometa rebrilhante no céu indicou o caminho para o Presépio que mudou o rumo de toda a História.

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À espera de quê?

por João-Afonso Machado, em 22.12.13

Se é verdade, é notável e o grande problema só não ficará resolvido porque não se quer. Falo de dinheiros. Mais propriamente dos 368 milhõres de euros que, diz-se, as empresas públicas gastam por ano em suplementos remuneratórios, correspondendo a 13,4% dos gastos totais com o seu pessoal. Uma verba que o Tribunal de Contas dispõe devidamente descriminada e onde só na rúbrica "mais regalias" se inscrevem 81 milhões de euros.

Trata-se - diz também quem saberá - de uma importância equivalente à que terá de ser (aonde?, quando?) descoberta para compensar o chumbo da «convergência de pensões» pelo Tribunal Constitucional.

Assim sendo, porque não acorrer de imediato a esta porta aberta?

Estranho (e aliciante...) mundo, o das empresas públicas, sem dúvida!...

 

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Domingo (4º do Advento)

por João Távora, em 22.12.13

Evangelho segundo São Mateus


O nascimento de Jesus deu-se do seguinte modo: Maria, sua Mãe, noiva de José, antes de terem vivido em comum, encontrara-se grávida por virtude do Espírito Santo. Mas José, seu esposo, que era justo e não queria difamá-la, resolveu repudiá-la em segredo. Tinha ele assim pensado, quando lhe apareceu num sonho o Anjo do Senhor, que lhe disse: «José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou é fruto do Espírito Santo. Ela dará à luz um Filho e tu pôr-Lhe-ás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados». Tudo isto aconteceu para se cumprir o que o Senhor anunciara por meio do Profeta, que diz: «A Virgem conceberá e dará à luz um Filho, que será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’». Quando despertou do sono, José fez como o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu sua esposa.

 

Da Bíblia Sagrada

 

 

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Santo Natal

por Vasco Mina, em 21.12.13

“Vamos a Belém ver o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer” (LC 2,15). Foi isto o que os pastores disseram entre si após o anúncio que escutaram do Anjo do Senhor. Dois mil e treze anos após coloca-se a seguinte pergunta: E depois? Sim, nós somos da geração dos que sabem o que aconteceu em Belém e por isso somos interpelados não pela dúvida do Nascimento de Jesus mas sim pelo que este acontecimento nos transformou.

Os pastores foram em busca de algo (neste caso de Alguém) que desconheciam e que lhes tinha sido, algo vagamente, anunciado. Nós, que estamos muito bem informados sobre o que eles encontraram e viram, o que buscamos hoje? Ficamos onde estamos ou metemo-nos ao caminho?

Mas ir ao caminho significa vontade de procurar e encontrar. Pode até não se saber muito bem o quê mas só a vontade nos dessossega e nos tira do nosso “conforto”. Mas então onde O procurar e encontrar? Talvez que um dos maiores encantos do Deus que se fez Homem seja o de querer caminhar com cada um de nós tornando único e singular o trajeto quem com Ele fazemos. Disse-nos que o encontraríamos entre os pobres ou entre as crianças ou ainda com os doentes. Manifestou a Vontade de estar com cada um de nós e esse encontro depende apenas de nós. Com toda a liberdade e dependendo apenas da nossa vontade assim será este Natal!

Santo Natal para todos!

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"For historical purposes only”

por João Távora, em 21.12.13

Designa-se como "Coon Songs" um género musical cómico popularizado nos Estados Unidos da América nas últimas décadas do século XIX e caído em desuso no princípio do século XX quando o seu pendor racista começou a ser malvisto. 
Leia e conheça mais aqui »»»»

 

 

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