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Bento XVI - o sentido de um pontificado

por João-Afonso Machado, em 28.02.13

E assim terminou o pontificado de Bento XVI: na forma inesperada, rara e quase inédita, misteriosa como tanto do que compõe a vida na Igreja Católica. Mas, decerto, não obra do acaso ou de um capricho. E muito à margem das habituais especulações de quem lê os designios de Deus pela cartilha das manobras dos políticos. Ou seja: sempre farejando o escândalo.

Assim mesmo, Fátima Campos Ferreira entrevistava um sacerdote português no Vaticano. No tom mais ansioso a atreito ao sensacionalismo. Interrompendo - Fátima Campos Ferreira não consegue aprender - palavras serenas, invocativas do Espírito Santo, sorridentes de confiança no Futuro, com perguntas menores sobre "casos", mormente o mais "saboroso", o da pedofilia.

Riem-se os crentes: como se um sucessor de Pedro recuasse perante essas lamentáveis ocorrências, fugisse delas, evitasse combatê-las...

O tempo passa, o Santo Padre despede-se, a mensagem parece cada vez mais clara: a resignação, com raizes históricas antigas, hoje quase uma "lança em África", não custa acreditar seja um exemplo que fique. Por isso, propositadamente praticado. Pela energia que carecerá aos mais velhos para enfrentar os grandes problemas globais. Em África, justamente, - e por exemplo.

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Não percam...

por Luísa Correia, em 28.02.13

 

Aqui, "La BD avant la BD" (ou "Comics before Comics"), uma exposição virtual giríssima sobre os antecedentes históricos da banda desenhada.

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Papa Bento XVI

por José Luís Nunes Martins, em 28.02.13

 

 

imagem daqui

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Instantâneos de Lx

por Luísa Correia, em 28.02.13

(No Castelo...)

"Il faut être toujours ivre. Tout est là : c’est l’unique question. Pour ne pas sentir l’horrible fardeau du Temps qui brise vos épaules et vous penche vers la terre, il faut vous enivrer sans trêve.
Mais de quoi ? De vin, de poésie ou de vertu, à votre guise. Mais enivrez-vous.
Et si quelquefois, sur les marches d’un palais, sur l’herbe verte d’un fossé, dans la solitude morne de votre chambre, vous vous réveillez, l’ivresse déjà diminuée ou disparue, demandez au vent, à la vague, à l’étoile, à l’oiseau, à l’horloge, à tout ce qui fuit, à tout ce qui gémit, à tout ce qui roule, à tout ce qui chante, à tout ce qui parle, demandez quelle heure il est ; et le vent, la vague, l’étoile, l’oiseau, l’horloge, vous répondront : "Il est l’heure de s’enivrer ! Pour n’être pas les esclaves martyrisés du Temps, enivrez-vous sans cesse ! Du vin, de poésie ou de vertu, à votre guise".
(Charles Baudelaire, "Petits Poèmes en prose")

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Obrigada Sócrates, obrigada PS

por Maria Teixeira Alves, em 28.02.13

Ajustes directos nas PPP, batota de milhões. É que nem todas as PPP que são iguais, há umas mais iguais que outras.

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Não Queremos IMIGRAR gritaram os estudantes de Direito

por Maria Teixeira Alves, em 27.02.13

Verdadeiramente notícia é os estudantes de Direito não saberem a diferença entre imigrar e emigrar.

Os cartazes dos alunos de Direito no protesto a Pedro Passos Coelho diziam "NÃO QUEREMOS IMIGRAR".

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É importante que se saiba

por Maria Teixeira Alves, em 27.02.13

É importante que se saiba que na Faculdade de Direito de Lisboa, dito isto por quem lá esteve, não houve só manifestações de protesto a Pedro Passos Coelho. Houve também aplausos e gritos de apoio a Pedro Passos Coelho (gritavam viva Portugal) . Houve por isso diversidade de opiniões. E parece que uma das contestatárias tentou cantar o Grândola Vila Morena, mas não foi seguida por ninguém. Para não ficarem só com aquilo que as televisões passaram.

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"La dolce vita"

por Luísa Correia, em 27.02.13

Tive, há uns anos, oportunidade de participar, com italianos e outros dos países que integravam a então CEE, numa espécie de grupo de trabalho com a missão de avaliar um pacote legislativo aplicável em vários domínios do mundo laboral. A experiência valeu, não tanto pela matéria em análise, como pela teia de cumplicidades que logo se estabeleceram no grupo. Eram três as posições defendidas: a maioritária, alinhada com um forte intervencionismo europeu, politicamente correcta, e liderada pela representação espanhola; a portuguesa, contrastante com a anterior por razões de desconfiança na eficácia das regulamentações "exaustivas"; e a italiana, igualmente contrastante por razões de enérgico repúdio das regulamentações "invasivas".
É talvez por estas mesmas razões que os indígenas da bota, reunidos há pouco mais de século e meio num único Estado/nação, preferem delegar o poder executivo em gente tão sobrecarregada com os seus próprios, problemáticos, "affairs", que não tenha como ocupar-se dos alheios; ou seja, gente sem muito tempo, nem jeito para o exercício da política "profunda" e inerentes operações de rapina. Gente, enfim, que possam não levar a sério, rindo ou olhando simplesmente para o lado. "And the show may go on", se e enquanto os actores se confinarem ao palco e não cederem à modernice de interagir e perturbar o sossego da plateia.

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Machado Fm

por João-Afonso Machado, em 27.02.13

No dobrar dos 70's era assim. Com a Lewis muito coçada, a bota militar comprada na Feira da Ladra e os santuários da música ali para os lados da Avenida de Roma, em Lisboa. Onde conseguem chegar os minhotos!!! Não eramos de cabeleira comprida, escorrida, somente despenteada. Mas os blues significavam uma devoção - e, em vão, tentávamos divulgá-la. Contra o império da «música comercial». Peter Allen e quejandos ganharam sempre.

Ficou o amor às causa perdidas. Quando Alvin Lee veio tocar a Portugal foi a desforra. Inesquecivel espectáculo!!! Ten Years After!

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Quem diria?

por João-Afonso Machado, em 26.02.13

A praia que o Verão repele, o nosso Verão, claro, porque, justamente, a praia regorgita de gente, de barracas, e uiva o vento e uivam milhares e milhares de criancinhas, urram os adultos, uma multidão inteira. É a Póvoa de Varzim, os seus famigerados farneis, a coxa de frango mais vulgar ainda que a concha do mexilhão.

Mas agora é Fevereiro. Como se vê e se goza. Fossemos nós gaivotas, em férias o ano todo e sempre sem frio...

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Vistas assim as coisas

por João Távora, em 26.02.13

 

“Os italianos votaram em massa contra a austeridade”, referia-se assim hoje em título o jornal i à vitória da esquerda em Itália na capa.  



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Inquietações

por João Távora, em 26.02.13

 

Tendo em conta a cultura dominante nos meios de comunicação social e nas oligarquias do regime; quando ser de esquerda é considerado uma virtude em contraponto ao adjectivo pejorativo que constitui a posição contrária; jamais se poderia esperar um mandato menos que conturbado a um governo de direita em Portugal. A tarefa revela-se então ciclópica na actual situação de resgate financeiro e emergência nacional, para mais coincidente com um processo de ligeiro reequilíbrio das economias mundiais e o correspondente empobrecimento do ocidente a que se assiste. É por isso que receio que nos defrontemos de novo com o facto de um governo não socialista não vir a completar o legítimo mandato por razões exógenas à democracia e seus preceitos regulamentares. Por mais justificações que se atribuam a estes golpes de Estado o assunto inquieta-me profundamente.
Assim como me inquieta que o partido que arruinou as finanças do país e que negociou e assinou o respectivo acordo de resgate financeiro com o FMI e os parceiros Europeus, tenha conseguido fazer vingar a ilusão colectiva de que a austeridade é um mero capricho, uma opção ideológica, e não a consequência de uma economia moribunda e da impossibilidade de financiamento do Estado nos mercados financeiros. Um embuste que incendeia as ruas e põe em causa a salutar alternância dos partidos no poder. E que mais tarde em confronto com a realidade resultará em mais um profundo golpe no crédito da democracia. 

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Instantâneos de Lx

por Luísa Correia, em 26.02.13

"podes caber à larga e não à justa no elevador de santa justa,
não te leva a parte nenhuma no sentido utilitário normal,
mas é a nossa torre eiffel. faz a experiência. por sinal
é um caso em que não custa aprender à nossa custa:
variamente na vida e na ascese se flibusta,
e aprender à nossa custa é muito mais ascensional.

podes subir ao miradouro se a altura não te assusta:
lisboa é cor de rosa e branco, o céu azul ferrete é tridimensional,
podes subir sózinho, há muito espaço experimental.
noutros elevadores há sempre alguém que barafusta,
mas não aqui: não fica muito longe a rua augusta,
e em lisboa é o único a subir na vertical.

no tejo há a barcaça, a caravela, a nau, o cacilheiro, a fusta,
luzindo à noite numa memória intensa e desigual.
com o cesário dorme a última varina, a mais robusta.
não é para desoras o elevador de santa justa,
arrefece-lhe o esqueleto de metal,
mas tens o dia todo à luz do dia. não faz mal".

Vasco Graça Moura

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São tontos os eleitores ou são tontos os jornalistas?

por José Mendonça da Cruz, em 26.02.13

Do alto da sua enorme inteligência e do fundo do seu largo profissionalismo, os jornalistas das Sics e das TSFs retrataram assim a campanha eleitoral italiana: havia Mario Monti, um homem sério, mas um tecnocrata; havia a esquerda, que era muito melhor e venceria; também havia um cómico e um tonto. O tonto era Berlusconi, valdevinos, malandro, rico, devasso, burro.

Nada surpreendentemente, os eleitores italianos apanharam essa visão básica de surpresa - como hão-de ter surpreendido quem toma por boa a informação dos jornalistas das TSFs e Sics.

Agora que o centro-direita e a esquerda praticamente empataram, os jornalistas das Sics e TSFs falam do «desnorte» e do «desgoverno» da Itália, porque não podem supor um país que funciona sem governo, nem um povo que não esteja pendurado no Estado, nem um eleitorado que não siga as peculiares crenças das Sics e das TSFs. Um tal eleitorado há-de ser desgovernado e sem norte.

Dá-se, ainda, o curioso caso de as críticas e as alternativas de Berlusconi ao governo e à austeridade de Monti serem exactamente as mesmas que as alternativas e as críticas de Seguro a Passos Coelho. O que significa que para os jornalistas das Sics e das TSFs os mesmos programas para os mesmos problemas não têm o mesmo valor intrínseco; dependem apenas de se ser de esquerda (bom) ou de direita (mau). O que revela larga inteligência e fundo profissionalismo.

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Antologia do Sonho (... no feminino...)

por Luísa Correia, em 26.02.13

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Antes do sucesso (e da ruína)

por José Mendonça da Cruz, em 26.02.13

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Óscares dos Filmes Estrangeiros

por José Mendonça da Cruz, em 26.02.13

A noite da entrega dos óscares de cinema foi uma noite estrangeira de celebração de filmes estrangeiros apreciados e galardoados segundo critérios estrangeiros.

Jean du Jardin, melhor actor em 2012, estava presente na plateia, mas, depois de ganhar o prémio e desde há um ano, desapareceu inteiramente de cena e da oferta de papéis. É a primeira peça do meu mau-estar com este lamentável fecho de Hollywood sobre si mesma.

Seth MacFarlane, o apresentador em má hora escolhido, fez-me recordar aquilo que os inimigos da América queriam dizer quando apodavam alguma coisa de «muito americana». A apresentação de MacFarlane foi «muito americana» no sentido politicamente correcto que tolheu umas piadas e impediu outras, foi superficial e complacente, foi entediantemente respeitosa (como a esquerda, Hollywood adora «desmitificar», mas suporta mal humor e crítica), foi utilitária e sem rasgo. Foi a segunda peça do meu descontentamento com os óscares.

Tendo partido do seu querido Obama a ordem para a caça final a Osama bin Laden, julgar-se-ia que um filme como O-Dark-Thirty, um belíssimo filme de acção e uma história verídica, pudesse dar-se bem nos óscares. Em vez disso, foi cuidadosamente ignorado. Hollywood não teve maneira de enfrentar as contradições: o bom trabalho dos odiados serviços secretos, agindo a mando do presidente amado, lançando uma operação pelos detestados militares, desaguando num final feliz que consiste no abate de um inimigo. A cartilha «liberal» amedrontou-se, Hollywood assobiou para o ar e olhou para outro lado - mesmo depois de a realizadora fazer um esforço para convencer-nos de que a tortura não ajudou na captura de bin Laden (o que é falso: foram as tentativas de vários torturados de iludir a importância do correio de bin Laden que levaram os interrogadores, a contrario, a centrarem-se nele). Mais: depois de ignorar este assunto desconfortável, Hollywood preferiu premiar um filme, Argo, em que o herói é o cinema (ou o fingimento de cinema) e os acontecimentos estão a confortável distância no tempo. Este comportamento fingido, incomodado e umbiguista foi a terceira peça da minha irritação com os óscares (além de achar que Ben Affleck tem a expressividade de um cepo).

Mas, não tentou Hollywood emendar a mão premiando o austríaco Cristoph Waltz? O prémio é mais de Tarantino, e Waltz não o merecia desta vez. Mereciam-no Philip Seymour Hoffman ou Joaquin Phoenix, não ele. E mais desconforto com um óscar errado. 

E, por fim, a «magia do cinema»... Há anos, um autor menor escreveu um livreco que se tornaria best-seller. Era sobre um tal Jonathan Livingston Seagull, ou Fernão Capelo Gaivota, uma gaivota destemida que ambicionava voar mais alto e mais depressa. O livrinho tresandava à parafernália com que se fazem as «fábulas» e as «parábolas» de fancaria, as histórinhas presunçosas cheias de vácuo e espalhafato significando nada. Era tal e qual como A Vida de Pi, o livro. Mas A Vida de Pi, o filme, essa inanidade vistosa, é de Ang Lee, e Ang Lee, embora defunto, continua a merecer de Hollywood agradecimentos perenes por ter levado a homossexualidade aos vaqueiros. E lá foi paga mais uma prestação dessa gratidão alegre. Pareceu-me o golpe derradeiro nos óscares. Assim atordoado, já pouco me importou ouvir Barbra Streisand (cantando mal), Catherine Zeta-Jones (cantando e dançando pesada e pessimamente) Shirley Bassey (cantando curto), o elenco d`Os Miseráveis (espremendo-se afligidamente), Seth MacFarlane (cantando um primor de mau gosto intitulado «I saw your boobs»), e Michelle Obama (colando-se).

Sobrou pouco, mas sobrou qualquer coisa; sobrou que viva Jennifer Lawrence, sempre, Viva Spielberg, eternamente, viva Daniel Day-Lewis, todos os dias, e viva Adele, que usa tão bem, tão bem, tão bem a voz divina que lhe deram.

 

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"Upstairs, Downstairs"

por Luísa Correia, em 25.02.13

Volto às comparações: enquanto a gente de Downton Abbey leva à cena um pequeno núcleo de questões domésticas, concebidas sobre os seus umbigos, e se mantém praticamente alheada da realidade circundante - só a guerra de 14-18 quebrou, por momentos, a redoma e permitiu que a série ultrapassasse as duas temporadas -, em Londres, a família Bellamy, primeiro, e a família Holland, depois, movem-se em função das circunstâncias externas que fazem a História da primeira metade do século XX. "Upstairs, Downstairs" ganha com isso uma intensidade dramática que a eleva ao patamar do muito bom.
A primeira temporada da dinastia "Holland" tinha abordado o período conturbado da relação de Eduardo VIII com a senhora Simpson e da emergência e contida propagação dos movimentos nacional-socialistas na Grã-Bretanha. Esta segunda temporada, que achei ainda mais interessante, desenvolve-se nos dias que antecedem, imediatamente, o conflito de 39-45. Os londrinos preparam-se para a guerra, na expectativa da reutilização das tácticas e armas de vinte anos antes, de que conservam memória ainda fresca. Simultaneamente, assiste-se a uma sensível "democratização social", a emancipação feminina consolida-se sem tibiezas, as "upper classes" perdem privilégios, distanciamento e "glamour", e os direitos laborais estão tão na ordem do dia, que Lady Holland reforma, finalmente, a instâncias de não sei que espécie de inspectora do trabalho, os alojamentos e sanitários do seu pessoal, com mais de quatro décadas sem actualização. Ouve-se já, abafado, o ruído do caruncho que minará o Império.
Li algures que não se prevê uma terceira temporada. Lamento... sendo certo que também, a dado passo, se não previu esta segunda...

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Sacrilégio

por João Távora, em 25.02.13


É para mim um tédio toda a histeria gerada à volta da entrega dos Óscares, um certame internacional em que a minha equipa nunca entra. Enquanto para gáudio do povo ontem a imperatriz Obama veio acenar à tribuna, eu estava a dormir profundamente. Sei que esta afirmação vinda de um não-marxista constitui um sacrilégio, mas eu assumo e estou pronto para a cobrança. 

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Os Óscares

por Luísa Correia, em 25.02.13

Com os Óscares deste ano não houve surpresas. Arrebataram a estatueta dourada aqueles que se previa que arrebatassem, "Argo", Daniel Day Lewis, Jennifer Lawrence, Anna Hathaway...
Interessante é poder deduzir-se que nos Globos de Ouro da SIC, que tendem a seguir de muito perto o cerimonial hollywoodesco, também não as haverá. Que, pela passadeira vermelha da Rua das Portas de Santo Antão, as mulheres do nosso pequenino "jet set" desfilarão em vestidos metálicos ou rasgados cai-cais, e abundarão os penteados "à la garçonne". E que os homens envergarão "blazer" preto com bandas acetinadas e gravata do mesmo cetim, e exibirão barbas cerradas de, pelo menos, três semanas. (Espera-se que o mimetismo não vá ao ponto de os estimular a deixar expandir as cabeleiras até meio das costas).
E pode também deduzir-se que os premiados mais prolixos verão o pio cortado pelo "crescendo" musical do "Tubarão II"... ou do "Jurassic Park I", se a imaginação se soltar.
Conhecido que é, portanto, o essencial dos Globos de Ouro da SIC de 2013 - e o acessório são os suspeitos do costume - está decidido que dedicarei essa noite a uma segunda avaliação de "Argo"... a ver se descubro o que ele tem para além do giraço Affleck.

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